Bombas da 2ª Guerra Mundial provocam evacuação de 14 mil na Alemanha

Duas bombas da Segunda Guerra Mundial foram desativadas com sucesso no último domingo (12) após a evacuação de 14 mil pessoas na cidade alemã de Dortmund. Os dois artefatos – uma bomba americana e uma britânica – que pesavam 250 quilos cada foram descobertos no distrito hospitalar da cidade.

Inicialmente, as equipes especializadas analisaram quatro artefatos suspeitos, mas a análises demonstraram que apenas dois objetos eram explosivos.

Contêineres foram empilhados para bloquear as ruas e funcionar como barreiras com o objetivo de absorver possíveis ondas de explosão na área isolada. Helicópteros da polícia sobrevoaram as ruas para garantir que os moradores saíssem, conforme as instruções.

Um total de 14 mil pessoas teve que deixar suas casas. Já no sábado, centenas de pacientes e idosos foram transferidos de dois hospitais próximos. Várias centenas de residentes incapazes de ficar com parentes e amigos foram instalados numa escola convertida em centro social.

Cerca de 300 moradores aceitaram ingressos gratuitos para o zoológico da cidade enquanto aguardavam a operação de desativação, informou a emissora pública WDR no domingo.

O famoso Museu do Futebol de Dortmund e a principal estação ferroviária da cidade foram fechados a partir do meio-dia. Quase 75 anos após a Segunda Guerra Mindial, estima-se que milhares de explosivos continuem escondidos em solo alemão.

Todos os anos, peritos desarmam cerca de 5 mil bombas, além de toneladas de outras munições. Em 2015, uma bomba não detonada de 250 quilos, de origem britânica, foi encontrada perto do estádio do Borussia Dortmund, o Signal Iduna Park.

Tanto o estádio quanto um espaço destinado aos torcedores, o BVB-Fan World, foram evacuados na ocasião até que o artefato fosse desativado. Em agosto de 2017, o aeroporto de Tegel, em Berlim, teve que ser fechado temporariamente para a remoção de uma bomba de cem quilos.

Já em julho de 2018 uma prisão em Regensburg foi evacuada até que uma bomba encontrada em uma área próxima fosse removida. Em setembro, 60 mil pessoas foram evacuadas em Frankfurt por causa de outra antiga bomba.

Também não é incomum que frequentadores das praias no norte do país encontrem fragmentos de antigas bombas de fósforo, que podem ser confundidas com pedras de âmbar, uma resina fóssil usada na fabricação de joias.

  • Por: Deutsche Welle

O post Bombas da 2ª Guerra Mundial provocam evacuação de 14 mil na Alemanha apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

Militares dos EUA estavam em bunkers quando Irã atacou base aérea no Iraque

Os militares dos EUA que se encontravam na base aérea de Ain Al-Asad, sabiam que um possível ataque iraniano era algo iminente e, por isso, puderam ficar em segurança antes do ataque com mísseis atingir o complexo.

Um correspondente da CNN membro de um grupo de jornalistas que estava na região, soube por oficiais que a maioria dos militares, tinham abandonado a base até às 23h00 do dia 7 ou ido se abrigar em bunkers antes do primeiro dos quatro lançamentos de mísseis, ocorrido por volta da 1h30 do dia 8.

Forças iranianas bombardearam bases usadas por militares americanos no Iraque (Ain Al-Asad e Arbil) em resposta a morte do general iraniano Qassem Soleimani, chefe da Força Quds do Irã, morto uma semana antes pelos EUA durante um ataque a Bagdá.

Algumas horas depois de terem atacado as bases no Iraque, a defesa antiaérea do Irã derrubou um Boeing 737 da Ukraine International Airlines que acabava de decolar com 176 pessoas a bordo do aeroporto de Teerã, com destino a Kiev.

  • Com agências internacionais

O post Militares dos EUA estavam em bunkers quando Irã atacou base aérea no Iraque apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

Departamento de Defesa dos EUA veem ajustes após Irã surpreender com ataque no Iraque

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos está avaliando possíveis ajustes em sua postura defensiva no Oriente Médio, depois que o Irã elevou as pretensões ao realizar um ataque com mísseis no Iraque, país onde tem influência, disse uma autoridade deste departamento na última quinta-feira (09).

Um alto funcionário do departamento de defesa, falando sob condição de anonimato, revelou que o Irã ( pela retaliação a morte do general iraniano pelos EUA) estão querendo ser mais vistos, provavelmente atacando posições norte-americanas em outro país, do que no Iraque, onde Teerã conta com alguns aliados influentes.

As tropas americanas têm implantado as defesas aéreas Patriot em outros locais do Oriente Médio, como a Arábia Saudita, onde seriam capazes de abater mísseis iranianos. No entanto, não havia essa capacidade na base aérea de al-Asad, no Iraque, atingida por pelo menos 11 dos mísseis balísticos do Irã no ataque de quarta-feira.

  • Por: Phil Stewart / Reuters

O post Departamento de Defesa dos EUA veem ajustes após Irã surpreender com ataque no Iraque apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

Ministro da Defesa do Japão confirma envio de tropas e meios ao Oriente Médio

O ministro da Defesa do Japão, Taro Kono, anunciou nesta sexta-feira (10), o envio de militares das Forças de Autodefesa do Japão, ao Oriente Médio, em meio às crescentes tensões na região.

O movimento objetiva elevar a capacidade de reunir dados de inteligência para garantir que navios comerciais relacionados ao Japão possam navegar seguramente nas águas do Oriente Médio.

Mês passado, o gabinete do governo japonês já havia aprovado o plano de enviar um destróier e dois aviões de patrulha à região. Uma unidade dos aviões de patrulha partirá do Japão no sábado e iniciará a coleta de informações ainda este mês.

O destróier deixará o Japão no início de fevereiro e começará suas atividades no mesmo mês. Na quinta-feira (09), Kono disse, por telefone, ao ministro da Defesa do Irã, Amir Hatami, que o Japão levará adiante sua missão das Forças de Autodefesa conforme planejado.

Aumento das tensões

Líderes mundiais ficaram em alerta após o ataque aéreo dos Estados Unidos, no dia 3 de janeiro, que matou em Bagdá o general iraniano Qassem Soleimani. O aumento da tensão na região gerou reações de países na Europa, além de Rússia, China e de outros países, que tentam ajudar a amenizar a crise.

Durante discurso na última segunda-feira (6), na Universidade de Teerã, a filha do general morto, Zeinab Soleimani, declarou que o “plano maligno” do presidente americano, Donald Trump, de causar separação entre o Iraque e o Irã, falhou. Ela afirmou ainda que a morte de seu pai trará “dias mais escuros para Estados Unidos e Israel”.

“Trump, seu jogador compulsivo, seu plano maligno de causar separação entre o Iraque e o Irã com seu erro estratégico de assassinar Qasem Soleimani e Abu Mahdi Al-Muhandis [líder da milícia iraquiana] falhou e só causou unidade histórica entre as duas nações e provocou seu ódio eterno pelos Estados Unidos “, disse Zeinab Soleimani.

Vingança

Duas bases no Iraque que abrigam forças americanas e iraquianas foram atingidas por mais de 20 mísseis iranianos na terça-feira (7). A base aérea de Ain Al-Asad, no oeste do país, é uma das que foram atingidas, e a outra está em Erbil, na região curda do Iraque. A Guarda Revolucionária do Irã assumiu a responsabilidade pelos lançamentos dos mísseis a ambas as bases.

Trump tuitou em resposta ao ataque. dizendo que ‘tudo está bem’. Segundo avaliação inicial dos Estados Unidos, os mísseis atingiram áreas da base que não eram ocupadas por americanos e não há vítimas do país.

Um militar americano afirmou à rede de televisão americana CNN que as forças armadas tiveram um aviso antecipado do ataque, e que as pessoas tiveram tempo de se abrigar em bunkers.

O post Ministro da Defesa do Japão confirma envio de tropas e meios ao Oriente Médio apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

Estados Unidos rechaçam pedido do parlamento iraquiano para retirada de tropas do país

Os Estados Unidos rechaçaram o pedido do premier iraquiano, AdelAbdul Mahdi, para que enviassem uma delegação ao Iraque com o objetivo de formular um mecanismo para a saída de cerca de 5.200 soldados americanos do país.

Segundo um comunicado emitido pelo Departamento de Estado, qualquer missão enviada a Bagdá discutirá apenas a “parceria estratégica” entre as duas nações no combate ao Estado Islâmico.

“Os EUA são uma força para o bem no Oriente Médio. Nossa presença militar no Iraque é para continuar o combate ao Estado Islâmico”, diz a nota assinada pela porta-voz Morgan Ortagus. “É necessário, no entanto, que haja uma conversa entre os governos dos EUA  e do Iraque não só sobre segurança, mas sobre nossa parceria financeira, econômica e diplomática.”

A formulação de um plano para a saída dos militares americanos foi solicitada pelo Iraque na manhã de terça-feira, segundo um comunicado emitido por Bagdá, durante um telefonema entre Mahdi e o secretário de Estado, Mike Pompeo.

O pedido condiz com uma decisão não vinculante aprovada pelo Parlamento iraquiano no dia 5 de janeiro, em retaliação ao ataque aéreo ordenado pelo presidente Donald Trump contra o comboio que buscava o general iraniano Qassem Soleimani, no aeroporto internacional de Bagdá.

A operação, que o Iraque afirma ter violado sua soberania nacional, também matou Abu Mahdi al-Muhandis, vice-comandante das Forças de Mobilização Popular (FMP) que havia ido receber Soleimani.

As FMP são uma coalizão de milícias xiitas iraquianas pró-Irã formadas em 2014 para combater o Estado Islâmico e depois incorporadas às forças de segurança do Iraque.

A ação americana elevou as tensões entre os EUA e Irã a níveis raramente vistos desde a Revolução Iraniana de 1979 e a crise que a sucedeu, quando 52 americanos foram mantidos reféns na embaixada americana em Teerã por 444 dias, entre 1979 e 1980.

Em retaliação, a Guarda Revolucionária do Irã atacou duas bases que abrigam americanos no Iraque, sem causar mortes. Desde então, ambos os lados deram sinais de que não pretendem realizar novas ações militares diretas.

Ameaça de sanções

Quando o Parlamento iraquiano aprovou a retirada dos militares americanos, o presidente Donald Trump respondeu com raiva, ameaçando sancionar Bagdá e demandando reembolso pelos investimentos feitos no país ao longo das últimas duas décadas caso o Iraque insista na saída das tropas.

O secretário de Defesa, Mark Esper, por sua vez, disse acreditar que o povo iraquiano e seus parlamentares ainda querem a presença americana no país, iniciada há 17 anos. Os EUA invadiram o Iraque em 2003 para derrubar Saddam Hussein, sob o falso pretexto de que ele detinha armas de destruição em massa, e oficialmente se retiraram em 2011.

Durante o auge do conflito, havia 150 mil soldados americanos no país. Em 2014, no entanto, as tropas americanas retornaram ao Iraque após o Estado Islâmico tomar a cidade de Mossul e avançar em direção a Bagdá. Em outubro de 2019, havia cerca de 6 mil soldados americanos no país.

Hoje, a função dos militares americanos no Iraque é, basicamente, fornecer logística, inteligência e auxiliar na organização de apoio aéreo para os soldados iraquianos e milícias vinculadas ao Irã que encabeçavam o combate ao EI.

Apesar da decisão do governo iraquiano, a continuidade da presença não é alvo de consenso no país. As minorias sunita e curda, por exemplo, boicotaram o voto no Parlamento que aprovou a retirada dos soldados de Trump e teve apoio dos grupos políticos representativos da maioria xiita, entre eles as facções pró-Irã.

Parte dos muçulmanos xiitas, no entanto, procura se manter equidistante entre Washington e Teerã. O grande aiatolá Ali al-Sistani, principal líder religioso dos xiitas iraquianos, condenou o ataque americano e a retaliação iraniana, ambos em solo iraquiano, denunciando “violações repetidas” da soberania do Iraque. Segundo Al-Sistani, nenhuma força externa deveria decidir o futuro do Iraque.

“A utilização de métodos extremos por ambos os lados que têm poder e influência apenas aumentará a crise e impedirá uma solução”, disse um de seus porta-vozes durante a oração desta sexta-feira na cidade sagrada de Kerbala.

Milhares de pessoas voltaram a tomar as ruas de Bagdá nesta sexta-feira pedindo a saída dos EUA e do Irã do país. As manifestações dão continuidade ao movimento violentamente reprimido que começou no dia 1º de outubro, pedindo reformas políticas e econômicas.

A pressão fez com que Mahdi apresentasse sua renúncia, mas até o momento não há acordo sobre quem será seu sucessor.

  • Com informações da Bloomberg

O post Estados Unidos rechaçam pedido do parlamento iraquiano para retirada de tropas do país apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

Governo iraniano admite abate de avião ucraniano acidentalmente; presidente diz ‘Erro imperdoável’

O governo iraniano admitiu na madrugada deste sábado (11) a responsabilidade por derrubar o avião da Ukraine International Airlines (UIA) na última quarta-feira, nas proximidades de Teerã.

Em nota divulgada pela agência de notícias Isna, as Forças Armadas afirmam que a aeronave foi abatida pelo sistema de defesa. “O avião foi acidentalmente atingido por um erro humano, que infelizmente resultou no martírio de queridos compatriotas e na morte de vários estrangeiros”, lê-se no texto. Todos os 176 passageiros morreram.

As autoridades expressam suas condolências “às famílias enlutadas de estrangeiros e, se desculpando pelo erro humano, dá total garantia de que a busca de reformas fundamentais nos processos operacionais das Forças Armadas” continuará.

O comunicado diz que o sistema de defesa operava no mais alto nível. “Nessas condições críticas, o voo partiu do Aeroporto Imam Khomeini e, em rotação, se aproximou de um centro militar sensível do IRGC, com a altura e a forma de uma aeronave hostil”, explica o governo, que anteriormente havia negado que o Boeing fora derrubado por mísseis do país.

Horas antes, o Exército dos Guardiões da Revolução Islâmica (ICGR) havia realizado ataques a duas bases no Iraque que abrigavam soldados norte-americanos – e que as ameaças potenciais estavam no mais alto nível de prontidão.

“Depois dos ataques com mísseis, os aviões de guerra das forças terroristas dos Estados Unidos em todo o país aumentaram, e alguns relatos de ataques aéreos contra centros estratégicos no país foram reportados a várias unidades de defesa e alvos em algumas placas de radar. Isso causou mais sensibilidade nas unidades de defesa aérea”, diz a nota.

Presidente iraniano fala em erro imperdoável

Pelo Twitter, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, escreveu que “a República Islâmica do Irã lamenta profundamente esse erro desastroso” e que seus “pensamentos e orações vão para todas as famílias de luto. Ofereço minhas mais sinceras condolências.

“A investigação interna das Forças Armadas concluiu que, infelizmente, mísseis disparados devido a erro humano causaram o terrível acidente do avião ucraniano e a morte de 176 pessoas inocentes. As investigações continuam para identificar e processar essa grande tragédia e erro imperdoável “, disse.

 

Caixa-preta

Na sexta-feira (10), o Irã havia apresentado a caixa-preta da aeronave e prometeu anunciar a causa da queda do Boeing neste sábado. Em uma entrevista coletiva em Teerã, o presidente da Organização de Aviação Civil Iraniana (CAO), Ali Abedzadeh, tinha negado que o avião foi derrubado.

“Uma coisa é certa, este avião não foi atingido por um míssil”, disse. Entretanto, Abedzadeh afirmou que as informações das caixas-pretas eram cruciais para a investigação. “Qualquer declaração antes da extração dos dados é uma opinião de especialistas”.

Autoridades dos Estados Unidos entregaram ao presidente ucraniano Volodimir Zelenski “dados importantes sobre a catástrofe”, segundo anunciou Kiev.

“Junto com o presidente Zelenski nos reunimos com autoridades americanas e recebemos informações que serão tratadas por nossos especialistas”, disse no Twitter o ministro ucraniano das Relações Exteriores, Vadym Prystaiko.

Cerca de 50 especialistas ucranianos chegaram a Teerã na quinta-feira para participar da investigação e da análise das caixas-pretas. Uma equipe canadense de dez pessoas está “a caminho” para tratar de questões relacionadas às vítimas.

A agência canadense de segurança nos transportes aceitou um convite da autoridade de aviação civil iraniana para participar da investigação. Apenas alguns países do mundo, incluindo Estados Unidos, Alemanha e França, têm a capacidade de analisar caixas-pretas.

Agência de Aviação Civil do Irã apresentou imagem de caixa-preta do avião nesta sexta-feira (10) — Foto: Iran Press / AFP
  • Com agências internacionais

O post Governo iraniano admite abate de avião ucraniano acidentalmente; presidente diz ‘Erro imperdoável’ apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

Avião ucraniano pode ter sido abatido por míssil iraniano

“Autoridades norte-americanas declararam estar confiantes de que o Irã derrubou acidentalmente o avião ucraniano que deixou 176 mortos na madrugada de quarta-feira, 8. O presidente Donald Trump reforçou a suspeita em entrevista na Casa Branca.

Segundo a revista especializada Newsweek, a informação de que a aeronave teria sido atingida por um sistema de mísseis antiaéreos foi confirmada por autoridades ligadas ao Pentágono e ao serviço de inteligência dos EUA, além de uma autoridade do serviço de inteligência iraquiano.

O voo 752 da Ukraine International Airlines teria parado de transmitir dados minutos após a decolagem – que aconteceu pouco depois de o Irã lançar mísseis em bases militares norte-americanas no Iraque.

Acredita-se que a aeronave tenha sido atingida por um sistema de mísseis antiaéreos construído na Rússia, afirmaram à Newsweek os três oficiais, que não foram identificados e não estavam autorizados a falar publicamente sobre o assunto.

Fontes também teriam dito à emissora CBS News que o serviço de inteligência norte-americano teria captado sinais de um radar sendo ligado, e que satélites haviam detectado o lançamento de dois mísseis pouco antes da explosão do avião ucraniano.

O Comando Central dos EUA, o Conselho de Segurança Nacional e Departamento de Estado Americano não confirmaram a informação.

Questionado durante evento na Casa Branca na manhã desta quinta, o presidente Donald Trump disse que também suspeita que o avião tenha sido abatido acidentalmente pelo Irã e descartou a possibilidade de que tenha sido atingido por um míssil americano.

“É trágico, mas alguém pode ter cometido um erro do outro lado. Não o nosso sistema, isso não tem nada a ver conosco”, destacou. “Algumas pessoas dizem que foi (um problema) mecânico. Pessoalmente, eu acho que isso sequer deveria ser questionado”, completou o presidente norte-americano.”

  • Com informações da Gazeta do Povo

O post Avião ucraniano pode ter sido abatido por míssil iraniano apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

Forças Armadas Nacionais Bolivarianas realização exercícios militares na 1ª quinzena de fevereiro

O ditador Venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou nesta quarta-feira (08), que nos dias 15 e 16 de fevereiro as Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) realizarão “os primeiros exercícios militares” do ano 2020 para treinar “a defesa das cidades”.

“Vamos defender a cidade por dentro, do bairro, da montanha, do campo”, disse Maduro em uma cerimônia do governo realizada na sede da Academia Militar e transmitida no canal estatal VTV.

Maduro disse que na atividade serão implantados o sistema de armas, bem como “toda a FANB” e a chamada Milícia Bolivariana, um corpo formado por civis militantes do Chavismo.

Durante o ano de 2019, Maduro ordenou exercícios militares de 3 a 28 de setembro em algumas manobras realizadas nos estados de Zulia, Táchira, Apure e Amazonas, territórios que compõem os 2.219 quilômetros de fronteira que a Venezuela compartilha com a Colômbia.

“Como fomos defender a pátria na fronteira, agora vamos defendê-la nas cidades de Caracas, Maracay, Valência, Barquisimeto, Maracaibo”, disse o presidente na quarta-feira.

Segundo Maduro, com essas práticas, eles buscam defender o país do Caribe “não apenas” do “imperialismo americano ou da oligarquia colombiana”, mas também das “máfias” que “atacam a Venezuela” e “as máfias da gasolina que prejudicam o povo”, especialmente no interior do país”.

Na atividade, Maduro disse que a Venezuela “precisa de um FANB unido e coeso”, já que considera “uma pátria assolada pelo imperialismo”.

O líder chavista disse “estar pronto para estourar os dentes daqueles que ousam tocar o solo sagrado da Venezuela, estourar os dentes do imperialismo ou da oligarquia colombiana, se necessário, quando necessário, no momento em que for necessário”.

Além disso, ele apontou que cada membro da Milícia “precisa ser um líder do povo” que até “está disposto a martirizar, se necessário, para defender a pátria, para defender a independência”.

Questão de ordem

Em relação à situação da Assembléia Nacional, Maduro disse que a oposição vive uma “divisão violenta”.

Ele considerou que os acontecimentos recentes foram “um espetáculo para câmaras internacionais” e expressou seu apoio à Assembléia Nacional Constituinte, um órgão legislativo composto apenas por funcionários, para “arrumar e garantir a paz”.

No domingo passado, Parra disse que foi eleito chefe da Câmara com o apoio do partido no poder em uma sessão tensa na qual o chefe parlamentar até então indiscutível Juan Guaidó e várias dezenas de legisladores da oposição não puderam entrar depois de serem detidos por funcionários da polícia militarizada.

No entanto, Guaidó foi reeleito pela maioria da oposição da Câmara com 100 dos 167 votos em jogo, em uma sessão paralela realizada na sede do jornal El Nacional em Caracas.

  • Com informações da agência EFE

O post Forças Armadas Nacionais Bolivarianas realização exercícios militares na 1ª quinzena de fevereiro apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

Primeiro-ministro israelense adverte Irã sobre resposta “retumbante” em caso de ataque a Israel

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, advertiu o Irã, nesta quarta-feira (8), que dará uma resposta “retumbante”, caso seu país seja atacado.

“Quem quer que nos ataque receberá uma resposta retumbante”, disse Netanyahu, após os disparos de mísseis contra bases usadas pelo Exército americano no Iraque, em resposta ao assassinato do general iraniano Qassem Soleimani.

No domingo, uma autoridade iraniana havia ameaçado transformar cidades israelenses em “pó”, “se os Estados Unidos reagirem à resposta militar” iraniana, após a morte de Soleimani.

Os ataques 

Antes da manifestação de Netanyahu mais de uma dúzia de foguetes foram disparados contra duas bases norte-americanas situadas no Iraque. De acordo com o Ministério da Defesa dos Estados Unidos, os alvos foram as bases de Al-Assad e Irbil.

A pasta relatou que todas as salvaguardas foram tomadas para evitar perdas de pessoal, com as bases funcionando em alerta máximo.

O ataque ocorreu após grupos armados pró-Irã prometerem unir forças para responder ao ataque de um drone americano, que na última sexta-feira matou o general iraniano Qassem Soleimani e o líder militar iraquiano Abu Mahdi al Muhandis em Bagdá.

“Está tudo bem” 

Após os ataques do Irã contra as bases dos Estados Unidos no Iraque, o presidente norte-americano, Donald Trump, quebrou o silêncio e foi ao Twitter para dizer que “está tudo bem”, sem mencionar possíveis mortes. Trump evitou comentar uma resposta americana aos bombardeios dessa terça, mas fará ainda hoje um pronunciamento sobre o assunto.

Do outro lado, o chanceler iraniano, Javad Zarif, comentou a situação e frisou que o país não busca uma escalada do confronto entre as duas nações, ainda que o guia supremo Ali Khamenei tenha dito que ações militares não seriam suficientes para vingar a morte do general Qassem Soleimani.

Zarif declarou que o Irã tomou medidas proporcionais de auto-defesa, citando o artigo 51 da Organização das Nações Unidas. Na sua avaliação, o ataque dos EUA na última sexta-feira foi covarde e atingiu também os cidadãos iranianos.

  • com agências internacionais

O post Primeiro-ministro israelense adverte Irã sobre resposta “retumbante” em caso de ataque a Israel apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

Tensão entre EUA e Irã produz um aumento nas reações internacionais

São cada vez maiores as reações internacionais ao lançamento de mísseis iranianos contra duas bases aéreas que abrigam tropas norte-americanas no Iraque.

Na Europa pede-se moderação e algumas nações decidiram retirar parte das tropas que tinham destacadas nesse país do Médio Oriente. A China pede a resolução do conflito pelo diálogo e, no Iraque, os líderes curdos pedem para não serem envolvidos nas rivalidades.

O Reino Unido apressou-se a condenar o ataque iraniano e classificou-o de “imprudente e perigoso”. “Condenamos o ataque às bases militares iraquianas que abrigam as forças da coligação, entre as quais britânicas”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Dominic Raab.

Também a Alemanha condenou “firmemente” a agressão do Irã. “Agora é decisivo não deixarmos essa espiral crescer ainda mais”, disse Annegret Kram-Karrenbauer, ministra alemã da Defesa. “Antes de mais nada, é preciso que os iranianos não provoquem nova escalada”.

Nessa terça-feira (7), o governo alemão decidiu transferir temporariamente parte das tropas que mantém no Iraque para bases na Jordânia e no Kuwait, por motivos de segurança.

As forças alemãs integram a coligação internacional comandada pelos Estados Unidos, que se encontra no Iraque e tem como missão combater o grupo radical Estado Islâmico. A Alemanha participa da coligação com 415 soldados e transferiu agora 32.

Na França, uma fonte do governo adiantou que o país não pretende transferir nenhum dos 160 soldados que tem destacados no Iraque. Paris reiterou a importância de continuar o combate ao autoproclamado Estado Islâmico, mantendo simultaneamente o respeito pela soberania do Iraque.

“A França condena os ataques feitos, na noite de ontem, pelo Irã no Iraque contra forças da Coligação contra o Daesh [Estado Islâmico]. A prioridade é mais do que nunca a redução das tensões. O ciclo de violência deve ser interrompido”, disse o chefe da diplomacia francesa, Jean-Yves Le Drian.

O governo italiano também condenou os ataques e pediu, em comunicado, o alívio das tensões e o trabalho dos aliados europeus pelo diálogo.

Espanha

A Espanha anunciou nesta quarta-feira a transferência de uma parte dos seus militares destacados no Iraque para o Kuwait, por razões de segurança. “Aqueles que estavam em posições mais arriscadas foram para o Kuwait”, explicou a vice-primeira-ministra espanhola, Carmen Calvo. No Iraque ficou “um número reduzido” de soldados espanhóis.

O Ministério da Defesa da Espanha assegurou que o contingente espanhol destacado no Iraque, que integra os militares portugueses no país, não sofreu qualquer ataque e que a situação está “calma e sem grandes alterações”.

O ministro português da Defesa, João Gomes Cravinho, assegurou que os 34 militares portugueses que se encontram na base de Besmayah, a 50 quilômetros de Bagdá, “estão bem” e que foram adotadas “medidas de proteção reforçadas no perímetro da base”.

China

A China também reagiu ao mais recente ataque, pedindo aos Estados Unidos e ao Irã que exerçam a moderação e resolvam a disputa por meio do diálogo. Pequim tem criticado os EUA pela escalada na tensão com o Irã.

“Não é do interesse de nenhuma das partes que a situação no Médio Oriente piore”, declarou o Ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, acrescentando que o país está em contato com Conselho de Segurança das Nações Unidas para tentar ajudar a solucionar o conflito.

  • Com agências internacionais

O post Tensão entre EUA e Irã produz um aumento nas reações internacionais apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo