Marinha russa monitora presença de destróier dos EUA no mar Negro

A Frota Russa do Mar Negro está monitorando as ações do destróier USS Porter no mar Negro, informou o Centro de Controle de Defesa Nacional da Rússia em um comunicado nessa quinta-feira (8).

De acordo com o comunicado, o monitoramento direto é realizado pelo destróier de mísseis guiados Smetlivy. O destróier de classe Arleigh Burke, armado com mísseis de cruzeiro e interceptadores de mísseis, entrou na parte sul do Mar Negro hoje.

“Nossas operações militares navais reafirmam nossa determinação coletiva para a segurança do mar Negro e fortalecem nossos fortes relacionamentos com nossos aliados e parceiros da OTAN na região”, disse a vice-almirante Lisa Franchetti, comandante da 6ª Frota dos EUA em um comunicado.

Esta é a sexta entrada de um destróier de mísseis dos EUA no Mar Negro este ano. No início deste mês, uma aeronave dos Estados Unidos realizou uma pesquisa de inteligência ao largo da costa da Crimeia.

Apesar dos apelos do Ministério da Defesa da Rússia, o Pentágono recusa-se a suspender as operações de reconhecimento nas fronteiras russas.

  • Com agências internacionais

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Source: DefesaTV Mundo

Rheinmetall exibe seu UGV na maior demonstração de fogo real do mundo, o ACD2019.

Delegações de 53 países se reuniram na Overberg Test Range, nos arredores de Arniston, na África do Sul, para participar de uma das maiores demonstrações de fogo real do mundo:  A Ammunition Capability Demonstration 2019 (ACD2019), aonde uma vasta gama de armas e munições estava em exposição, uma das quais em particular atraiu a atenção dos participantes: um novo veículo terrestre não tripulado (UGV), apresentado pela Rheinmetall.

Armado com a estação de armamento Rheinmetall Fieldranger Multi equipada com lançadores de foguetes de 70 mm da Thales, o Rheinmetall Mission Master Protection, recentemente desenvolvido, disparou uma série de 14 foguetes, disparando ogivas com 60 kg de explosivos em 1,6 segundos.

“Provavelmente a Rheinmetall é uma das primeiras a usar um sistema ar-solo em um papel solo-solo, definitivamente o primeiro a fazer isso a partir de uma UGV”, declarou Alain Tremblay, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Rheinmetall Canada.

Depois de um mês conduzindo testes de tiro real na África do Sul com a nova carga útil do veìculo Mission Master –Protection, a Rheinmetall conseguiu operar um sistema de armas perfeitamente montado e estabilizado na demo. Essa conquista foi possível, em parte, envolvendo um importante parceiro da França, o Grupo Thales.
O Mission Master – Protection também pode ser montado com sistemas de armas de 50 mm, calibre .50. metralhadoras e lançadores de granadas de 40 mm.

A demonstração realizada na Overberg Test Range utilizou um sistema controlado remotamente, operando em um cenário totalmente digitalizado, com o fogo controlado através do sistema “Soldier Rheinmetall Argus”. Tanto a Rheinmetall quanto a Thales enfatizaram a necessidade de uma configuração man-in-the-loop, o que significa que o operador tem controle total do sistema de armas, desde a aquisição do alvo até a autorização final do disparo.

Uma tendência crescente para UGVs armados

Assim como os sistemas aéreos não tripulados (UAS) tiveram um impacto revolucionário na guerra aérea, todos os indícios sugerem que o número de UGVs armados continuará a crescer rapidamente nas operações terrestres. Com testes de campo ocorrendo em todo o mundo, incluindo a implantação na UGV na campanha da Síria com o veìculo de combate russo URAN-9 em maio de 2018, vàrias nações passaram a avaliar  o potencial dos UGVs armados.

Imagem via Rheinmetal

Conforme demonstrado no ACD2019, um UGV armado abre uma ampla gama de novas possibilidades. Ao minimizar o risco para as forças amigas, aumenta substancialmente o poder de combate das tropas de infantaria mecanizada, fornecendo apoio de fogo aproximado. Também pode realizar tarefas autônomas ataques de alto risco no complexo espaço de batalha de hoje.

Uma plataforma versátil e ágil para perfis multi-missão

Com base em uma plataforma de base robusta, o Mission Master apóia tropas durante missões perigosas, inclusive em terrenos difíceis e condições climáticas hostis. Usando uma variedade de cargas úteis modulares e fáceis de instalar, o veìculo não apenas fornece proteção no campo de batalha, mas também pode realizar várias outras tarefas, incluindo transporte logístico, vigilância, resgate, supressão de incêndio, detecção de CBRN, além de servir como uma estação de transmissão de rádio.

Exibido no ACD2019, para a apreciação dos 800 visitantes. A Rheinmetall revelou seu Mission Master-Rescue, uma nova variante capaz de evacuar de forma autônoma, tropas em baixas em longas distâncias. Equipado com duas macas de cesto com elementos deslizantes, o UGV de resgate também possui imobilizadores de cabeça e pé, máscaras de oxigênio e garrafas, um desfibrilador e uma caixa quente / fria – um conjunto de equipamentos que seriam impossíveis de transportar a pé.

A equipe de desenvolvimento da Rheinmetall continuará a trabalhar para aperfeiçoar o Mission Master em 2019. Testes de campo do novo sistema ocorrerão durante todo o ano na Alemanha, Holanda, Reino Unido e Estados Unidos.

Com informações da Rheinmetal via redação Orbis Defense Europe.

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Aviação síria e russa efetuam 75 ataques conjuntos em menos de 24h na região de Idilib

A aviação de ataque síria e russa realizaram 75 ataques aéreos na região da grande Idlib nas últimas 24 horas. O Mod da Russia confirmou os ataques mas não divulgou maiores detalhes do envolvimento referente à quantidade e tipo de aeronaves empregadas no ataque de hoje. Os ataques foram efetuados em conjunto com aeronaves sirias e russas operando a partir de bases diferentes não informadas.

De acordo com o grupo de monitoramento sediado no Reino Unido Observatório Sírio para os Direitos Humanos (SOHR) , os ataques aéreos tiveram como alvo várias cidades e aldeias no norte do campo de Hama e na zona rural do sul de Idlib. Nenhum civil foi declaradamente morto ou ferido.
Ativistas da oposição divulgaram muitos vídeos mostrando os ataques aéreos, especialmente nas principais cidades de Kafr Zita e al-Lataminah, no norte de Hama.

Nos últimos dois dias, a SAA capturou as cidades de al-Arbaeen, al-Zaka e a aldeia de Sakhar, no norte de Hama. O exército está agora se preparando para atacar al-Lataminah e Kafr Zita, ou avançar em direção a Hobait. As unidades do Exército Sirio conseguiram realizar esse avanço rápido graças ao apoio da Força Aérea Árabe Síria (SyAAF) e das Forças Aérea da Rússia que opera em apoio direto.

Na manhã de 8 de agosto, militantes de diversas facções anti-governo e de intregrantes do ISIS lançaram ataques pesados de foguetes Grad nas principais cidades de al-Haffah e al-Qardahah, no interior de Lattakia, e, acabram por atingir diversos alvos civis e nenhum alvo de valor militar na região.
Observadores da Agência de Notícias Árabe Síria (SANA) em Lattakia disse que o ataque feriu pelo menos cinco civis, incluindo duas crianças. “Os ataques terroristas também causaram grandes perdas materiais nas propriedades dos moradores”, acrescentou o repórter.

Al-Haffah e al-Qardahah, a cidade natal do presidente da Síria, Bashar al-Assad, estão entre os maiores centros urbanos do interior de Lattakia. Desde o início do mês atual, os militantes do Idlib intensificaram seus ataques com foguetes no interior do estado.

Em 2 de agosto, um ataque com foguete contra al-Qardahah matou um civil e feriu outros três. Dois dias depois, a cidade de Slanfah no norte Lattakia foi alvo de uma maneira similar. Um civil ficou ferido como resultado.

Esses repetidos ataques de foguetes no campo de Lattakia foram alguns dos motivos que forçaram o Exército Árabe Sírio (SAA) a retomar suas operações militares no Grande Idlib. Hay’at Tahrir al-Sham (HTS) e facções afiliadas à al-Qaeda são responsáveis ​​por esses ataques.

Com informações do Observatório Sírio para os Direitos Humanos (SOHR), Agência de Notícias Árabe Síria (SANA) via redação Orbis Defense Europe.

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USAF/NORAD conduz interceptação de aeronaves russas

Dois caças F-22 e dois CF-18 do NORAD (North American Aerospace Defense Command) identificaram e interceptaram dois bombardeiros Tu-95, apoiados por um IL-78 Midas, no ADIZ (Air Defense Identification Zone*) do Alasca e do Canadá hoje dia 8 de agosto, na região das ilhas Aleutas, extremo oeste do Alaska. Os caças estavam apoiados por um E-3 Sentry, um KC-135 Stratotanker e um C-130 Tanker que forneceram abastecimento em vôo (REVO) para aumento de autonomia da missão.

Imagem da interceptação de hoje do TU-95 interceptado por F-22 da USAF. Imagem via USAF/NORAD.

A aeronave russa permaneceu no espaço aéreo internacional no mar de Beaufort apòs interceptada e em nenhum momento a aeronave violou o espaço aéreo dos Estados Unidos ou o espaço aéreo  do Canadá.

“A principal prioridade do NORAD é defender o Canadá e os Estados Unidos. Os operadores do NORAD identificaram e interceptaram os aviões russos que voavam para as nossas nações “, afirmou o General Terrence J. O’Shaughnessy, Comandante do NORAD. “O NORAD está em alerta 24 horas por dia, sete dias por semana, 365 dias por ano.”

Imagem da interceptação de hoje do TU-95 interceptado por F-22 da USAF. Imagem via USAF/NORAD.

O que é uma ADIZ?

Zona de Identificação de Defesa Aérea ( ADIZ ); ADIZs foram estabelecidos para auxiliar na identificação antecipada de aeronaves nas proximidades dos limites internacionais do espaço aéreo dos EUA ( Seção AIM 6, 5-6-1). Todas as aeronaves que entram no espaço aéreo doméstico dos Estados Unidos a partir de pontos externos devem fornecer identificação antes da entrada ou saída.

Exemplificação de uma ADIZ. Imagem via FAA/USA.

Com informações do NORAD – North American Aerospace Defense Command via redação Orbis Defense Europe.

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Quase 5.200 mortos em 757 atentados ‘jihadistas’ no 1.º semestre do ano

Quase 5.200 pessoas morreram nos 757 atentados ‘jihadistas’ ocorridos nos primeiros seis meses de 2019 em todo o mundo, indica um relatório do Observatório Internacional de Estudos sobre Terrorismo (OIET) divulgado hoje.

O relatório semestral, divulgado pela organização basca Colectivo de Vítimas do Terrorismo, conclui que o número de acções terroristas mantém uma tendência semelhante à do ano passado e aponta o Afeganistão como o país com maior actividade ‘jihadista’, com 180 atentados que causaram 1.408 mortos.

Segue-se o Iraque, com 130 atentados, que, segundo o OIET, “se consolida como o cenário ideal para mostrar o regresso do (grupo extremista) Daesh (acrónimo árabe para Estado Islâmico) à estratégia insurgente”.

O Observatório indica ainda que na Síria a actividade ‘jihadista’ aumentou cinco pontos percentuais em relação a 2018.

De acordo com o relatório, os cinco países com maior número de vítimas (Afeganistão, Síria, Nigéria, Iraque e Sri Lanka) contam com 67,3% do total dos 5.199 mortos.

Imagem e dados via Observatorio Internacional de Estudios sobre Terrorismo – OIET
@observatorioterrorismo.

O grupo Estado Islâmico foi o que cometeu mais atentados no primeiro semestre deste ano (208 em 24 países), seguido dos talibãs, com 201 ataques  contra alvos policiais e militares no Oriente Médio e contra civis na Europa e Asia.

Imagem e dados via Observatorio Internacional de Estudios sobre Terrorismo – OIET
@observatorioterrorismo.

Na Europa os atentados aparentemente diminuiram, em uma tendência que se iniciou o ano passado, após um período de três anos durante o qual o número de ataques atingiu níveis sem precedentes, indica o relatório, adiantando que nos primeiros seis meses de 2019 ocorreram apenas duas acções que poderão atribuir-se a radicais da ideologia salafista.

Um exemplo de trato duvidoso  por parte das grandes mìdias e das autoridades européias para minimizar fatos foi o incêndio na Catedral de Notre Dame de Paris, pois existiam alertas e denùncias sobre um possìvel atentado à pelo menos dois anos, e no final o incêndio acabou sendo tratado como “de causas desconhecidas”. Imagem via Fundação OS Intel USA.

Porém um dos fatos que causou essa relativa “diminuição” de atentados nas estatìsticas da Europa, é a diferença no trato de informações nos acontecimentos e fatos, pois ataques de elementos isolados tem sido tratados como casos de “desequilibrados”, e, existe ainda a aparente restrição governamental da divulgação de informações sobre ataques de baixa intensidade que estão sendo tratados como crimes comuns mesmo quando o autor do atentado declara publicamente que efetuou um ataque por motivação e/ou ordem de algum grupo do terrorismo islâmico.

Na Europa a cada novo atentado, na maioria cometido contra civis indefesos, os fatos são sempre conduzidos a tratar a ação como “ato de um desequilibrado mental”, inclusive com a restrição de divulgação de nomes e imagens dos terroristas autores de atentados. Imagem via BFM TV.

Existe também a grande tendência midiàtica a dar muito mais destaque aos “mass shooters” que acontecem nos Estados Unidos do que aos ataques de baixa intensidade cometidos por terroristas islâmicos, omissão essa que geralmente acontece por bizarras influências polìticas nos meios de comunicação, ora com a desculpa de evitar pânicos desnecessàrios, ora com a desculpa de não criar hostilidades contra as comunidades islâmicas na Europa.

O OIET assinala, no entanto, que a probabilidade de um ataque terrorista na Europa é alta, tendo em conta que os já realizados mostram que não são precisos grandes conhecimentos e armas pesadas para efetuar um ataque de graves consequências, mas também o possível regresso dos combatentes estrangeiros do Estado Islâmico aos seus países e a imigração descontrolada que facilita a entrada de terroristas.

Com informações via Observatório Internacional de Estudos sobre Terrorismo (OIET) e grandes mìdias via redação Orbis Defense Europe.

http://www.observatorioterrorismo.com

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Competição ” Tank Biathlon 2019″

O Tank Biathlon 2019 é uma competição internacional de carros de combate que começou no dia 03 de agosto e vai ate de 17 de agosto na Rússia.
Todas as equipes competem em condições de igualdade técnica em seus veìculos e o resultado final dependerà da capacidade de manobra e do trabalho coordenado das equipes.
O evento é aberto ao pùblico e, todos os anos milhares de pessoas se reúnem para acompanhar como ases dos blindados operam seus veículos de combate, superam vários obstáculos e atingem os alvos, tal como em uma guerra real.

O número de competidores aumenta a cada ano, com o número de países participantes chegando à 25 nações, e há favoritos indiscutíveis para cada jogo entre eles. As tripulações de tanques da Rússia, Bielorrússia, China e Cazaquistão formam a maior parte dos líderes e vencedores dos últimos anos. Os vencedores serão determinados apenas pelo nível de habilidade das tripulações e pelos resultados da corrida final.
No “Biathlon Tanque – 2019”. As tripulações demonstrarão suas habilidades em dirigir, atirar e cruzar obstáculos. O campo militar é composto de vários locais com muralhas, valas, posições de disparo e linhas. Cada país participante participa com 3 tripulações.

Participam na competição equipes de 25 países da Europa, Ásia, África e América Latina, sendo eles; Azerbaijão, Angola, Armênia, Bielorrússia, Venezuela, Vietnã, Zimbábue, Irã, Cazaquistão, Quirguistão, China, Cuba, Kuwait, Laos, Mongólia, Myanmar, Rússia, Sérvia, Síria, Sudão, Tadjiquistão, Uganda, Uzbequistão, Sri Lanka e África do Sul.

As equipes dos países participantes vão competir em orientar-se no campo de batalha, condição tàtica dos veìculos, precisão de tiro e controle de fogo com tanques russos T-72B3, a equipe da República da Bielorrússia com o T-72BME (versão bielorrussa da modernização do tanque), ea China com os tanques Type-96B modernizados.

As competições são realizadas ao longo do percurso com obstáculos naturais e artificiais, pistas de combate, áreas de tiro e consistem nas seguintes etapas: corrida individual, semi-final e a etapa final do “Relay”.

O evento começou com uma performance de “Tank Ballet”, que pode ser vista no seguinte vídeo:

No primeiro dia do evento, a China ficou em primeiro lugar, seguida pela Bielorrússia.

A transmissão ao vivo do evento pode ser acompanhada até o dia 17 de agosto, quando as finais serão disputadas.

Com informações do Ministério da Defesa da Rússia – Zvezda via redação Orbis Defense Europe.

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Navio-Escola “Brasil” presta homenagem às vítimas do acidente do voo Air France 447

No dia 31 de julho, O Navio-Escola “Brasil” realizou, por ocasião de sua passagem pelas proximidades do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, durante a XXXIII Viagem de Instrução de Guardas-Marinha, uma homenagem às vítimas do acidente do voo Air France 447.

O acidente, ocorrido durante o voo da noite de 31 de maio para 1° de julho de 2009, e que vitimou 228 pessoas (216 passageiros e 12 tripulantes), contou, na época, com ampla participação da Marinha do Brasil na busca por possíveis sobreviventes e destroços da aeronave.

A homenagem consistiu na realização de uma Missa Ecumênica, acompanhada do gesto simbólico de lançamento de 228 pétalas de flores ao mar, relembrando cada uma das 228 vítimas do referido acidente.

Fonte: CCSM / Marinha do Brasil.

Le navire-école «Brésil» rend hommage aux victimes de l’accident d’avion 447 d’Air France

Le 31 juillet, le navire-école «Brésil», lors de son passage près de l’archipel de São Pedro et de São Paulo, a rendu hommage aux victimes de l’accident de vol survenu lors du XXXIIIe voyage d’instruction des gardes-marine. Air France 447.

L’accident est survenu pendant le vol de nuit du 31 mai au 1 ° Juillet 2009, qui a tué 228 personnes (216 passagers et 12 membres d’ équipage), a dit à l’époque, avec une large participation à la recherche de la Marine Brésil possible survivants et l’épave de l’avion.

L’hommage consistait en une messe œcuménique, accompagnée du geste symbolique consistant à jeter 228 pétales de fleurs à la mer, rappelant chacune des 228 victimes de cet accident.

Source: CCSM / Marinha do Brasil.

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Forças Ucranianas em preparativos para ofensiva no Dombass?

A auto-intitulada “República Popular de Donetsk”* (separatistas ucranianos não reconhecidos pela ONU) declara que seus observadores militares acompanham uma redistribuição das forças ucranianas, considerando-a uma preparação para um ataque militar.

Este anúncio acontece vários dias depois que o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky reorganizou a liderança militar das Forças Armadas Ucranianas (UAF), e especificamente do comandante da operação Donbass.

Do lado ucraniano nenhuma informação foi divulgada ou encontrada sobre os fatos alegados pela “República Popular de Donetsk”.

Mapa da situação atual na região da Ucrania e Dombass/DPR na fronteira com a Russia. Imagem via Southfront.org

A declaração da “República Popular de Donetsk”- DPR, divulgada em 6 de agosto, é a seguinte:

“Nossa inteligência obteve informações sobre a preparação e implantação nas posições frontais de unidades e subunidades da reserva da UAF em direção a Mariupol.

De acordo com dados obtidos da sede dos invasores [Ucrânia], bem como dos moradores locais dos assentamentos ocupados pela UAF no sul da região de Donetsk, recebemos informações sobre as posições de tiro de 152 mm e 122 mm instalações de artilharia da 406ª brigada de artilharia da Marinha nas áreas de TERNOE, KIROVO, ANDREYEVKA.

As unidades de reserva da 36ª e 35ª Brigada da Marinha avançaram para a frente e foram posicionadas em formações de batalha.

Em MARIUPOL, o Azov [Batalhão “Voluntário”] e as unidades da 56ª brigada de infantaria motorizada, permanecendo em suas posições permanentes, estão em alerta. Os invasores [Ucrânia] se mudaram para a área de concentração no norte da cidade, prontos para chegar à frente.

Além disso, ao longo da linha de fronteira, há um aumento da atividade de veículos aéreos não tripulados inimigos, realizando reconhecimento aéreo. Até agora, nossos defensores destruíram DOIS UAVs invasores.

Consideramos essas ações do lado ucraniano como preparação direta para hostilidades ativas contra nossa República.

Não excluímos a possibilidade de que, num futuro próximo, os invasores ucranianos realizem atos terroristas perto da linha de frente, a fim de criar uma ocasião para lançar uma ofensiva, cujas vítimas serão combatentes ou civis da UAF.

Nós não precisamos de mais derramamento de sangue no Donbass!”

Fim.

90 mil militares em prontidão?

O que se segue é um mapa anterior que apresenta as posições relatadas e potenciais vetores ofensivos, aproximadamente 90.000 combatentes estão posicionados na região.

Deve ser lembrado que em 5 de agosto, na linha de contato do Donbass, um grupo de militares ucranianos morreu enquanto tentavam um desmantelamento não autorizado de um campo minado na fronteira. O incidente ocorreu na cidade de Avdeevka, nas proximidades da linha de contato. Relatórios posteriores afirmaram que pelo menos quatro haviam morrido.

Mapa divulgado pela DPR com as explicativas das principais posições das forças ucranianas em preparativo de ofensiva. Imagem via Donetsk News/Southfront.

Em 6 de agosto, o Presidente ucraniano Zelensky pediu por uma reunião conjunta com o presidente russo Vladimir Putin, a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente francês Emmanuel Macron – a se reunirem o mais rápido possível para conduzir negociações sobre a situação na região.

*A República Popular de Donetsk é o nome de uma região separatista que declarou independência da Ucrânia em 7 de abril de 2014 apoiada indiretamente pela Russia. A República Popular só foi reconhecida pela Ossétia do Sul, que não é reconhecida pela ONU.

Com informações da AFP, Donetsk News Agency via redação Orbis Defense Europe.

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Donald Trump durante encontro do G20 sondou Bolsonaro sobre possível ação militar na Venezuela

Segundo publicação do jornal a Folha de São Paulo no dia 5 de agosto revela que o presidente da república, Jair Bolsonaro, recusou uma ação militar conjunta na Venezuela. A possibilidade fora levantada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, durante encontro bilateral no G20, em 28 de junho, no Japão.

Trump teria sondado o presidente brasileiro sobre o assunto, mas Bolsonaro “prontamente descartou a alternativa”, segundo fontes que estavam presentes na reunião, argumentando que “as Forças Armadas do Brasil foram enfraquecidas nas últimas duas décadas” e que “a topografia do país vizinho favorece” o regime do ditador Nicolás Maduro, “porque beneficia a atuação de guerrilhas locais”, relatou o jornal.”

  • Com agências nacionais

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USS Ronald Reagan em missão de dissuasão no Mar do sul da China

Um dos mais modernos porta-aviões da U.S. Navy navega mais uma vez no disputado Mar da China Meridional, em mais uma demonstração do poderio militar norte-americano em meio a novas tensões territoriais envolvendo a China e outros três países rivais.

A Marinha dos USA aproveitou para receber um pequeno grupo de generais, oficiais e jornalistas filipinos no USS Ronald Reagan, onde eles observaram as manobras e operações do grupo de combate.
O porta-aviões movido a energia nuclear, està transportando cerca de 70 jatos F/A-18 Hornets e Super Hornets, aviões AWACS e helicópteros, e estava a caminho de Manila para ser exposto para visita pùblica no porto nos pròximos dias.

“O lema desta missão é a paz pela força”

O contra-almirante Karl Thomas, Comandante da Task Force 70 e do Carrier Strike Group 5, declarou em entrevista ao jornalistas presentes que a presença militar norte-americana ajuda a proporcionar segurança e estabilidade que promovem conversações diplomáticas entre as nações demandantes rivais. Ele fez o comentário quando perguntado sobre qual mensagem a presença do navio estava enviando em meio a novas tensões envolvendo a China e os pretendentes rivais do Vietnã, Malásia e Filipinas em territórios muito disputados.

Rear Adm. Karl Thomas, Task Force 70/commander, Carrier Strike Group 5. Imagem ilustrativa via U.S. Navy.

“Só achamos que as pessoas devem seguir as leis internacionais e nossa presença nos permite fornecer segurança e estabilidade em segundo plano para que essas discussões ocorram”, declarou ainda o Contra Almirante Thomas.

O USS Ronald Reagan está navegando em águas internacionais no Mar do Sul da China em meio a tensões nas disputadas ilhas, baixios e recifes entre a China e outros países reivindicadores, como Filipinas, Vietnã e Malásia.

Presença para dissuasão

China, Vietnã, Filipinas, Malásia, Taiwan e Brunei foram bloqueados em conflitos territoriais sobre as águas estratégicas, onde uma grande parte do comércio asiático e mundial transita por décadas. As tensões aumentaram para novos patamares quando a China transformou sete ilhas disputadas na cadeia de Spratly em ilhas militarizadas e depois instalou um sistema de defesa contra mísseis, pistas de pouso e hangares.

No mês passado, Washington expressou preocupação com as “repetidas ações provocativas da China visando o desenvolvimento de petróleo e gás em alto mar de outros estados reivindicadores”.

O Vietnã exigiu que a China remova uma embarcação de pesquisa do Banco Vanguard, que, segundo a entidade, está dentro da zona econômica exclusiva de 320 quilômetros do Vietnã. A China teve uma disputa com a Malásia por Luconia Shoal e Manila protestou depois que um navio de pesca chinês bateu em um barco de pesca com 22 filipinos no Reed Bank e partiu em junho. Os filipinos foram resgatados por um navio de pesca vietnamita.

Com informações da U.S. Navy via redação Orbis Defense Europe.

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