Soldados da Marinha com veículos militares e fumaça colorida.

Fuzileiros Navais ampliam treino com armas não letais, integram Piranha e JLTV em Nova Iguaçu, parceria CFN e Condor reforça uso progressivo da força

CFN intensifica instruções de armas não letais, integra blindados Piranha e JLTV e reforça a doutrina de uso progressivo da força no Rio de Janeiro

O Corpo de Fuzileiros Navais ampliou o treino com armas não letais em Nova Iguaçu, RJ, com apoio da Condor Tecnologias Não Letais. A instrução do Batalhão de Polícia de Fuzileiros Navais integrou os blindados Piranha e JLTV no campo de provas da empresa.

Os militares cumpriram módulos práticos entre 25 e 26 de fevereiro de 2026, com simulações de controle de multidões e segurança de perímetros. A meta foi aplicar força de modo proporcional, preservando civis e tropas com armas não letais e protocolos seguros.

A ação integra o Programa de Armas Não Letais do CFN e foi realizada sob Acordo de Cooperação Técnica com a Condor. O ciclo terminou em 27 de fevereiro, com demonstração operativa, conforme informações do Defesa em Foco.

Programa de Armas Não Letais do CFN

O programa fortalece a prontidão dos Fuzileiros Navais em missões de controle de distúrbios, proteção de instalações estratégicas e operações de segurança. O foco é padronizar o uso progressivo da força com armas não letais e procedimentos estáveis.

Com a parceria, os militares têm acesso a novos sistemas e metodologias de emprego, o que favorece treinamentos padronizados e atualização doutrinária. O ganho é elevar eficiência e segurança no emprego de armas não letais em diferentes cenários.

Integração de blindados Piranha e JLTV no adestramento

A presença dos blindados Piranha e JLTV agregou mobilidade e proteção às equipes. Os exercícios simularam multidões, instabilidade e proteção de perímetros, combinando plataformas blindadas com armas não letais de efeito controlado e emprego graduado.

A integração elevou a flexibilidade tática das tropas, permitindo atuação mais eficiente em operações que exigem controle da força e proteção de civis e militares. O destaque foi o uso criterioso de armas não letais aliado à segurança dos meios.

Demonstração operativa e cooperação com a indústria

O exercício foi concluído em 27 de fevereiro com demonstração operativa, na presença de autoridades e representantes da indústria de defesa. Participaram o Comando do Material de Fuzileiros Navais e lideranças da Condor na atividade final.

Estiveram no evento o Diretor Executivo da Condor, Frederico Aguiar, o Diretor de Operações, Luiz Monteiro, além de representantes do EDGE Group, conglomerado internacional do setor de defesa, fortalecendo vínculos com a Base Industrial.

A atividade ressaltou a cooperação entre Forças Armadas e a Base Industrial de Defesa, favorecendo desenvolvimento, testes e aplicação de soluções de armas não letais, com foco em segurança pública, controle de distúrbios e proteção institucional.

Modernização contínua e doutrina de uso progressivo da força

A Marinha do Brasil, por meio do CFN, reafirma compromisso com a modernização de capacidades e a atualização da doutrina. O adestramento consolida práticas de armas não letais alinhadas a protocolos de segurança e resposta proporcional.

Ao integrar meios blindados e tecnologias de dissuasão, o CFN amplia opções de resposta em operações sensíveis, reduz riscos e fortalece a confiança da tropa no emprego de armas não letais. O resultado esperado é mais proteção para civis e militares.

Rolar para cima