ECEME inicia as inscrições para o IV Curso de Geopolítica

A Geopolítica, entendida como o estudo da Política em função das condicionantes impostas pelos diferentes espaços geográficos, nos planos interno e externo, surgiu no século XX, da evolução dos estudos das interações entre a geografia e as ciências sociais. Assim, dos estudos da Geografia Política de Friedrich Ratzel à criação do termo “Geopolítica” por Rudolf Kjellen, em 1916, foi definido como objeto do estudo desse ramo do conhecimento “o aproveitamento racional de todos os ramos da geografia no planejamento das atividades do Estado, visando a resultados imediatos ou remotos”. A utilização de fundamentos da Geopolítica como justificativa para o expansionismo alemão, que culminou na Segunda Guerra Mundial, fez com que seu estudo fosse estigmatizado e renegado por diversos setores acadêmicos. Mas as interações entre as condições geográficas e a formulação das políticas dos Estados continuou existindo, manifestando-se, notadamente, na política de contenção dos Estados Unidos durante a Guerra Fria. Recentemente, a conjuntura internacional vem demonstrando a intensidade daquelas interações: no Oriente Médio, na Amazônia, no entorno da Federação Russa, nos arquipélagos do Oceano Atlântico; enfim, em todo o mundo a Geopolítica orienta a formulação das políticas que são a base das estratégias voltadas à consecução dos objetivos nacionais.

O Curso de Geopolítica da ECEME, em sua terceira edição, tem por finalidade aprofundar estudos e análises com base em pressupostos clássicos e contemporâneos de geopolítica, formulados por pensadores brasileiros e internacionais. Visa, em especial, a discutir a Geopolítica do Século XXI, para que se interpretem as relações entre território (espaço) e poder, e se discutam suas aplicações à solução de problemas brasileiros e internacionais contemporâneos. Além disso, o Curso visa a consolidar as bases para que a ECEME seja reconhecida como referência do estudo e da pesquisa da Geopolítica no contexto nacional.

OBJETIVOS

  1. Motivar o estudo da Geopolítica.
  2. Difundir as teorias clássicas e contemporâneas da Geopolítica e permitir a aplicação em temas contemporâneos.
  3. Difundir e aprofundar os estudos sobre o pensamento geopolítico brasileiro e aplicar seus pressupostos à conjuntura brasileira e regional atual.
  4. Discutir temas nacionais e internacionais da atualidade com base nos princípios e conceitos da Geopolítica.
  5. Desenvolver o pensamento geopolítico na ECEME.

 

LOCAL

Praça General Tibúrcio, 125, Praia Vermelha, Rio de Janeiro, RJ
Sala 201

PERÍODO DO CURSO

De 02 de outubro a 01 de novembro de 2018. Dois encontros semanais, às terças-feiras e quintas-feiras.

UNIFORME/TRAJE

– 9º B2 (militares da ECEME- uniforme camuflado) ou o correspondente para as demais Forças (autorizado o uso de trajes civis);

– Esporte para os civis.

 

METODOLOGIA

O Curso será totalmente presencial e organizado em forma de palestra e debates. As quatro unidades didáticas serão conduzidas por palestra por sessão e debates moderados por um mediador, interpostos por um intervalo de 15 min para a troca de contatos e impressões entre os participantes.

PÚBLICO-ALVO E INVESTIMENTO

O curso será voltado a acadêmicos, analistas, pesquisadores, professores civis, instrutores e comandantes militares, além de empresários, funcionários públicos e pessoas interessadas no assunto Geopolítica.

As indicações de participantes serão feitas por intermédio das instituições convidadas. Poderá haver inscrições individuais, realizadas diretamente na página eletrônica da ECEME.

CERTIFICADO

Ao final do curso, serão conferidos certificados de conclusão aos concluintes que tiverem no mínimo 75% de frequência e tenham atingido os objetivos propostos pelas disciplinas.

 

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Navio autônomo com missão de cruzar o Atlântico pode mudar o mundo

O navio Maxlimer, com apenas 12 metros de comprimento, listras brancas e amarelas balançando na costa do Reino Unido, à primeira vista parece só mais uma embarcação. Mas tamanho não é documento; e a máquina pode ser o veículo marítimo mais importante do mundo atualmente. O Maxlimer está pronto para se tornar a primeira embarcação de superfície não tripulada, ou USV, a atravessar o Oceano Atlântico. A viagem pode dar largada a uma série de inovações oceânicas: navios cargueiros sem tripulação; petroleiros não tripulados e lanchas robóticas, por exemplo.

Maxlimer é totalmente robótico e autônomo. A embarcação foi desenvolvida pela SEA-KIT, uma empresa de tecnologia marítima da Inglaterra. Mirando em contratos potencialmente lucrativos de apoio à exploração de petróleo e gás no mar (offshore), o objetivo da companhia era produzir um navio flexível, mais barato e seguro do que os as plataformas de extração tripuladas.

Sem a necessidade de suportar uma tripulação humana, um navio USV robótico pode dedicar mais espaço e capacidade aos próprios equipamentos que o constitui. Além disso, como não precisa lidar com fatores humanos, como fome, cansaço ou doença, pode navegar a uma velocidade de 13 quilômetros por hora por, potencialmente, nove meses seguidos. “Ele é robusto, adaptável e tem um alcance enorme”, disse o diretor da SEA-KIT, Ben Simpson. O navio pode transportar até 2,5 toneladas de carga útil.

O navio robótico também é barato. “As embarcações da SEA-KIT usam menos de cinco por cento do combustível necessário para operar um navio oceânico padrão”, disse o diretor de operações da SEA-KIT, Neil Tinmouth, ao portal The Daily Beast. Tinmouth acrescenta que a invenção é “um divisor de águas quando se trata da pegada de carbono e do impacto ambiental dessas operações”.

O Maxlimer é controlado remotamente por um controlador humano que comanda o navio do porto via rádio. No oceano aberto, o veículo segue de forma autônoma os sinais gerados por um GPS e transmite dados em tempo real por meio de múltiplos links de satélite. O sistema eletrônico para controle remoto foi fornecido por uma empresa de segurança norueguesa. A máquina foi lançada em 2017 e passou por testes ao longo dos últimos dois anos que mostraram resultados animadores.

Em maio passado, a embarcação autônoma fez uma rápida viagem de carga entre a Inglaterra e a Bélgica, transportando ostras e cerveja. Depois, o navio-robô partiu para a Noruega, o que Tinmouth descreveu como “primeira inspeção de oleoduto no mar comercial totalmente não tripulada” usando sensores de bordo e um pequeno drone submarino. “As missões permitiram que nossa equipe em terra operasse e testasse a embarcação em vários cenários e estados do mar, tanto de dia quanto de noite”, explicou Tinmouth ao Daily Beast.

Agora, a empresa prepara o USV para a desafiadora travessia no Atlântico, que deve durar por volta de 30 dias, prevista para dar início no primeiro semestre de 2020. Com o Maxlimer completando com sucesso a viagem, a SEA-KIT pretende começar a expandir a tecnologia, pensando em desenvolver “um USV maior e com recursos adicionais”.

A curto prazo, a SEA-KIT foca suas pesquisas e tecnologias no mercado de energia: realização de levantamentos oceânicos, apoio a plataformas de petróleo e gás e turbinas eólicas e inspeção de oleodutos. Indo além disso, os navios autônomos têm outros usos potenciais.

A Marinha dos Estados Unidos (EUA) e várias outras frotas navais líderes, por exemplo, já experimentam navios de guerra não tripulados. De forma ampla, a indústria de transporte marítimo – empresas que operam milhares de navios que transportam a maior parte da produção mundial – está, a passos lentes, recorrendo à ideia de embarcações cada vez mais autônomas. A Administração Marítima dos EUA (Marad, na sigla em inglês) também “não vê um salto para a autonomia total tão breve”, informou o governo norte-americano ao Daily Beast.

Por outro lado, há pelo menos um trabalho que a Marad gostaria de atribuir totalmente aos robôs: a limpeza de derramamento de óleo no mar. “Uma área de derramamento marítimo pode ser um ambiente perigoso para as pessoas, [porque] pode haver potencial para incêndio/explosões, e um ser humano operando uma embarcação em uma área de derramamento pode ficar exposto a substâncias químicas perigosas ao inalar fumaça tóxica”, explicou a agência. Por isso, a Administração defende que retirar humanos desses ambientes permitindo a operação remota da plataforma de extração pode ser muito mais seguro. 

Com esse objetivo, a Marad e a SEA-KIT fecharam parceria para desenvolver uma embarcação robótica para limpeza de óleo no mar. Navios parcial ou totalmente autônomos deverão funcionar rigorosamente bem para que o órgão regulador os aprove. “Todo avanço em direção à autonomia deve aumentar a segurança, caso contrário, a Marad não será a favor disso”, afirmou o governo dos EUA.

Via: The Daily Beast e Olhar Digital

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EUA, Canadá e Noruega realizarão voos sobre a Rússia no âmbito do Tratado Internacional de Céus Abertos

Sera realizado esta semana (26 a 30 de agosto) pelos EUA, Canadá e Noruega, voos de observação sobre a Rússia no âmbito do Tratado Internacional de Céus Abertos.

“Entre os dias 26 e 30 de agosto, no âmbito da implementação do Tratado Internacional de Céus Abertos, uma missão conjunta com integrantes da Noruega, do Canadá e dos EUA irão realizar voos de observação sobre a Rússia a bordo de uma aeronave Saab 340 da Força Aérea Sueca, a partir do aeródromo de Kubinka”, disse o chefe do Centro Nacional de Redução de Risco Nuclear, Sergei Ryzhkov ao jornal Krasnaya Zvezda.

Especialistas militares russos estarão também, presentes a bordo e vão controlar o voo e o equipamento que for usado, explicou Sergei. Segundo o jornal, no mesmo período, observadores russos deverão, igualmente realizar um voo sobre a França, a bordo de um An-30B à uma distância máxima de 2.078 Km.

Tratado Internacional de Céus Abertos

O Tratado Internacional de Céus Abertos foi assinado em 1992 para promover a abertura e a transparência das forças e atividades militares no período após a Guerra Fria. O Tratado permite aos estados membros colher informações sobre as forças e atividades militares dos outros países membros durante os voos de observação. O Tratado inclui a maior parte dos países integrantes da OTAN, a Rússia, Bielorrússia, Ucrânia e alguns outros países.

  • Com agências internacionais

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Coreia do Sul inicia exercícios militares para se defender do Japão

A Coreia do Sul iniciou neste domingo (25) dois dias de exercícios militares para ensaiar a defesa de uma série de ilhas disputadas na costa leste contra um improvável ataque do Japão, o que alimenta as tensões entre os dois vizinhos.

Há poucos dias, Seul encerrou um programa de cooperação de inteligência militar com Tóquio, em meio a disputas comerciais e diplomáticas. Navios de guerra e aeronaves participarão dos exercícios, disseram as forças navais sul-coreanas em uma mensagem de texto, sem fornecer mais detalhes.

O ensaio – rebatizado de “treinamento de defesa do território do Mar do Leste” – consolidará a determinação militar de defender as ilhas Dokdo e a área ao redor do Mar do Japão, disseram as forças navais. O Japão criticou esses exercícios como “absolutamente inaceitáveis” e exigiu “firmemente” sua suspensão.

O Ministério das Relações Exteriores japonês disse em comunicado que o exercício é “extremamente lamentável” e anunciou que fez uma queixa contra Seul por meio de canais diplomáticos. A Coreia do Sul iniciou esses exercícios em 1986 e desde então os realiza duas vezes por ano – geralmente em junho e dezembro – apesar da improbabilidade do Japão atacar.

Este ano, os exercícios foram atrasados devido à tensão com o Japão. Seul controla estas ilhotas rochosas do Mar do Japão desde 1945, quando a ocupação japonesa da península coreana terminou, depois de 35 anos. Tóquio também reivindica as ilhas e acusa a Coreia do Sul de ocupá-las ilegalmente.

Ambas as nações são economias de mercado, democracias e aliadas dos Estados Unidos, e ambas estão ameaçadas pela Coreia do Norte.

Mas os dois vizinhos estão envolvidos em disputas comerciais e diplomáticas há semanas, quando um tribunal sul-coreano ordenou que empresas do Japão indenizassem os sul-coreanos que foram forçados a trabalhar em suas fábricas durante a ocupação japonesa até o final da Segunda Guerra Mundial.

Em julho, o Japão impôs novas restrições à exportação de bens que são fundamentais para as empresas de tecnologia sul-coreanas, o que desencadeou uma série de medidas de represália que levaram os dois países a retirar a outra parte de suas respectivas listas de parceiros comerciais confiáveis.

  • Com informações da agências AFP (France Press)

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103 anos da Aviação Naval, “No Ar, os Homens do Mar”

Da mesma forma que a humanidade deve a um brasileiro o pioneirismo do primeiro voo em um “engenho” mais pesado que o ar, os brasileiros devem à Marinha do Brasil (MB) o reconhecimento pelo significativo esforço por ela realizado, para a implantação da aviação no nosso país.

Cinco anos após o voo pioneiro de Santos Dumont, ou seja, em 1911, dois fatos já mostravam o interesse da MB sobre as aeronaves, em uma visão prospectiva das potencialidades do seu emprego no campo militar.

Estes fatos foram: a 29 de abril de 1911 recebia o seu “brevet” de piloto, na França, o tenente da MB JORGE HENRIQUE MOLLER, primeiro militar brasileiro a receber tal qualificação; e a 14 de outubro do mesmo ano era fundado o Aero Clube Brasileiro, tendo como seu primeiro presidente o almirante JOSE CARLOS DE CARVALHO.

Os primórdios

A história da Aviação Naval Brasileira se inicia a 23 de agosto de 1916, com a assinatura, pelo Presidente Wenceslau Braz, do Decreto de criação da Escola de Aviação Naval (EAvN), primeira escola militar de aviação do país e, portanto, o berço da nossa aviação militar e o marco de nascimento da Aviação Naval.

De suas instalações iniciais na carreira do antigo Arsenal de Marinha, a EAvN passou depois para a ilha das Enxadas, e posteriormente para a ponta do Galeão, onde funcionou até 1941, quando, em função da criação do Ministério da Aeronáutica (MAer), a Marinha se viu privada do seu componente aéreo.

Este período inicial de 25 anos (1916 a 1941) conhecido como, a primeira fase da Aviação Naval, registra a ocorrência de diversos fatos marcantes pelo pioneirismo das atividades desenvolvidas, tais como:

  • Realização dos primeiros “raids” aéreos entre as cidades do Rio de Janeiro e Angra dos Reis, e entre o Rio de Janeiro e Campos;
  • Transporte da primeira mala aérea civil e da primeira mala aérea militar;
  • Primeiro voo de Santos Dumont, como passageiro, em uma aeronave militar brasileira;
  • Primeiro voo de um Presidente da República em uma aeronave militar brasileira; e a
  • Participação de aviadores navais brasileiros em operações reais de patrulha, durante a Primeira Guerra Mundial, integrando o 10° Grupo de Operações de Guerra da Royal Air Force (RAF).

Com a extinção da Aviação Naval em 1941, a MB participou da Segunda Guerra Mundial sem o seu componente aéreo orgânico, componente este que se mostrou indispensável para a condução das operações de guerra no mar, como a história daquele conflito tão bem demonstrou.

Somente em 1952, portanto após um intervalo de 11 anos, ressurge a Aviação Naval, dando início à sua segunda fase com a criação da Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM), prevista na Lei nº1658, de 04 de agosto de 1952, que estabelecia uma nova organização administrativa para o Ministério da Marinha (MM).

Mais do que uma simples ação de reestruturação ditada apenas por questões administrativas, aquela Lei na verdade refletia o reconhecimento da necessidade da Marinha voltar a possuir a sua Aviação Naval Orgânica.

Em 1958 a MB receberia suas primeiras aeronaves e em 1961 chegaria ao Brasil o NAeL “Minas Gerais” (A-11). Até então não havia na Marinha um Comando Operativo Superior que centralizasse as tarefas inerentes à Aviação Naval.

Esta falta foi suprida, quando em 5 de junho de 1961, pelo aviso Ministerial nº 1003, criando a Força Aérea Naval. Por este aviso, o Comandante em Chefe da Esquadra (ComemCh) exercia cumulativamente, o Comando da então Força Aérea Naval, ficando sediado a bordo do NAeL “Minas Gerais”.

Esta segunda fase se estendeu até 1965, quando, por força de Decreto Presidencial, a Marinha ficou restrita às aeronaves de asa rotativa (helicópteros).

De 1965 até o 1998 a Aviação Naval viveu a sua terceira fase, e o fez com muito orgulho, pois a MB é uma das poucas marinhas do mundo que opera com helicópteros embarcados, inclusive no período noturno, em navios de porte relativamente pequeno.

A partir de 08 de abril de 1998 com a assinatura do Decreto Presidencial nº 2538; começamos a viver a quarta fase da Aviação Naval, passando a Marinha a ter a capacidade de operar aeronaves de asa fixa.

Mais uma vez pode a Marinha contar com o idealismo e a abnegação de uma nova geração de pioneiros, que partindo praticamente do nada, construíram as bases sólidas da estrutura técnico-operativa de que hoje dispõe a Aviação Naval.

A criação e a construção do Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval (CIAAN) em um terreno no Km 11 da Avenida Brasil; a formação de pessoal; a construção do Complexo Aéreo Naval em São Pedro da Aldeia, para onde foi posteriormente transferido o CIAAN; a criação de unidades aéreas; a incorporação do NAeL “Minas Gerais” e posteriormente do NAe “São Paulo”, são apenas alguns poucos exemplos do muito que foi feito.

Atualmente, a Aviação Naval é composta, basicamente, da DAerM e do Comando da Força Aeronaval, que se encontra sediado em São Pedro da Aldeia, à qual estão subordinadas a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), o CIAAN, a Policlínica Naval de São Pedro da Aldeia (PNSPA), o Centro de Intendência da Marinha em São Pedro da Aldeia (CeIMSPA), 05 Esquadrões de asa fixa e 01 de asa fixa na BAeNSPA; 03 Esquadrões de Helicópteros fora de sede: 01 em Manaus, subordinado ao Comando do 9º Distrito Naval (Com 9°DN); 01 em Ladário, subordinado ao Comando do 6º Distrito Naval (Com 6°DN); e 01 em Rio Grande, subordinado ao Comando 5º Distrito Naval (Com 5°DN).

Além dos exercícios operativos que realizam com os nossos fuzileiros navais ou embarcados nos navios da Esquadra e das Forças Distritais, os helicópteros também participam de comissões hidrográficas em navios da Diretoria de Hidrografia e Navegação, nas Operações Antárticas.

E não se pode esquecer de se mencionar sobre as diversas missões de apoio, destacando-se as de caráter humanitário, tais como as de busca e salvamento, as de transporte em programas sociais do governo federal e as de assistência hospitalar as comunidades ribeirinhas.

A Aviação Naval está, portanto presente sobre a imensidão azul dos nossos mares, no mundo verde da Amazônia, no Continente Branco, no Pantanal, e em qualquer outro cenário onde a sua atuação se faça necessária.

No Ar, os Homens do Mar

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  • Com informações do Comando da Força Aeronaval

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EUA e países asiáticos realizarão manobras navais inéditas, em setembro

Os Estados Unidos anunciaram que irão organizar, no mês de setembro, junto com dez países do Sudeste Asiático, manobras navais inéditas que visa treinar estas forças navais em um contexto de disputa crescente nesta região.

A US Navy é tradicionalmente a força naval dominante no Sudeste Asiático, mas o aumento da presença americana ocorre em um momento de escalada na guerra comercial entre Estados Unidos e China.

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, participou em agosto de uma cúpula regional com dez países-membros da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), com o objetivo de promover a estratégia “indopacífica”, que tem como objetivo desafiar a China.

A Marinha dos EUA e mais dez países da Asean organizarão manobras militares conjuntas no dia 2 de setembro, revelou por meio de nota, na sexta-feira (23) à noite, a embaixada dos EUA em Bangcoc.

Estes exercícios começarão a partir de uma base naval no leste da Tailândia e ocorrerão sobretudo nas águas do sul do Vietnã, informou a mesma fonte. Washington e Pequim, imersos em uma guerra comercial desde 2018, disputam o controle do mar da China Meridional, no qual as autoridades chinesas reivindicam por motivos históricos a soberania de quase todas as ilhas e recifes.

A China defende suas reivindicações nesta zona, crucial para o comércio mundial, instalando armamento em pequenas ilhas. Já os Estados Unidos consideram que estas ações põem em risco a segurança da região e a marinha americana realiza regularmente operações conhecidas como “liberdade de navegação”, para enfrentar a China.

Apesar das diferenças sobre o controle desta zona com quatro países-membros da Asean (Malásia, Vietnã, Filipinas e Brunei), Pequim realizou no ano passado exercícios militares conjuntos com esta organização regional asiática.

  • Com agências internacionais

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Reino Unido envia o destróier HMS Defender ao estreito de Ormuz

A Real Marinha Britânica (Royal Navy) está enviando um terceiro navio de guerra, o destróier HMS Defender, ao estreito de Ormuz a fim de garantir a passagem segura da marinha mercante em meio às crescentes tensões com o Irã.

“Onde quer que o estandarte vermelho tremule ao redor do mundo, o Reino Unido espera proteger a liberdade de navegação sempre onde esta seja contestada”, declarou o Secretário de Defesa do Reino Unido, Ben Wallace.

Os navios britânicos HMS Kent e HMS Montrose já foram enviados para a região e já estão realizando o patrulhamento do estreito. Os envios atende ao pedido feito pelos EUA, que no mês passado, sugeriu o estabelecimento de uma coalizão marítima internacional para patrulhar o Golfo e “garantir a liberdade de navegação” na região.

No início do mês, as autoridades do Reino Unido disseram ter ordenado que a Marinha Real acompanhasse navios de bandeira britânica no Estreito de Ormuz para garantir a segurança de navegação.

As tensões no estreito de Ormuz e no golfo Pérsico aumentaram no início deste ano depois que petroleiros comerciais foram atacados na região. Os EUA culparam o Irã por esses ataques. Teerã, por sua vez, alegou que os ataques serviram de pretexto para Washington e seus aliados ampliarem presença militar na região.

  • Com agências internacionais

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Coreia do Norte dispara mísseis balísticos de curto alcance

A Coreia do Norte disparou neste sábado (24) em direção ao mar o que pareciam ser dois mísseis balísticos de curto alcance, depois de prometer seguir sendo a maior “ameaça” aos Estados Unidos e chamar de “toxina” o secretário de Estado americano Mike Pompeo.

Este foi o último episódio de uma série de lançamentos de mísseis de curto alcance realizada pelo país, dotado de armas atômicas, nas últimas semanas, em protesto contra os exercícios militares conjuntos entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul, que Pyongyang considera um ensaio para a invasão de seu território.

A última sessão de treinamento foi concluída na terça-feira (20). “O Exército detectou dois projéteis não identificados que parecem ser mísseis balísticos de curto alcance”, disse o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul em comunicado.

Os mísseis voaram cerca de 380 km e atingiram uma altura de 97 km, antes de caírem no Mar do Leste, também conhecido como Mar do Japão. “Nossos militares estão acompanhando o movimento no Norte em caso de novos lançamentos”, acrescentou.

A presidência sul-coreana anunciou que seu Conselho de Segurança Nacional se reunirá depois deste último ensaio e expressou sua “séria preocupação”, observando que Pyongyang realizou o disparo após a conclusão do treinamento militar conjunto.

“Os membros do Conselho de Segurança Nacional concordaram em manter os esforços diplomáticos com a comunidade internacional para trazer o Norte de volta à mesa de negociações, junto com os Estados Unidos, para alcançar o objetivo de uma completa desnuclearização da península coreana”.

As autoridades japonesas também acreditam que a Coreia do Norte disparou “mísseis balísticos”, o que violaria as resoluções da ONU. “Não pode ser ignorado, seja qual for seu tamanho e distância”, disse o ministro da Defesa japonês, Takeshi Iwaya, a repórteres.

Uma autoridade americana afirmou que Washington monitora a situação. “Consultamos nossos aliados japonês e sul-coreano”, acrescentou.

“A maior ameaça”

A Coreia do Sul disse que vai compartilhar suas informações sobre os disparos com o Japão, apesar de Seul ter anunciado no início da semana que encerraria esses intercâmbios, em meio a uma crescente tensão diplomática e comercial com seu vizinho.

As discussões entre Pyongyang e Washington sobre a questão nuclear do Norte estão bloqueadas desde a segunda cúpula entre o líder norte-coreano, Kim Yong Un, e o presidente dos EUA, Donald Trump, realizada em fevereiro em Hanói e concluída sem um acordo sobre a desnuclearização do Norte e o levantamento das sanções.

Os dois líderes se reuniram novamente em junho na Zona Desmilitarizada (DMZ) entre as duas Coreias e concordaram em retomar as negociações, algo que ainda não aconteceu.

No início desta semana, o enviado especial dos Estados Unidos para a Coreia do Norte, Stephen Biegun, que lidera a preparação das negociações, disse que Washington está “pronto para iniciar as negociações” assim que receber notícias de Pyongyang.

Mas na sexta-feira, o Norte prometeu “continuar sendo a maior ameaça aos Estados Unidos” se Washington mantiver as sanções, de acordo com uma declaração do ministro das Relações Exteriores, Ri Yong Ho.

Ri também lançou um ataque contundente contra o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, a quem chamou de “toxina intransigente”, depois que o diplomata americano disse que os EUA manterão as sanções “mais duras” contra o Norte até que ele se desfaça do seu arsenal nuclear.

  • Com agências internacionais

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Pompeo: Faremos “o que for necessário” para que Venezuela recupere a democracia

Durante um encontro com o Clube Econômico de Washington, no final do mês de julho, o presidente da entidade, David Rubenstein, perguntou ao secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, se os Estados Unidos estariam dispostos a enviar tropas para evitar a violência.

“O presidente disse claramente: Faremos tudo o que for necessário para garantir que o povo venezuelano recupere a democracia”, respondeu Pompeo. O secretário acrescentou que “hoje estamos mais próximos do que estávamos há vários meses, mas no final faremos nossa parte, bem como as nações da região.

Construímos uma grande coalizão com membros da Organização dos Estados Americanos, formando o que denominamos o Grupo de Lima – os 56 ou 58 demais países que se uniram a nós e que compreendem que Maduro não é o presidente devidamente eleito”.

Várias autoridades dos EUA, incluindo o presidente Donald Trump, já garantiram em diversas oportunidades que “todas as opções estão sobre a mesa”, quando se trata da Venezuela, mas indicam que no momento preferem continuar a pressão econômica e diplomática.

Como parte dessa pressão diplomática, os Estados Unidos impuseram sanções no dia 25 de julho contra um empresário e seus sócios colombianos, incluindo três enteados de Maduro, acusando-os de dirigir uma rede global que utilizava o programa de alimentos de emergência da Venezuela – conhecido como CLAP – e os recursos provenientes do ouro para lavar ativos estatais roubados.

O comandante do Comando Sul dos EUA (USSOUTHCOM), almirante de esquadra, Craig S. Faller, reiterou o apoio do governo dos Estados Unidos ao presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, e disse que seu comando está preparado para apoiar “qualquer coisa que o governo legítimo solicitar” e que emane de uma “decisão política” do governo dos EUA. No entanto, ele garantiu que até agora o enfoque militar dos EUA “tem sido o de apoio”.

  • Com informações do site Voz da América

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Frente a implementação de mísseis na região da Ásia pelos EUA, deputado Russo sugere colocar mísseis na Venezuela

Em resposta a implementação de mísseis pelos EUA na região da Ásia-Pacífico, o primeiro-vice-presidente do Comitê de Defesa, Aleksandr Sherin, revelou que Rússia poderia considerar a implantação de seus próprios sistemas na Venezuela, o que seria uma resposta dura, mas eficaz.

“Os EUA e os líderes deste país ao longo de toda a sua história, infelizmente, demonstraram apenas que a linguagem da comunicação sensata e adequada, dos acordos, não funciona com eles. Infelizmente, os EUA só entendem a força bruta e grosseira. Basicamente, eles só entendem aquilo que eles mesmos utilizam. A implantação dos nossos sistemas na Venezuela, por exemplo, como opção, isso poderá ser denominado como uma segunda Crise do Caribe, mas foi precisamente a Crise do Caribe que arrefeceu o ímpeto dos Estados Unidos por muito tempo”, disse Sherin.

“Se esta opção, Deus nos livre, tiver que ser considerada e colocada em prática, isso seria uma opção muito dura, mas muito eficaz”, ressaltou o parlamentar. Entretanto, de acordo com ele, Moscou irá obter o consentimento de Caracas para esta solicitação e a liderança da Venezuela manifesta sua total solidariedade para com as ações da Rússia.

“Temos um chamado parceiro comum, não vou apelidar de inimigo”, disse o deputado. “A implantação de sistemas de defesa antiaérea S-400, por exemplo, ou sistema de mísseis terrestres Bastion ou Iskander na Venezuela, seria multiplicar por zero todos os esforços realizados durante décadas e o investimento de bilhões de dólares na criação de sistemas de defesa contra mísseis da OTAN”, afirmou Aleksandr Sherin.

  • Com agências internacionais

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