100 Mariners e 2 helicópteros Apache enviados para a embaixada americana em Bagdá

A princìpio, a embaixada americana não foi completamente invadida e tomada conforme as divulgações iniciais dos correspondentes estrangeiros em Baghdad e de outros canais de midias; pois o complexo da embaixada se assemelha a um castelo, com diversas camadas de muros e com uma instalação tipo “bunker”, que não foi invadida pela multidão durante o ocorrrido.

Somente as àreas externas ao complexo foram tomadas e pequenas instalações como guaritas e garagens foram incendiadas no decorrer do dia.

Não foi divulgado pelos canais governamentais dos EUA exatamente quantos funcionarios da embaixada estão ainda no interior das àreas protegidas, mas teoricamente os que ainda estão no interior do complexo podem permanecer por algumas semanas, até que uma ação de resgate seja necessària. Também ainda não existem informações oficiais sobre como serão conduzidas as operações de retirada dos militantes extremistas do Hezbollah que ainda ocupam a àrea externa da embaixada.

O embaixador e outros altos funcionarios foram evacuados da embaixada bem antes, quando surgiram indicios mais sérios da possibilidade de invasão da embaixada.

Um destacamento de 100 fuzileiros navais vai reforçar a estrutura de segurança da embaixada dos EUA em Bagdá, no Iraque, confirmou o Comando Central dos EUA e o DoD – Department of Defense, através de comunicado do U.S. Secretary of Defense Esper, divulgado pelas redes sociais oficiais do Governo dos EUA.

Os fuzileiros foram solicitados pelo Departamento de Estado e aprovados pelas Forças de Segurança do Iraque, disse Mike Lawhorn, porta-voz do Comando Central, em um email na terça-feira pois jà existiam rumores da invasão da embaixada de maneira iminente. Dois helicópteros de ataque Apache também complementarão a segurança.

Depois que os manifestantes destruíram o portão principal do complexo, uma área de recepção na embaixada foi incendiada e membros do serviço americano foram vistos no telhado da embaixada contra atacando manifestantes que tentavam prosseguir invadindo as demais àreas do complexo, o que ocasionou um confronto sério que resultou em muitos feridos do lado dos invasotres, todos atingidos por munições não letais e bombas de efeito moral, segundo a Associated Press.

“O Departamento de Defesa está trabalhando em estreita colaboração com o Departamento de Estado para garantir a segurança de nossa embaixada e pessoal em Bagdá”, disse o secretário de Estado Mark Esper em comunicado à imprensa. “Adotamos ações apropriadas de proteção da força para garantir a segurança dos cidadãos americanos, militares e diplomatas no país e garantir nosso direito de legítima defesa”.

Embora as forças armadas americanas protejam a embaixada, também é responsabilidade do governo iraquiano intensificar e ajudar na sua proteção, disse Esper.

“Como em todos os países, contamos com as forças da nação anfitriã para ajudar na proteção de nosso pessoal no país, e pedimos ao governo do Iraque que cumpra suas responsabilidades internacionais de fazê-lo”, disse Esper.

  • Com informações do U.S. DoD – U.S. Department of Defense e Associated Press via redação Orbis Defense Europe.

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Presidente Trump responsabiliza Irã por invasão da Embaixada dos EUA em Baghdad

O Presidente Donald Trump declarou atravéz de sua conta no Twitter, no qual comenta brevemente  a invasão da Embaixada dos EUA no Iraque ocorrida hoje pela manhã (horàrio local do Iraque, por volta de 4am no Brasil). Nessa declaração ele responsabiliza diretamente o Irã por fomentar a invasão da embaixada americana em Baghdad e espera que o governo iraquiano use de suas forças de ordem para resolver a situação.

O DoD – Departement of Defense dos EUA ainda não emitiu nenhum comunicado oficial sobre a situação e todas as informações sobre os fatos estão sendo divulgadas por correspondentes estrageiros no Iraque e outros meios informais como as redes sociais.

Nesse 31 de dezembro, manifestantes e militantes do Hezbollah de Kata’ib no Iraque invadiram a Embaixada dos EUA em Bagdá e atearam fogo em quase toda a instalação. Tudo começou com um grande protesto anti-governo e alguns membros das Unidades de Mobilização Popular (PMU) que estavam protestando diante da embaixada.

O embaixador e a equipe dos EUA teriam sido evacuados da embaixada em Bagdá bem antes da invasão ainda nas primeiras horas do dia, depois que milhares de manifestantes se reuniram do lado de fora do prédio para protestar contra um ataque aéreo dos EUA contra um grupo de milícias apoiado pelo Irã.

  • Com informações Reuters, STF Analysis & Intelligence via redação Orbis Defense Europe.

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Embaixada dos EUA em Baghdad (Iraque) é invadida e incendiada por militantes do Hezbollah de Kata’ib

Nesse 31 de dezembro, manifestantes e militantes do Hezbollah de Kata’ib no Iraque invadiram a Embaixada dos EUA em Bagdá e atearam fogo em quase toda a instalação. Tudo começou com um grande protesto anti-governo e alguns membros das Unidades de Mobilização Popular (PMU) que estavam protestando diante da embaixada.

O embaixador e a equipe dos EUA teriam sido evacuados da embaixada em Bagdá bem antes da invasão ainda nas primeiras horas do dia, depois que milhares de manifestantes se reuniram do lado de fora do prédio para protestar contra um ataque aéreo dos EUA contra um grupo de milícias apoiado pelo Irã.

Os líderes das Unidades de Mobilização Popular (PMU) exigiram o fechamento da embaixada dos EUA, e os apoiadores da PMU tentaram invadir o local por diversas vezez sendo repelidos pelas forças de segurança americanas, porém mais tarde ocorreu uma provavel ordem de abandono do prédio.

Aconteceu um violento confrontos e troca de tiros quando os manifestantes invadiram a embaixada e por fim bandeiras do Hezbollah de Kata’ib (uma parte da PMU) foi hasteada na embaixada.

Aparentemente alguns guardas e militares permaneceram e, como nas notícias mais recentes, haviam se barricado na embaixada, esperando a multidão romper os portões, como pode ser visto em um vídeo. Os soldados norte-americanos dentro da embaixada parecem aguardar ordens sobre como agir.

Mais recentemente, às 15 horas, horário local no Iraque, o primeiro-ministro Adil Abdul-Mahdi instou os apoiadores e membros das Unidades de Mobilização Popular e, especificamente, o Kata’ib Hezbollah a deixar as instalações da Embaixada dos EUA.

Tudo isso é resultado de um recente ataque aéreo dos EUA às posições do Kata’ib Hezbollah na Síria e no Iraque. Washington afirma que o Hezbollah Kata’ib é um grupo terrroísta. O grupo, que faz parte das Unidades de Mobilização Popular e, portanto, parte oficial das forças armadas iraquianas, prometeu uma resposta dura aos EUA.

  • Com informações Reuters, STF Analysis & Intelligence via redação Orbis Defense Europe.

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Cúmplices do terrorismo híbrido; ONGs usam tráfico humano para alterar soberanias europeias

Por Cristian de Rosa 

Introdução de Yam Wanders

Estamos vendo a realização de muitas previsões que eram consideradas “teorias de conspiração” desde o começo da crise de refugiados da guerra civil da Líbia em 2011 e da guerra da Síria em 2015. Estas previsões (entre muitas outras) nas suas versões mais simples explicavam que o fluxo de migrantes para a Europa seria fruto de uma planificação já bem antiga, arquitetada por um ou mais países do mundo árabe,  com o objetivo direto de desestabilização da Europa a longo prazo, e o uso dessa situação, para de imediato chantagear a balança geopolítica entre Europa e alguma potência emergente do mundo árabe, no caso a Turquia, que hoje estamos vendo já colocando seus tentáculos para todas as direções.

No caso interno da Europa, vemos a evidente cumplicidade de uma esquerda desmoralizada que troca de nome para neoliberalismo progressista, esta que precisa urgentemente de votos e uma massa de manobra que seja facilmente seduzida por politicas sociais promiscuas e relativistas morais. 

A pior parte quem está a pagar é a população européia de base, que nada tem a ver com as guerras do Oriente Médio e que hoje sofre com a grande criminalidade nos centros urbanos, terrorismo de todas as formas e com reformas previdenciárias e de impostos que visam a arrecadação de fundos que em parte são para o suporte aos milhares de migrantes ilegais, que hoje tem mais vantagens sociais que qualquer cidadão nativo ou eurodescendente naturalizado por direito de sangue.

O que para muitos é um grande “problema social”, o que é na realidade uma opinião programada pelos meios de comunicação neoliberais, para outros é a evidente guerra de civilizações já em curso, por outros meios mais sutis. 

Aos ignorantes e relativistas morais de plantão, é sempre mais fácil acusar de racista quem denuncia a situação, do que admitir que foi enganado por anos de programações sociais subliminais que hoje fazem parte da guerra hibrida moderna.

Saiba mais acessando:

https://orbisdefense.blogspot.com/2019/11/a-possibilidade-de-guerra-civil-na.html

ONGs usam tráfico humano para alterar soberanias europeias

Os migrantes da África e Oriente Médio são as principais vítimas da atual guerra migratória mantida por ONGs ligadas à ONU e financiadas por milionários europeus, contra as soberanias de países da Europa. A atividade das ONGs visa modificar a legislação de países europeus para fragilizar suas soberanias por meio de intervenções internacionais, seja de ONGs ou da própria ONU. Para isso, elas dizem “salvar” pessoas vulneráveis das mãos de máfias de tráfico humano, enquanto fazem exatamente o mesmo trabalho com navios mais caros e tratamento vip.

De acordo com informações de matéria da IstoÉ, na última segunda-feita (5), a ONG espanhola Proactiva Open Arms pediu refúgio a 121 migrantes e anunciou que continuará suas operações apesar dos esforços dos governos europeus para barrar a via migratória utilizadas pelas máfias.

Open Arms é uma das muitas entidades que atua na coleta de migrantes no mar, usando da vulnerabilidade dessas pessoas para objetivos ligados à quebra de soberanias, agenda cara à ONU. A ONG é uma entidade associada ao Departamento de Informação Pública das Nações Unidas. A Open Arms pertence à Human Rigth At Sea, organização inserida no contexto da Agenda 2030. De 2017 a 2018, a entidade recebeu 3,2 milhões de euros proveniente de fundos privados, o que corresponde a 90% do seu financiamento.

“Continuaremos até que a política migratória da UE mude”, assegurou à AFP o fundador da Proactiva Open Arms, Óscar Camps, em uma entrevista à IstoÉ, por telefone.

Outra ONG envolvida com o tráfico de imigrantes é a SOS Méditerranée e os Médicos sem Fronteiras, que após ser obrigada a suspender suas atividades, em dezembro de 2018, fretou um novo navio, o Ocean Viking, com o qual se dirige para a costa da Líbia para coletar mais migrantes e conduzi-los na travessia do Mediterrâneo.

“Para evitar mortes”, Oscar Camps pede ajuda à ONU para forçar a abertura aos pedidos de asilo e refúgio evitando que sejam feitos pelas máfias de tráfico humano. Em uma espécie de trabalho de “redução de danos”, as ONGs fazem o mesmíssimo trabalho das máfias, utilizando-as como ameaça à vida vulnerável dos migrantes, usados para fins políticos dessas ONGs. A retórica das ONGs se baseia em oferecerem-se como única alternativa às máfias em uma crise sem soluções.

Por isso, o papel das máfias de tráfico de pessoas, que amontoam os migrantes em embarcações muito precárias, é denunciado tanto pela Itália e seus sócios europeus como pelas ONGs, que apenas oferecem tratamento mais digno para que os migrantes sejam conduzidos e traficados com segurança.

Para Roma, é evidente que salvar os migrantes apenas estimula as máfias que os abandonam no meio do mar contando com a operação humanitária de resgate.

Para as ONGs, a incapacidade europeia para reformar sua política de refúgio deixa essas pessoas sem outra opção que não seja confiar sua vida a essas redes, justificando assim o trabalho deles e das máfias.

“Dizer que são os barcos de salvamento os que incitam as travessias é falso. Inclusive sem barcos, as saídas continuam e se reportam numerosos naufrágios”, declarou à AFP o diretor de operações de SOS-Méditerranée Fréderic Penard.

Países já veem ONGs como instrumento de tráfico humano

A Itália confiscou o Sea Watch da ONG alemã de mesmo nome e chegou a deter temporariamente sua capitã Carola Rackete, a primeira a desafiar a proibição de Roma e entrar em junho à força na ilha de Lampedusa para desembarcar 40 migrantes.

Se os barcos humanitários “entrarem em águas territoriais italianas, os confiscaremos um a um. Veremos quem cansa antes”, disse na quinta-feira o ministro do Interior italiano Matteo Salvini.

Em 2018, a Hungria expulsou o milionário George Soros por financiar ONGs de imigração ilegal no país. Os interesses de grandes financiadores motivam ações em favor da migração pelo mundo. A Open Society, ONG do milionário, está por trás de praticamente todas as iniciativas pró-migração da Europa.

Guerra politicamente correta pela informação na Europa

A Itália tem sido um dos países alvo dos incentivadores internacionais da migração, já que devido sua localização, tem sido porta de entrada à migração vinda dos continentes próximos.

Por isso, o jornalismo italiano e europeu obedece, desde 2011, a um protocolo criado para estabelecer a linguagem politicamente correta no trato de questões migratórias. A chamada Carta di Roma, a partir da Associação Carta de Roma, apresenta uma espécie de código moral unificado com os “deveres do jornalista”. Trata-se de uma entidade de vigilância e observação de mídia, cujos membros permanentes convidados são o Alto Conselho das Nações Unidas para os Refugiados, a Organização Internacional para as Migrações e o Escritório Nacional contra a Discriminação Racial. O uso de termos como “imigrante ilegal” ou “clandestino”, pode ser punido com advertência e multas da Ordem dos Jornalistas, da Itália.

Os financiadores da Carta são a Open Society Foundation, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). A Associazione Carta di Roma enumera as seguintes fontes “confiáveis”, muitas das quais são ONGs italianas ou internacionais diretamente financiadas pela Open Society Foundation: Anistia Internacional, ASGI, COSPE, 21 Luglio, Fortaleza Europa, A Buon Diritto, Médicos Sem Fronteiras Frontières (MSF), Save The Children, atualmente envolvido no tráfico de migrantes no Mediterrâneo e, finalmente, UNAR, (Escritório Nacional Antidiscriminação Racial) da Itália, recentemente envolvido em um escândalo de prostituição gay.

Open Society Foundations criou, na Itália, a Associação para Estudos Jurídicos sobre Imigração (ASGI). A tarefa da ASGI é disseminar idéias sobre leis de imigração entre advogados, juristas e acadêmicos, tendo contribuído para a criação de leis na Itália e União Europeia em matéria de imigração, asilo e cidadania, promovendo o diálogo político e a proteção dos estrangeiros. A ASGI foi fundada pela Open Society Foundation e é diretamente financiada por ela. A ASGI se concentra fortemente na situação atual na Hungria.

Matéria de Cristian Derosa publicada originalmente no site Estudos Nacionais

Cristian de Rosa é Mestre em jornalismo pela UFSC e autor dos livros “A transformação social: como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda” e “Fake News: quando os jornais fingem fazer jornalismo”. Colunista do site Estudos Nacionais e autor do blog A transformação social. Aluno do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho.

Link para a matéria original: https://www.estudosnacionais.com/16289/ongs-usam-trafico-humano-para-alterar-soberanias-europeias

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Forças russas na Síria repelem grande série de ataques de militantes apoiados pela Turquia em Idlib

O Centro de Reconciliação da Rússia na Síria confirmou no dia 28 de dezembro que o Exército Árabe da Síria (AEA) repeliu dois ataques terrestres a suas posições recém-estabelecidas no sudeste de Idlib.

Os ataques, que atingiram as cidades de Jarjanaz e al-Tuh, foram realizados por uma coalizão de Hay’at Tahrir al-Sham (HTS), grupos da al-Qaeda e facções apoiadas pela Turquia.

Entre as 13:00 e as 14:30, horário local de 28 de dezembro de 2019, militantes do grupo terrorista Hay’at Tahrir al-Sham, apoiados por membros da oposição armada do Exército Nacional Sírio, tentaram dois ataques a posições mantidas por tropas do governo perto da cidade de Jarjanaz, na província de Idlib …

Cada um dos ataques envolveu até 150 militantes, apoiados por cinco ou seis caminhonetes com armamento pesado montado nelas, informou a agência de notícias TASS russa, citando como fonte o major-general Yuri Borenkov, chefe de o Centro Russo de Reconciliação das Partes Opostas na Síria.

O comandante russo revelou que o SAA matou pelo menos 80 dos atacantes e destruiu duas caminhonetes sem sofrer vítimas.

Fontes pró-governo revelaram que dois artefatos explosivos improvisados ​​em veículos suicidas (SVBIEDs ou carros-bomba) também foram destruídos pelo exército.

Esses ataques fracassados ​​refletem o desespero de HTS e aliados. Os grupos terroristas perderam cerca de 40 cidades no sudeste de Idlib para o SAA nas últimas duas semanas.

Ataque de militantes contra o Exército Sírio no sudeste de Idlib foi um fracasso!

O Exército Árabe Sírio (AEA) repeliu um ataque em larga escala, lançado por Hay’at Tahrir al-Sham (HTS), grupos da Al Qaeda e facções apoiadas pela Turquia desde 28 de dezembro à tarde.

O ataque, que atingiu as cidades de Jarjanaz e al-Tah, no sudeste de Idlib, se transformou em um grande fracasso, segundo fontes pró-governo.

Na tentativa de esconder seu fracasso, o HTS e seus aliados disseram que o ataque foi “um grande ataque”, alegando que dezenas de militares sírios foram mortos ou feridos. Essas alegações foram negadas por fontes pró-governo, que enfatizaram que o SAA não sofreu perdas sérias.

O HTS e seus aliados tentaram tirar proveito das más condições climáticas na Grande Idlib, que groundeou a Força Aérea Árabe Síria (SyAAF) e as Forças Aeroespaciais Russas (VKS).

No entanto, os grupos terroristas não levaram em conta o poder de fogo da artilharia da SAA. Segundo fontes pró-governo, a força de artilharia desempenhou um papel fundamental repelindo o ataque.

Apesar do fracasso, o HTS e seus aliados podem lançar mais ataques nos próximos dias. Os grupos terroristas precisam desesperadamente de qualquer “vitória” depois de perder mais de 40 cidades para o SAA no início deste mês.

Situação no sul de Idlib após a tentativa de ataque dos terroristas contra o Exército Sírio

O mapa fornece uma visão geral da situação militar no sul de Idlib após a tentativa fracassada de 28 de dezembro por Hayat Tahrir al-Sham e seus aliados de recapturar as cidades de Al-Teh e Jarjanaz.

  • Com informações Reuters, STF Analysis & Intelligence via redação Orbis Defense Europe.

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EUA anunciam contra-ataques às forças apoiadas pelo Irã no Iraque e na Síria

As forças armadas dos EUA anunciaram nesse 29 de dezembro que lançaram “ataques defensivos de precisão” em cinco posições do Kata’ib Hezbollah (KH) no Iraque e na Síria.

Em uma declaração oficial, o U.S. Army disse que os ataques foram uma resposta aos repetidos ataques do KH às bases iraquianas que abrigam as forças da coalizão da Operação Inherent Resolve (OIR).

“Os cinco alvos incluem três localidades KH no Iraque e duas na Síria. Esses locais incluíam instalações de armazenamento de armas e locais de comando e controle que o KH usa para planejar e executar ataques às forças da coalizão OIR ”, diz o comunicado, divulgado pelo Pentágono.

O exército também responsabilizou o KH pelo recente ataque à base K1 dos EUA em Kirkuk, no Iraque. Um empreiteiro militar dos EUA foi morto no ataque, realizado com foguetes fabricados no Irã.

O unidades iraquianas Mobilização Popular (PMU), uma coalizão que inclui KH, confirmou que nos atinge posições de seus 45 alvejado ª e 46 ª Brigada em Anbar e perto da fronteira com a Síria.

De acordo com uma declaração inicial do comando da PMU, “dezenas” de combatentes iraquianos foram mortos ou feridos como resultado dos ataques.

Fontes árabes, incluindo Sky News Arabia, al-Arabiya e al-Mayadeen, afirmaram que líderes proeminentes da UGP, incluindo Abu Ali al-Khazali, estavam entre as vítimas. No entanto, isso ainda não foi confirmado.

No início deste ano, a PMU prometeu responder a qualquer ataque dos EUA ou de Israel às suas tropas usando “armas avançadas”. Uma ameaça que pode se tornar realidade nos próximos dias.

Declaração do Assistente do Secretário de Defesa Jonathan Hoffman de 29 de dezembro de 2019.

Em resposta aos repetidos ataques do Kata’ib Hizbollah (KH) às bases iraquianas que abrigam as forças da coalizão da Operação Inherent Resolve (OIR), as forças dos EUA realizaram ataques defensivos de precisão contra cinco instalações do KH no Iraque e na Síria que degradarão a capacidade do KH de realizar ataques futuros contra as forças da coalizão OIR.

Os cinco alvos incluem três localidades KH no Iraque e duas na Síria. Esses locais incluíam instalações de armazenamento de armas e locais de comando e controle que o KH usa para planejar e executar ataques às forças da coalizão OIR.

Recentes ataques do KH incluíram um ataque de foguete de mais de 30 contra uma base iraquiana perto de Kirkuk, que resultou na morte de um cidadão dos EUA e feriu quatro membros do serviço americano e dois membros das Forças de Segurança do Iraque (ISF).

O KH tem uma forte ligação com a Força Quds do Irã e tem recebido repetidamente ajuda letal e outro apoio do Irã que usou para atacar as forças da coalizão OIR.

A coalizão da OIR está no Iraque a convite do governo iraquiano para garantir a derrota duradoura do ISIS e fornecer conselhos e assistência à ISF. Os EUA e seus parceiros de coalizão respeitam totalmente a soberania iraquiana e apóiam um Iraque forte e independente. Os EUA, no entanto, não serão impedidos de exercer seu direito de legítima defesa.

É importante observar que os ataques KH também feriram vários membros da ISF. O secretário Esper e o primeiro-ministro Mahdi compartilharam um do outro o compromisso de ver cessar de uma vez por todos esses ataques do KH às forças da ISF e OIR.

O Irã e suas forças substitutas do KH devem interromper seus ataques às forças dos EUA e da coalizão, e respeitar a soberania do Iraque, para impedir ações defensivas adicionais das forças americanas.

Fonte: https://www.defense.gov/Newsroom/Releases/Release/Article/2047960/statement-from-assistant-to-the-secretary-of-defense-jonathan-hoffman/

Foguetes apreendidos fabricados no Irã foram usados para o ataque contra a base dos EUA

Foguetes fabricados no Irã foram usados ​​no recente ataque mortal a uma base militar dos EUA em Kirkuk, no Iraque, revelaram novas fotos.

O ataque matou um empreiteiro militar dos EUA e feriu vários militares que estavam trabalhando dentro da base, conhecida como K1, em 27 de dezembro.

As fotos, divulgadas pelas Forças Especiais de Operações do Iraque em 28 de dezembro, mostram o lançador de foguetes usado no ataque. O lançador, composto por 36 tubos de 107 mm, estava escondido na caçamba de um mini caminhão civil.

Quatro dos foguetes, que foram carregados no lançador, falharam ao iniciar. Especialistas identificaram os foguetes como foguetes Fadjr-1 de 107 mm fabricados no Irã. Este tipo tem um alcance superior a 8 km e está armado com uma ogiva de 7,9 kg.

Muitos foguetes Fadjr-1 foram roubados por grupos terroristas dos estoques dos militares sírios e iraquianos nos últimos anos. Foguetes desse tipo foram vistos no Afeganistão.

O tipo de foguete não pode ser considerado uma prova sólida contra o Irã. Apesar disso, uma autoridade dos EUA disse que Washington acredita que o Hezbollah Kata’ib, apoiado pelo Irã, no Iraque, pode estar por trás do ataque.

No início deste mês, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, alertou o Irã e seus aliados locais de realizarem qualquer ataque no Iraque, dizendo que Washington “responderia decisivamente” a qualquer ataque desse tipo.

  • Com informações do U.S. Depapartment of Defense, Reuters e STF Intelligence & Anallysis via redação Orbis Defense Europe.

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Força Aérea Portuguesa efetuou três resgates marítimos em uma semana

Nos dias 20, 25 e 27 de dezembro, a Esquadra 751 – “Pumas”, que opera o EH-101 Merlin, foi ativada para efetuar resgates a bordo de navios que cruzavam a costa portuguesa.

No dia 20 de dezembro, a Esquadra 751 – “Pumas” efetuou o resgate de um tripulante do navio “MARLIN SANTORINI” que se encontrava a navegar a 286 km a sudoeste do Montijo.

No dia de Natal, dia 25 de dezembro, a Esquadra 751 – “Pumas” foi novamente ativada e resgatou um tripulante mais um acompanhante que se encontravam a bordo do navio “MANGELLAN” a cerca de 190 km a sudoeste do Montijo.

Hoje, dia 27 de dezembro, os “Pumas” resgataram um tripulante a bordo do navio “VENTURA” que se encontrava a 228km a sudoeste do Montijo.

Vejam o video:

  • Com informações via Força Aérea Portuguesa e Marinha de Portugal via redação Orbis Defense Europe.

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CEO demitido da Boeing pode sair com uma indenização contratual de US$ 60 milhões

O CEO (Cheif Execuitve Officer) da Boeing recém demitido, Dennis Muilenburg, deixou para trás uma longa lista de problemas da Boeing, mas ele está indo embora com uma indenização considerável.

A quantidade exata da indenização trabalhista que ele terà direito ainda não está clara. Isso dependerá de suas negociações com a Boeing, incluindo como a empresa classifica sua partida, por exemplo, se serà uma aposentadoria, uma demissão voluntària ou determinada?

Mas os registros públicos mostram que Muilenburg poderia ter direito a um plano de benefícios no valor de mais de US $ 30 milhões e, potencialmente, a uma indenização de cerca de US $ 7 milhões. Muilenburg também possui mais US $ 20 milhões em ações e um pacote de pensão totalizando mais de US $ 11 milhões.

Muilenburg, 55 anos, tornou-se CEO da Boeing, a maior empresa aeroespacial do mundo, em 2015, depois de ocupar várias outras funções executivas, incluindo diretor de operações e CEO de sua divisão de segurança e espaço de defesa, ao longo de seus 34 anos na Boeing.

Sua saída da empresa vem em uma situação da Boeing atolada em situações constrangedoras apesar de todo o bom desempenho comercial, incluindo dois acidentes fatais e vários problemas com seu avião 737 Max. A Boeing lutou para que o avião, seu produto mais importante, voltasse às operações normais.

O 737 Max, que era o jato comercial mais vendido da empresa, foi “groundeado” em todo o mundo em março de 2019 após os acidentes, nos quais 346 pessoas foram mortas. O avião ainda não voltou a voar, apesar dos esforços da Boeing para resolver um problema de software com os sistemas reguladores da operação da aeronave.

O conselho da empresa determinou que “era necessária uma mudança de liderança para restaurar a confiança na empresa, enquanto trabalha para reparar os relacionamentos com reguladores, clientes e todas as outras partes interessadas”, afirmou a empresa.

A empresa declarou no início deste mês que suspenderia a produção do 737 Max a partir de janeiro. A Boeing continuou produzindo o 737 Max durante sua parada operacional, mas a incerteza sobre quando os órgãos reguladores federais liberarão os aviões para o voo tornou a produção insustentável.

A Boeing mudou sua linha do tempo para o retorno do 737 Max aos céus várias vezes ao longo do ano, pois ficou evidente que não podia satisfazer facilmente as preocupações dos reguladores sobre a segurança do avião.

O diretor financeiro da Boeing atuará como CEO interino até David Calhoun, atualmente presidente do conselho, assumir o cargo de CEO em 13 de janeiro de 2020.

A Boeing disse em comunicado à imprensa que seu conselho de administração decidiu se separar de Muilenberg em parte porque seus clientes e reguladores não confiavam mais na tomada de decisões da empresa.

“Uma mudança de liderança foi necessária para restaurar a confiança na empresa em avançar, enquanto trabalha para reparar o relacionamento com reguladores, clientes e todas as outras partes interessadas”, afirmou a empresa.

Uma sonda que a empresa está construindo para transportar os astronautas da NASA para a Estação Espacial Internacional não funcionou na semana passada durante sua primeira viagem ao espaço. O vôo de teste não tripulado, que ocorreu após anos de atrasos e contratempos, pretendia ser o principal teste final antes de finalmente estar pronto para voar com tripulação de humanos.
A empresa também foi criticada por autoridades de supervisão federais por excedentes de custos de bilhões de dólares e perdeu prazos com outro contrato da NASA: construir o Sistema de

A crescente lista de problemas com o 737 Max e o manejo da situação pela empresa são provavelmente os principais motivos pelos quais a Boeing decidiu demitir seu CEO de longa data, disse Richard Aboulafia, analista aeroespacial do Teal Group.

“Foi uma série de erros na FAA, erros na comunicação com o Congresso, falta de comunicação com os clientes e fornecedores”, disse Aboulafia. “Se houve uma gota d’água, foi assim que a paralisação da produção aconteceu sem muitas explicações ou planos sobre o que aconteceria”.

A Boeing ainda tem um forte balanço patrimonial e suas ações subiram marginalmente este ano, apesar de todos os seus contratempos. Mas as perguntas sobre a liderança da empresa aumentaram com o aumento dos erros da empresa.

“Sob a nova liderança da empresa, a Boeing operará com um compromisso renovado com total transparência, incluindo comunicação efetiva e proativa com a FAA, outros reguladores globais e seus clientes”, afirmou a companhia em comunicado.

Como Muilenburg foi “convidado para a demissão”

Muilenburg foi informado na noite de domingo que o conselho de diretores da Boeing pediria que ele se demitisse, segundo uma pessoa familiarizada com a decisão do conselho.

A ligação ocorreu depois que os membros do conselho se encontraram pessoalmente no fim de semana passado e expressaram preocupações de que Muilenburg tenha ficado “de lado” com a FAA, bem como com alguns clientes que ficaram feridos e confusos com todas as mudanças de cronograma do 737 Max, disse a fonte. O conselho, no entanto, não abordou diretamente o futuro de Dennis na reunião do conselho no fim de semana passado.

O recém-nomeado CEO Calhoun passou a semana passada ligando e conversando com a FAA e com os próprios clientes. E o conselho se reuniu novamente no fim de semana – desta vez por telefone – e decidiu pedir a Muilenburg que deixasse o cargo.

Alguns membros do conselho expressaram preocupação de que uma mudança de liderança possa desestabilizar a empresa. Mas, finalmente, o conselho concluiu que a empresa e as FAA estão em um bom lugar agora com um cronograma e um cronograma para obter a certificação necessária ao 737 Max mesmo que com outra designação.

Muilenburg, 55 anos, tornou-se CEO da maior empresa aeroespacial do mundo em julho de 2015. Antes, ele também ocupava o cargo de presidente, mas renunciou ao cargo em outubro. Ele trabalhou na Boeing em vários papéis diferentes desde 1985.

O novo CEO Calhoun atua no conselho da Boeing desde 2009. Ele também atuou como diretor sênior do Blackstone Group e anteriormente era presidente e CEO da Nielsen Holdings.

O que vem pela Boeing

Os reguladores da aviação continuam a seguir um processo completo para devolver o 737 Max ao serviço, informou a FAA em comunicado nesta segunda-feira. A FAA acrescentou que espera que a Boeing continue apoiando esse processo com seu novo CEO.

A lista de ações judiciais que companhias aéreas e outros clientes da Boeing entraram contra a empresa continua a crescer . Quanto mais o 737 Max permanecer fundamentado, mais a Boeing terá que pagar aos clientes das companhias aéreas em compensação. A crise do 737 Max está longe de terminar, e a nova liderança da empresa terá que navegar pelos próximos passos complicados.

Lawrence Kellner, membro do conselho da Boeing que se tornará presidente do conselho, elogiou a “profunda experiência no setor” de Calhoun em comunicado divulgado na segunda-feira. Kellner disse que o futuro líder da Boeing “tem um histórico comprovado de liderança forte e reconhece os desafios que devemos enfrentar”.

Um vôo de teste bem-sucedido da cápsula Starliner da Boeing foi visto como uma chance para a empresa receber alguma atenção positiva em meio aos escândalos em andamento. Mas a missão se transformou em outra situação complicada.

A missão apresentou problemas logo após o lançamento do Starliner no espaço na sexta-feira e não conseguiu se colocar em órbita correta, forçando a Boeing a encerrar a missão uma semana antes. Isso pode atrasar ainda mais a tentativa da Boeing de começar a enviar astronautas para a estação espacial, e a empresa pode ter que reavaliar o projeto Starliner antes de enviar astronautas ao espaço.

  • Com informações de Cristina Alesci da CNN e Boeing Company via redação Orbis Defense Europe.

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Source: DefesaTV Mundo

Quatro aviões espiões dos EUA em operação simultânea sobre a fronteira das Coréias e região

De acordo com a Aircraft Spots e outros organismos de acompanhamento aéreo civil, quatro aeronaves espiãs, sendo respectivamente; RC-135W Rivet Joint, E-8C, RQ-4 Global Hawk e RC-135S Cobra Ball, teriam realizado missões em toda a Península Coreana durante os ùltimos dias na região. Aviões espiões acima da península coreana não são novidade, e esses voos acontecem especialmente após os testes de armas norte-coreanos.

Atividades como essa, com quatro aviões espiões voando ao mesmo tempo, no entanto, são surpreendentes e evidenciam que Washington leva a promessa de Pyongyang de um “presente de Natal” – um possível teste de ICBM muito a sério, chegando a ocorrer um alerta de NOTAM (Notice to Airmem) para a aviação civil na região, para evitar certos niveis de voo para maior segurança.

O RC-135W e o E-8C voaram a 31.000 pés, enquanto o Global Hawk foi observado a 53.000 pés. O RC-135S decolou da Base Aérea de Kadena, no Japão, e realizou missões no Mar do Leste, segundo o rastreador. Um avião de reabastecimento KC-135R também sobrevoou o Mar do Leste.

A Coréia do Sul e os EUA reforçaram a vigilância contra a possibilidade de a Coréia do Norte disparar um ICBM ou um míssil balístico lançado por submarino (SLBM) ou realizar outros tipos de provocações, disseram fontes militares ao canal coreano YonHap.

Os radares terrestres do Green Pine estavam em operação no solo, enquanto um destróier Aegis equipado com o sistema de radar SPY-1D foi implantado na costa e uma aeronave de alerta e controle aéreo A-737 Peace Eye (AEW & C) estava realizando uma missão no ar, acrescentaram as fontes sem nome.

A Coréia do Norte disse recentemente que a desnuclearização estava fora da mesa de negociações, pois os EUA se recusaram a conceder concessões do regime de sanções pesadas contra Pyongyang.

O líder norte-coreano Kim Jong-Un deu um prazo até o final de 2019 para os EUA mudarem de rumo, caso contrário, Pyongyang também retornaria a alguns de seus compromissos. Cinco dias antes do final do ano, parece improvável que Washington tome medidas e consequentemente os EUA e a Coréia do Sul estão mostrando um aumento da atividade militar.

No entanto, Seul e Washington não chegaram a um acordo sobre qual contribuição financeira a Coréia do Sul deve fornecer para as 23.500 tropas que os EUA estacionaram no país.

YonHap citou Jun Bong-geun, professor da Academia Diplomática Nacional da Coréia (KNDA), estatal, que disse que o Norte pode lançar um número máximo de provocações na “zona cinza”, parando antes de testar um ICBM apenas para tentar forçar o EUA em fornecer algumas concessões.

“Embora se esperem fortes provocações, o Norte pode não percorrer todo o caminho até o lançamento do ICBM, já que o lançamento pode dificultar para Pyongyang conseguir apoio da China e da Rússia”, disse Jun ao YonHap, uma agência famosa por seu anti-Norte Propaganda coreana.

“Mas o Norte pressionaria os EUA a fazer concessões e mudar seu cálculo enquanto se envolvia em provocações máximas na zona cinza”, acrescentou.

Imagens de satélites mostram indicios de preparo de teste de ICBM norte-coreano

Apenas alguns dias depois que Pyongyang alertou com a frase ” é inteiramente dos EUA o presente de Natal que ele escolherá receber” depois que a Coreia do Norte disparou dois mísseis de curto alcance no Dia de Ação de Graças e, em seguida, um apenas alguns dias antes, parece Kim está repetindo um padrão muito familiar de fazer coisas ameaçadoras nos feriados americanos.

Como observado anteriormente , o norte lançou dezenas de mísseis de “curto alcance” desde maio, mas manteve sua palavra de que se absteria dos testes de ICBM, apesar de disputas ocasionais sobre a natureza exata de alguns dos testes.

Mas hoje à noite, a NBC News relata, citando novas imagens de satélite compartilhadas por Jeffrey Lewis, diretor do Programa de Não-Proliferação do Leste Asiático no Instituto Middlebury de Estudos Internacionais, que a Coréia do Norte começou um novo trabalho em uma fábrica envolvida no desenvolvimento e produção de balística intercontinental lançadores de mísseis.

“Acreditamos que a Coréia do Norte ergue essa estrutura quando a instalação está envolvida na produção ou modificação de lançadores de ICBM”, concluiu Lewis em uma análise escrita.

“Há atividades em vários locais, indicando que a Coréia do Norte está preparando as bases para a expansão de seu programa ICBM – mais sistemas, mais prédios, mais recursos” , disse ele.

O general Charles Brown, comandante das Forças Aéreas do Pacífico e comandante de componentes aéreos do Comando Indo-Pacífico dos EUA, disse nesta semana:

“O que eu esperaria é que algum tipo de míssil balístico de longo alcance fosse o presente. É apenas uma questão de vir na véspera de Natal, no dia de Natal, depois do ano novo . ”

Sugerindo que ele sabe o que esperar como “presente de Natal” da Coréia do Norte para Washington: um teste de mísseis balísticos de longo alcance.

Quando a Coréia do Norte realizou uma série de testes de mísseis de longo alcance em 2017, Trump ameaçou o país com “fogo e fúria”.

“A única opção é aceitar a realidade de que a Coréia do Norte é um estado de armas nucleares que coloca os EUA em risco”, afirmou Lewis.

“O governo Trump teve uma oportunidade, e acho que eles a destruíram.”

  • Com informações STF Analysis & Intelligence, Jeffrey Lewis @ArmsControlWonk e Aircraft Spot Int via redação Orbis Defense Europe.

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China, Rússia e Irã anunciam exercícios navais conjuntos

China, Irã e Rússia realizarão exercícios navais conjuntos no Oceano Índico e no Mar de Omã a partir desta sexta-feira (27), anunciou o Ministério da Defesa chinês nesta quinta (26), em meio às tensões crescentes entre o Irã e os Estados Unidos na região.

A China enviará o Xining, um contratorpedeiro de mísseis teleguiados, para as manobras, que durarão até a segunda-feira (30) e objetivam aprofundar a cooperação entre as Marinhas dos três países, disse o porta-voz do ministério, Wu Qian, em um briefing mensal.

O exercício é “uma interação militar normal” entres as três Forças Armadas e está alinhado com a lei e as práticas internacionais, disse Wu.

“Ele não está necessariamente conectado com a situação regional”, afirmou Wu, sem entrar em detalhes.

O Mar de Omã é uma rota marítima particularmente sensível por ser uma ligação com o Estreito de Ormuz –através do qual cerca de um quinto do petróleo mundial circula–, que por sua vez é uma ligação com o Golfo Pérsico.

Os exercícios também coincidem com o exacerbamento das tensões entre os EUA e o Irã.

O atrito aumentou desde o ano passado, quando o presidente dos EUA, Donald Trump, retirou os EUA do acordo nuclear firmado entre Teerã e seis nações em 2015 e reativou sanções contra o regime, prejudicando sua economia.

  • Com informações da agência Reuters

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