Artigo de pesquisadores brasileiros é publicado em revista científica da OTAN

Ao refletir sobre a Revolução da Informação, o cientista político Joseph Nye afirmou que “a difusão da informação significa que o poder será intensamente distribuído, e redes informais enfraquecerão o monopólio da burocracia tradicional”. A informação é o novo petróleo dessa Era e, na guerra, a informação é arma capaz de atingir mesmo grandes potências. Foi levando em consideração a importância que as Operações de Informações têm hoje para a defesa que dois cientistas militares brasileiros escreveram para a Revista Defence Strategic Communicationsda OTAN o artigo intitulado “O início da guerra na Internet: a Comunicação Estratégica Zapatista.

Analisando o desenvolvimento da comunicação estratégica do Exército Zapatista de Libertação Nacional, entre 1997 e 1994, o Professor Doutor Tassio Franchi, Professor-Adjunto da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e o Professor Doutor Leonardo Perin Vichi, Pesquisador-Adjunto da Escola de Guerra Naval, apontam os elementos de construção da estratégia deste grupo revolucionário mexicano, por meio de emprego de narrativas e de recursos de retórica que visavam minar o governo mexicano no sentido de obter sucesso em suas reivindicações. Montando suas operações por meio de comitês situados por todo planeta, empregaram uma estratégia discursiva para gerar pressão dentro e fora do país, conquistando, por meio da palavra – a sua arma, uma ampla comunidade de apoiadores.

A publicação científica ligada a OTAN dedica-se a publicar pesquisas em Comunicação Estratégica, assunto de vital importância nestes tempos de pós-verdades e fake news e é a primeira vez que o periódico publica textos de cientistas brasileiros.

O texto integral, em sua versão em inglês pode ser acessado em:

https://www.stratcomcoe.org/t-franchi-l-perin-vichi-beginning-warfare-internet-zapatista-strategic-communications

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Source: DefesaTV Mundo

Explosão em base militar na Sibéria  causa pânico e evacuação de civis

Pelo menos oito pessoas ficaram feridas depois que uma série de explosões destruiu instalações de uma base militar na Sibéria, onde estariam estocadas cerca de 40.000 granadas de artilharia. Uma evacuação de todas as cidades e vilarejos vizinhos foi ordenada e ainda està em curso nessa noite (hora da Sibéria).
As explosões de segunda-feira aconteceram em uma instalação do Exército, fora da pequena vila de Kamenka, na região de Krasnoyarsk, na Sibéria. As explosões foram desencadeadas por um incêndio dentro de um depósito de munições.

Ainda existe um incêndio na área, que abriga peças de artilharia e munições de 125 mm e 152 mm, normalmente usados ​​por carros de combate e obuses, informou a mídia local e a Russia Television, citando fontes militares do Exército russo. Evitam-se maiores baixas entre o pessoal da base, pois todos correram para os abrigos antibombas quando os alarmes começaram junto com as primeiras explosões.

Pelo menos oito pessoas ficaram feridas, incluindo dois militares, que foram hospitalizados com ferimentos por estilhaços. Algumas das vítimas teriam sofrido pequenas queimaduras. Ainda não existem informações sobre possìveis vìtimas fatais.

As explosões foram ouvidas forte e claramente em Kamenka, e muitos moradores observaram uma grande nuvem de fumaça cinza flutuando acima da base de fogo. A onda de choque das explosões quebrou janelas em muitas casas. Alguns moradores fugiram em pânico para florestas próximas e as autoridades ordenaram a retirada de toda a população das aldeias em um raio de 20 km da instalação militar.

Dois batalhões de bombeiros foram enviados para o local, e, o vice-ministro da defesa foi enviado para a área para coordenar a situação no terreno.

Com informações Russia Television via redação Orbis Defense Europe.

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A base militar secreta dos EUA que está ‘vindo à tona’ com derretimento do gelo na Groenlândia

Uma base militar secreta norte-americana abandonada no auge da Guerra Fria e que foi totalmente coberta por camadas de gelo na Groenlândia está lentamente retornando à superfície e eventualmente pode cair no mar, segundo revelou um relatório publicado por cientistas dinamarqueses.

Pesquisas feitas com radares, entretanto, indicaram que a base, conhecida como Camp Century, ainda está a 100 km da borda (da calota polar), e que “levará muitos, muitos anos antes de chegar a um ponto crítico”, segundo a glaciologista dinamarquês Nanna Karlsson.

O campo foi erguido no extremo norte da Groenlândia nos anos 50 oficialmente como uma estação de pesquisa. Mas décadas mais tarde foi revelado que se tratou de uma base militar secreta, abastecida pelo primeiro reator nuclear móvel do mundo, com o objetivo de eventualmente servir de base de lançamento de mísseis nucleares contra a União Soviética em caso de guerra.

Os mísseis seriam armazenados em uma rede de túneis e laboratórios, mas problemas de engenharia e objeções da Dinamarca – que governava a Groenlândia na época e à qual a ilha ainda é vinculada, mesmo que com um grau considerável de autonomia – sobre o objetivo real da base levaram os militares americanos a fechá-la em 1966, confiantes de que a instalação gradualmente seria enterrada naturalmente no gelo.

Mas, como relata o canal dinamarquês TV2, “as mudanças climáticas colocaram em dúvida este plano”, porque o gelo da Groenlândia está derretendo.

Risco ambiental de ‘esqueleto’ que ficou para trás

Ruth Mottram, do Instituto Meteorológico Dinamarquês, diz que a camada de gelo da Groenlândia parece ter encolhido mais no último mês do que a média de um ano inteiro desde 2002, segundo dados provisórios de satélite.

Os governos da Dinamarca e da Groenlândia montaram um programa de monitoramento climático em 2017 para rastrear os restos do Camp Century. O mais recente relatório de Karlsson e seus colegas do Serviço Geológico da Dinamarca e Groenlândia (GEUS) usa dados de radar para detalhar o quanto a base se moveu desde 1959.

Os cientistas percorreram a calota de gelo há dois anos, arrastando consigo dispositivos de radar. Karlsson diz que foram localizadas as formas cônicas dos tetos dos túneis a uma profundidade de 50 metros.

A expedição também descobriu que a base e suas estimadas 9,2 mil toneladas de sucata e resíduos de óleos, que representam um risco ambiental, além da preocupação gerada pelos resíduos radioativos do reator nuclear, estão afundando.

Os cientistas do GEUS dizem que o afundamento da base “pode ​​ter um impacto no tempo que a instalação vai levar para emergir do gelo”, relata a TV2.

‘Forma nova de disputa política’

E a fica a questão sobre quem vai limpar a “sujeira”, dado que a base foi construída sob um acordo EUA-Dinamarca – portanto, sem que o povo da Groenlândia tivesse voz na época.

O acordo “permitiu ao Camp Century afundar no gelo com tudo o que continha, incluindo poluentes”, reclamou o ministro das Finanças da Groenlândia, Vittus Qujaukitsoq, ao site de notícias dinamarquês Altinget no ano passado, indicando que o governo da ilha espera que a Dinamarca e os EUA estejam prontos para assumir a responsabilidade quando a base emergir.

Teme-se que a base possa lançar ao mar resíduos químicos e nucleares – e causar problemas ao ecossistema da região.

William Colgan, cientista especializado em clima e geleiras, afirma que a incerteza sobre quem assumirá a função de dar conta deste esqueleto da Guerra Fria poderia criar “uma forma totalmente nova de disputa política, resultante das mudanças climáticas”.

Clique para exibir o slide.

  • Com informações da BBC Brasil

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Colecionadores de munições morrem manuseando bomba da II Guerra

Pelo menos duas pessoas morreram este domingo, na Polónia, depois de uma bomba, que se crê ser da II Guerra Mundial, ter explodido. As vítimas são dois homens, de 29 e 35 anos, que transportavam o artefacto para uma garagem, onde se encontrava uma coleção de munições.Como seus corpos foram encontrados semi-inteiros, deduz-se que foi alguma bomba de pequenho porte do padrão de um morteiro.

Após o alerta, deslocaram-se ao local da explosão especialistas em desativação de bombas da Polícia e do Exército que perceberam que na garagem se encontravam munições que poderiam ser ainda mais perigosas.

Diante do perigo de nova explosão, um perímetro de segurança foi montado no local pelos bombeiros e policiais.

A comunidade local confirmou que uma das vítimas seria um colecionador de munições da II Guerra Mundial, pelo que não é de estranhar que estivesse a tentar levar aquela bomba para juntar ao seu espólio em casa. Não tomou, contudo, as precauções necessárias nem avisou ninguém de que iria transportar um artefacto perigoso.

Nos últimos meses, a descoberta de bombas de guerra tem sido frequente e conduzido à evacuação de várias populações para garantir que sua desativação e desmantelamento ocorra com segurança.

Com informações AFP e Reuters via redação Orbis Defense Europe.

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Exército Árabe Sírio (SAA) encontra grande depósito de armas e munições de rebeldes

O Exército Árabe Sírio (SAA)* descobriu um grande depósito de armas e munições durante uma operação nesse final de semana na região sul do país, informou a Agência de Notícias Árabe Síria (SANA) nesse domingo 4 de agosto.

O SAA declarou que em uma operação de busca por rebeldes enclausurados na região, vasculharam as aldeias libertadas na região sul, a fim de protegê-las e assegurar o retorno seguro dos moradores locais a suas casas, e durante essas buscas, um depósito de munição dos combatentes remanescentes dos grupos terroristas foi descoberto”…

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ONU alerta que Estado Islâmico pode atacar Europa ainda este ano

“A força pode não ser mais a mesma; sobretudo depois de as forças armadas do califado terem sido derrotadas na Síria, há cerca de quatro meses, mas o autoproclamado Estado Islâmico (EI), apesar de aparentemente estar algo adormecido, continua ativo e a ser uma ameaça também para a Europa”.

O aviso está descrito em um relatório do comité de contra-terrorismo do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), que garante que as células do EI estão “se adaptando, consolidando e criando condições para um possível ressurgimento” na Europa.

O relatório, recém-publicado e citado pelo jornal The New York Times, alerta que não se pode descartar a possibilidade de eventuais ataques de integrante ligados ao EI em países europeus ainda este ano. A ideia poderá passar por tentar “exacerbar” sentimentos de “dissidência e revolta” na Europa.

Em maio, o presidente do comité do Conselho de Segurança das Nações Unidas que vigia as sanções impostas ao autoproclamado EI, Dian Triansyah Djani; que é também embaixador da Indonésia na ONU, já tinha avisado que o EI começou a reorganizar as suas células no Iraque e permanece um perigo a nível global.

Apesar de ter perdido praticamente todo o território que controlava nos seus bastiões no Médio Oriente, o EI continua a ser “a maior ameaça terrorista internacional” e a organização que garante mais recursos, avisou Dian Djani há dois meses.

A ONU tem insistido reiteradamente nos últimos meses na recusa da ideia de que o EI, por ter perdido força na Síria, deixou de ser uma ameaça global.

Em janeiro, em um relatório anterior ao do comité de contra-terrorismo do seu Conselho de Segurança, a ONU notava o regresso em força de “um método de comunicação entre os centros de comando e controlo do ISIL e indivíduos em diferentes países europeus”.

E avisava para os perigos quer do regresso de combatentes terroristas estrangeiros à Europa quer da saída em liberdade de cidadãos europeus que se radicalizaram e que se encontram detidos, a cumprir uma pena de prisão que terminará nos próximos anos.

Nesse relatório de janeiro, a ONU notava que “um Estado-Membro [da União Européia] reportou que a propaganda inspirada pelo EI andava a ser agora desenvolvida localmente”, em vez de ser importada diretamente da Síria.

  • Com informações do site Observador (PT)

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Source: DefesaTV Mundo

Secretário de Defesa dos EUA diz que “China está desestabilizando o Indo-Pacífico”

A China está desestabilizando o Indo-Pacífico, disse nesse domingo (04) o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Mark Esper, acusando Pequim de praticar economia predatória, roubo de propriedade intelectual e “armamento do patrimônio global”.

Os comentários de Esper em sua primeira viagem ao exterior como secretário da Defesa dos EUA ameaçam inflamar as já tensas relações entre Washington e Pequim, que vivem uma crescente guerra comercial.

A assertividade cada vez maior da China, especialmente no Mar da China Meridional, está suscitando preocupações na região, e os Estados Unidos estão desafiando a hegemonia marítima chinesa e buscando laços mais fortes com nações que desafiam Pequim.

“Acreditamos firmemente que nenhuma nação pode ou deve dominar o Indo-Pacífico e estamos trabalhando ao lado de nossos aliados e parceiros para atender às urgentes necessidades de segurança da região”, disse Esper a repórteres em Sydney.

A China tem aumentado as tensões na região e enfurecido os Estados Unidos ao construir equipamentos militares e outras instalações em ilhas artificiais.

A China reivindica grandes partes do Mar da China Meridional, por onde passam mercadorias em embarcações avaliadas em cerca de 3,4 trilhões de dólares a cada ano. Países como Malásia, Filipinas, Taiwan e Vietnã contestam as reivindicações territoriais.

  • Com informações da agência Reuters

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Tensão no golfo Pérsico: Irã retém outro navio estrangeiro por contrabando de combustível

A Força Naval da Guarda Revolucionária do Irã anunciou neste domingo que reteve outro navio-tanque “estrangeiro” que realizava atividades de contrabando de combustível perto da ilha de Farsi, no golfo Pérsico.

O navio transportava 700 mil litros de combustível de contrabando, segundo um comunicado da corporação militar de elite iraniana, que não detalhou a bandeira do cargueiro nem a nacionalidade da tripulação.

Um comandante da Guarda Revolucionária, Ramezan Zirahi, explicou à agência “Fars” que a detenção aconteceu na quarta-feira passada durante a noite, quando o cargueiro estava recebendo combustível de outros navios para depois transportá-lo a “países árabes do golfo Pérsico”.

Zirahi declarou ainda que a tripulação está formada por sete pessoas “de diferentes nacionalidades”, que também permanecem detidos. Após sua captura, efetuada depois de receber a autorização judicial pertinente, a embarcação foi transferida ao porto iraniano de Bushehr, enquanto sua carga foi entregue à Companhia Nacional de Distribuição de Petróleo.

No comunicado, a Guarda Revolucionária ressalta ainda que “sempre está preparada para defender os interesses do Irã” e que não poupará esforços nesta missão. Por sua parte, a emissora de televisão estatal iraniana afirmou que o navio tentava levar combustível de contrabando a alguns países árabes.

Este é o segundo cargueiro estrangeiro detido no golfo Pérsico no último mês, depois que a Guarda Revolucionária reteve no dia 14 de julho outra embarcação que transportava um milhão de litros de combustível de contrabando no sul da ilha de Larak.

Esse navio tinha bandeira do Panamá e tinha pertencido a uma companhia dos Emirados Árabes Unidos, mas não ficou claro a que país e empresa está vinculado atualmente.

Também no golfo Pérsico, a Guarda Revolucionária capturou no último dia 19 de julho o petroleiro de bandeira britânica Stena Impero por descumprir as normas de navegação, algo que Londres e a companhia barqueira negam.

A Marinha britânica tinha interceptado duas semanas antes em Gibraltar o petroleiro iraniano Grace 1, que segue retido, por suspeitas de que transportava petróleo à Síria, país sujeito a sanções da União Europeia.

A captura do Stena Impero agravou a crise no golfo Pérsico e, em particular, no estreito de Ormuz, para onde tanto os Estados Unidos como o Reino Unido propuseram enviar uma coalizão naval para escoltar as embarcações.

As autoridades iranianas advertiram, por sua parte, que uma maior presença militar estrangeira aumentará a tensão na região, onde ocorrem desde maio ataques a petroleiros e navios-cisterna e destruições de drones.

  • Com informações da agência EFE

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Source: DefesaTV Mundo

GNA da Líbia derruba drone militar de fabricação chinesa

Forças leais ao Government of National Accord (GNA) anunciaram nesse sàbado dia 3 de agosto que derrubaram um veículo aéreo de combate não tripulado Wing Loong II (UCAV – Unmanned combat aerial vehicle) de fabricação chinesa perto da cidade de Misrata, no norte da Líbia. Não foi divulgado que tipo de armamento ou procedimento foi utilizado para o abate do referido drone.

A sala de operações das forças pró-GNA divulgou um curto comunicado à imprensa, onde declararam; “que o abate ocorreu no eixo sul da região central controlada pelos militares legalistas do GNA O drone seria um “Wing Loong UCAV”, carregado com mísseis ar-terra, e estavam apoiando operações de ataques do considerado criminoso de guerra general Hafar…
O abate do drone se deu devido às tentativas de ataques contra alvos civis nas proximidades da cidade de Misrata”.

O drone Wing Loong II tem autonomia de cerca de 20 horas e alcance operacional de até 4.000 km. Os Emirados Árabes Unidos foi o cliente de lançamento do UCAV chinês em 2017 e é o principal suspeito de ter fornecido o equipamento para os rebeldes do general Hafar, que ainda controlam boa parte do territorio libio desde o inicio da guerra civil.

Fotos dos destroços do UCAV revelam que ele foi carregado com vários mísseis guiados J-7. O J-7 é uma versão de exportação do míssil semi-ativo guiado por laser HJ-10. O míssil tem um alcance de até 7 km e uma ogiva capaz de penetrar blindagens de até 1.400 mm.

O analista de defesa Arnaud Delalande (França) publicou uma investigação à alguns meses provando que mísseis LJ-7 foram usados ​​contra forças pró-GNA nos ùltimos anos. Na época, vários observadores especularam que os Emirados Árabes Unidos estavam por trás dos ataques aéreos, operando em conjunto com provàveis forças mercenàrias multinacionais e/ou chinesas.

Existem sérias suspeitas que pelo menos dois Wing Loong I II UCAVs da Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos (UAEAF) estão implantados na base aérea de al-Khadim, no oeste da Líbia, como revelou uma imagem de satélite divulgada pela IHS Jane’s em 2016. Apesar disso, ainda não está claro se o drone abatido estava sendo operado pelos Emirados Árabes Unidos ou forças mercenàrias chinesas.

 

Sobre o GNA

GNA é o Governo do Acordo Nacional ou Governo de União Nacional; é um governo provisório proposto para a Líbia formado sob os termos do Acordo Político Líbio, que foi assinado em 17 de dezembro de 2015. O acordo foi endossado unanimemente pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas e foi recebido com a formação de um Conselho Presidencial para a Líbia e que reconheceu que o Governo do Acordo Nacional será o único governo legítimo da Líbia.[2] Foi um governo no exílio baseado em Túnis de 12 de março de 2016 até 30 de março (data em que foi instalado em Trípoli), formado sob a égide das Nações Unidas a fim de solucionar a Segunda Guerra Civil Líbia.

Com informações via AFP e Reuters via redação Orbis Defense Europe.

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Estados Unidos impõem sanções contra agência venezuelana de contra-inteligência

Os Estados Unidos impuseram sanções contra a agência militar de contra-inteligência da Venezuela no dia 11 de julho de 2019, acusando-a de torturar e matar os presos. As novas sanções, anunciadas pelo Departamento do Tesouro dos EUA, congelam todos os bens nos EUA da Direção Geral de Contra-Inteligência Militar.

Isso ocorre menos de uma semana depois que os EUA impuseram sanções contra o filho de Nicolás Maduro, como parte da tentativa de Washington de derrubar o líder venezuelano do poder.

O secretário do Tesouro dos EUA Steven Mnuchin declarou em um comunicado que a ação foi deflagrada após a morte de um capitão de corveta da Marinha que estava sob custódia e que supostamente foi torturado.

“A detenção por motivos políticos e a trágica morte do Capitão de Corveta Rafael Acosta [Arévalo] é injustificável e inaceitável”, disse Mnuchin.

O oficial foi preso em junho sob acusações de conspiração para assassinar Maduro. Ele morreu na prisão oito dias depois e o procurador-geral da Venezuela declarou que dois funcionários da agência de contra-inteligência foram acusados de homicídio.

Funcionários do Departamento do Tesouro disseram que quando o Cmte Acosta compareceu ao tribunal, após sua prisão, “mostrava sinais de agressões físicas; inclusive estava em uma cadeira de rodas e não conseguia falar”.

Acrescentaram que, apesar da prisão de dois dos funcionários da agência que estariam envolvidos nessa morte, “essa é apenas a mais recente demonstração da brutalidade praticada por uma agência que é famosa por seus métodos violentos”.

A alta comissária das Nações Unidas para os direitos humanos Michelle Bachelet disse que “estava abalada com a suposta tortura do Capitão de Corveta [Rafael] Acosta Arévalo e que o tratamento recebido na prisão pode ter sido a causa da sua morte”.

A mais recente ação dos EUA surge quando Maduro tenta se consolidar no poder depois do que Caracas considerou uma tentativa fracassada de golpe de Estado do líder oposicionista Juan Guaidó, que foi reconhecido por Washington e cerca de 50 outros países como presidente legítimo da Venezuela.

  • Com informações da agência AFP

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Source: DefesaTV Mundo