Três homens em evento corporativo, painel NUCLEN ABDAN.

NUCLEP apoia o Nuclear Summit 2026 no Rio, reforça energia nuclear estratégica, SMRs e ciclo do combustível, e mira soberania e segurança energética do Brasil

Encontro na Casa Firjan reúne governo, indústria e especialistas, discute SMRs, ciclo do combustível nuclear e projetos que impulsionam inovação e competitividade

A NUCLEP apoiou o Nuclear Summit 2026, no Rio de Janeiro, fórum que debate energia nuclear, segurança energética e transição energética. A programação, na Casa Firjan, reuniu atores chave do ecossistema.

Estiveram presentes lideranças da empresa, entre elas o presidente Adeilson Telles e os diretores Nicola Mirto Neto e Maurício Pessoa. A participação reforça a visão estratégica para projetos nucleares e de defesa no país.

Entre os temas, destaque para SMRs e para o ciclo do combustível nuclear, pilares para ampliar a oferta elétrica e reduzir emissões. O encontro também tratou de impacto econômico e inovação, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.

Inovação, SMRs e modernização da matriz

O Nuclear Summit 2026 se consolidou como espaço para discutir tecnologia, planejamento e modernização da matriz elétrica. Ganharam foco os pequenos reatores modulares, solução eficiente e de menor impacto ambiental.

“O evento ocorreu na Casa Firjan e contou com a participação de representantes do governo, executivos da indústria e especialistas em tecnologia nuclear.”

Ciclo do combustível e autonomia tecnológica

O domínio do ciclo do combustível nuclear foi central, por garantir autonomia, reduzir dependências externas e elevar a segurança energética. A NUCLEP atua na fabricação de equipamentos pesados para projetos nucleares e de defesa.

“Prestigiaram o fórum o presidente Adeilson Telles, além dos diretores Nicola Mirto Neto (Comercial) e Maurício Pessoa (Administrativo), reforçando o compromisso institucional da empresa com o avanço da infraestrutura nuclear e da indústria nacional.”

Impacto econômico e fortalecimento da indústria

Os debates destacaram o potencial da indústria nuclear brasileira para gerar desenvolvimento, emprego qualificado e inovação. A expansão de projetos pode dinamizar a base de defesa e criar novas competências tecnológicas.

Ao apoiar o fórum, a NUCLEP reforça parcerias entre governo e iniciativa privada. O alinhamento institucional é chave para atrair investimentos de longo prazo e elevar a competitividade nacional.

Próximos passos para a transição energética

O fórum projetou um ciclo de expansão da energia nuclear na transição energética, com maior integração entre governo, indústria e academia. Investimentos em P&D e capacitação tornam-se centrais para reduzir riscos e prazos.

A expectativa é de uma matriz mais diversificada e sustentável, com a energia nuclear oferecendo estabilidade de fornecimento, menor emissão de carbono e fortalecimento da soberania nacional.

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