Aeronave P-8I da Marinha indiana detecta navios da Marinha chinesa operando próximos a sua costa

Segundo notícia veiculada pela agência de notícias ANI, a Marinha indiana detectou sete navios de guerra da Marinha chinesa operando próximo de suas águas territoriais. As embarcações foram detectadas por aeronaves de vigilância e outros meios de detecção.

As imagens registradas por um aeronave P-8I Neptune mostram o navio chinês Landing Platform Dock Xian-32 atravessando o sul do oceano Índico antes de se deslocar em direção às águas do Sri Lanka.

“Eles estão sendo constantemente monitorados durante a presença no oceano Índico, quando se aproximam da zona econômica exclusiva da Índia e das águas territoriais”, informou a agência de notícias ANI, citando uma fonte anônima.

O principal objetivo da Marinha chinesa seria projetar seu poder, bem como elevar a presença da China nas principais rotas comerciais, afirmam as fontes.

Os relatos surgiram pouco depois que os exércitos da Índia e da China estiveram envolvidos em um conflito na Linha de Controle Real, uma linha de demarcação que separar o território controlado pelos indianos do território controlado pelos chineses em Jamu e Caxemira.

Vale ressaltar que a China se opôs à decisão de Nova Deli de declarar Ladaque um território administrativo independente e solicitou à Índia que ponderasse sua decisão. Em contrapartida, o Ministério das Relações Exteriores da Índia afirmou que a modificação do estatuto de Ladaque não impactaria na Linha de Controle Real.

Devido à controvérsia, as relações entre os dois países pioraram, principalmente após a decisão de Ladaque. O ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, cancelou uma visita a Nova Deli, que estava marcada para o início deste mês.

Desde 2018, navios de guerra da Índia estão em operação como parte de um novo plano estratégico procurando reforçar sua posição regional em meio à presença crescente da Marinha chinesa.

  • Com agências internacionais

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Source: DefesaTV Mundo

Ataque a sauditas é espécie de 11 de Setembro para o petróleo, diz chefe da ANP

O diretor-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), Décio Fabricio Oddone da Costa, disse nesta segunda (16) que os ataques a refinaria na Arábia Saudita, no último sábado (14), são uma espécie de “11 de setembro” do mercado de petróleo, com potencial para elevar a sensação de risco sobre o setor.

Oddone avalia, porém, que a alta nas cotações internacionais é favorável para o desenvolvimento das reservas brasileiras. A ANP realiza nos próximos meses três leilões de áreas petrolíferas, incluindo o megaleilão do pré-sal, com bônus de assinatura de R$ 106 bilhões.

“Do ponto de vista do risco, o evento de sábado pode ser considerado uma espécie de 11 de setembro do mercado do petróleo. Depois dele, a sensação de risco aumentará”, afirmou, referindo-se à data do ataque terrorista às torres gêmeas, em Nova York.

Na Arábia Saudita, ataques destruíram unidades do maior complexo petrolífero do país, forçando corte de metade da produção local de petróleo. O volume cortado, de 5,7 milhões de barris por dia, equivale a 5% da oferta mundial.

O ataque levou investidores a uma corrida por contratos futuros de petróleo. As cotações nacionais chegaram a subir 20% no domingo (15) mas recuaram nesta segunda, após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a liberação de estoques estratégicos americanos.

Oddone diz que o a crise aguda desses primeiros dias após os ataques vai passar – “como sempre passa” – e que analistas preveem um impacto de US$ 2 a US$ 3 (R$ 3,1 a R$ 12,2, pela cotação atual) no preço do barril caso a situação se normalize rapidamente.

Em caso de crise mais longa, o impacto pode chegar a US$ 10 (R$ 40,1) por barril. “Isso é bom para o pré-sal e nossos outros ativos [de petróleo e gás]”, afirmou.

Entre outubro e novembro o Brasil realizará três leilões de áreas exploratórias —o primeiro, de campos fora do chamado polígono do pré-sal; o segundo, de áreas exploratórias do pré-sal, e o terceiro; de reservas gigantes já descobertas pela Petrobras em áreas da União.

A expectativa é que a maior percepção de risco no Oriente Médio possa levar as gigantes do setor a priorizar regiões com menor potencial de conflitos.

Para analistas, a disparada do preço do petróleo será um teste para a autonomia da Petrobras para definir os preços dos combustíveis em momentos de crise.

Segundo Luiz Carvalho e Gabriel Barra, analistas do banco UBS, a atual situação é “desafiadora” para a estatal. Além do petróleo, dizem, a taxa de câmbio deve sentir os efeitos da crise, pressionando ainda mais a chamada paridade de importação —conceito usado pela política de preços da estatal, que simula o custo de importação dos combustíveis.

Eles lembram que no passado, a empresa segurou seus preços em diversos momentos de crises semelhantes, gerando prejuízos em suas operações de refino.

“A gestão atual tem conseguido implementar uma estratégia bem sucedida até agora e esse evento será um importante teste sobre a solidez dessa política.”

Por outro lado, a possibilidade de repasse ao consumidor da alta nas cotações internacionais preocupa o mercado, diante de potenciais efeitos na economia –desde pressões inflacionárias a uma nova greve de caminhoneiros descontentes com o preço do diesel.

Em abril, durante um ciclo de alta das cotações internacionais, o presidente Jair Bolsonaro determinou que a direção da Petrobras suspendesse reajuste no preço do diesel, alegando risco de nova paralisação dos caminhoneiros. A decisão levou a estatal a perder R$ 32 bilhões em valor de mercado em apenas um dia.

O chefe de análise da Toro Investimentos, André Paronko, diz que ainda é cedo para entender os efeitos da disparada do petróleo e que a alta dos últimos dias pode ser corrigida pelo mercado, com recuo nas cotações.

“Me preocupa muito mais como evento político, diante da possibilidade de acirramento em uma região que já é conflituosa”, afirmou. “Uma crise de longa duração pode fazer com que o preço do petróleo se mantenha em uma tendência altista.”

Ele acha, porém, que o Brasil está mais preparado do que outros emergentes para enfrentar uma crise, já que sua economia é menos dependente.

Fonte: Folha SP

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Coalizão liderada pela Arábia Saudita diz que evidências indicam uso de armas iranianas em ataque

A coalizão militar liderada pela Arábia Saudita que luta contra o movimento houthi do Iêmen disse nesta segunda-feira que o ataque a instalações de petróleo da Arábia Saudita foi realizado com armas iranianas e não foi lançado do Iêmen, segundo as descobertas preliminares.

O porta-voz da coalizão, coronel Turki al-Malki, disse que uma investigação sobre os ataques de sábado, que foram reivindicados pelo grupo houthi, alinhado ao Irã, ainda estavam em andamento para determinar o local do lançamento.

“Os resultados preliminares mostram que as armas são iranianas, e atualmente estamos trabalhando para determinar a localização… O ataque terrorista não se originou no Iêmen, como reivindicou a milícia houthi”, disse Malki em entrevista coletiva em Riad.

Segundo o coronel, as autoridades revelariam o local de onde os drones foram lançados em uma coletiva de imprensa futura. O Irã rejeitou as acusações “inaceitáveis” dos Estados Unidos de que o país foi responsável pelo ataque às instalações de petróleo sauditas, que paralisaram quase metade da produção do reino, ou 5% do suprimento global de petróleo.

A aliança muçulmana sunita lideradas pelos sauditas, que tem o apoio do Ocidente, interveio no Iêmen em março de 2015 para tentar restaurar o governo reconhecido internacionalmente que foi expulso do poder na capital Sanaa no final de 2014 pelos houthis.

O movimento intensificou os ataques com drones e mísseis contra as cidades sauditas este ano. O conflito é visto em grande parte na região como uma guerra por procuração entre a Arábia Saudita e o Irã.

  • Por: Stephen Kalin, em Riad, e Maher Chmaytelli, em Dubai/Reuters

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Diálogo Estratégico entre Estados Unidos e Brasil

No dia 13 de setembro, o secretário de estado Michael Pompeo deu início a tratativas de Diálogos de Parceria Estratégica entre os Estados Unidos e o Brasil com o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo.

As conversações de Parceria Estratégica entres estes países é resultado direto da reunião de 19 de março entre o Presidente Trump e o Presidente Bolsonaro em Washington, D.C. e serviu como plataforma para o avanço de ações conjuntas sobre prioridades compartilhadas entre os EUA e o Brasil.

A conversa focou no avanço da colaboração bilateral em várias áreas, organizadas em três pilares: Apoio à Governabilidade Democrática; Prosseguir rumo a prosperidade econômica e Fortalecimento da cooperação em segurança e defesa.

Ao secretário de Estado se juntou o subsecretário de Assuntos Políticos, David Hale; a Subsecretária de Controle de Armas e Segurança Internacional, Andrea Thompson; o Subsecretário de Crescimento Econômico, Energia e Meio Ambiente, Keith Krach; e a vice-secretária adjunta principal para assuntos do Hemisfério Ocidental, Julie Chung.

A delegação brasileira contou com a presença do Secretário de Negociações Bilaterais e Regionais nas Américas, Pedro Miguel da Costa e Silva; do Secretário de Política Econômica e Comercial, Norberto Moretti; e do Secretário de Soberania Nacional e Assuntos de Cidadania, Fabio Marzano.

Durante o diálogo entre o secretário Pompeo e o ministro Ernesto Araujo, foi acertado o estabelecimento de um fundo de investimento de impacto de US $ 100 milhões ao longo de 11 anos, liderado pelo setor privado para a conservação da biodiversidade da Amazônia, seguindo o compromisso firmado entre os presidentes Trump e Bolsonaro em março.

Eles enfatizaram o relacionamento econômico significativo e crescente entre os Estados Unidos e o Brasil, destacando medidas para facilitar o comércio e o investimento, aprofunda a colaboração na economia digital e diminuir as barreiras comerciais a bens como o etanol.

A delegação afirmou que os EUA continuaram apoio à adesão do Brasil à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em consonância com as declarações do presidente Trump em março de 2019.

O subsecretário Krach também anunciou o relançamento da Comissão Conjunta EUA-Brasil sobre Cooperação Científica e Tecnológica, que deve ocorrer em Brasília em novembro. Além do apoio dos EUA a um seminário sobre energia no Rio de Janeiro para promover oportunidades bilaterais de investimento e exportação em outubro.

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Mergulhador dinamarquês diz ter descoberto bombardeiro Lancaster no fundo do Great Belt

Embora ainda não haja confirmação devido à agitação das águas, a Marinha dinamarquesa parte do princípio de que o objeto encontrado no fundo do Great Belt corresponda as característica de um bombardeiro Lancaster da Real Força Aérea (RAF).

A Marinha dinamarquesa foi acionada neste domingo (15) depois que um mergulhador ter afirmado que se deparou com um objeto submerso no Great Belt, o estreito que separa as duas maiores ilhas da Dinamarca, a Zelândia e Funen; ao sul da ilha Langeland.

Desde que o mergulhador deu o alerta sobre a possivel existência de munições a bordo do da suposta aeronave, a Marinha dinamarquesa proibiu temporariamente o mergulho, a pesca, a navegação ou atraque na região.

“Provavelmente é um bombardeiro Lancaster que repousa sobre o leito do mar. O mergulhador disse que havia algo semelhante a bombas dentro”, afirmou Bo Petersen, do Serviço de Mergulho da Marinha, que é responsável pela desativação de minas e remoção de munições marítimas, à Rádio Dinamarca.

De acordo com Petersen, bombardeiros britânicos são raramente encontrados em águas dinamarquesas. A última vez que um bombardeiro foi retirado das águas dinamarquesas foi quando a ponte Grande Belt foi construída no final dos anos 80.

Condições que atrapalham inspeção

No entanto, devido as severas condições climáticas na região do Grande Belt, não foi possível ainda inspecionar mais de perto o achado. “Não podemos sair e verificar o que há, porque o vento é muito forte e as ondas muito altas”, explicou Petersen. Assim que estiver seguro, uma equipe de mergulhadores navais será enviada para averiguação.

“Mergulharemos até o naufrágio e faremos uma investigação minuciosa na área próxima à munição. Isso nos permite determinar se a área pode ser liberada ou se devemos descartar as munições para que a área esteja segura novamente”, ressaltou Petersen.

O Lancaster foi um bombardeiro britânico quadrimotor que entrou em produção em 1941 e foi amplamente utilizado pela RAF durante a Segunda Guerra Mundial. Um total de 7.344 Lancaster foram produzidos e após a guerra, alguns foram usados como aviões de reconhecimento até 1956.

  • Com agências internacionais

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Militares dos EUA e da Turquia realizam missão aérea conjunta de patrulha, na Síria

Integrantes das Forças Armadas dos Estados Unidos e da Turquia realizar nesta segunda-feira (16) o quinto voo conjunto no âmbito da prática da primeira fase de zona segura no leste do Eufrates, na Síria. Quatro helicópteros com soldados turcos e americanos a bordo seguiram para a fronteira.

Os helicópteros americanos voaram sobre a parte síria da fronteira e os turcos sobre a parte turca. A patrulha aérea durou uma hora. Os militares observaram as fortificações da organização terrorista PKK / YPG no norte da Síria, e as informações obtidas serão avaliadas pelo Centro de Operações Conjuntas.

  • Com agências internacionais

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Israel fechou o espaço aéreo na fronteira com o Líbano. Preparativos para a guerra?

Nesse 16 de setembro pela manhã, as autoridades israelenses anunciaram que fecharam o espaço aéreo na área de 6 km de profundidade na linha de contato com o Líbano. O espaço aéreo estará fechado até 17 de setembro de manhã.

O anúncio ocorreu após dois dias de intenso questionamento por parte da mídia e das principais autoridades norte-americanas, que culparam o Irã por um ataque de drones realizado pelos houthis do Iêmen contra a infraestrutura de petróleo saudita em 14 de setembro.

Fonte: https://israelpalestine.liveuamap.com/en/2019/16-september-israel-closes-airspace-along-the-israellebanese

Os EUA, assim como Israel e Arábia Saudita, culpam o Irã pela incapacidade da coalizão liderada pela Arábia Saudita de obter uma vitória militar em sua guerra contra o Iêmen. O presidente dos EUA, Donald Trump, até jà ameaçou realizar ataques ao Irã em resposta à suposta ‘agressão iraniana’ contra a Arábia Saudita.
Outro fator que está contribuindo para o crescimento das tensões no Oriente Médio é a política agressiva de Israel, apoiada por uma campanha de propaganda em larga escala na grande mídia israelense e norte-americana.

Imagem de tela do Flight Radar 24 das 12:48h UTC. Via redação OD Europe.

Por um lado, a liderança israelense culpa o Irã, o Hezbollah e o Hamas por ameaçarem os interesses israelenses em uma base diária. Por outro lado, Tel Aviv continua sua política expansionista na região, declarando planos para anexar mais áreas palestinas , iniciar uma operação militar terrestre na Faixa de Gaza e até indiretamente reivindicar a responsabilidade por uma série de explosões em posições de milícias aliadas ao Irã em Iraque e Irã.
As ações e atitudes israelenses são ainda mais aguçadas pela campanha eleitoral em andamento no parlamento de Israel. Portanto, os principais políticos e partidos políticos israelenses estão competindo na retórica de guerra e prometem derrotar todos os ‘inimigos israelenses’.

Nas condições atuais, o Oriente Médio parece um barril de pólvora pronto para explorar a qualquer momento. E existem lados do poder que poderiam estar interessados ​​em tal explosão para alcançar interesses políticos e geoeconômicos próprios.

Com informações Reuters & Israel Shalon News24 via redação Orbis Defense Europe.

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Os resultados imediatos da operação de ataque contra as refinarias sauditas

Em uma operação em larga escala, dez veículos aéreos não tripulados suicidas (HAV) dos Houthis atacaram no início de 14 de setembro duas instalações estratégicas de petróleo nas áreas do leste da Arábia Saudita de Buqayq e Khurais, consideradas as maiores refinarias do mundo.
Em comunicado oficial, um porta-voz do grupo iemenita disse que o ataque, batizado de Operação “Deterrent Balance 2”, foi uma resposta ao cerco da coalizão liderada pela Arábia Saudita e aos ataques aéreos no Iêmen.

“A Operação Deterrent Balance 2 veio após uma cuidadosa operação de inteligência e monitoramento e cooperação anteriores de pessoas honradas e livres na Arábia Saudita”, Brig. O General Yahya Sari declarou no comunicado, alertando que “as operações futuras se expandirão mais e serão mais dolorosas”.

As instalações de Buqayq e Khurais, ambas administradas pela Saudi Aramco, estão localizadas a mais de 1.100 km de distância de áreas mantidas por Houthi, no noroeste do Iêmen. O grupo iemenita provavelmente usou seus UAV Samad-3 de longo alcance no ataque.
O Ministério do Interior da Arábia Saudita reconheceu o ataque em um comunicado, alegando que os bombeiros conseguiram apagar os incêndios causados ​​pelos UAVs suicidas.

No mês passado, os houthis atacaram o campo gigante de Shaybah, no sudeste da Arábia Saudita, no que foi chamado de Operação Deterrent Balance 1 . O campo de petróleo foi atingido, mas o dano foi muito limitado.

Esses ataques demonstram a capacidade dos houthis de atingir qualquer alvo estratégico em qualquer lugar da Arábia Saudita. Enfrentando essa ameaça crescente, o Reino rico em petróleo pode optar por reduzir a guerra ao Iêmen, semelhante ao que os Emirados Árabes Unidos fizeram.

As imagens de satélites:

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Conferência sobre navios de guerra reúne marinhas de 15 países no Rio de Janeiro

O Brasil sediou mais uma vez a Conferência Anual Latino-Americana sobre Navios Patrulha Oceânicos e Navios de Guerra. A oitava edição reuniu no Rio de janeiro, no mês de junho, representantes das marinhas de 15 países, entre eles Argentina, Estados Unidos, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Nicarágua, Peru e Uruguai.

Esta é a quarta vez que a conferência acontece no Brasil, desde o seu lançamento em 2012. As outras edições foram realizadas na Colômbia, em 2014, Equador, em 2015, Peru, em 2016, e Chile, em 2017. O Brasil foi sede em 2012, 2013 e 2018.

A conferência, apoiada pela Marinha do Brasil (MB), contou com 130 convidados, entre militares e representantes de empresas do setor de construção e de produtos de segurança e defesa naval.

O encontro teve por objetivo propor soluções para o desenvolvimento de políticas de defesa naval, oferecer informações sobre novos recursos e meios, além de troca de experiências entre as marinhas ao redor do mundo.

Militares brasileiros abriram o evento fazendo um panorama sobre a MB. O comandante em Chefe da Esquadra (ComemCh) da MB, vice-almirante José Augusto Vieira da Cunha de Menezes, lembrou que a força tem a responsabilidade de proteger a chamada Amazônia Azul, área no mar de 3,5 milhões de Km² que concentra as riquezas minerais e petrolíferas brasileiras.

Novos navios a caminho

O  ComemCh citou o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), por meio do qual estão sendo construídos quatro submarinos convencionais e um com propulsão nuclear, como fundamental para cumprir essa missão.

“Mas a Marinha do Brasil não é apenas war fight, de guerra; é uma marinha que desenvolve programas sociais, ajuda no desenvolvimento da indústria de defesa, tem compromissos com convenções internacionais e atua em missões de busca e salvamento”, disse o vice-almirante Cunha.

“A Marinha do Brasil precisa de navios comprovadamente já testados, bom de mar e com alta tecnologia, confiáveis, para que cumpramos todas as nossas milhares de tarefas e missões.”

Para o superintendente da Diretoria de Gestão de Programas (DGePM) da MB, contra-almirante Hermann Ibere Boehmer, o Projeto Classe Tamandaré, que trata da construção no Brasil de quatro corvetas, é o mais importante projeto para revitalizar a frota atual da MB.

“Nossas embarcações necessitam de renovação. Temos 11 navios de superfície em idades avançadas, em média de 36 anos. Com exceção da Corveta Barroso, todos têm mais de 20 anos de operação”, afirmou o contra-almirante, lembrando que a entrega das modernas corvetas classe Tamandaré está prevista para a partir de 2024. 

Parceria no combate a ameaças comuns

A maioria dos palestrantes reforçou a importância das participações dos militares em missões internacionais, do adestramento com outras marinhas e da troca de experiência e colaboração entre os países para combater os perigos que ameaçam a segurança na região.

“A Marinha do Uruguai é bastante conhecida pelo seu compromisso com as missões de paz, mesmo tendo uma armada com menos de 5.000 homens. Nos últimos anos, participamos de várias missões internacionais; temos duas bases na Antártida e ainda realizamos missões de busca e resgate marítimo, controle de fronteiras e controle de águas jurisdicionais, área que equivale a duas vezes a superfície do país”, lembrou o comandante em chefe da Esquadra da Marinha Nacional do Uruguay, contra-almirante (R) Ricardo Della Santa.

A busca por mais renovação da frota da Marinha Nacional do Uruguai foi outro tema abordado pelo contra-almirante Della Santa. Para superar o desafio do orçamento, o oficial afirmou que o Uruguai avalia adquirir navios de outros países, incluindo as Corvetas da Classe Inhaúma do Brasil.

“Hoje mesmo, nesse primeiro dia de reunião, fiz interessantes contatos para projetos que pretendemos levar adiante e possivelmente encontraremos colaboradores aqui para torná-los realidade”, enfatizou Della Santa. A conferência é uma ótima forma de encontrar soluções para essas questões.

O chefe da Força Naval de Honduras, capitão de mar e guerra José Jorge Fortín Aguilar, lembrou as dificuldades encontradas para proteger toda a extensão de fronteira marítima de seu país e afirmou que a prioridade é o combate ao tráfico de drogas.

“De janeiro a junho de 2019, foram efetuadas 35 prisões, apreendidos 223 quilos de cocaína e 69 kg de pasta de coca. Precisamos de mais pessoal, novas embarcações e adestramentos para cumprir a missão. Está sendo construído um patrulheiro costeiro que será entregue em dezembro”, contou o comandante Fortín.

A conferência finalizou com um tour dos participantes ao Navio Patrulha Oceânico P120 Amazonas, incorporado à MB em 2012 para atender às necessidades de fiscalização da Amazônia Azul, com grande autonomia e capacidade de operar com um helicóptero e lanchas.

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Equipe do USNS Comfort faz intercâmbio de estratégias médicas com militares e civis colombianos

A equipe médica destacada no navio-hospital USNS Comfort (T-AH 20) se reuniu com o pessoal médico militar e civil da Colômbia, para colaborar durante os intercâmbios entre especialistas em assuntos específicos (SMEE, em inglês), na base militar do Batalhão Córdoba, em 20 de agosto, e na Universidade Hospital Julio Méndez Barreneche, em 26 de agosto.

Mais de 90 médicos participaram dos debates que tinham a finalidade de aumentar a cooperação entre os militares e profissionais da saúde dos EUA e da Colômbia.

“O objetivo é garantir uma parceria duradoura com essas nações e desenvolver interoperabilidade, para que possamos continuar trabalhando juntos no futuro”, disse a Capitão de Corveta da Marinha dos EUA Connie Johnson, oficial encarregada da unidade de medicina preventiva do Comfort.

Os SMEEs se concentraram em diversas práticas, incluindo as medidas que os profissionais médicos do Comfort adotam para proteger a saúde dos militares e manter a prontidão da missão.

“Trata-se de um evento de extrema importância, porque as Forças Armadas dos EUA estão nos ensinando diversos meios para prevenir doenças epidêmicas que todos os países em desenvolvimento, como a Colômbia, são obrigados a enfrentar”, disse a Tenente-Coronel Janeth Rosero Reyes, diretora de medicina geral do Exército da Colômbia no Batalhão Córdoba.

Outros temas importantes discutidos foram os padrões de saneamento nas unidades médicas e a importância da água potável.

“Esses intercâmbios acabam produzindo um efeito muito mais amplo do que apenas nas pessoas que participam”, disse o Capitão de Fragata da Marinha dos EUA Ken Sausen, psicólogo lotado no Comfort. “Aquelas pessoas transmitem as informações aos seus alunos e a outros provedores, talvez até a outras gerações de provedores, o que faz com que tenham um efeito muito mais duradouro e forte.”

Durante um outro SMEE, enfermeiros da Marinha dos EUA discutiram os processos de treinamento em suas comunidades. Isso incluiu uma avaliação do uso de dispositivos tais como bombas intravenosas, métodos de prevenção de infecções e como eles se comunicam com outros cuidadores ou pacientes.

“A apresentação desse SMEE se concentra nas diferentes habilidades clínicas que consideramos importantes para treinar nossos novos enfermeiros e oficiais médicos, quando eles chegam pela primeira vez às suas unidades e estão aprendendo como devem começar”, disse a Capitão-Tenente da Marinha dos EUA Lauren Shuetz, enfermeira lotada no Comfort. “Discutimos algumas dessas habilidades. Em seguida avaliamos as pessoas quanto a essas habilidades e sua capacidade de trabalhar após essa orientação inicial.”

Cada etapa da missão do Comfort se realiza graças aos esforços dos profissionais médicos e não médicos. A equipe do Comfort é formada por militares e civis dos EUA e das nações parceiras, incluindo Argentina, Brasil, Canadá, Costa Rica, México, Peru e República Dominicana, além de diversas organizações não governamentais dos EUA e internacionais, que formam uma equipe dinâmica capaz de prestar uma ampla variedade de serviços.

Esse foi o sétimo destacamento do Comfort na região desde 2007. Em cada uma das próximas missões, as equipes médicas prestarão assistência a bordo do Comfort e em duas unidades médicas terrestres, ajudando a aliviar a pressão sobre os sistemas nacionais de saúde, causada em parte pelo aumento de migrantes venezuelanos.

  • Por: Comando Sul dos EUA/ Diálogo Américas

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