Satélites para localizar guerrilheiros em território venezuelano serão permitidos, revela Guaidó

Durante uma sessão da Comissão Delegada, que atua no período de recesso da Assembleia Nacional, Guaidó explicou que o objetivo é detectar os acampamentos rebeldes e a localização de aeronaves dedicadas ao tráfico de drogas na Venezuela.

“Usaremos todas as relações e possibilidades de inteligência de que dispõe o governo interino”, disse Guaidó, depois de acusar Nicolás Maduro de se relacionar com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) e com a guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN) da Colômbia.

“Temos uma fraqueza institucional sem precedentes, das quais estão se aproveitando esses grupos irregulares que se proliferaram durante meses e anos com o beneplácito do regime”, ressaltou.

Guaidó assegurou que a fronteira se transformou em um “território de ninguém” ao ser “controlada pelos grupos irregulares”. “Esse é o momento de fazer com que a Venezuela seja respeitada”, disse, garantindo que a ameaça desses grupos é regional.

Guaidó voltou a apelar às Forças Armadas do país, perguntando-lhes se “esconderão o ditador que está facilitando a presença de grupos irregulares na Venezuela”.

Na mesma sessão também foi aprovado um acordo em repúdio à “presença e expansão de grupos narcoterroristas no território nacional”, onde se declarou a responsabilidade de Maduro diante da “proliferação” desses grupos na Venezuela.

O presidente interino também explicou que já iniciou os trabalhos de cooperação em matéria de inteligência com a Colômbia, para localizar essas organizações. O decreto instrui o deputado exilado Julio Borges, comissionário presidencial para relações exteriores de Guaidó, a trabalhar com a Colômbia e com outros países nas “medidas decisivas e oportunas de ação coletiva”, para “restabelecer a ordem e a segurança”.

Durante o encontro, o presidente da Comissão Permanente de Política Exterior do parlamento, Francisco Sucre, assegurou que mais de 12 estados do país estão ocupados por grupos paramilitares.

Sucre disse que o governo interino e a Colômbia farão uma denúncia formal ao Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU). “No final do mês levaremos o relatório à Assembleia Geral da ONU e apresentaremos a denúncia, junto com a Colômbia, de como pretendem planejar atos terroristas a partir da Venezuela”, explicou.

O anúncio foi feito alguns dias após o presidente colombiano Iván Duque ter acusado o governo em disputa de apoiar os dissidentes das FARC, depois que alguns de seus antigos líderes anunciaram que retomariam as armas.

O Gabinete de Relações Exteriores do governo em disputa afirmou que acompanhava “com grande preocupação” a “iminente reativação do conflito armado” na Colômbia, mas criticou sua intenção de “transferir” sua responsabilidade na “violação sistemática aos direitos humanos” como parte de um “desmantelamento planejado do processo de paz.”

As autoridades colombianas também denunciaram que membros do ELN estariam atuando na nação sul-americana.

  • Por: Voz de América 

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Source: DefesaTV Mundo

Terroristas islâmicos atacam base militar dos EUA e comboio da UE na Somália

Ataques separados atingiram uma base militar dos EUA na cidade somaliana de Baledogle e um comboio militar italiano na capital somali na segunda-feira, disseram uma testemunha da Reuters e uma fonte de segurança.

Um jornalista da Reuters testemunhou um veículo blindado seriamente danificado ostentando um pequeno adesivo de bandeira italiana na capital de Mogadíscio. Não ficou claro se houve vítimas.

O Ministério da Defesa da Itália disse em comunicado que um comboio militar italiano foi atingido por uma explosão. Até o momento não foram registrados feridos, informou o Ministério da Defesa.

Também na segunda-feira de manhã, houve um ataque a bomba seguido de disparos de armas pequenas em uma base operada por forças especiais dos EUA, disse uma fonte de segurança à Reuters. A base de Baledogle é onde as forças especiais dos EUA treinam comandos somalis e de onde muitas operações de drones são lançadas.

A polícia somali disse que dois carros-bomba atingiram a base, que abriga forças especiais somalis, forças especiais dos EUA e tropas de manutenção da paz em Uganda.

As bombas foram seguidas por disparos de armas pequenas, disse uma fonte de segurança à Reuters. O ataque foi dirigido às forças americanas na base de Balidogle, que fica na região de Lower Shabelle, a cerca de 100 km (60 milhas) a oeste de Mogadíscio.

O grupo insurgente Al Shabaab, ligado à Al Qaeda, assumiu a responsabilidade pelo ataque.

“Nas primeiras horas da segunda-feira de manhã, uma unidade de soldados da elite da Brigada do Martírio de Harakat Al-Shabaab Al Mujahideen lançou um ataque ousado à base militar dos EUA”, disse o comunicado de imprensa do grupo.

“Depois de romper os perímetros da base fortemente fortificada, os mujahideen (guerreiros sagrados) invadiram o complexo militar, envolvendo em um intenso tiroteio”.

Al Shabaab está lutando para derrubar o fraco governo somaliano apoiado pela ONU e aplicar sua própria versão estrita da lei islâmica. A Somália está devastada pela guerra civil desde 1991, quando os senhores da guerra derrubaram um ditador e depois se enfrentaram pelo poder local.

Com informações da Reuters e AFP via redação Orbis Defense Europe.

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Estação Espacial Internacional; nave Kounotori do Japão e mais 4 veículos russos acoplados

Nesse 28 de setembro de 2019 a configuração de veículos acoplados na Estação Espacial Internacional nunca esteve tão movimentada. Ao todo são cinco naves espaciais conectadas à estação espacial, incluindo a embarcação de carga HTV-8 do Japão, com a nave de reabastecimento Progress 73 da Rússia e as tripulações Soyuz MS-12, MS-13 e MS-15.
Os controladores de solo instalaram com sucesso o Veículo de Transferência Kounotori 8 H-II(HTV-8) da Agência Aeroespacial Japonesa (JAXA) na porta voltada para a Terra do módulo Harmony da Estação Espacial Internacional às 10:09 da manhã EDT.

Imagem via NASA.

Nomeada Kounotori, que significa “cegonha branca” em japonês, a embarcação entregou seis novas baterias de íon de lítio e placas adaptadoras correspondentes que substituirão as baterias antigas de níquel-hidrogênio por dois canais de energia no segmento de fardo de porto distante da estação. As baterias serão instaladas através de uma série de robótica e caminhadas espaciais que os membros da tripulação da estação conduzirão ainda este ano.
Um dos detalhes que mais chama a atenção na nave japones é a sua grande semelhança com uma latinha de cerveja!

Experimentos adicionais a bordo do HTV-8 incluem uma atualização para o Cell Biology Experiment Facility (CBEF-L), um sistema de comunicação óptica via satélite de pequeno porte ( SOLISS ) e uma carga útil para testar os efeitos da gravidade no pó e no material granular ( Hourglass ).

  • Com informações da NASA via redação Orbis Defense Europe.

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Águas nem tão passadas assim no Mar Báltico

O paraíso de Adolf Hitler, o balneário de Prora, na ilha de Rügen, cerca de 300 Km ao Norte de Berlim, foi posto à venda, causando uma verdadeira corrida aos imóveis construídos nos anos 1930 para o lazer de nazistas.

Com arquitetura imponente e cinco blocos, cada um com 500 metros de largura, o projeto era parte do programa KdF (Kraft durch Freude; em português, Força pela Alegria), para o qual foi concebido também o primeiro automóvel de massa, o “carro KdF”, mais tarde batizado de Fusca, da Volkswagen.

A polêmica iniciativa despertou na Alemanha a discussão sobre até que ponto pode ser aceito o veraneio em um local com passado tão controverso.Para o historiador Götz Aly, autor de mais de dez obras sobre o regime nazista, Prora é um dos mais controversos imóveis herdados dessa era.

Segundo ele, não deveria ter um futuro que leva em conta apenas o aspecto econômico. O colosso de Rügen não precisava ser demolido. Mas sua transformação em complexo de apartamentos de férias de luxo é uma ofensa às vítimas do nazismo — defende o historiador.

O fato é que a iniciativa já é considerada um sucesso e surge como o maior investimento de turismo no Leste alemão. Oitenta e cinco por cento dos apartamentos, todos com vista para o mar, já foram vendidos, apesar do preço (cerca de € 6 mil, ou R$ 24.300, por metro quadrado).

ANTIGO LOCAL PREFERIDO DE MERKEL

Daphne Sobek, da corretora Myhome, que comercializa os apartamentos com exclusividade, admite que o lugar, um enorme terreno à beira da praia da maior ilha da Alemanha, é “carregado de História”, mas defende o empreendimento.

É melhor o uso do que o abandono. Além disso, os visitantes podem se informar sobre o passado do imóvel num centro de documentação — diz ela. — Como Rügen fica a só três horas de Berlim, muitos interessados compraram o apartamento tendo em vista se mudar definitivamente para lá.

Documentos preservados em Prora atestam a intenção da cúpula nazista. Enquanto o povo julgava que o país estava se transformando em berço de prosperidade, em comparação com os anos de depressão da República de Weimar, a estratégia real do regime ficou clara no acordo firmado entre as Forças Armadas e Robert Ley, o encarregado da Força pela Alegria.

Segundo Katja Lucke, diretora do centro de documentação local, o governo alemão resolveu vender o terreno e o imóvel a um investidor privado para se livrar dos custos e do passado maldito, mais de 70 anos depois da morte do ditador. Os investidores não estão preocupados com o passado do lugar. Seus interesses são puramente comerciais — avalia.

Antes de os apartamentos de luxo começarem a ser habitados por alemães e europeus de outros países, o que é previsto para o início do próximo ano, o projeto já começou a influenciar de forma positiva a economia da ilha.

Antes da queda do Muro de Berlim, aliás, era o lugar preferido de veraneio da atual chanceler federal, Angela Merkel. Na época, ela trabalhava em um centro de pesquisa estatal de Berlim Oriental.

  • Por: Graça Magalhães-Ruether – O Globo

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O Ártico não é o limite!! Marinha dos EUA operando com submarinos nucleares na calota polar

Não há como destacar uma única missão estratégica como a mais importante de um submarino, pois com os mais variados tipos de missões que eles podem realizar, podemos citar desde as escolta de comboios a proteção de porta-aviões e águas territoriais.

Eles podem ainda, observar a movimentação de navios de guerra e mercantes dos inimigos, executarem bloqueios, reunir dados de inteligência (diretamente ou por meio de drones, mesmo quando submerso), infiltrar forças especiais, lançar mísseis de cruzeiro balísticos ou convencionais diante de um cenário de ataque terrestre.

É por isso que eles são frequentemente operados perto das águas mais disputadas e terras do globo, incluindo o Círculo Ártico. Não um, mas dois submarinos da classe Los Angeles fizeram uma “visita” ao acampamento Sargo, uma estação temporária no topo da camada de gelo flutuante no Ártico.

Os submarinos, USS Hartford (SSN 768) e USS Hampton (SSN 767) estão participando de um exercício de cinco semanas, que incluem vários “atracamentos” no ártico, como coleta de dados científicos e outras evoluções de treinamento durante o seu tempo na região.

“A navegação, a comunicação e as manobras são totalmente diferentes em um ambiente ártico como este, pois existem superfícies acima e abaixo do submarino”, disse o comandante da Base no Ártico e vice-diretor de operações para Forças submarinas em Norfolk, Scott Luers.

De acordo com a Marinha dos EUA, os submarinos têm realizado operações de menos envolvimento na região do Ártico por mais de 50 anos. O primeiro atracamento ocorreu em 1958 e foi realizado pelo USS Nautilus (SSN 571).

A primeira equipe que subiu na superfície do Polo Norte em março de 1959, foi realizada por USS Skate (SSN 578). O USS Sargo (SSN 583) foi o primeiro submarino para fazer a viagem durante o inverno pelo Estreito de Bering de em 1960.

Desde esses acontecimentos, a força submarina da Marinha dos EUA completou mais de 26 exercícios no Ártico.

Clique para exibir o slide.

  • FONTE: US Navy

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Maduro anuncia chegada de novos especialistas militares russos à Venezuela

Aeronaves russas com os especialistas técnicos militares chegaram à Venezuela, anunciou, Nicolás Maduro, durante um discurso transmitido no Twitter. O ditador venezuelano voltou recentemente de uma viagem a Rússia onde se encontrou com o presidente, Vladimir Putin.

“O presidente Putin confirmou todo o seu apoio político, diplomático e militar à Venezuela e ao mundo […] O apoio chegou alguns dias atrás”, disse Nicolás Maduro durante o discurso transmitido no Twitter.

O presidente anunciou que dois aviões russos com o pessoal da comissão de apoio técnico-militar aterrissaram na Venezuela, e os especialistas russos já estão no país. “Partiram os que tinham chegado no início do ano e veio uma nova equipe”, adicionou Maduro.

Antes, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que os trabalhos na área da colaboração técnica militar entre a Rússia e a Venezuela quanto ao fornecimento de peças de reposição e à criação de centros de manutenção estão sendo realizados de acordo com o cronograma.

Segundo ele, a colaboração entre os dois países está ligada, antes de tudo, às obrigações da Rússia relativamente à manutenção do equipamento militar de produção russa que foi adquirido antes pela Venezuela.

Relações Moscou–Caracas

Entre Moscou e Caracas se formaram relações diplomáticas estáveis. Em 1996, os países assinaram o Tratado de amizade e cooperação. A Rússia defende uma regulação pacífica das divergências na Venezuela e é completamente contra qualquer ingerência externa.

  • Com agências internacionais

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Conheça aviões que a Embraer projetou, mas não saíram do papel

Completando 50 anos em 2019, a Embraer tem em sua história diversos casos bem sucedidos, como os jatos da família Praetor (executivos) e o KC-390 (avião multimissão). Mas a empresa também tem um histórico de aviões que prometiam ser inovadores, mas que, por diversos motivos, não saíram do papel.

Alguns, como é possível ver mais abaixo, não despertaram o interesse da Aeronáutica à época. Outros deixaram de ser desenvolvidos por falta de dinheiro. Há também casos em que problemas no projeto inviabilizaram sua continuidade. Saiba mais porque alguns desses aviões não deixaram as pranchetas dos desenhistas da empresa e a razão para os projetos não terem ido adiante.

EMB-500 Amazonas

Finalidade: Transporte de carga ou passageiros, assalto (uso militar para o transporte de tropas, armamentos e viaturas), evacuação aeromédica ou patrulhamento. Características: O avião teria capacidade para operar em locais com pouca infraestrutura, podendo levar até 41 passageiros. Sua velocidade máxima chegaria a 500 km/h. Data: 1970; Por que não saiu do papel: O projeto chegou a ser enviado à Aeronáutica à época, mas nunca foi encomendado. O motivo é até hoje desconhecido.

Projeto CX

Finalidade: Evacuação aeromédica e transporte de carga, passageiros ou tropas de paraquedistas. Características: Todos os modelos do projeto CX tinham a cabine pressurizada, ou seja, poderiam voar mais alto que outros tipos de aviões. Sua velocidade máxima seria de 450 km/h, e teria capacidade de pousar e decolar em um espaço de cerca de 500 metros, praticamente um quarto do tamanho da pista principal de Congonhas. Isso aumenta a quantidade de locais onde esses aviões poderiam pousar. Data: 1974; Por que não saiu do papel: Após alterações no projeto, o Ministério da Aeronáutica à época abandonou a ideia.

EMB-330/A1

Finalidade: O A1 deveria ser um avião leve de combate, moldado para as necessidades da Aeronáutica. Poderia fazer interdição de outros aviões, prestar apoio aéreo, fazer reconhecimento, patrulha e ataque. Características: Sua velocidade máxima seria de 840 km/h, e teria a capacidade de carregar dois canhões, bombas, metralhadoras e mísseis. Data: 1974; Por que não saiu do papel: O avião não atendia a todas as necessidades estipuladas pelo Ministério da Aeronáutica na época.

AX-I

Finalidade: Basicamente, a mesma do EMB-330/A1 (leia acima). Características: Com alterações no desenho do A1, o AX-I conseguiria atingir uma velocidade máxima de 870 km/h e aumentar o seu peso de decolagem, o que permitiria carregar mais armamentos. Data aproximada: 1975; Por que não saiu do papel: Os estudos do avião não tiveram continuidade.

EMB-120 Araguaia

Finalidade: Ser um avião comercial e executivo, substituindo o Bandeirante (o primeiro avião da Embraer). Características: Teria capacidade para transportar até 21 passageiros, com velocidade máxima de 530 km/h. Data: Entre 1973 e 1975; Por que não saiu do papel: Uma escala em tamanho real do Araguaia chegou a ser produzida, com a qual foram realizados diversos testes. Mas, como os resultados ficaram abaixo do esperado, o projeto foi abandonado. Curiosidade: A sigla EMB-120 foi reutilizada na década de 1980 para nomear o avião hoje conhecido como Brasília

EMB-123 Tapajós

Finalidade: Transporte de passageiros Características: Trazia algumas semelhanças no design em comparação com o Araguaia, atingindo uma velocidade de cruzeiro de 565 km/h. Data: Desconhecida; Por que não saiu do papel: O projeto tinha problema nas asas, o que afetava o controle do avião.

Projeto AX

Finalidade: Basicamente, a mesma do EMB-330/A1 (veja acima). Características: O avião viria equipado com um único motor, seis tanques de combustível e asas que funcionariam como reservatório. A cabine de pilotagem seria blindada e pressurizada. O projeto ainda contava com dois canhões fixos, e a aeronave seria capaz de atingir uma velocidade máxima de 1.000 km/h. Data: 1976; Por que não saiu do papel: O Ministério da Aeronáutica à época não encomendou nenhuma unidade do modelo.

Bandeirante Pressurizado

Finalidade: Transporte de passageiros. Características: Seria reforçada para poder ser pressurizado e voar mais alto que outros aviões não pressurizados. Data: 1978; Por que não saiu do papel: Devido aos reforços para comportar a pressurização, o peso da aeronave se tornou elevado, e o desempenho seria inferior.

EMB-110 P3

Finalidade: A mesma do Bandeirante. Características: Seguiria o projeto original do Bandeirante pressurizado, mas, com alterações no projeto, acabaria comportando até 19 passageiros ao todo e teria um custo menor. Data: 1980; Por que não saiu do papel: Por falta de recursos para desenvolver dois aviões ao mesmo tempo, a Embraer optou por continuar com o Brasília, que já estava em desenvolvimento naquele momento.

EMB-301

Finalidade: Suas funções seriam exclusivamente militares, como treinamento de formação de voo, tiro e acrobacia, além de operações de apoio, como reconhecimento e ataque. Características: Poderia voar em altitudes mais elevadas que outros aviões similares, além de contar com seis tanques de combustível e motor a pistão. Data: 1977; Por que não saiu do papel: O projeto não foi aprovado pelo Ministério da Aeronáutica à época.

EMB-311

Finalidade: Reconhecimento e ataque. Características: O avião seria equipado com motor turboélice e assentos ejetáveis. Data: 1977; Por que não saiu do papel: Esse projeto também não foi aprovado pelo Ministério da Aeronáutica à época. A melhora desse modelo resultou no EMB-312 Tucano, avião até hoje usado pela Força Aérea Brasileira (FAB).

EMB-125 e derivados

Finalidade: Transporte de passageiros, além de estudos para uma versão de transporte de carga e outra de patrulhamento marítimo. Características: Evolução dos desenhos do EMB-120 Araguaia, teria capacidade para até 29 passageiros e velocidade máxima de cruzeiro de 505 km/h.

A versão de carga contaria com portas mais amplas. Já a versão de patrulha teria radar de busca, maior capacidade de transporte de combustível, cozinha de bordo e área de descanso das equipes. Data: 1978; Por que não saiu do papel: A Embraer já desenvolvia à época o EMB-120 Brasília e, na versão patrulha, o primeiro modelo do Bandeirante para esta finalidade já seria entregue pouco tempo depois à FAB, o que levou à desistência deste modelo.

EMB-123

Finalidade: Substituir o Bandeirante e competir com outros modelos de transporte aéreo disponíveis à época. Características: Embora tivesse a mesma designação que o Tapajós, trazia várias diferenças em relação àquele modelo. Seria mais silencioso e com menor vibração, além de ter preço menor e menos custos operacionais. Data: 1985; Por que não saiu do papel: A área técnica da empresa optou por desenvolver um avião baseado no EMB-120 Brasília e acabou abandonando o projeto do EMB-123.

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Incêndio da Lubrizol em Rouen, a população sem informações claras do governo e policiais equipados com máscaras contra gases

Nenhuma instrução foi dada à população a respeito de possibilidades de riscos mais sérios e como se proteger da poluição decorrente da fumaça do incêndio da Usina Lubrizol em Rouen. E, no entanto, as forças policiais estão equipados com  máscaras de gás nas ruas , e em alguns casos, até mesmo com roupas especiais NBQR de uso exclusivo das Forças Armadas. Enquanto a prefeitura e outras autoridades  estão tentando tranquilizar a população, os indícios são de que a situação pode ser tão grave como se suspeitou desde o início.

Policial fotografada equipada com mascara de proteção respiratoria em frente a Prefeitura de Rouen. Foto de Alexandra Huctin da France 3.

Uma situação que causa inquietude geral pois no começo da situação na madrugada quando do começo do incêndio, um plano de evacuação da cidade chegou a ser colocado em fase de preparação, mas cancelado horas depois quando os Bombeiros inicialmente declararam que a situação poderia ser controlada. Porém horas depois os mesmos alertaram para os riscos de contaminação do ar e do rio Seine e acabaram desmentidos pelo ministro do interior Cristophe Castagner em uma breve visita ao local.

A hipòtese de atentado ou sabotagem visando o terrorismo foi a primeira a ser descartada pelas autoridades, mesmo que já existam relatos dos empregados sobre infiltrações de elementos estranhos ao local e de movimentações suspeitas na fábrica durante a noite do incidente.

A ministra do meio ambiênte e transição ecològica divulgou uma declaração afirmando que não existem maiores riscos e que tudo està sob controle, entre outras amenidades de praxe, como podemos ver no print abaixo:

Apesar dessa declaração da ministra do meio ambiênte, a ministra da saùde Agnès Buzyn efetuou uma declaração contrariante ao canal de TV France 3 e ao jornal l’Internaute de Rouen, declarando que a cidade de Rouen está em fato gravemente poluida! A declaração acabou sendo apagada de sua conta oficial do Twitter a poucas horas depois da publicação.

https://twitter.com/i/broadcasts/1YpJkYaNBzMKj

O presidente da Lubrizol France Frédéric Henry também efetuou uma declaração muito superficial na qual afirma apenas que está surpreso com esse “incidente” e que todas as medidas necessárias estão sendo empregadas para o gerenciamento dessa crise ao lado das autoridades locais.

Twitter – em sua conta no Twitter, a  Gendarmerie (Policia Militar da França que atua a nível nacional) também publica fotos com seus gendarmes bem equipados com máscaras contra gás e roupas de proteção.

Uma manifestação para exigir transparência

No final do dia, 27 de setembro de 2019, centenas de pessoas organizaram uma manifestação em frente à Prefeitura de Sena Marítimo para pedir mais transparência sobre o impacto dessa fumaça para sua saúde.

Twitter– Moradores protestam em frente à prefeitura

Funcionários da Lubrizol também exigem mais transparência  

Na dúvida, cidadãos e funcionários exigem responsabilidade. É uma crise de desconfiança que irrompe contra as autoridades da prefeitura que dizem incansavelmente desde o incêndio que não há nada a temer. Enquanto oficiais da polícia ou da gendarmaria estão protegidos. O paradoxo é muito grande.

Fim dos estoques de máscaras de proteção, contra gases e similares no comércio

Desde o inicio da crise dos coletes amarelos e da represão das forças de ordem contra os manifestantes, a venda de máscaras de proteção contra gases e outros EPI’s em geral foram proibidos para a venda no comércio em toda a França. O resultado grave disso é a falta no comércio para a população que agora abandona a cidade mesmo com a declaração de que o ar é respiràvel e não oferece maiores riscos.

Apesar da declaração do Prefeito de Rouen da não necessidade de uso de proteção com màscaras para a população que permaneceu na cidade, ainda assim os estoques desapareceram em poucas horas no comércio.

A situação de extrêma inquietude foi potencializada por centenas de fotos divulgadas nas redes sociais com imagens de animais mortos, em especial pássaros, gatos e cachorros. As autoridades e as grandes midias insistem que as imagens são falsas e nada tem a ver com o incidente… Na duvida, milhares de pessoas deixaram a cidade logo nas primeiras horas do dia como mostram as imagens publicadas pelas redes sociais.

Imagem via France 3.

 

Com informações France 24, France 3, RT, L’observatoire, RTL, Radio Rouen via redação Orbis Defense Europe.

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Comandante da Marinha iraniana anuncia ‘mobilização naval’ durante Assembleia Geral da ONU

Durante a 74ª Assembleia Geral da ONU, o comandante da Marinha do Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica (IRGC), Alireza Tangsiri, afirmou que o Irã está pronto para realizar uma “mobilização naval”. Tal afirmativa fora feita com objetivo de proporcionar segurança regional; “paz, estabilidade, progresso e bem-estar”, por meio exclusivamente dos países da região.

Tangsiri revelou que aproximadamente 51 flotilhas participarão do plano, onde cada uma dela contará com 50 embarcações cada. Além disso, ressaltou que aproximadamente 17.000 navios e barcos serão preparados “como base para as próximas ações do plano”, segundo a agência de notícias Mehr. Ele também confirmou que serão construidos 32 quebra-mares no golfo Pérsico, ressaltando que esse número deve subir para 200.

Uma das partes do plano relacionado aos habitantes do litoral sul tem como objetivo “garantir a segurança dessas regiões” através da “construção de casas e criação de empregos conforme o plano de mobilização naval (…) os habitantes das áreas costeiras do sul para defender seu país” fazem parte da primeira fase do plano anunciado.

Rouhani propôs a formação de uma Coalizão para a Esperança na região com todos os países atingidos pelos recentes acontecimentos. Para isso, ele argumentou que a iniciativa inclui “diversos meios de cooperação”, entre os quais, a “garantia coletiva de segurança energética, liberdade de navegação, livre comércio de petróleo e outros recursos no estreito de Ormuz e além”.

A situação no golfo Pérsico permanece tensa depois de diversos petroleiros terem sido atacados em uma rota crucial para o transporte mundial de petróleo. Com isso, o Irã foi responsabilizado pelos EUA, tendo estes imposto sanções contra o país. Em julho, Teerã apreendeu o petroleiro britânico Stena Impero no estreito de Ormuz devido a uma suposta violação dos direitos marítimos internacionais.

  • Com agências internacionais

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Irã e EUA se mantêm impassíveis apesar da pressão internacional

Os Estados Unidos e o Irã mantiveram nesta quinta-feira (26) suas posições apesar da intensa pressão internacional na Assembleia Geral da ONU, afastando a perspectiva de uma saída para a crise entre os dois países, após meses de escalada nas tensões.

Teerã denunciou a “clara hostilidade” de alguns países europeus que, com o presidente francês, Emmanuel Macron, na cabeça, multiplicaram seus esforços durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, para propiciar um diálogo direto entre Washington e Teerã.

“Os europeus chegam e se apresentam como mediadores e dizem muitas coisas, mas são ocas”, disse o guia supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, em Teerã. França, Reino Unido e Alemanha apoiaram na segunda-feira a acusação dos Estados Unidos, que responsabiliza o Irã pelo ataque de 14 de setembro contra uma usina e um campo de petróleo na Arábia Saudita, que afetou metade da produção petroleira do reino.

Estes ataques reacenderam o longo conflito entre os Estados Unidos e o Irã e despertaram temores de um conflito generalizado na região do Golfo. – “Fornecer a prova” -“Nós não temos nada a ver com isso”, disse o presidente iraniano, Hassan Rohani, durante coletiva de imprensa em Nova York.

“Quem faz as acusações deve fornecer a prova necessária. Qual é a sua evidência?” acrescentou, esclarecendo que fez a mesma pergunta a líderes europeus com os quais se reuniu. “Responderam que não tinham essa informação”, disse Rohani.

O chefe da diplomacia americana, Mike Pompeo, disse ter apresentado “informações” a vários países durante esta semana na ONU, o que permitiu convencê-los do papel de Teerã nos ataques.

“Acho que os surpreendeu ver até que ponto a República Islâmica do Irã não está pronta para se comportar como um país normal”, explicou durante coletiva de imprensa, celebrada na mesma hora da do presidente Rohani, mas em outro hotel de Nova York.

No momento, o governo Trump demonstrou recato a uma resposta militar, limitando-se a um reforço “moderado” de suas tropas na região do Golfo com a intenção de dar uma chance à diplomacia.

O Pentágono anunciou nesta quinta-feira (26) o envio de 200 militares com mísseis Patriot na Arábia Saudita para apoiar a defesa do reino. A negativa do presidente iraniano de se reunir com Trump em Nova York, apesar dos esforços de Macron e outros dirigentes europeus e asiáticos, mostra o impasse atual entre Estados Unidos e Irã.

“As fotos de família são a etapa final das negociações, não a primeira”, disse Rohani. – Não há diálogo com sanções -Quando Trump retirou os Estados Unidos do acordo nuclear assinado em 2015 por seu antecessor, Barack Obama, junto com outras potências para limitar o programa nuclear iraniano, impôs imediatamente depois uma série de sanções econômicas ao Irã, que foram endurecidas nas últimas semanas.

“Nossa resposta a qualquer negociação sob sanções é negativa”, disse Rohani nesta quarta-feira aos líderes mundiais da ONU. Nesta quinta, durante uma conferência, insistiu em que essa é a exigência da República islâmica para se sentar e negociar.

“Se chegamos a um momento em que estas condições sejam tiradas da mesa, obviamente existe a possibilidade de falar com os Estados Unidos”, disse Rohani.

Trump, por sua vez, que chegou na noite de domingo a Nova York com a esperança de um encontro histórico com o presidente iraniano, voltou nesta quinta-feira a Washington e se moveu na direção contrária, aumentando a pressão econômica e diplomática sobre Teerã.

O presidente, Donald Trump, proibiu nesta quinta-feira (26) a “altos funcionários do regime iraniano e suas famílias” a entrada nos Estados Unidos, uma nova escalada de sua campanha de “máxima pressão”.

  • Com informações da agência AFP

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