Irã detém navio tanque britânico no estreito de Hormuz

A informação foi divulgada na ùltima hora pela Dryad Global e Agence France Press, informando que o navio-tanque “Stena Impero” de bandeira britânica e com 28 tripulantes à bordo foi detido por lanchas rápidas da Guarda Revolucionária Iraniana.

A tripulação conseguiu informar os operadores do navio na Arábia Saudita via rádio que a embarcação estava sendo cercada por pelo menos 8 lanchas ràpidas e 3 helicòpteros, e após alguns minutos os operadores não mais conseguiram contato com a tripulação por todos os meios de comunicação disponíveis.

Outras informações de mídias locais já afirmam que a Guarda Revolucionária do Irã já teria divulgado uma declaração oficial que o navio teria violado leis internacionais e àguas territoriais iranianas, justificando assim a detenção da embarcação. Porém ainda não encontramos mais informações desse último fato.

imagem via redação OD Europe.

Em consulta ao site Marine Traffic, informam que a embarcação está a baixíssima velocidade de 1.4 nós e aparentemente ainda usando força de máquinas com proa da Ilha de Quesh em território iraniano.

Com informações da Dryad Global, Agence France Press via redação Orbis Defense Europe.

 

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Source: DefesaTV Mundo

Tripulação de navio turco mantida refén em ataque pirata na costa da Nigéria

Pelo menos 10 tripulantes do  navio Paksoy-1 de bandeira turca, pertencente à companhia marítima Kadioglu (Turquia) estão feitos reféns desde quarta, dia 17,  após a embarcação ser atacada e tomada por piratas na costa da Nigéria. Inicialmente todos ainda estão vivos e as autoridades marítimas da Nigéria e de Ghana estão efetuando esforços para interceptar o navio e negociar a rendição dos piratas. No momento presente o navio se encontra em águas territoriais de Ghana e está sendo acompanhando por um navio da Marinha dessa nação.

O porta-voz do governo turco Omer Celik declarou que já estão conduzindo esforços de inteligência em conjunto com as autoridades dos países envolvidos para a rápida solução do problema e não está descartado o envio de forças militares turcas para trabalhar em conjunto com as autoridades locais para a liberação do navio e dos tripulantes mantidos reféns.

A costa ocidental africana atualmente é a região mais perigosa do mundo para  a navegação mercante, pois acabou por se tornar o ponto de convergência de piratas e grupos terroristas islâmicos que aos poucos abandonaram os mares da costa da Somália, anterior zona de alto risco da pirataria marítima mundial.

Com informações da Logistic Maritime e redação Orbis Defense Europe.

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Source: DefesaTV Mundo

Sanções dos EUA bloqueiam cargueiros iranianos no Brasil

Alvos colaterais das sanções norte-americanas contra Teerão, dois cargueiros iranianos estão bloqueados sem combustível há mais de um mês e meio no porto de Paranaguá, no sul do Brasil.

A petrolífera estatal brasileira Petrobrás recusou reabastecer os navios, temendo represálias dos Estados Unidos, já que tanto as embarcações em questão como a empresa de transporte iraniana para a qual operam, a Sapid Shipping Company, são contempladas na lista de restrições comerciais definidas pelas autoridades norte-americanas.

Os cargueiros deviam voltar ao Irão com mais de cem toneladas de milho. A empresa exportadora alega que, tratando-se de alimentos, as cargas não estão contempladas pelas sanções norte-americanas, mas geralmente este tipo de transporte não é realizado por cargueiros de bandeira iraniana e, nas raras vezes em que isso acontece, os navios viajam com combustível suficiente para voltar ao país de origem.

 

Com informações Euronews via redação OD Europe.

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Source: DefesaTV Mundo

Exército dos EUA testará veículos de combate robóticos

O exército dos Estados Unidos anunciou que começará a testar veículos de combate robóticos (VCR) já em março de 2020. Para isso dois veículos modificados serão utilizados.

Os soldados, posicionados em dois Bradley Fighting Vehicles modificados, controlarão de forma remota quatro M-113 vazios, mas equipados com metralhadoras. Os Bradley são chamados de Mission Enabler Technologies-Demonstrators ou MET-Ds, e são protótipos não preparados para entrarem, de fato, em combate, mas para demonstrar a funcionalidade do sistema.

A ideia é conseguir utilizar os veículos robôs para completarem missões, como infiltração em linhas inimigas, sem colocar em risco a vida dos soldados. Para isso os testes continuarão, com novas fases previstas para 2021 e 2023 com outros tipos de veículos, maiores e mais pesados.

“Um Veículo de Combate Robótico reduz risco. Ele faz isso ao expandir a geometria do campo de batalha para que, antes que o inimigo faça contato com o primeiro elemento humano, ele precisa fazer contato com os robôs,” explicou o Major Cory Wallace, líder de VCR. “Isso, por sua vez, dá aos comandantes tempo e espaço adicionais para tomarem decisões”

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Indústria de Defesa da Rússia acumula dívidas bilionárias e pede socorro

Na última década, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, investiu 20 trilhões de rublos (US$ 300 bilhões ou R$ 1,12 trilhão) em armas, munindo o exército russo de ogivas hipersônicas e drones submarinos. Mas a farra de gastos também deixou a indústria de Defesa do país com uma enorme ressaca de dívidas que agora, segundo autoridades russas, está sufocando o setor estratégico.

A indústria “está apenas sobrevivendo” e não tem dinheiro suficiente para investir em novas tecnologias vitais, disse o vice-primeiro-ministro Yuri Borisov em uma conferência do setor no início deste mês. Segundo ele, há uma carteira de empréstimos de mais de 2 trilhões de rublos, que, por ano, custa o mesmo do que o lucro de todo o setor.

Grande parte da inadimplência vem de anos e nunca será reembolsada. Segundo autoridades e analistas do setor, é resultado de erros administrativos e ineficiência das principais empresas estatais que produzem armas da Rússia. Depois que o Kremlin reduziu os gastos em 2017-18 – pressionados pela queda dos preços do petróleo, o principal produto de exportação da Rússia, e outros fatores –, os problemas do setor tornaram-se mais graves.

“Essa bomba-relógio está ligada”, disse Konstantin Makienko, vice-chefe do Centro de Análise de Estratégias e Tecnologias, consultor da indústria de Defesa em Moscou.

Empréstimos

No centro do problema está a forma como a Rússia financia seu grande orçamento para armas. O governo não libera fundos para novos sistemas até que eles estejam concluídos, forçando os fabricantes a pegar empréstimos de bancos comerciais – geralmente sob garantia do governo – para cobrir os custos de produção. As taxas desses empréstimos, porém, são em média de 10% ao ano, segundo dados do governo, deixando as empresas com enormes custos da dívida.

“Será mais difícil cumprir esses empréstimos, já que os gastos do governo em novas compras estão diminuindo um pouco”, disse Anton Danilov-Danilyan, analista-chefe da Oboronprom, uma das maiores empresas de defesa do Estado.

Ele culpa os erros de gestão pela bagunça. “Alguns superestimaram a si mesmos, outros definiram preços de contrato muito baixos ou as taxas de retorno se mostraram negativas”, disse ele. “Alguns calculam mal o custo de levar os sistemas à produção industrial”.

Além dos problemas recentes, há atrasos nos pagamentos de pedidos de exportação, causados ​​por temores de sanções dos EUA contra compradores de armas russas.

Até agora, o governo planeja amortizar cerca de 200 bilhões de rublos dos empréstimos que têm as maiores chances de não serem pagos. A dívida será transferidos para um banco estatal especial, designado para administrar a extensa indústria militar. Autoridades do Ministério das Finanças rejeitaram na semana passada os pedidos de Borisov para amortizar de 600 bilhões a 700 bilhões de rublos – segundo ele o necessário para permitir que a indústria funcione normalmente. Os maiores financiadores do setor são os gigantes estatais Sberbank e VTB Bank, segundo analistas.

Em 2016, o governo gastou cerca de 800 bilhões de rublos para acertar parte das dívidas do setor, levando a um aumento nos gastos com defesa naquele ano. Desta vez, o Ministério das Finanças está adotando uma posição mais dura. “Os empréstimos foram fornecidos por bancos comerciais sem a participação do governo, então a questão de amortizá-los não está na agenda”, disse o ministro das Finanças, Anton Siluanov.

Fonte: Gazeta do Povo

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Navio da U.S. Navy derruba drone iraniano no Golfo Pérsico

O Presidente dos USA Donald Trumpdeclarou nessa quinta dia 18/07 que a U.S. Navy abateu um drone sobre o estreito de Hormuz nesse fim de tarde (hora local).
O navio que derrubou o drone é o USS Boxer, um navio de assalto anfíbio da classe Wasp, e, o navio utilizou seu sistemas de mísseis de defesa antiaérea em uma ação defensiva contra o drone que se aproximou à uma distância considerada muito próxima, violando seu perímetro de segurança e ignorando diversas tentativas de contato via rádio para se afastar.

Ainda não existem maiores informações sobre o tipo de drone abatido e como decorreu o incidente.

O Presidente Trump declarou também que essa será a última ação  hostil e provocativa contra navios operando em águas internacionais.

A tensão na região continua grande também devido ao fato da Guarda Revolucionária Iraniana ter apreendido um navio tanque e acusar os tripulantes de roubo de petróleo. Vale lembrar que o Irã derrubou um drone da USAF operando na região a algumas semanas atrás.

Esse é um relato superficial e estamos aguardando mais informações sobre os fatos.

Com informações da NBC News e U.S. Departement of Defense

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Rússia lançará primeira usina nuclear flutuante

A empresa de energia atômica russa Rosatom declarou que a primeira usina nuclear flutuante, apelidada pelas organizações ambientais internacionais de “Tchernóbil flutuante” ou “Tchernóbil sobre o gelo” está pronta para ser inaugurada.

A usina foi batizada pela empresa como “Akademik Lomonosov” (em português, “Acadêmico Lomonóssov”) e fornecerá energia para a região de Tchukótka, no Extremo Oriente da Rússia. Ali, ela auxiliará na exploração de jazidas em regiões remotas e servirá de publicidade de usinas flutuantes semelhantes para possíveis clientes da Rosatom no exterior.

Quem é cético quanto ao projeto afirma que usinas no mar representam ameaças não apenas de uma nova catástrofe nuclear, mas também afetam o clima mundial ao fornecer energia para as minas de carvão localizadas na região.

Mais de uma década de trabalho

A “Akademik Lomonosov” foi encomendada pela Agência Estatal de Energia Atômica Rosenergoatom no programa de desenvolvimento da Rota Marítima do Norte em 2007.

Neste ano, a usina, passou, finalmente, portodos os testes e, no início de julho, foi entregue à Rosenergoatom, que tem licença estatal para operar o reator até 2029. A agência pretende rebocar a usina para o porto de Pevek, na região de Tchukótka, em agosto. O reator da usina começará a produzir a eletricidade já em dezembro de 2019.

Pavel Lvov/Sputnik

A plataforma de 144 metros de comprimento com dois reatores nucleares KLT-40 pode produzir até 70 megawatts de eletricidade e 50 Gcal/h de energia térmica – o suficiente para 100 mil pessoas.

A região de Tchukótka não é densamente povoada, com apenas 50 mil pessoas, mas a usina também fornecerá energia para empresas petrolíferas de gás que trabalham na região.

Hoje, a “Akademik Lomonosov” é a única usina nuclear flutuante do mundo. Mas a maior petrolífera da Rússia, a Rosatom, já está desenvolvendo a segunda geração de usinas nucleares flutuantes, que serão menores e terão dois reatores nucleares RITM-200W, com capacidade de 50 MW cada. Segundo a Rosatom, as usinas poderão ser vendidas ao Oriente Médio, Norte da África e Sudeste Asiático.

 

Nova Tchernóbil?

Os críticos do porjeto afirmam que a usina flutuante em si já é uma má ideia: ela é vulnerável a tsunamis e terroristas, e armazenará lixo radioativo e combustível – o que é muito perigoso, por exemplo, no caso de uma colisão com outro navio. Segundo o Greenpeace, é mais barato investir no desenvolvimento de energia renovável, principalmente eólica, que manter uma usina flutuante.

Outros especialistas afirmam que o reator nuclear flutuante não é tão perigoso, já que reatores semelhantes estão em submarinos há décadas e a ideia em si não é nova: um navio de guerra atômico dos Estados Unidos da época da Segunda Guerra Mundial era conectado à rede de eletricidade do Panamá e fornecia energia para uso civil e militar até 1976.

Segundo declaração do ex-chefe da Comissão Reguladora Nuclear do presidente dos EUA George W. Bush, Dale Klein, ao portal online de notícias “The Verge”, é incorreto comparar as usinas flutuantes a Tchernóbil. “Isto é só para fazer as pessoas pensarem em algum tipo de acidente. [A comparação] não tem base científica, o objetivo das declarações é apenas assustar as pessoas”, disse.

Os engenheiros russos responsáveis pelo projeto também afirmam que tal comparação é injustificável, acrescentando que a usina foi construída para resistir a um impacto equiparável a nove tsunamis simultâneos.

“Essas alegações são infundadas, os reatores operam de forma diversa”, disse o engenheiro-chefe de proteção ambiental da usina flutuante, Vladímir Iriminku, à rede de TV norte-americana CNN. “É claro que o que ocorreu em Tchernóbil não deve acontecer novamente. A usina estará nas águas do Ártico e vai esfriar constantemente, não faltará água fria ali”, disse.

Getty Images

Solução para regiões remotas

Quanto à sugestão de investimento em energia eólica, os especialistas russos dizem que ela tem suas desvantagens. “Os geradores de energia eólica são eficazes para alimentar casas particulares, mas não podem fornecer eletricidade para toda a região em escala industrial”, afirma o analista-chefe da corretora TeleTrade, Piotr Puchkariov.

“Os especialistas europeus estão discutindo o aspecto ambiental dos geradores de energia eólica: suas vibrações afetam a flora e a fauna locais, prejudicando o ecossistema. Isso poderia ser ainda mais perceptível no Ártico. Além disso, a instalação dos geradores é mais cara e mais difícil no Ártico”, disse Puchkariov.

“A principal vantagem da nova usina flutuante é sua mobilidade e capacidade de funcionamento por 15 anos sem intervalos. Além disso, não haverá resíduos radioativos, após sua exploração”, diz o especialista do Centro Internacional Financeiro, Gaidar Gassanov.

“A usina instalada em um mar frio tem menos riscos do que qualquer usina em terra firme. Ondas, correntes de água e até tsunamis oceânicos não podem gerar problemas ao bloco”, diz Puchkariov.

Segundo ele, a ameaça de qualquer tipo de destruição é minimizada, justamente o contrário do que acontece se, por exemplo, um reator enfrenta um terremoto em terra.

“Isso não acontecerá no oceano se a ‘Lomonosov’ for projetada corretamente. Não é coincidência que a frota russa de quebra-gelos nucleares funcione sem falhas no Ártico desde os tempos soviéticos. Na verdade, o ‘Akademik Lomonossov’ é um barco que não pode ser afundado, com o mesmo ‘coração’ atômico que têm os quebra-gelos nucleares”, completou.

Fonte: Russia Beyond

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Governo dos USA remove oficialmente a Turquia do programa F-35

O governo dos USA está oficialmente removendo a Turquia do programa do caça stealth Lockheed Martin F-35 Lightining II. A retirada da Turquia do programa F-35 ocorre logo após a confirmação do recebimento da primeira parte do sistema anti-aéreo de fabricação russa S-400, que aconteceu essa semana.

A decisão foi anunciada ontem à noite em coletiva de imprensa convocada pelo Pentágono e também divulgada pelos serviços diplomáticos da Casa Branca.

O governo dos USA declarou também que além de outros detalhes técnicos, administrativos e financeiros, o ponto principal do cancelamento da participação da Turquia é de que o programa do F-35 não poderia jamais operar em uma nação que também opera sistemas russos ou chineses, que possam coletar informações sobre as capacidades avançadas do caça furtivo F-35.
 

O Porta-voz do Pentàgono, Air Force Lt. Col. Mike Andrews durante a declaração oficial da retirada da Turquia do programa F-35 Joint Strike Fighter.

Na declaração da porta-voz da Casa Branca,   Stephanie Grisham, afirmou que:

Unfortunately, Turkey’s decision to purchase Russian S-400 air defence systems renders its continued involvement with the F-35 impossible. But stressed thatthe United States still greatly values our strategic relationship with Turkey. “As Nato allies, our relationship is multi-layered, and not solely focused on the F-35,” she said.

Importante lembrar que a Turquia ainda é um aliado importante da aliança ocidental NATO/OTAN, possuindo em seu território pelo menos 3 bases militares fixas com forças militares americanas e europeias (eventuais), porém a Turquia já deu provas de instabilidades na sua credibilidade de relação com a aliança militar ocidental  se aproximado da Rússia, e, ainda mantendo atritos com a Grécia (integrante da NATO/OTAN) e atacando constantemente os territórios das minorias Kurdas, estes que foram importantes aliados do ocidente na guerra contra o Estado Islâmico no norte da Síria.

Uma das alegações do governo da Turquia para a aquisição do sistema de defesa anti-aérea S-400 é que o país tem receios quanto ao cenário de conflitos em seu entorno geográfico e por isso precisa se defender com mais eficiência, porém o governo dos USA ofereceu já a algum tempo para a Turquia o sistema de defesa anti- aérea e anti- mísseis “Patriot” em diversas versões e dentro de valores próximos aos dos oferecidos pelo governo russo.

Com a saída do programa “Joint Strike Fighter” a Turquia sofrerá um impacto econômico e tecnológico muito grande, pois a industria aeroespacial turca era responsável pelo fornecimento de pelo menos 900 componentes essenciais para a construção das diversas versões da aeronave F-35, e dentro desse impacto a perda inicial gira em no mínimo US$ 9 bilhões, incluindo percas indiretas com o desemprego gerado nas empresas que encerrarão atividades na Turquia e  suas cotas de produção de peças e componentes transferidas para fabricantes americanos e europeus.

Até o momento o governo da Turquia nada declarou sobre essa ação do governo dos USA.

Com informações via U.S. Department od Defense e BBC UK.

 

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Dia do Submarinista da Marinha do Brasil

A origem do Dia do Submarinista na Marinha do Brasil (17/07)

Os três primeiros submarinos usados no Brasil entraram em funcionamento no dia 17 de julho de 1914. Chamados de F1, F3 e F5, eles foram construídos no estaleiro da Fiat, em Torino, na Itália, e entregues a autoridades brasileiras entre 1913 e 1914, como parte do Programa de Construção Naval criado pelo ministro da Marinha. A “Flotilha de Submersíveis” ficou em atividade por 20 anos, e foi usada principalmente no treinamento da tripulação.

Submarinista é o termo que designa os tripulantes de um submarino militar, ou pessoas capacitadas á exercer esta atividade. Executando atividades nas profundezas dos mares, tais como patrulhas, exercícios militares, e em tempo de guerra as missões especìficas de ataque designadas aos submarinos, negando o uso do mar ao inimigo.
No Brasil os submarinistas são formados pela Marinha do Brasil, no Centro de Instrução e Adestramento Almirante Áttila Monteiro Aché.

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75 anos do desembarque da Força Expedicionária Brasileira em solo italiano

O Exército Brasileiro presta homenagem à Força Expedicionária Brasileira (FEB) que há 75 anos desembarcou em solo italiano para participar efetivamente das operações militares de libertação da Europa do jugo nazifascista, durante a Segunda Guerra Mundial.

Era o dia 16 de julho de 1944, e os primeiros 5 mil soldados do 1º Escalão da FEB, tendo à frente o General Mascarenhas de Moraes, desembarcavam em Nápoles rumo à guerra. Depois de quase 15 dias cruzando o Atlântico, os militares brasileiros chegavam à Europa para lutar pelos ideais de liberdade e democracia.

Após o desembarque e o recebimento do material adequado, o 1º Escalão da FEB foi submetido a um período de treinamento, já no cenário em que iria operar. A partir de então, a FEB estava ofcialmente incorporada às tropas aliadas e dentro de algumas semanas passaria pelo seu batismo de fogo, que só terminaria em maio de 1945. Era o início de uma campanha gloriosa e vitoriosa.

Passados 75 anos, é imprescindível que não nos esqueçamos do legado a nós deixado por aqueles que empenharam suas vidas para assegurar o bem da humanidade. Aos brasileiros, fca a certeza de que os militares do seu Exército estarão sempre prontos para cumprir o chamado da Pátria, para defender seu povo e sua soberania com o sacrifício da própria vida.

 

Com informações via Centro de Comunicação Social do Exército Brasileiro.

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