Após teste de míssil pelos EUA, Rússia e China denunciam escalada militar

Rússia e China condenaram nesta terça-feira (20) o primeiro teste dos Estados Unidos de um míssil de médio alcance desde a Guerra Fria, ao mesmo tempo que denunciaram o risco de uma “escalada” de tensões militares e de retomada da corrida armamentista.

O teste marca o fim do tratado de desarmamento INF, que aboliu o uso pelos Estados Unidos e Rússia de mísseis terrestres com alcance de 500 a 5.500 Km, oficialmente suspenso há menos de um mês pelas duas potências rivais.

O teste aconteceu no domingo na ilha de San Nicolas, na costa da Califórnia, às 14H30 locais (18H30 de Brasília), e foi considerado um sucesso segundo o Pentágono. O projétil era uma “variação de um míssil de cruzeiro de ataque terra-terra Tomahawk”.

Imagens publicadas pelo exército americano mostram o míssil disparado a partir de um sistema de lançamento vertical Mark 41. “Lamentamos tudo isto. O governo dos Estados Unidos toma de maneira flagrante o caminho de uma escalada de tensões militares, mas não cederemos à provocação”, declarou o vice-ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Riabkov.

O governo Chinês criticou uma “escalada de confrontos militares que terá graves consequências negativas para a segurança regional e internacional”. Pequim acusou Washington de buscar “a superioridade militar unilateral”.

Rússia e Estados Unidos concretizaram no início de agosto o abandono do tratado sobre armas nucleares de médio alcance (INF), cuja assinatura no período final da Guerra Fria em 1987 acabou com a crise dos mísseis europeus, provocada pelo deslocamento na Europa dos SS-20 soviéticos com ogivas nucleares.

O presidente americano Donald Trump criticou o tratado no dia 1 de fevereiro e Moscou fez o mesmo no dia seguinte. Os países trocaram acusações de violação do texto. Os americanos questionam especialmente o míssil russo 9M729, que tem alcance, segundo Washington, de 1.500 km, o que Moscou nega, insistindo que o novo projétil tem alcance máximo de “480 km”.

A Rússia denuncia o sistema de defesa antimísseis americano Aegis Ashore, instalado na Polônia e na Romênia. As forças dos Estados Unidos posicionam há muito tempo mísseis de cruzeiro de médio alcance a bordo de navios de guerra, que geralmente são disparados a partir de sistemas Mark 41.

A novidade no teste de domingo foi o sistema de lançamento instalado em terra. O míssil era convencional, mas qualquer míssil pode posteriormente ser equipado com uma ogiva nuclear.

Para Riabkov, o “prazo extremamente apertado” que Washington precisou para executar com sucesso o teste demonstra que o governo americano já estava preparado para o fim do tratado.

O diplomata afirmou que o uso do Tomahawk e do Mark 41 significa que “estes sistemas serão utilizados para o lançamento não apenas de mísseis interceptores, mas também de mísseis de cruzeiro”, que têm longo alcance.

O presidente russo, Vladimir Putin, que visitou a França na segunda-feira, acusou Washington de “não ouvir” Moscou. “Os europeus devem nos escutar e reagir”, disse. No início do mês, Putin solicitou a Washington um “diálogo sério” sobre o desarmamento para “evitar o caos”.

Ele propôs uma moratória sobre a instalação das armas nucleares proibidas pelo tratado INF. Putin ordenou em fevereiro o desenvolvimento de novos tipos de mísseis terrestres em dois anos, especialmente adaptando aparelhos de médio alcance já existentes mas posicionados no mar ou ar.

Também ameaçou instalar novas armas “invencíveis” desenvolvidas por seu país para atacar os “centros de decisão” nos países ocidentais.

Agora resta em vigor apenas um acordo nuclear entre os dois países: o tratado START, que mantém os arsenais nucleares dos dois países abaixo do nível da Guerra Fria e que expira em 2021.

  • Com informações da agência AFP

O post Após teste de míssil pelos EUA, Rússia e China denunciam escalada militar apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

O que uma empresa PMC exige de um candidato à “Oficial de Segurança”?

Recentemente uma empresa muito conhecida de intermediação de seleção e contratação de profissionais de segurança internacional, divulgou algumas vagas para um local aonde nem mesmo alguns PMC’s mais experiêntes querem trabalhar devido aos riscos inerentes à situação dessa região; mas qual seria o pais em questão? A Somália…
Porém mesmo assim as exigências não são poucas para um local que não atrai tantos candidatos, ainda mais para um cargo considerado de nìvel gerencial e/ou de direção, que oferece um excelente pagamento anual e outros benefìcios acima da média(não divulgados em detalhes).
Os cargos são equivalentes ao de um militar oficial superior, comandante ou subcomandante de um batalhão operacional e/ou de pronto emprego.

Então quais são as exgências que essa empresa não identificada quer dos futuros candidatos para a vaga?

O candidato à vaga serà responsável pelos seguintes deveres e responsabilidades:

– Manter conhecimento atualizado de eventos relacionados ao ambiente político e de segurança na Somália;

– Desenvolver e manter um conhecimento abrangente do ambiente operacional, incluindo o escopo e a escala das operações de nossos clientes;

– Realizar visitas de segurança de campo e avaliações de risco em estreita coordenação com o Departamento de Segurança e Proteção do cliente, em apoio às atividades relacionadas a ações contra minas e gerenciamento de explosivos;

– Manter e atualizar os Padrões de Operações de Segurança (SOPs) e garantir que nossos funcionários e compostos estejam em conformidade;

– Manter e monitorar nossa lista de sistemas de segurança do cliente para garantir a responsabilidade de todos os funcionários no caso de uma emergência de segurança; preparar relatórios de situação de segurança e manter controle de qualidade e garantia de qualidade de arquivos de segurança, apresentações e relatórios;

– Após o pedido do Chefe de Segurança, realizar briefings de segurança para todos os  funcionários do cliente na chegada inicial, treinamento de segurança local conforme necessário por alterações no ambiente de segurança e manter informados sobre os assuntos que afetam sua segurança;

– Participar de reuniões da equipe de gerenciamento de segurança (SMT) e outros grupos de trabalho em nome da segurança do cliente, incluindo a realização de atas de reuniões e a circulação após a liberação do chefe de segurança;

– Manter uma ligação contínua com o nosso cliente em sua segurança e proteção, hospedes e outros, através de consultas regulares entre agências, redes, apoio mútuo e compartilhamento de informações;

– Preparar e conduzir as nossas missões de estrada / campo de clientes em Mogadíscio e na Somália em apoio às atividades do nosso programa de clientes;

– Suporte na coordenação de operações de segurança para eventos e visitas específicas;

– Realizar treinamento relacionado à missão / treinamento tático para motoristas e funcionários, incluindo o uso e manutenção de equipamentos de segurança, incluindo equipamentos de comunicação seguros;

– Fornecer aconselhamento de segurança ao pessoal numa situação de emergência e assegurar que o nível apropriado de medidas de segurança seja seguido, para apoiar a entrega do programa, a segurança e a segurança da propriedade da organização;

– Prestar apoio ao Chefe de Segurança com o estabelecimento de políticas, planos e procedimentos para situações de crise e emergências;

– Fornecer apoio no recrutamento, treinamento e supervisão de agentes de segurança locais;

– Fornecer suporte ao Chefe de Segurança na gestão do fluxo de comunicação entre o Security Office, seções e nosso cliente Safety and Security;

– Quaisquer outras funções atribuídas pelo Chefe de Segurança.

Educação:

• Um diploma universitário avançado (Mestrado ou Equivalente) com foco em gestão de segurança e / ou disciplinas relacionadas com 2 anos de experiência de trabalho relevante; Ou
• Grau universitário de primeiro nível (BA ou equivalente) com foco em gerenciamento de segurança e / ou disciplinas relacionadas com 4 anos de experiência de trabalho relevante.
• O diploma do ensino médio com uma combinação de treinamento relevante em segurança profissional e 8 anos de experiência pode ser aceito em vez de um diploma formal.

Experiência:

• Experiência relevante conforme descrito acima refere-se à gestão de segurança internacional, aplicação da lei, realização de Avaliações de Segurança e Proteção, proteção próxima ou experiência militar.
• A experiência em um ambiente operacional semelhante, como Iraque, Síria, Afeganistão, Líbia ou Somália é desejada
• Carteira de motorista reconhecida internacionalmente é necessária.

Requisitos linguísticos:

• Fluência em Inglês (falado, escrito e leitura) é necessário.

Observação importante: Essa informação é publicada à tìtulo jornalìstico, com o intuito de informar aspectos humanos & técnicos da realidade mundial do que abrange as problemàticas da segurança institucional de locais considerados “pontos quentes” ou “zonas de alto risco”.
A publicação não tem a intenção de divulgar empresas, sejam de treinamento ou de contratação, e portanto não prestamos informações sobre como enviar currìculos ou como fazer cursos para a àrea.

Com informações ESA Europe e Security Jobs via redação Orbis Defense Europe.

O post O que uma empresa PMC exige de um candidato à “Oficial de Segurança”? apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

Blindados do Exército turco violam a fronteira da Síria, SAAF efetua ataques aéreos de advertência

 

O Ministério das Relações Exteriores da Síria declarou na TV que veículos de transporte de tropas turcos entraram na cidade de Saraqeb, na província de Idlib, se deslocando para Khan Sheikhoun, onde ocorrem combates de forças rebeldes contra o Exército Arabe Sírio.

“Veículos de transporte de tropas turcos e até mesmo carros de combate (tanques), em um total aproximado de 28 veìculos, que violaram a fronteira síria e entraram na cidade de Saraqeb, eles estão indo para Khan Cheikhoun”, disse o ministério citado pelo canal de televisão oficial Syria TV.

Fontes militares sirias no local relataram que os militares sírios tomaram posse de um posto de controle em um subúrbio no noroeste de Khan Sheikhoun. A cidade, controlada por terroristas, està cercada pelo exército sirio.
De acordo com o Centro Russo para a Reconciliação dos Conflitos na Síria, o problema todo começou depois que o cessar-fogo do dia 2 de agosto na zona de desalento do Idlib foi violado pelos rebeldes anti-Assad apoiados pela Turquia logo no primeiro dia.

Em 5 de agosto, as forças sírias retomaram as operações, enquanto gangues aproveitavam a calmaria para atacar as posições do exército no norte da província de Hama e nas localidades da região.

Desespero rebelde ante a derrota iminente

Khan Shaykhun é o principal reduto de militantes radicais (Hayat Tahrir al-Sham e seus aliados) na área. Após os recentes ganhos do Exército Sírio , a defesa dos militantes na cidade parecia estar à beira do colapso.

A milícia turca teria como objetivo estabelecer um “posto de observação” em Khan Shaykhun, impedindo assim que os militares sírios libertassem a cidade dos terroristas.

“Veículos turcos carregados de munição, armas e equipamentos materiais passaram pela fronteira síria-turca na manhã de segunda-feira e entraram na cidade de Saraqeb a caminho de Khan Sheikhoun para ajudar os terroristas derrotados de Jabhat al-Nusra [Hayat Tahrir al-Sham] esta que figura nas listas do Conselho de Segurança da ONU como uma organização terrorista, que afirma novamente o contínuo apoio ilimitado fornecido pelo regime turco aos grupos terroristas. ” A agência estatal de notícias da Síria, SANA, citou uma fonte do Ministério das Relações Exteriores da Síria .

“A República Árabe da Síria condena veementemente esta flagrante violação turca e responsabiliza o regime turco pelas consequências desta violenta violação da soberania e da integridade territorial da República Árabe da Síria, o que constitui uma violação ultrajante das disposições do direito internacional.”

O Ministério das Relações Exteriores acrescentou que a atuação do “regime turco não afetará de maneira alguma a determinação do Exército Árabe Sírio de continuar caçando os remanescentes de terroristas em Khan Sheikhoun e outras áreas até liberar cada centímetro dos territórios sírios do terrorismo. “

A Síria não limitou sua resposta ao lançamento de uma declaração oficial sobre o assunto. Recentemente, a Força Aérea Árabe Síria realizou ataques de alerta perto do comboio militar turco que se dirigia para Khan Shaykhun. Segundo fontes pró-militantes, pelo menos um comandante de campo militante que acompanhava o comboio foi morto.

Com informações SANA Syria, Arab News, Israel 24, AFP via redação Orbis Defense Europe.

O post Blindados do Exército turco violam a fronteira da Síria, SAAF efetua ataques aéreos de advertência apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

Brasil instala missão técnica aeronáutica na Bolívia

O Brasil implantou uma Missão Técnica Aeronáutica Brasileira na Bolívia (MTAB-Bolívia), com o objetivo de prestar o assessoramento administrativo, técnico e operacional para a implantação do Sistema Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo da Bolívia (SIDACTA).

A MTAB-Bolívia é uma unidade subordinada ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), da Força Aérea Brasileira (FAB), e está sediada na II Brigada Aérea, na cidade de Cochabamba.

Os militares da MTAB-Bolívia estão participando diretamente da confecção e da regulamentação do SIDACTA e da montagem da estrutura organizacional do Comando de Segurança e Defesa do Espaço Aéreo (COSDEA).

“A contribuição do Brasil à Bolívia definirá uma mudança de rumo na atividade de controle de tráfego aéreo e defesa aérea, incrementando substancialmente a segurança da atividade naquele espaço aéreo, aumentando sua eficiência, além de vantagens econômicas”, destacou o Tenente Brigadeiro do Ar da FAB Jeferson Domingues de Freitas, diretor-geral do DECEA.

Atualmente, o sistema boliviano é convencional, utilizando-se somente de auxílios de radiofrequência e auxílios à navegação e à aproximação, como o Sistema de Pouso por Instrumentos e Rotas de Navegação Aérea.

O SIDACTA irá implementar a navegação aérea no país, que vai passar a ter quase a totalidade do seu espaço aéreo assistido por serviço de controle radar. Segundo o Tenente-Coronel da FAB Gilson Antônio da Silva Sobral, chefe da MTAB-Bolívia, com a operacionalização do novo sistema, a Bolívia vai estar equiparada aos outros países da América do Sul no que diz respeito à navegação aérea.

“Os sistemas do Brasil e da Bolívia serão muito parecidos e a integração dos mesmos contribuirá consideravelmente para o incremento da segurança, da eficiência e, no lado militar, para a diminuição da possibilidade do uso do espaço aéreo para atividades ilícitas”, salientou.

MTAB-Bolívia iniciou as atividades em março de 2019

A missão técnica da FAB na Bolívia utiliza como base a experiência brasileira adquirida durante a implementação do Sistema de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo do Brasil.

“Realizamos palestras sobre o trabalho realizado no Brasil para os integrantes do COSDEA, do Ministério da Defesa da Bolívia, da Diretoria-Geral de Aviação Civil da Bolívia e de Repartições Regionais da Administradora de Aeroportos e Serviços de Navegação Aérea, empresa responsável pelo controle de tráfego aéreo em Cochabamba e La Paz”, revelou o Ten Cel Sobral.

A equipe brasileira apresentou ainda propostas para a estruturação do SIDACTA. Além disso, estão assessorando o COSDEA quanto ao desenho da estrutura administrativa, operacional e da técnica adequada.

“Foi realizado um diagnóstico sobre a real capacitação dos recursos humanos existentes nas partes técnica e operacional, bem como uma análise de sociabilidade dos militares envolvidos”, disse o Ten Cel Sobral.

Importância da cooperação internacional

A FAB já atua em cooperação com outros países, principalmente na área do controle do tráfego aéreo. “A Bolívia desponta como um parceiro importante, a fim de que possamos integrar cada vez mais o serviço de navegação aérea prestada em nosso continente”, ressaltou o Ten Brig Ar Domingues.

“O DECEA, como agente importante da América do Sul, percebe que a cooperação para os países que se predisponham a trabalhar conjuntamente seja para melhor eficiência e segurança, ou para o crescimento de cada país como provedor de serviço de navegação aérea.”

O oficial salientou ainda que a posição geográfica da Bolívia, bastante central no continente, já mostra a importância do uso racional e eficiente do espaço aéreo.

“A integração entre os sistemas brasileiro e boliviano, com o compartilhamento das informações radares na fronteira, proverá não somente para estes dois países, mas para toda a América do Sul, uma união de forças em prol do incremento da segurança e da eficiência dos sistemas de controle de tráfego sul-americano”, finalizou o Ten Brig Ar Domingues.

#td_uid_1_5d5a98b7ebac7 .td-doubleSlider-2 .td-item1 {
background: url(https://www.defesa.tv.br/wp-content/uploads/2019/08/Brasil-instala-missão-técnica-aeronáutica-na-Bolívia-80×60.jpg) 0 0 no-repeat;
}
#td_uid_1_5d5a98b7ebac7 .td-doubleSlider-2 .td-item2 {
background: url(https://www.defesa.tv.br/wp-content/uploads/2019/08/Brasil-instala-missão-técnica-aeronáutica-na-Bolívia2-80×60.jpg) 0 0 no-repeat;
}

Forças Navais dos EUA se preparam para UNITAS LX

O Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, a Marinha dos EUA e outras 10 forças chegaram ao Brasil para o UNITAS LX; que é o exercício mais antigo do mundo e reúne forças multinacionais de 11 países: Brasil, Colômbia, Peru, Chile, Argentina, Equador, Panamá, Paraguai, México, Grã-Bretanha e Estados Unidos.

#td_uid_1_5d59b7b80a900 .td-doubleSlider-2 .td-item1 {
background: url(https://www.defesa.tv.br/wp-content/uploads/2019/08/MarinesUnitas-80×60.jpg) 0 0 no-repeat;
}
#td_uid_1_5d59b7b80a900 .td-doubleSlider-2 .td-item2 {
background: url(https://www.defesa.tv.br/wp-content/uploads/2019/08/MarinesUnitas2-80×60.jpg) 0 0 no-repeat;
}
#td_uid_1_5d59b7b80a900 .td-doubleSlider-2 .td-item3 {
background: url(https://www.defesa.tv.br/wp-content/uploads/2019/08/MarinesUnitas3-80×60.jpg) 0 0 no-repeat;
}
#td_uid_1_5d59b7b80a900 .td-doubleSlider-2 .td-item4 {
background: url(https://www.defesa.tv.br/wp-content/uploads/2019/08/MarinesUnitas4-80×60.jpg) 0 0 no-repeat;
}

Suspeita de ataque aéreo israelense faz Iraque fechar espaço aéreo até para vôos da coalizão dos USA anti-ISIS

Iraque fecha espaço aéreo inclusive para vôos da coalisão dos USA apòs suspeita de ataque aéreo israelense, e além disso, o governo iraquiano declarou que está pronto para derrubar qualquer aeronave que viole seu espaço aéreo em meio a uma proibição geral de vôos não autorizados não especificamente aprovados pelo primeiro-ministro.

Oficiais militares dos EUA no Iraque agora vão precisar de aprovação do Iraque antes de iniciar qualquer operação aérea, incluindo aqueles envolvendo forças de coalizão que combatem o EI.

O primeiro-ministro Abdul-Mahdi pediu o fim de todos os “vôos não autorizados”, incluindo aviões não-tripulados, aviões de espionagem, jatos ou helicópteros, jà na quinta-feira. A diretriz exigia que todos os veículos aéreos cumprissem a lei iraquiana e as operações deveriam estar sob autorização do governo iraquiano.

A Coalizão dos EUA divulgou na sexta-feira uma declaração dizendo que está pronta para cumprir a ordem :

Imagem via Combined Joint Strike Force USA in Irak.

A drástica decisão de Bagdá ocorreu depois que uma explosão massiva atingiu um bairro da cidade, que autoridades iraquianas acreditam ter sido o resultado de um ataque israelense contra um depósito de munição pró-iraniano .

O incêndio resultante durou todo o dia não longe da “Zona Verde” e causou explosões de munição pela cidade, resultando na morte de pelo menos um civil e feridos de quase 40 outros, muitos deles crianças. A base de armas supostamente pertencia à milícia pró-Irã Kataib Sayyid Al-Shuhada, e estima-se que US $ 110 milhões em munições foram eliminadas.

“O primeiro-ministro ordenou a revogar todas as autorizações especiais de voo no espaço aéreo iraquiano por aviões de reconhecimento, aviões de reconhecimento com armas, caças, helicópteros, veículos aéreos não tripulados de todos os tipos disponíveis para os lados iraquianos e não-iraquianos”,
“Todas as autoridades são obrigadas a cumprir essa determinação. Quaisquer vôos que violem este regulamento serão considerados uma agressão, a qual nossa defesa aérea responderá imediatamente ”, acrescentou o comunicado.

Embora não tenha havido declaração oficial de Bagdá confirmando que um avião ou drone israelense estava por trás do ataque em meio a uma investigação em andamento, comandantes de milícias e líderes militares iraquianos rapidamente acusaram Israel. “Acreditamos que os EUA e Israel estavam por trás dessas explosões”, disse um dos comandantes xiitas ao Arab News .

De fato, até mesmo a mídia israelense tem sido fonte de especulações generalizadas de que aviões israelenses realizaram incursões no espaço aéreo iraquiano nos últimos tempos. Tudo isso também acontece no momento em que o parlamento iraquiano tem expressado cada vez mais raiva e frustração com a continuação da presença das tropas americanas, mesmo depois que o Estado Islâmico foi derrotado.

Com informações da Arab News, Reuters e AFP via redação Orbis Defense Europe.

O post Suspeita de ataque aéreo israelense faz Iraque fechar espaço aéreo até para vôos da coalizão dos USA anti-ISIS apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

O Dia Mundial do Helicóptero 2019 – #worldhelicopterday

“O Dia Mundial do Helicóptero visa aumentar a conscientização sobre as contribuições que os helicópteros trazem à nossa sociedade e celebrar a diversidade de pessoas que projetam, voam e dão suporte à atividade da aviação de asas rotativas”.No site oficial de divulgação mundial worldhelicopterday.com. explica; ” Para os aviadores de asa rotativa e equipes de apoio, o Dia Mundial do Helicóptero é uma oportunidade para a fraternidade do helicóptero, compartilhar sua paixão comum enquanto preserva e promove relacionamentos, tradições e memórias.”

A data é um esforço comum entre todas as principais entidades envolvidas com a criação, desenvolvimento, fabricação e existência do helicòptero, que ocorrem em todo o mundo para evitar conflitos ou favoritismos referentes aos pioneiriosmos inerentes de cada um.
Também é verão no hemisfério norte, onde a maioria das empresas e organizações de helicópteros operam, o que proporciona melhor clima para o público assistir a eventos de dia aberto aos operadores de helicópteros.
Sendo acordado internacionalmente o terceiro domingo de agosto, todos terão oportunidade de realizar eventos de fim de semana para maximizar a participação do público local, para que eles tenham uma chance de vivenciar um pouco do mundo dos helicópteros de perto e conversem com pilotos, tripulantes, mantenedores e todas as outras pessoas que trabalham com a indústria de helicópteros.

A comunidade aeronáutica brasileira comemora no dia 24 de fevereiro, o dia do piloto de helicóptero no Brasil, pois  em 1972 (uma terça-feira), um grupo de 12 pilotos de helicóptero realizou umas das missões mais difíceis da história dos resgates em tempos de paz. Enquanto um incêndio de grandes proporções destruia o edifício Andraus,no centro de São Paulo (na Avenida São João), esses pilotos corajosos conseguiram evitar uma tragédia incomensurável, enfrentando as mais adversas condições de ventos e visibilidade, efeturando o resgate de aproximadamente de 350 pessoas. Esse dia de heroísmo na história da aviação brasileira e sul-americana deu origem ao Dia do Piloto de Helicóptero no Brasil.

Saiba mais sobre o dia do Piloto de Helicòptero no Brasil:

https://www.defesa.tv.br/dia-do-piloto-de-helicoptero-brasileiro/

Com informações do https://worldhelicopterday.com/ via redação Orbis Defense Europe.

O post O Dia Mundial do Helicóptero 2019 – #worldhelicopterday apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

Depois de Portugal, Hungria pode se tornar o segundo operador Europeu do KC-390

No início de 2019, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, realizou uma reunião bilateral com o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, como parte de sua visita de trabalho ao Brasil. Durante a reunião foi discutida a possibilidade de cooperação internacional no campo econômico e político entre ambos países.

Em abril, Zsolt Németh, presidente da Comissão de Relações Exteriores da Hungria na Assembléia Nacional, realizou tratativas com o deputado Eduardo Bolsonaro,presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Câmara dos Deputados.

Durante as conversas, Németh falou: “Podemos iniciar contatos entre a Hungria e o Brasil em maio, quando o ministro das Relações Exteriores do Brasil visitará nosso país, pra agendar a visita do presidente Jair Bolsonaro à Hungria”.

Em maio o ministro das Relações Exteriores, Péter Szijjártó, reuniu-se com o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, em Budapeste (Hungria). Entre outras coisas, ambos discutiram uma possível opção para o Magyar Légierö (Força Aérea Húngara) de compra da aeronave de transporte KC-390.

Segundo a Embraer, a KC-390 está atualmente em extensa consulta com a Hungria sobre a venda de algumas unidades da aeronave. A empresa mencionou que poderia abrir uma fábrica na Hungria para montagem e manutenção do KC-390.

Um anúncio é esperado durante visita do presidente brasileiro à Hungria no final deste ano.

  • Com informações do site Scramble Magazine
  • Tradução e Adaptação: DefesaTV

O post Depois de Portugal, Hungria pode se tornar o segundo operador Europeu do KC-390 apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

Pescadores desaparecidos à 4 dias resgatados por operação conjunta da FAP e Marinha Portuguesa

Foram encontrados os pescadores da embarcação de pesca que estava desaparecida desde a madrugada do dia 14 de agosto, em uma operação coordenada pelo Centro de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa), em articulação com o Subcentro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo do Funchal (MRSC Funchal). Os sete pescadores foram resgatados pelo NRP Hidra e encontram-se bem.
Os pescadores foram detetados em uma balsa, por uma aeronave C-295M, da Esquadra 502, do Destacamento Aéreo da Madeira, que participava nas buscas com a Marinha Portuguesa.

Imagem via Força Aérea Portuguesa.

A balsa salva-vidas, onde se encontravam os náufragos à deriva, foi avistada pela aeronave C-295 da Força Aérea Portuguesa (FAP) pelas 14h55 (horas locais), a cerca de 30 milhas náuticas (aproximadamente 55km) do Funchal. Os sete pescadores da embarcação Setemar foram localizados a 124 quilómetros da ilha de Porto Santo.

A aeronave da FAP direcionou a lancha Hidra, da Marinha Portuguesa, para o local para realizar o resgate dos sete pescadores.

Pelas 16h40, o NRP Hidra recolheu os náufragos que seguem a bordo do navio até ao Funchal, onde está previsto desembarcarem pelas 20h00 (horàrio local). ​

Com informações da Força Aérea Portuguesa via redação Orbis Defense Europe.

O post Pescadores desaparecidos à 4 dias resgatados por operação conjunta da FAP e Marinha Portuguesa apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo

10 VANT’s Houtis atacam campo petrolífero saudita

Dez veículos aéreos não-tripulados suicidas (VANTs) lançados pelos houthis atacaram hoje, em 17 de agosto, o campo de petróleo gigante Shaybah, no sudeste da Arábia Saudita, no que foi descrito como a maior operação aérea do grupo iemenita até o momento.
O ataque, apelidado de Operation Deterrent Balance 1, visava os poços do campo de petróleo e sua principal refinaria, de acordo com o Brig. Gen. Yahya Sari, um porta-voz dos Houthis.

“A operação Deterrent Balance 1 vem dentro da estrutura de dissuasão e resposta legítima aos crimes da agressão e do cerco ao povo iemenita”, disse o porta-voz, alertando que o banco de alvos dos Houthis está “se expandindo dia a dia”.

Localizado perto da fronteira com os Emirados Árabes Unidos, o Shaybah é um dos maiores campos de petróleo da Arábia Saudita. O campo produz até 1.000.000 de barris por dia.
Os Houthis provavelmente usaram os UAVs Samad-3 no ataque. Este tipo de UAV, que foi apresentado pelo grupo iemenita no mês passado, é conhecido por seu longo alcance.
Segundo a agência de notícias Reuters e outras fontes epecializadas da região, um oficial saudita reconheceu a ocorrência do ataque, assim como funcionários civis do campo petrolifero, que informaram que o ataque foi realizado por três UAVs e causou “pequenos danos” apenas na refinaria de gasolina do campo de petróleo.

Esses novos mísseis e UAVs fornecem aos Houthis a capacidade de atacar praticamente qualquer alvo na Arábia Saudita ou nos Emirados Árabes Unidos com a devida precisão. Uma ameaça que a coalizão liderada pela Arábia Saudita não levou à sério até agora.

Imagem do drone/UAV Samad 1 fornecida pelas forças houtis. Imagem via Al Arab News.

O Samad-1 parece estar equipado com um sistema de reconhecimento eletro-óptico, juntamente com dois links de dados, provavelmente para controle e transmissão ao vivo. Não se acredita que o UAV seja capaz de transportar armas de qualquer tipo. No entanto, os Houthis podem equipar o Samad-1 com uma ogiva e usá-lo como um UAV suicida, semelhante a outros tipos.

Samad-3 UAV

O design do Samad-3 de terceira geração segue as mesmas linhas da primeira geração. No entanto, o UAV é equipado com o que parece ser um tanque de combustível conformado (CFT). Um recurso exclusivo que provavelmente amplia o alcance do UAV de maneira significativa.

Em 26 de julho de 2018, os Houthis atacaram o Aeroporto Internacional de Abu Dhabi nos Emirados Árabes Unidos com um UAV Samad-3. O aeroporto está localizado a mais de 1.500 km das áreas ocupadas por Houthi no oeste do Iêmen.

UAV Qasef-2K

A Exposição Saleh al-Samad para as Indústrias Militares do Iêmen nos forneceu o primeiro olhar sobre o UAV Qasef-2K, que foi introduzido pelos Houthis pela primeira vez em janeiro passado.
Como muitos especialistas esperavam, o desenho do Qasef-2K é idêntico ao do Qasef-1, que é uma cópia do Iranian Ababil-2, de acordo com um relatório do grupo Conflict Armament Research (CAR).


Ao contrário da primeira geração, o Qasef-2K está armado com uma ogiva de fragmentação altamente explosiva [HE-FRAG] que explode a 20 metros sobre o alvo.
O Qasef-2K foi usado pela primeira vez em um ataque a uma parada militar de forças apoiadas pelos sauditas no distrito de al-Anad. O ataque matou seis pessoas de forças apoiadas pela Arábia Saudita, incluindo altos oficiais.
Desde então, os UAVs do Qasef-2K foram usados ​​em dezenas de ataques, principalmente em instalações no sul da Arábia Saudita.

Com informações via Reuters, Al Arab News via redação Orbis Defense Europe.

O post 10 VANT’s Houtis atacam campo petrolífero saudita apareceu primeiro em DEFESA TV.


Source: DefesaTV Mundo