Suécia vai tributar bancos para financiar melhorias das Forças Armadas

Fazer os bancos pagarem por sua segurança; esta é a ideia lançada pelo governo sueco. O ministro da Defesa Peter Hultqvist anunciou em uma entrevista coletiva que “os bancos devem agora participar no fortalecimento das capacidades de defesa do país”, sem especificar os termos desse novo imposto, e, enquanto isso o país acaba de fortalecer seu orçamento militar . Estocolmo quer aumentar seus gastos com defesa em 5 bilhões de coroas suecas (463 milhões de euros) até 2022.

Este anúncio ocorre em meio a crescentes tensões com a Rússia. Os países escandinavos estão realmente preocupados com a multiplicação de incidentes com o gigante do Oriente. Desde a guerra entre a Rússia e a Geórgia em 2008 até a anexação da Crimeia em 2014, o clima regional esfriou, e os incidentes se multiplicaram. Em fevereiro passado, um caça russo Sukhoi se aproximou a 20 metros de uma aeronave de reconhecimento sueca, enquanto em 2014 os aviões russos já haviam se aproximado vàrias vezes do espaço aéreo escandinavo. No mesmo ano, os países denunciaram o bloqueio e/ou interferencias de radares civis e a presença de um submarino russo nas águas suecas, fato negado por Moscou.

Remilitarização da Suécia

Diante do que chama de “provocações”, a Suécia quer fortalecer suas capacidades militares, que abandonou em grande parte desde o final da guerra fria. Em julho passado, Estocolmo já havia implantado um novo sistema de defesa aérea na ilha de Gotland . Este pedaço de terra é um posto avançado escandinavo no mar Báltico. Em 2017, o território escandinavo também reintroduziu uma pequena dose de recrutamento antes de relocar todo um regimento de suas forças de defesa em Gotland, dez anos após a dissolução da última guarnição estacionada na ilha. A Suécia também anunciou o fortalecimento de suas capacidades de defesa contra submarinos e a atualização de todo equipamento do exército.

Programas caros para a 22ª maior economia do mundo, e para financiá-lo, o governo decidiu usar um de seus setores mais lucrativos: os bancos . Segundo o ministro da Defesa, as quatro maiores instituições financeiras do país “registraram lucro de 112 bilhões de coroas no ano passado (10,4 bilhões de euros)”. Uma soma da qual uma parte poderia ser usada para financiar o desenvolvimento do exército sueco, cujo orçamento deve representar 1,5% do PIB até 2025.

Com informações Swedish Armed Forces via redação Orbis Defense Europe.

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Source: DefesaTV Mundo

Aéro Classic’ Days 2019

Em um aeródromo mítico por ser o local do primeiro vôo do aeróstato dos irmãos Montgolfier, ocorreu nos dias 25 e 26 de agosto o  primeiro fim de semana 100% dedicado à aviação clássica e vintage, realizado em sua primeira edição no aeródromo de Saint Rambert d’Albon, em colaboração com a AeroRétro, uma das mais famosas instituições  de recuperação e restauração de aeronaves antigas da Europa.
O objetivo deste evento é democratizar o acesso à aviação clássica e vintage principalmente organizando a atividade mais acessível e frequente para os entusiastas dessa modalidade de aviação.

O Aéro Classic’ Days – 1st Edition


O Aero Classic Tour é uma equipe de cerca de vinte voluntários, que dividem as tarefas que se enquadram na organização do evento.
É dividido em 4 polos: o polo técnico que gerencia os aspectos aeronáuticos do projeto; o departamento de relações com parceiros, responsável por encontrar o suporte financeiro e material necessário; o centro logístico responsável pela organização prática do evento; e o polo de comunicação cuja principal missão é administrar a imagem da associação com o grande público.

O projeto é impulsionado principalmente pelo desejo de poder exibir o mundo da aviação clássica colecionável, muitas vezes tida como inacessível aos entusiastas em geral. Mas sobretudo promover e destacar o patrimônio  e a cultura aeronáutica da França, esta que é o segundo maior país aeronáutico do mundo, tem uma herança fabulosa que muitas vezes não é destacada o suficiente mesmo para o público europeu.

Este evento único reuniu cerca de 20 equipes compostas por mulheres e homens de diversas origens sociais e profissionais, sendo que nem todos os  entusiastas participantes são da indústria da aviação civil ou militar. Algumas vezes vêm de origens totalmente diferentes, mas compartilham essa paixão que nos une na aviação clássica.

Site oficial: https://www.facebook.com/aeroclassicteam/

Sobre a AeroRetrô

A associação “AeroRetro”  visa promover a preservação e restauração dos vôos de aeronaves e desenvolver, entre a população, um melhor conhecimento da história da aviação através de exposições, vôos de demonstração e participação em eventos aéreos nacionais e internacionais. Assim, seus membros contribuem ativamente para a proteção e sobrevivência do Patrimônio Aeronáutico.
A AéroRétro existe desde 1974 e, podemos dizer com orgulho, nossa associação é conhecida por colecionadores em todo o mundo. Estamos na França a segunda coleção de aviões antigos voando, atrás de nossos amigos do simpático JeanBaptiste Salis em La Ferté-Alais
Os cinquenta membros apaixonados da AeroRétro trabalham principalmente nos fins de semana para manter e restaurar aeronaves antigas. A manutenção deve ser permanente, rigorosa e atender aos rígidos critérios de controles técnicos e segurança de vôo.

Site oficial: http://www.aeroretro.fr

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Agência Internacional de Energia Atômica confirma que Irã segue violando acordo nuclear de 2015

Segundo relatório publicado na sexta-feira (30) pela International Atomic Energy Agency (Agência Internacional de Energia Atômica – AIEA),  afirma que o Irã continua a violar os termos do acordo nuclear firmado em 2015 com as potências do grupo P5+1.

De acordo com o documento que foi distribuído para os Estados-membros do órgão, onde à agência AP teve acesso, o estoque de urânio pouco enriquecido do Irã ainda excede o limite permitido pelo chamado Plano Conjunto de Ação Integral (JCPOA), assinado há quatro anos por Irã, Alemanha, China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia.

​O JCPOA estabelece um teto de 3,67% de enriquecimento para o urânio iraniano. Mas, atualmente, segundo a AIEA, o país estaria enriquecendo urânio a 4,5%. Tais violações foram anunciadas pelo próprio governo iraniano e confirmadas pela AIEA no último mês.

Elas têm como objetivo pressionar os signatários do acordo a fornecer novos incentivos econômicos para ajudar a equilibrar os danos provocados pelas novas sanções adotadas pelos EUA, país que deixou unilateralmente o Plano Conjunto de Ação Integral no ano passado.

  • Com agências internacionais

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Source: DefesaTV Mundo

Como a 2ª Guerra Mundial transformou o treinamento militar para deixar os soldados ‘menos humanos’

Depois da Segunda Guerra Mundial (que começou há exatos 80 anos e terminou em 1945, com um saldo de mais de 70 milhões de mortes como o mais sangrento conflito da história), as Forças Armadas dos EUA chegaram a uma conclusão surpreendente: a matança não havia sido suficiente.

Ou melhor dizendo: um número insuficiente de soldados havia participado da matança. A polêmica (e mais tarde contestada) média calculada na época era de que, em um batalhão com dez homens, menos de três haviam disparado sua arma em combate nos conflito.

Essa média independia de sua experiência ou do tamanho da ameaça inimiga a suas vidas. Foi o que escreveu o historiador militar Brigadeiro Samuel Lyman Atwood Marshall, mais conhecido como S.L.A. Marshall, em diversos artigos em periódicos militares, que mais tarde se tornariam seu livro Men Against Fire (Homens contra o Fogo).

Seu trabalho foi duramente criticado desde então (a ponto de ser acusado por muitos de fraudulento), mas à época ele revolucionou o treinamento nas Forças Armadas americanas.

Índices

“Um comandante de infantaria será bem aconselhado a acreditar que, quando enfrentar o inimigo, não mais que um quarto de seus homens fará qualquer disparo”, escreveu Marshall.

“Essa estimativa de 25%”, ele afirmou, “se mantém até mesmo para soldados bem treinados e com experimentados. O que significa que 75% não vai disparar ou não vai persistir em disparar contra o inimigo e seu trabalho. Esses homens podem estar sob perigo, mas não vão disparar”, escreveu.

Posteriormente, Marshall revisaria essa porcentagem de 75% para 85% em média. Por que os soldados americanos destacados ao combate na Europa e no Pacífico seriam, segundo as estimativas de Marshall, tão relutantes em disparar suas armas, mesmo quando diante de grande perigo pessoal?

Marshall atribuiu isso a duas razões: afirmou que a maioria sempre tende a deixar que uma minoria faça a maior parte do trabalho e que a civilização havia dado aos americanos um “medo de agressão”, que os impedia de combater.

Soldados deveriam ser treinados para disparar instintivamente em combate, sem pensar ou dar espaço para uma resposta emocional, defendia ele. Sua conclusão que de o americano típico era inerentemente pacífico levou a técnicas projetadas para tornar a matança instintiva e drenar a compaixão humana de dentro do soldado.

O conhecido historiador militar britânico John Keegan acreditava que “o propósito final de Marshall com seus escritos não era meramente descrever e analisar (…), mas sim persuadir o Exército americano que estava lutando suas guerras de modo errado”.

“Seus argumentos eram eficientes, ele tinha a incomum experiência para um historiador de ver sua mensagem não apenas aceita, mas transformada em prática”, agregou Keegan. O próprio Marshall argumentava que, como resultado de suas pesquisas, o Exército havia respondido efetivamente e o “índice de disparos” havia aumentado.

Ele prosseguiu com seu trabalho na Guerra da Coreia (1950-1953) e reportou que, ali, o índice de soldados que disparavam subira para 55%. Na Guerra do Vietnã (1954-75), um estudo identificou um aumento ainda maior: de que 90% dos soldados disparavam suas armas contra inimigos.

Metodologia

Marshall foi considerado pioneiro no que seria cunhado de “entrevista de pelotões após combate”. Ele visitava combatentes nas linhas de batalha – alega ter conversado com mais de 400 pelotões assim – logo após os enfrentamentos.

Os soldados descreviam o que eles e seus companheiros haviam feito durante o combate, sob condição de anonimato, e Marshall tomava notas – críticos alegam, porém, que muito poucas dessas anotações foram encontradas.

Alegam também que Marshall nunca entrevistava soldados feridos em combate e não levava em conta os que haviam sido mortos. Críticos afirmam que suas estatísticas são impossíveis de serem medidas – e confirmadas.

Mas foi a partir delas que ele construiu sua teoria, de que a vasta maioria dos soldados americanos, em combate contra alemães e japoneses, tinha medo de disparar contra o inimigo. Ele argumentava que os soldados não tinham medo de morrer, mas de matar. E encontrou ouvidos receptivos a essas teorias entre os generais que comandavam a política militar em Washington.

Técnicas de treinamento

O treinamento inicial para atiradores americanos costumava seguir o modelo de tiro ao alvo, o que tinha poucas semelhanças com o ambiente real de guerra – e a percepção era de que não os preparava para disparar contra pessoas reais.

Então, depois da Segunda Guerra Mundial, os militares começaram a usar alvos no formato de silhuetas, na expectativa de ajudar os soldados a reduzir seu medo de combate.

Os alvos “apareciam” do nada a diferentes distâncias, e os atiradores tinham de disparar rapidamente, para estimular uma resposta instintiva.

À época da Guerra do Vietnã, enfrentamento cara a cara era cada vez mais raro, mas os soldados continuavam a treinar o uso da baioneta, para estimular sua agressividade contra os inimigos – mesmo que esse armamento não fosse mais usado no campo de batalha. Esse tipo de prática visava tornar o indivíduo mais insensível a matar.

“As ideias dele (Marshall) pareciam pegar e depois se esvaírem. Mas, na verdade, as observações e sugestões de Marshall levaram a muitos avanços”, escreveu o major F.D.G. Williams, do Comando de Treinamento e Doutrina do Exército dos EUA.

Controvérsia

Mas nem todo o establishment militar americano apoiava o trabalho de Marshall, cuja reputação acabaria severamente deteriorada.

Além de haver questionamentos a suas anotações sobre a linha de batalha, muitos soldados entrevistados por ele afirmaram que ele nunca perguntou nada a eles a respeito de quantas vezes eles tinham disparado suas armas. Para completar, Marshall nunca apresentou publicamente nenhuma análise estatística a respeito de como havia calculado suas polêmicas porcentagens.

Segundo o escritor canadense Robert Engen, “existe uma possibilidade real de que a famosa porcentagem de disparos tenha sido inventada com base em noções preconcebidas de Marshall sobre o combate. (…) De todo seu trabalho histórico – e ele é vasto –, Marshall era um homem que sofria de miopia acadêmica e via exatamente o que queria ver”.

Mas, o que talvez seja mais importante, algumas de suas outras declarações – ele chegou a dizer que havia liderado homens em combate na Primeira Guerra Mundial e fora o mais jovem oficial da força Expedicionária Americana – eram totalmente falsas.

Ele só foi aceito como soldado em 1919 (no ano seguinte ao fim da Primeira Guerra Mundial) e sua participação militar na Europa foi restrita a acompanhar soldados combatentes em sua jornada de volta para casa.

Suas declarações também causavam irritação entre veteranos de guerra, que sentiam danos a sua reputação pelas conclusões de Marshall a respeito de seu comportamento em batalha.

A despeito disso, as porcentagens de 15% e 20% inicialmente levantadas por Marshall continuam sendo citadas por fontes diversas, mesmo tendo sido amplamente questionadas. Mas seu legado, por sua vez, é indiscutível: ajudou a transformar soldados ao redor do mundo em máquinas muito mais mortíferas do que eram antes.

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Há 80 anos: Polônia era invadida pela Alemanha Nazista dando início a Segunda Guerra Mundial

A invasão da Polônia pelos alemães mobilizou cerca de 1,5 milhão de soldados, apoiados por 3.600 blindados e 1.929 aviões. À Alemanha, que fora a maior derrotada na Primeira Guerra Mundial, havia perdido seus territórios ultramarinos, a Alsácia Lorena e parte da Prússia.

As altas indenizações impostas pelos Aliados causaram o colapso da moeda e desemprego em massa, fatores que, explorados pelos nazistas, contribuíram para o fortalecimento de Hitler no poder (assumido em 1933).

As relações entre à Alemanha e a Polônia já eram tensas desde a República de Weimar. Nenhum governo do Reich nem partido alemão concordava com a nova delimitação da fronteira leste do país (com um corredor polonês, neutro, separando o país da Prússia Oriental), imposta no Tratado de Versalhes.

Ambicionando as matérias-primas da Romênia, do Cáucaso, da Sibéria e da Ucrânia, Hitler começou a expansão para o Leste. Embora as potências ocidentais temessem o perigo nazista, permitiram seu crescimento como forma de bloqueio ao avanço comunista soviético.

Invasão da Polônia

A invasão da Polônia aconteceu oficialmente as 4h45min do dia 1º de setembro de 1939, ao tomarem a cidade portuária de Danzig, com o apoio do encouraçado Schleswig-Holstein. Os preparativos para este ataque à Polônia (chamados de Fall Weiss, ou Plano Branco), estavam em andamento desde abril de 1939.

Coube a Luftwaffe o suporte direto aos tropas em terra em seu avanço à capital polonesa, Varsóvia. A Luftwaffe iniciou a invasão procurado atingir os aviões inimigos ainda no solo ao mesmo tempo que faziam ataques a alvos terrestres para dar suporte aos exércitos que avançavam rapidamente.

Ataques conduzidos ao sistema ferroviário entre os dias 02 e 05 de setembro, por exemplo, levaram às ferrovias ao colapso. Os ataques diretos à Infantaria também foram constantes e a 13ª divisão polonesa foi exterminada quase que totalmente por ataques aéreos.

O ataque alemão foi justificado por Hitler como uma resposta a uma suposta agressão polonesa contra uma rádio alemã localizada em uma cidade fronteiriça.

A invasão fez com que Inglaterra e França declarassem guerra contra a Alemanha no dia 3 de setembro. Britânicos e franceses foram extremamente vacilantes em dar um ultimato a Hitler, mas discussões internas fizeram com que a guerra fosse declarada.

Essa declaração de guerra surpreendeu Hitler, que havia sido convencido pelas garantias de Ribbentrop, ministro das relações internacionais, de que a Inglaterra recuaria e não declararia guerra.

Os Aliados (nesse momento, Reino Unido e França) esperavam que a resistência polonesa suportasse o ataque alemão durante alguns meses, no entanto, em questão de semanas a Polônia desmoronou.

O sucesso dos alemães contra os poloneses foi explicado, em parte, pelo uso da ‘blitzkrieg’ (guerra-relâmpago), que era inovadora na época. Além disso, os militares poloneses adotaram uma estratégia de defesa equivocada, o que facilitou a vitória alemã.

Sem grandes problemas, os avanços continuaram em ritmo alucinante e, a partir do dia 17, quando os russos atacaram a Polônia ao leste, como parte do Pacto de Não-agressão teuto-soviético – a resistência cessou rapidamente.

No dia 25 de setembro, a Luftwaffe realizou um último raid sobre a cidade de Varsóvia que foi feito por insistência de Hitler que não queria que a capital caísse nas mãos soviéticas. No dia 28 as últimas resistências foram varridas e o Governo polonês deixou de existir.

Ao final da Campanha da Polônia, a Luftwaffe tinha perdido 285 aeronaves e teve danificadas outras 279, sendo que o total de mortos e desaparecidos foi de 759. Em troca a Luftwaffe ganhou a reputação como a “cruel” e eficaz arma da Wehrmacht, o que foi de extrema valia nas campanhas que se seguiram ao Oeste.

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Source: DefesaTV Mundo