Forças Democráticas da Síria abandonaram região de Ras al-Ain

Forças Democráticas da Síria (FDS), dominadas por combatentes curdos, se retiraram neste domingo (20) da cidade Ras al-Ain, localizada ao norte da Síria, e que estava sitiada por forças turcas com apoio Sírio, segundo o Observatório de Direitos Humanos (OSDH).

O líder das FDS, Mazloum Abdi, tinha dito no sábado (19), à agência de notícias France Presse, que os seus combatentes iriam se retirarar da cidade conforme o acordo de tréguas feito com os Estados Unidos.

A promessa foi cumprida e as tropas retiraram-se da região fronteiriça, com 32 km de extensão, depois que os soldados turcos as terem deixado sair de Ras al-Ain. A Turquia também confirmou a saída dos combatentes curdos, após a trégua negociada.

“Um comboio com cerca de 55 veículos entrou em Ras al-Ain e um outro com 86 veículos partiu para Tal Tamr”, diz um comunicado do Ministério da Defesa turco, que também transmitiu imagens da retirada dos soldados.

Após conversações na quinta-feira (17) com o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, a Turquia concordou em suspender a sua ofensiva militar no norte da Síria por cinco dias, para permitir que as forças curdas se retirassem da área de fronteira.

O presidente turco, Recetp Tayyip Erdogan, ameaçou retomar as hostilidades se os combatentes curdos não se retirarem da cidade síria.

  • Com informações do site RTP Notícias (PT)

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Acidente durante treinamento em base militar dos EUA na Georgia deixa três mortos

Três militares do Exército dos Estados Unidos (US Army) morreram e outros três ficaram feridos na manhã deste domingo (20), quando realizavam um treinamento na base militar de Fort Stewart, no estado da Geórgia.

De acordo com o comandante da 3° Divisão de Infantaria, general Tony Aguto, os militares estavam em cima de um veículo blindado quando o motorista perdeu o controle e derrubou os seis homens, que ainda não tiveram suas identidades divulgadas pelo Exército.

“Nossos corações e orações se dirigem a todas as famílias afetadas por essa tragédia”, falou o general Tony Aguto à imprensa.

As outras três vítimas que sobreviveram ao acidente precisaram ser levadas para o Hospital Militar da base, onde permanecem com o quadro de saúde considerado grave. O secretário de Defesa, Mark Esper, ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.

De acordo com o canal de televisão ‘Fox News’, as causas do acidente já estão sendo investigadas pelo Exército em conjunto com o Pentágono.

  • Com agências internacionais

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Tropas dos EUA que estão sendo retiradas da Síria devem combater o Estado Islâmico no Iraque

O secretário de Defesa dos EUA, Mark Esper, declarou que as tropas americanas retiradas da Síria serão movimentadas para o Iraque. Os militares vão continuar a atuar em operações contra o Estado Islâmico (EI), a fim de impedir um possível ressurgimento do grupo no país, explicou Esper.

A declaração do secretário é a primeira de uma autoridade americana que confirma o destino das tropas retiradas da Síria, e detalha a continuidade do combate ao EI. Esper ainda informou que manteve conversas com autoridades iranianas sobre a possibilidade de enviar 700 militares à região oeste do Iraque.

Ainda de acordo com Esper, as tropas enviadas ao Iraque terão duas missões, incluindo o combate ao EI. “A primeira é ajudar a defender o Iraque e a segunda é executar uma missão de combate ao EI, enquanto aguardamos novas ordens”, disse Esper.

E completou: “As coisas podem mudar entre o momento atual até completarmos a transferência das tropas, mas o plano momentâneo é esse.” Forças especiais americanas no ano passado no norte da Síria.

Atualmente os EUA tem mais de 5.000 militares no Iraque, por força de um acordo entre os dois países. Tropas saíram do Iraque em 2011, quando as atividades militares da Guerra do Iraque foram retiradas, mas retornaram em 2014, depois que o EI começou a conquistar territórios no país.

  • Com informações da agência AFP

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Porta-aviões japonês afundado durante Batalha de Midway é encontrado no Oceano Pacífico

Após várias semanas de busca nas profundezas do Oceano Pacífico, arqueólogos marinhos finalmente conseguiram achar os restos de um porta-aviões japonês da Segunda Guerra Mundial.

Segundo à agência de notícias AP  os trabalho de pesquisa a bordo de um navio de pesquisa, se concentrou a centenas de quilômetros das ilhas de Midway, onde conseguiram encontrar o referido navio japonês.

Trata-se do porta-aviões Kaga, que participou do ataque a Pearl Harbor e foi afundado pelos EUA durante a batalha de Midway, no dia 4 de junho de 1942. Um pedaço da embarcação já havia sido localizado no ano de 1999, mas foi apenas na semana passada que os arqueólogos encontraram as demais partes.

As primeiras pistas foram recebidos alguns dados de sonar e depois utilizou-se robôs submarinos para pesquisar e fazer vídeos para confirmar a descoberta e comparar com imagens de documentos históricos, onde foi possível afirmar que o navio encontrado é o porta-aviões japonês.

“Lemos sobre as batalhas, sabemos tudo que se passou. Mas quando se vê estes restos no fundo do oceano, se tem uma ideia do custo real da guerra”, expressou Frank Thompson, um dos historiadores que participou da pesquisa a bordo do navio Petrel, que explora as águas profundas em busca de naufrágios.

Até agora os pesquisadores só localizaram um das sete embarcações, cinco japoneses e dois americanos, que foram afundados durante a batalha aérea e naval travada na região.

Agora a tripulação do navio de pesquisa Petrel espera encontrar todos os outros pedaços de navios dessa batalha para poder os examinar e adicionar novos detalhes aos dados sobre a história da Segunda Guerra Mundial.

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O impasse sobre as 50 bombas atômicas que os EUA mantêm guardadas na Turquia

Desde o início do mês, a relação entre os Estados Unidos e a Turquia, oficialmente aliados em questões de defesa, tem dados sinais de instabilidade e desgaste. Uma jogada brusca do presidente americano, Donald Trump, retirou tropas americanas do norte da Síria, presença que até então blindava em alguma medida o avanço da Turquia sobre as forças curdas da região.

Mas Ancara não apenas avançou contra os curdos como sua ofensiva colocou sob fogo militares dos EUA que ainda não haviam sido evacuados da área. Conforme confirmado pelo Pentágono, um disparo da artilharia turca caiu a apenas cem metros de onde estavam os americanos.

Washington respondeu às investidas militares turcas com sanções econômicas ao país comandado pelo presidente Recep Tayyip Erdogan. Por outro lado, no terreno em que se baseia o relacionamento entre Washington e Ancara há, literalmente, elementos sensíveis e que podem conter maiores hostilidades.

Primeiro, a Turquia tem uma localização geográfica estratégica que faz do país a ponte entre a Europa, o Oriente Médio e a Ásia Central, e abriga ainda o segundo maior exército da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Como se isso não bastasse, a Turquia abriga meia centena de bombas nucleares dos EUA que estão armazenadas na base aérea de Incirlik, localizada a pouco mais de 100 quilômetros da fronteira com a Síria.

Após a ofensiva ordenada por Erdogan, o governo Trump começou a estudar planos para retirar as armas que, segundo uma importante americana citada pelo jornal The New York Times, se tornaram uma espécie de refém de Erdogan.

Nesta quinta-feira, diretamente de Ancara, o vice-presidente americano, Mike Pence, anunciou que os EUA e a Turquia concordaram com um cessar-fogo de cinco dias na ofensiva turca na Síria. Isso deve aliviar as tensões na região. Mas como essas bombas atômicas chegaram à Turquia?

Herança da Guerra Fria

Como parte dos acordos firmados com a então União Soviética para resolver a chamada Crise dos Mísseis de 1962, Moscou comprometeu-se a retirar seus mísseis nucleares de Cuba, enquanto Washington removeria seus mísseis da Turquia.

“Os Estados Unidos retiraram os mísseis, mas sempre mantiveram as bombas nucleares armazenadas na Turquia para serem (eventualmente) usadas por eles e por alguns aliados da Otan”, diz Jeffrey Lewis, professor de controle de armas do Instituto Middlebury de Estudos Internacionais (Califórnia, EUA).

Segundo Lewis, existem outros países que estão na mesma situação, como Alemanha, Itália, Bélgica e Holanda. Os artefatos nucleares americanos na Turquia são cinquenta bombas táticas B61, capazes de transportar cargas nucleares calculadas entre 300 toneladas e 170 quilotons (equivalente a aproximadamente 11 vezes a capacidade destrutiva da bomba de Hiroshima).

Atualmente, essas bombas só podem ser usadas pelas forças americanas, já que, por cerca de duas décadas, Ancara deixou de ter aviões e pilotos certificados para lançá-las. No entanto, em um contexto de tensões crescentes com a Turquia, quais riscos os EUA podem enfrentar mantendo essas bombas em Incirlik? E o que poderia acontecer em uma tentativa de retirada?

Um símbolo e uma ameaça

Segundo um alto funcionário americano ouvido pelo New York Times, a situação dessas bombas envolve um dilema: retirá-las de Incirlik marcaria o fim da aliança entre os Estados Unidos e a Turquia; mas mantê-las ali estaria perpetuando uma vulnerabilidade nuclear que deveria ter sido resolvida anos atrás.

Não é a primeira vez que essa discussão é levantada, embora provavelmente o senso de urgência de agora seja uma novidade.

Desde o fim da Guerra Fria, o destino de bombas nucleares americanas espalhadas por países aliados está em discussão na Otan, mas, aparentemente, vários Estados membros — incluindo a Turquia — se opuseram à sua retirada por serem consideradas um símbolo de compromisso dos EUA com o apoio à defesa dos outros membros.

Alguns analistas também apontaram o perigo de sua retirada servir de desculpa para a Turquia tentar desenvolver suas próprias armas nucleares, uma ideia recentemente sugerida por Erdogan durante um comício de seu partido, em que disse ser “inaceitável” que seu país não tenha seu próprio arsenal atômico.

Especialistas como Ankit Panda, pesquisador da Federação de Cientistas Americanos (FAS), acreditam que não faz sentido politicamente manter essas armas na Turquia. “Essa aliança disfuncional não pode e não será salva pela presença de bombas americanas em solo turco”, escreveu Panda em um texto na revista americana The New Republic.

“Essas bombas certamente podem ser removidas e a Turquia pode continuar sendo a ovelha negra intolerável da Otan.” E é justamente o papel da Turquia dentro da aliança que está no centro do debate.

“O governo turco mudou. O presidente Erdogan se tornou um ditador em termos funcionais e sua política externa é muito mais pró-Rússia. Ele deixou de ser um aliado rumo a uma posição mais neutra ou mesmo contrária a muitos dos interesses da segurança dos EUA “, diz Lewis.

A aproximação de Ancara e Moscou é evidente em alguns fatos concretos, como na decisão de Erdogan de comprar o sistema de mísseis russo S-400, o que levou Washington a excluir a Turquia do programa de fabricação e compra dos novos caças F-35.

“Se a Turquia se candidatasse a se tornar membro da OTAN agora, ela nem chegaria à porta”, escreveu Max Boot, analista do Conselho Americano de Relações Exteriores (CFR).

O especialista explica que hoje a organização exige candidatos com sistemas democráticos estáveis, compromisso com o Estado de direito e os direitos humanos, uma economia de mercado e a busca por soluções para disputas étnicas ou territoriais por meios pacíficos.

“A Turquia tem uma economia de mercado, mas não atende a nenhum dos outros critérios”, aponta.

Bombas seguras?

Também não é a primeira vez que os Estados Unidos se preocupam com a situação de suas bombas atômicas na Turquia. Em 2016, durante uma tentativa de golpe de Estado contra Erdogan, a base de Incirlik foi usada por alguns dos participantes da conspiração, incluindo um general que pediu a proteção dos militares americanos, o que foi negado.

Depois, forças leais ao governo cortaram o fornecimento de energia da base e fizeram uma operação para deter os rebeldes que se abrigaram ali. Este episódio explica em parte o distanciamento entre Ancara e Washington, uma vez que foram expressas suspeitas do governo Erdogan sobre o possível apoio dos EUA ao levante.

Questiona-se também a posição da Casa Branca em não autorizar a extradição de Fetullah Gülen, o clérigo islâmico considerado pelo governo turco como o responsável pela revolta. De qualquer forma, existe um conjunto de medidas de segurança que dificultam o acesso às bombas americanas.

Jeffrey Lewis explica que essas armas estão em um cofre dentro de um prédio vigiado por forças americanas — e em torno do qual existe um perímetro de isolamento. Além disso, as próprias bombas possuem dispositivos de segurança e requerem um código de acesso para usá-las.

“Todas essas medidas são feitas para protegê-las de um grupo terrorista ou de um militar desonesto. Mas as armas não estarão seguras se, por exemplo, o governo turco decidir se apropriar delas”, diz o especialista.

Lewis é a favor da retirada das bombas de Incirlik. “A Turquia não pode fazer muito para evitar. Supondo que eles não sejam notificados antecipadamente sobre a transferência, existem aviões americanos que entram e saem dessa base o tempo todo, então você só precisa enviar o avião, carregá-lo e voar de volta “, diz.

O especialista acrescenta que os Estados Unidos já haviam feito uma operação semelhante em 2001 na Grécia, quando foi avaliado que a situação de segurança havia se deteriorado. Outros especialistas, como Vipin Narang, especialista em tecnologia nuclear do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), alerta que retirar as bombas envolve alguns riscos.

“Tirá-las nessas circunstâncias pode ser incrivelmente arriscado, pois envolveria tirar 50 armas nucleares dos cofres, movê-las dentro do espaço aéreo turco e depois retirá-las deste espaço aéreo”, disse Narang ao jornal britânico The Guardian. “Elas podem estar vulneráveis ​​a acidentes ou ataques”, alertou.

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  • Fonte: BBC Brasil

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Estados Unidos moderniza seu sistema de controle de lançamento nuclear

Considerada a maior potencia militar do planeta, as Forças Armadas dos Estados Unidos ainda fazem uso de disquetes de 8 polegadas e um computador da década de 70 para coordenar as ordens de lançamento nuclear que venham diretamente do presidente.

Mas finalmente este equipamento foi substituído. Agora, o comando estratégico dos EUA anunciou que usará “solução de armazenamento digital de estado sólido altamente segura”, segundo palavras do tenente-coronel Jason Rossi, ao site ao c4isrnet.

Há um motivo: segurança

O armazenamento é usado em um sistema antigo chamado de Strategic Automated Command and Control System – SACCS (ou Sistema Estratégico de Comando e Controle Automatizado).

Ele é usado pelas forças nucleares dos EUA para enviar mensagens de ação de emergência dos centros de comando para as forças de campo e é basicamente inatacável. A razão: foi criado muito antes da existência da Internet.

“Você não pode invadir algo que não tem um endereço IP. É um sistema único — é antigo e é muito bom”, afirmou Rossi.

O Departamento de Defesa planejava substituir o antigo computador IBM Series/1 SACCS e “atualizar suas soluções de armazenamento de dados, processadores de expansão de portas, terminais portáteis e terminais de desktop até o final do ano fiscal de 2017”, informou o Departamento em 2016.

A Força Aérea não revelou se esse projeto está completo, mas disse que aprimorou a velocidade e a conectividade do SACCS.

Apesar da idade do sistema, a Força Aérea está confiante em sua segurança e tem um bom controle sobre sua manutenção. Por outro lado, a instalação de um sistema totalmente novo não é tão fácil quanto parece.

“Você deve ser capaz de certificar que um adversário não pode assumir o controle dessa arma, que ela poderá fazer o que deve fazer quando a chamar”, disse o presidente do Conselho Científico da Força Aérea, Dr. Werner. JA Dahm, ainda em 2016.

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Segundo porta-aviões Chinês pode ser comissionado este ano ainda

O segundo porta-aviões chinês, Type 001A, continua sua fase de testes no mar. Nesta-terça-feira (15) a embarcação passou por mais uma sessão de testes, e de acordo com especialistas, o navio pode entrar em serviço ainda neste ano.

Um aviso de restrição de navegação divulgado pela Administração de Segurança Marítima da China, afirma que uma missão militar deverá ser realizada na próxima segunda-feira (21) no mar de Bohai. Caso confirmado o teste, será o oitavo do Type 001A, já que a embarcação havia passado por testes em agosto.

Li Jie, perito em meios navais chinês, declarou ao site Global Times que “provavelmente os testes são para avaliar se o porta-aviões está ou não pronto para ser entregue à PLA Navy”.

O primeiro teste de mar do Type 001A ocorreu em maio de 2018, enquanto o primeiro navio Chinês desta classe, o Liaoning, passou por 10 testes de mar no períodos de 13 meses antes de ser comissionado.

O Type 001A fora totalmente desenvolvido na China. A PLA Navy está testando cuidadosamente sua embarcação e tomando todas as medidas de precaução, afirmou Li, que também observou que “é melhor resolver todos os problemas antes de ser comissionado”.

  • Com agências internacionais

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Curdos acusam Turquia de usar armas químicas na Síria

Autoridades de Rojava, região autônoma controlada pelos curdos no nordeste da Síria, acusaram nesta quinta-feira (17) a Turquia de usar armas químicas de fósforo branco e napalm em sua incursão militar na região, especialmente na cidade de Ras al Ayn, na fronteira entre os dois países.

“O agressor turco está usando todas as armas disponíveis contra Ras al Ayn. Frente ao óbvio fracasso de seu plano, Erdogan está recorrendo a armas proibidas no mundo inteiro, como fósforo branco e napalm”, diz um comunicado dos curdos sírios Poucas horas antes, Mustafa Bali, chefe de comunicação das Forças Democráticas da Síria (SDF), coalizão de maioria curda que controla parte do nordeste do país árabe, já havia acusado Ancara de empregar “armas não-convencionais” em sua ofensiva.

Já o ministro da Defesa da Turquia, Hulusi Akar, garantiu que seu Exército “não tem armas químicas em seu inventário”. “As milícias curdas das YPG usam armas químicas para depois acusar a Turquia”, acrescentou, em referência às Unidades de Proteção Popular, que compõem as SDF e são consideradas “terroristas” por Ancara.

A ofensiva no nordeste da Síria começou em 9 de outubro e, segundo balanço da própria Turquia, já “neutralizou” 673 curdos.  A incursão se tornou possível após a decisão dos Estados Unidos de retirar suas tropas da região, apesar de o país ter financiado as SDF para derrotar o Estado Islâmico (EI) na Síria.

O presidente Donald Trump disse que seu objetivo é retirar os EUA de “guerras sem fim”, mas impôs sanções à Turquia por causa da operação militar. Além disso, ainda antes da incursão, enviou uma carta ao mandatário turco, Recep Tayyip Erdogan, pedindo para ele “não bancar o durão” e fazer um acordo com os curdos.

A imprensa da Turquia diz que Erdogan jogou o documento “no lixo” por considerá-lo “privado de cortesia diplomática”. Na carta, Trump também ameaça “destruir” e economia turca.

  • Com informações da agência ANSA

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General e capitão morrem em queda de caça Su-30 da Força Aérea da Venezuela

Segundo nota emitida pelo governo venezuelano, dois militares venezuelanos morreram quando o caça em que estavam, um caça Sukhoi Su-30 MK2 de fabricação russa caiu nesta quarta-feira (16), momentos após a sua decolagem.

As vítimas foram identificadas como: general de brigada Virgilio Márquez (que pilotava o caça), e o capitão Nesmar Salazar, eles decolaram de uma base no estado de Guárico a leste do país.

O ditador Nicolás Maduro lamentou a morte de ambos e ordenou uma investigação sobre a queda da aeronave. A oposição, porém, colocou Maduro contra a parede. Juan Guaidó disse, no Twitter, que as mortes dos membros das Forças Armadas eram resultado da falta de manutenção das aeronaves.

“É necessário perguntar por quanto tempo a dor e a dor serão constantes na família militar. Quantos oficiais mortos adicionam falhas de manutenção? Hoje, a aviação está sofrendo porque há mais duas vítimas de corrupção e mal-entendidos nas Forças Armadas”, escreveu Guaidó.

A Rússia é o principal parceiro militar da Venezuela. No decorrer deste ano, a Rússia enviou vários militares ao país sul-americano sob a justificativa de realizar manutenção dos equipamentos russos comprados pelo regime de Maduro. Em 5 de outubro, as duas nações renovaram os contratos de “apoio e assessoria” em matéria militar e energética.

Trazendo esta parceria para as discussões sobre a morte dos dois militares nesta quarta-feira (16), a presidente da ONG venezuelana Control Ciudadano, Rocío San Miguel, questionou as falhas que ocorreram no Su-30.

Segundo a advogada “não é normal que um avião de combate como o Su-30, ’em boa manutenção’ tenha uma falha no controle de voo no momento da decolagem”, ou que o sistema de ejeção falhe, já que “os seus assentos foram projetadas para serem utilizados com sucesso mesmo em baixa altura”.

“As perguntas são: Por que ele não abriu o paraquedas de GB Márquez Morillo? Por que Cap Salazar morreu queimado dentro do avião?”, escreveu ela no Twitter.

Um acidente com um Su-30 das Forças Armadas venezuelanas já havia ocorrido em setembro de 2015 na fronteira com a Colômbia, quando morreram dois capitães e a aeronave ficou totalmente destruída.

  • Com agências nacionais

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Força Aérea Indiana realizam exercício para estarem prontos em caso de guerra contra China

O Comando Oriental da Força Aérea Indiana (IAF) anunciou a realização de importantes exercícios de alto nível nos Himalaias junto a Linha de Controle Real (LAC), próximos à fronteira com a China.

A frequência destes exercícios de prontidão para um conflito aumentou após relatos de um reforço militar por parte da China desde o confronto de Doklam em 2017. A LAC é a fronteira de fato entre a Índia e a China.

A IAF está utilizando seu principal vetor de combate, o caça Su-30MKI. Mas outros equipamentos estão sendo testados durante os exercícios, declarou o Ministério da Defesa (MD) nesta quarta-feira (16).

O exercício é dividido em duas fases: a primeira que vai do dia 16 a 19 de outubro, e a segunda será entre os dias 29 de outubro a 1º de novembro. As imagens divulgadas pelo MD revelaram caças Su-30MKI e Hawk operando a partir de locais dispersos, inclusive Dimapur, Imphal, Guwahati, Calcutá, Pasighat e Andal.

“Os exercícios farão parte do aumento da capacitação e treinamento operacional para realizar operações a partir de locais dispersos em caso de hostilidades. O objetivo é familiarizar as tripulações da IAF com o procedimento de voar nesses aeródromos movimentados e de coordenar com os civis”, disse o porta-voz da IAF (Comando Oriental), comandante de ala Ratnakar Singh.

No início deste mês, dias antes da visita do presidente chinês Xi Jinping a Nova Delhi para uma Segunda Cúpula Informal, os militares indianos haviam conduzido jogos de guerra em massa no estado de Arunachal Pradesh.

No entanto, o Ministério das Relações Exteriores da China declarou que o exercício militar não decorreu em Arunachal Pradesh, mas em “Tibete do Sul”, que é o que a China chama a região. De olho na China, a IAF reativou sete campos de pouso avançados em Arunachal Pradesh nos últimos três anos.

Em setembro, a Índia também realizou jogos de guerra nas áreas de alta altitude de Ladakh Oriental com participação de tropas integradas de todos os seus serviços militares. O exercício incluiu o destacamento de forças mecanizadas com multiplicadores de força integrando plataformas de alta tecnologia.

A Índia tornou-se mais cautelosa após o destacamento pela China de bombardeiros estratégicos e mísseis de longo alcance que permitiriam facilmente ultrapassar as atuais capacidades de detecção da Índia.

“No planalto tibetano, uma série de novas bases aéreas importantes, juntamente com inúmeras pistas de aterrissagem satélite recentemente desenvolvidas, proporcionam à Força Aérea chinesa a capacidade de executar operações ofensivas através dos Himalaias”, comentou Jagannath P. Panda, pesquisador do Instituto de Estudos e Análise da Defesa, sediado em Delhi.

A Índia e a China partilham uma fronteira de quase 4.000 km com grande parte da mesma em disputa, incluindo perto de Arunachal Pradesh, a que a China chama de Tibete do Sul.

  • Com agências internacionais

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Source: DefesaTV Mundo