Em Brasília, a NUCLEP levou ao Congresso a pauta da soberania tecnológica, com foco em tecnologia nuclear, inovação e defesa, para ampliar a autonomia do Brasil
A pauta da soberania tecnológica voltou ao centro do debate em Brasília, em almoço-debate que reuniu parlamentares, autoridades, especialistas e representantes da indústria.
A NUCLEP participou do encontro, destacando investimentos em setores estratégicos para ampliar a autonomia tecnológica do país e fortalecer a capacidade nacional de inovação.
Com foco na tecnologia nuclear, o debate colocou competitividade, desenvolvimento e segurança em evidência, integrando governo, Congresso e setor produtivo, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.
NUCLEP tem posição estratégica na indústria brasileira
A NUCLEP ocupa papel singular na estrutura industrial do país, sendo a única empresa brasileira capacitada a fabricar equipamentos nucleares de grande porte, ativos essenciais para energia e defesa.
Ao longo de sua trajetória, a companhia forneceu componentes de alta complexidade para programas de energia nuclear e projetos ligados à construção de capacidades industriais estratégicas.
A preservação dessas competências é vista como crucial para manter autonomia produtiva em segmentos sensíveis, reduzindo dependências externas em áreas de interesse nacional.
Tecnologia nuclear e soberania em foco no Congresso
No evento, a relação entre domínio tecnológico e soberania nacional foi central. Para a NUCLEP, investir em tecnologia nuclear fortalece a produção de conhecimento e soluções próprias no Brasil.
Segundo a empresa, ampliar soberania tecnológica implica consolidar competências em áreas críticas, como medicina, pesquisa científica, defesa, indústria naval e materiais avançados.
O debate reforçou que países que dominam tecnologias complexas ampliam sua inserção internacional, com melhores condições para proteger interesses estratégicos e atrair investimentos.
Parlamentares articulam agenda para setores estratégicos
O encontro foi promovido pelo deputado federal Júlio Lopes, que preside as Frentes Parlamentares pelo Brasil Competitivo e de Tecnologia e Atividades Nucleares do Congresso Nacional.
Participaram lideranças do setor produtivo e político, como Edinho Silva, presidente nacional do PT, e Celso Cunha, presidente da ABDAN, além de entidades da indústria nuclear.
A troca de visões buscou alinhar propostas para competitividade, inovação e segurança, com foco em soberania tecnológica e no fortalecimento da Base Industrial de Defesa do país.
Liderança da NUCLEP destaca autonomia e inovação
Representando a empresa, o presidente Adeilson Telles e o diretor administrativo Maurício Pessoa defenderam investimentos contínuos em setores críticos e em inovação de longo prazo.
A avaliação é que a tecnologia nuclear transcende a geração de energia, impactando a posição estratégica do Brasil, a capacidade de inovar e a autonomia em cadeias de valor sensíveis.
Ao participar do fórum, a NUCLEP reafirmou seu papel na Base Industrial de Defesa e no setor nuclear, contribuindo para políticas públicas de fomento à inovação e à soberania tecnológica.




