No 1º Simpósio de Sistemas Não Tripulados da Força Terrestre, a Condor detalha portfólio nacional e aplicações do drone tático CONDOR DROP e do lançador STINGER
O 1º Simpósio de sistemas não tripulados da Força Terrestre ocorreu no Quartel-General do Exército, em Brasília, conduzido pelo DCT, e reuniu autoridades, especialistas e a indústria para debater modernização.
No centro da agenda, a Política de Transformação do Exército busca acelerar a adoção de drones, plataformas autônomas e soluções remotas, ampliando alcance, proteção de tropas e inteligência em tempo real.
A Condor levou destaque em sistemas não tripulados e integração com a BID, com demonstrações operacionais e foco em autonomia tecnológica, conforme informação divulgada pelo Defesa em Foco.
Sistemas não tripulados ganham protagonismo na Força Terrestre
O simpósio priorizou a rápida incorporação de tecnologias emergentes, com ênfase em sistemas não tripulados, IA, sensores e plataformas remotamente operadas, alinhadas às diretrizes de transformação da Força Terrestre.
“A evolução dos conflitos contemporâneos tem demonstrado que os sistemas não tripulados passaram a ocupar papel central no planejamento militar de diversas nações.”
A agenda também tratou da integração dessas plataformas ao parque existente do Exército Brasileiro, e da necessidade de desenvolver capacidades nacionais para reduzir dependências tecnológicas externas.
Portfólio da Condor e papel da BID
Como expositora, a Condor apresentou um portfólio amplo de Defesa e Segurança, com sistemas não tripulados, lançadores, granadas, dispositivos elétricos incapacitantes, equipamentos pirotécnicos, sprays e soluções não letais.
Entre os dados destacados, a empresa levou “mais de 160 soluções nacionais voltadas aos setores de Defesa e Segurança.”
O movimento reforça o papel da Base Industrial de Defesa, com fortalecimento de engenharia, pesquisa aplicada e autonomia em áreas sensíveis para a soberania nacional.
Demonstração prática e integração tecnológica
“Um dos momentos mais relevantes do simpósio ocorreu no Estande de Tiro General Darcy Lázaro”, com presença do Alto Comando do Exército e lideranças do DCT, validando prioridades tecnológicas da Força Terrestre.
Na atividade, a Condor apresentou aplicações do CONDOR DROP®, drone tático voltado a monitoramento e apoio a missões, e do STINGER®, lançador múltiplo veicular para diferentes plataformas e cenários operacionais.
As demonstrações evidenciaram como sistemas não tripulados, sensores e meios não letais se integram para vigilância, reconhecimento, apoio logístico e proteção de tropas, com ganho de consciência situacional.
Visita do comandante e foco em soberania
Após as apresentações, o comandante do Exército, Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva, conheceu as soluções expostas e avaliou produtos alinhados a demandas da Força Terrestre.
Entre os itens, esteve a “Granada Fumígena para Carro de Combate MB-306/T1”, desenvolvida para necessidades do próprio Exército Brasileiro, reforçando a cooperação com a BID.
Em cenário internacional de maiores investimentos em Defesa, drones, IA e sistemas autônomos ganham peso estratégico. O objetivo é inovar, adaptar e garantir autonomia crítica ao Brasil.
Para o Exército, transformação vai além da compra de equipamentos, envolve cultura de inovação e domínio tecnológico. Nesse contexto, sistemas não tripulados tornam operações mais seguras, ágeis e eficazes.




