Venezuela enviará 150 mil militares para fronteira com Colômbia

A Venezuela mobilizará cerca de 150 mil homens para as manobras militares iniciadas nesta terça-feira (10) na fronteira com a Colômbia, em meio à crescente tensão entre Caracas e Bogotá, informou o comando da Força Armada.

Carros de Combate, blindados com mísseis e dezenas de soldados já passaram pelo aeroporto de La Fría, no estado de Táchira (oeste). As manobras na fronteira de 2.200 km com a Colômbia, ordenadas pelo presidente Nicolás Maduro após denunciar um complô colombiano visando um “conflito militar”, prosseguirão até o dia 28 de setembro.

“A Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) é uma força de paz (…). Respeitamos as forças armadas de todo o mundo, mas não temos medo de ninguém”, disse o chefe do Comando Estratégico Operacional, almirante Remigio Ceballos, na pista do aeroporto de La Fría.

Colômbia e Venezuela, com relações cortadas desde fevereiro, estão envolvidas em uma nova tensão bilateral após o presidente colombiano, Iván Duque, acusar Caracas de abrigar dissidentes da guerrilha das Farc.

Na véspera, Maduro denunciou que “nos últimos três meses tentaram, a partir da Inteligência do governo colombiano, cooptar suboficiais e oficiais venezuelanos para afetar nosso sistema de radares, sistema de defesa aérea e seus aviões, sistema de defesa antiaérea e o sistema de mísseis”.

  • Com informações da agência AFP

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Portugal sedia exercício conjunto com EUA, Marrocos e países do Leste Europeu

A base aérea de Monte Real (Leiria) da Força Aérea de Portugal (FAP) recebe desde domingo (08) e se estenderá ao longo desta semana como base para exercícios conjuntos com Marrocos, Polônia, Bulgária, Croácia, Eslováquia e Romênia.

Em nota à assessoria de comunicação social da FAP, explicou que esta iniciativa conjunta com os EUA visa aumentar a cooperação e a interoperabilidade entre os países envolvidos e que já operam – ou vão adquirir – caças F-16.

Este evento antecede a realização do Real Thaw 2019, um exercício conjunto (com outros ramos das Forças Armadas) de vários países que irá mobilizar cerda de 500 a 600 militares entre os dias 22 de setembro e 04 de outubro, falou um porta-voz da a Força Aérea.

O exercício vai contar com a presença de aeronaves de alerta antecipado da OTAN, E-3 Sentry e de países aliados como EUA, França, Espanha, Dinamarca e Holanda; assim como forças especiais e de operações especiais ou controladores aéreos táticos, entre outros especialistas.

Testar e validar o grau de prontidão e preparação dos meios da Força Aérea, as competências dos seus efetivos e a sua interoperabilidade com as outras forças nacionais e aliadas é o objetivo central deste grande exercício.

Formação nos F-16

O encontro dedicado aos F-16 em Monte Real serve como local de treino e troca de experiências sobre a atividade operacional daqueles caças de defesa aérea, cabendo aos portugueses dar a maioria das aulas relacionadas com a manutenção e sustentação dos aparelhos, o apoio logístico ou o planeamento de voo.

Entre os países do leste europeu, só a Polônia e a Romênia já iniciaram a substituição das suas frotas de MIG soviéticos por caças F-16 – tendo as aeronaves romenas sido vendidas por Portugal.

Quanto à Bulgária, Croácia e Eslováquia, onde a modernização das respectivas Forças Aéreas tem envolvido uma competição comercial entre os F-16 dos EUA e os Gripen da Suécia (já em serviço na Hungria e na República Checa), os três países já anunciaram a opção pelos F-16.

Note-se que Portugal é visto pelos EUA como um parceiro na sua relação com os países do leste europeu em matéria de operação e manutenção dos caças F-16, face ao grau de profissionalismo e de especialização demonstrados pelos portugueses.

Exemplo disso foi o processo de modernização e venda de 12 caças F-16 portugueses à Romênia, a que agora se juntam mais cinco – dois dos quais comprados por Lisboa a Washington antes de seguirem para Bucareste.

Um país operador de caças F-16 só os pode vender a países terceiros após autorização prévia dos EUA, o que pode não abranger alguns dos equipamentos existentes a bordo. Este último direito de veto norte-americano, por exemplo, bloqueou este ano o negócio da venda de F-16 israelenses à Croácia – que optou por negociar diretamente com Washington.

  • Com informações do site Diário de Notícias (PT)
  • Adaptação: DefesaTV

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Em vídeo: F-15E e F-35C da USAF bombardeiam posições do ISIS com 36 ton de bombas

Jatos de ataque F-15 Strike Eagle e F-35C da USAF efetuaram um ataque de precisão contra posições estratégicas do ISIS na ilha Qanus, na província iraquiana de Salah ad Din, no âmbito da campanha de coalizão liderada pelos USA.

O ataque ocorreu pela manhã e somente divulgado oficialmente essa tarde na Europa.

Foram largadas 36.000 kg de bombas sobre o alvo, com o excelente ìndice de quase 100% de aproveitamento e acerto na precisão do ataque. As imagens foram divulgadas oficialmente pelo US Air Forces Central Command Official e pelo OIR Spokesman Col. Myles B. Caggins III (The non-anonymous, official military Spokesperson for Operation Inherent Resolve – OIR).

A operação foi conduzida com exclusividade pela USAF, sem a participação de qualquer meio operacional ou de supervisão da atual Força Aérea Iraquiana.

Com informações do USAFCENT – US Air Forces Central Command Official via redação Orbis Defense Europe.

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Militares chineses chegam a Rússia para participarem do exercício conjunto Tsentr-2019

A China enviou, no último sábado (06), mais de 1.600 militares do Comando do Teatro Ocidental e algumas outras unidades do Exército Popular de Libertação (PLA), a Rússia para participação destes nos exercícios estratégicos Tsentr-2019 (Centro-2019).

Além dos militares alguns de seus principais equipamentos, também foram enviados. Carros de Combate (CC) Type 96A, bombardeiros de longo alcance H-6K e JH-7A, além de caças J-11, de transporte Il-76 e Y-9; e helicópteros de ataque Z-10, são alguns dos enviados, conforme informou a TV estatal chinesa China Central Television (CCTV).

“Os exercícios aumentarão e aprofundarão ainda mais a ampla parceria estratégica de coordenação para uma nova era entre a China e a Rússia. Também amplia nossa capacidade de lidar com todos os tipos de ameaças, juntamente com as forças armadas de outros países”, afirmou Ma. Qixian, comandante das forças chinesas a CCTV.

Os exercícios serão realizados de 16 a 21 de setembro na região de Orenburg, na Rússia. Além da China, Paquistão, Índia, Quirguistão, Cazaquistão, Tajiquistão e Uzbequistão participarão do Tsentr-2019, noticiou a agência de notícias russa TASS citando declaração divulgada pelo Ministério da Defesa da Rússia.

“Essa prática não é direcionada a terceiros e não tem nada a ver com as situações regionais”, disse Ren Guoqiang, porta-voz da Ministério da Defesa Nacional, durante coletiva de imprensa no dia 29 de agosto.

Ocorrido em agosto de 2018 o exercício estratégico Vostok-2018 (Leste-2018) contou com a presença de 3.200 militares chineses, marcando assim a primeira vez que um exército estrangeiro participou de exercícios conjunto com as forças armadas russas, em solo russo.

Em julho deste ano, China e Rússia realizaram sua primeira patrulha estratégica conjunta no nordeste da Ásia, com o envio pela China de dois bombardeiros H-6K e a Rússia dois bombardeiros Tu-95, disse Wu Qian, porta-voz do Ministério da Defesa Nacional da China.

  • Com informações do site Global Times;
  • Tradução e Adaptação: DefesaTV

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Governo Federal deseja mudar modelo de atuação das Forças Armadas no exterior

O governo Federal apresentou um novo projeto de lei (4912/19) para regulamentar a atuação de tropas das Forças Armadas no exterior.

O projeto, que revoga a lei 2.953/56, determina que o emprego de militares brasileiros em missões de paz será autorizado pelo Congresso, mas não dependerá de autorização do legislativo em alguns casos, informou a Agência Câmara.

Pelo novo projeto, será dispensada a prévia aprovação do Congresso para emprego das Forças Armadas no exterior tais como:

  • Missões de regate e evacuação de brasileiros em conflitos armados (respeitando o princípio constitucional da não intervenção);
  • Operações de assistência humanitária;
  • Segurança de representações diplomáticas; e
  • Movimentação na zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas em região marítima.

O projeto foi apresentado em regime de urgência e inicia tramitação na Câmara dos Deputados.

  • Com agências nacionais

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Chefe do CENTCOM declara que os EUA intensificarão operações contra o Taliban

As forças armadas dos EUA devem acelerar o ritmo de suas operações no Afeganistão para combater o aumento dos ataques do Taliban, disse um general dos EUA nesta segunda-feira após a suspensão das negociações de paz de Washington com os insurgentes.
O general do U.S. Marine Corps, Kenneth McKenzie, chefe do Comando Central dos EUA, disse durante uma visita ao Afeganistão que o Taliban exagerou nas negociações de paz, realizando uma série de ataques de alto nível, incluindo um que matou um soldado americano na semana passada.

General do U.S. Marine Corps, Kenneth McKenzie, chefe do Comando Central dos EUA

O Talibã fez uma declaração afirmando que hoje controla mais território do que em qualquer momento desde 2001, quando governou o país, declarou ainda no domingo que mais vidas americanas seriam perdidas.
McKenzie se recusou a comentar a declaração do Taliban. Mas ele observou que as tropas americanas no Afeganistão não estão “indefesas”.

“Certamente não vamos ficar quietos e deixá-los realizar uma pseudo corrida para a vitória. Isso não vai acontecer”, disse McKenzie a um grupo de repórteres que viajavam com ele durante uma parada no aeródromo de Bagram, no nordeste do Afeganistão.

Questionado se o aumento das operações contra o Taleban poderia incluir ataques aéreos e ataques de comandos dos EUA e do Afeganistão, McKenzie respondeu: “Acho que estamos falando de um espectro total”.

“E, novamente, quaisquer que sejam as metas disponíveis, quaisquer que sejam metas legais e eticamente atingidas, vamos persegui-las”, disse ele.

Imagem de um ataque recente contra uma patrulha das forças dos USA no Afeganistão. Imagem via U.S. DoD.

A determinação dos insurgentes de intensificar os ataques a centros provinciais e os atentados suicidas, mesmo quando as negociações de paz estavam sendo realizadas, foi um fator importante para pressionar o presidente dos EUA, Donald Trump, a anunciar no sábado que estava cancelando as negociações destinadas a encerrar a guerra mais longa dos Estados Unidos à anos.
A interrupção das negociações alimentou temores de ainda mais violência no Afeganistão, com alertas de segurança aumentados na capital Cabul e outros centros antes das eleições presidenciais agendadas para 28 de setembro.

Erro de cálculo do Talibã

Trump, um crítico de longa data da guerra do Afeganistão e os bilhões de dólares que custa, estava preparando uma reunião sem precedentes com os líderes da insurgência no complexo presidencial em Camp David, Maryland, mas ele cancelou o evento após o ocorrido do ùltimo ataque no afeganistão.
A Reuters informou sobre crescentes receios que estavam sendo construídos dentro do governo Trump sobre o acordo de paz negociado por um enviado especial dos EUA, Zalmay Khalilzad.
McKenzie disse acreditar que o Taleban subestimou a natureza delicada das negociações com Washington, mesmo em seus estágios posteriores.

“Acho que eles exageraram”, disse McKenzie. “Eles julgaram mal, subestimando o caráter do povo americano e julgaram errado o caráter do presidente dos Estados Unidos”.

A crescente tensão no terreno no Afeganistão aumenta a incerteza sobre o rumo futuro das forças americanas, muitas das quais devem agora se preparar simultaneamente para um aumento nos combates, enquanto aguardam possíveis ordens de retirada. Os Estados Unidos têm cerca de 14.000 soldados no Afeganistão, número que Trump disse que gostaria de reduzir para 8.600.
McKenzie se recusou a especular sobre os próximos passos, enquanto visitava tropas americanas em bases no Afeganistão, voando do vizinho Paquistão em terrenos acidentados e montanhosos.
Questionado sobre qual era sua mensagem em suas conversas na segunda-feira com as forças de operações especiais dos EUA, equipes médicas e outros funcionários, McKenzie disse a repórteres que eles precisariam continuar lutando a “luta dura” por enquanto.

“Acho que tomaremos algumas decisões na capital do país nos próximos dias e isso nos dará uma orientação maior no futuro”, acrescentou, sem dar detalhes.
“Nós apenas temos que manter a linha agora”, disse McKenzie.

Matéria traduzida e adaptada do original de Phil Stewart para a Reuters em 09 de setembro de 2019 às 03:40, via redação Orbis Defense Europe.

Link da materia original:
https://taskandpurpose.com/centcom-chief-says-the-us-will-ramp-up-operations-against-the-taliban-as-afghan-peace-talks-collapse

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Estréia da série “Fortes do Brasil” do Arquivo Nacional

Foi ao ar neste neste sábado, 7 de setembro, o primeiro episódio da série “Fortes do Brasil”, da TV Brasil, que contará histórias e curiosidades sobre os fortes e fortalezas mais importantes do país, desde a sua construção até os dias atuais. O primeiro programa teve como tema a Fortaleza de Santa Cruz da Barra, no Rio de Janeiro, e contou com imagens do acervo do Arquivo Nacional.

A primeira temporada, com 7 episódios de 26 minutos, foca no sistema de defesa da Baía da Guanabara e trará mais imagens sob guarda do Arquivo Nacional, além de entrevista gravada na instituição. O litoral do Rio de Janeiro, é formado por 10 edificações erguidas às suas margens: Forte Duque de Caxias, Forte de Copacabana, Fortaleza de São João, Forte Tamandaré da Laje, Fortaleza de Santa Cruz da Barra, Forte Barão do Rio Branco, Forte de São Luiz e Forte do Pico, Forte do Imbuhy e o Forte de Gragoatá e todas serão contempladas pela série.

Assista ao episódio aqui:

#ArquivoNacional #TVBrasil

EBC na Rede

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Porto de desembarque seguro finalmente oferecido a sobreviventes do Ocean Viking

Depois de 14 dias bloqueado no mar com 356 homens, mulheres e crianças vulneráveis a bordo, Médicos Sem Fronteiras (MSF) está aliviada por ter sido oferecido ao Ocean Viking, operado em parceria com a SOS MEDITERRANEE, um local de segurança para o desembarque em Malta. Embora uma coalizão de países tenha se mobilizado para dar uma resposta humanitária, os governos europeus deveriam parar com esses prolongados atrasos e pequenas negociações caso a caso e estabelecer, com urgência, um mecanismo de desembarque para as pessoas resgatadas no mar.

“Estamos aliviados que este longo tormento para as 356 pessoas que temos a bordo finalmente tenha terminado. Seria mesmo necessário impor duas semanas de espera angustiante para que as pessoas resgatadas fossem desembarcadas? São pessoas que fugiram de circunstâncias desesperadoras em seus países de origem e sofreram terríveis abusos na Líbia ”, disse Jay Berger, Coordenador de Projetos de MSF a bordo do Ocean Viking.

“Tratamos os feridos de guerra que ficaram presos na linha de frente do conflito em Trípoli e vimos as cicatrizes daqueles que passaram pelos ataques aéreos do centro de detenção de Tajoura. Nós conversamos com os sobreviventes de naufrágios e interceptações. Ouvimos histórias de espancamentos brutais, eletrocussão, tortura, incluindo o derretimento de plástico e violência sexual – mesmo crianças não estavam isentas desses horrores. Os Estados europeus devem refletir com seriedade sobre o papel que estão desempenhando ao colocar as pessoas nessas situações ”, disse Berger.

Apesar de pedir uma resposta humanitária desde a decisão da Itália de fechar seus portos a navios humanitários em junho de 2018, nas duas últimas semanas MSF se encontrou exatamente na mesma posição em que estávamos há mais de um ano – isolado no mar com centenas de pessoas vulneráveis a bordo enquanto os Estados europeus estavam paralisados pela política.

“É triste que tenhamos que repetir a mesma mensagem para os líderes europeus de novo e de novo, sem produzir mudanças. Eles não podem mais alegar ignorância para o desastre que acontece no mar Mediterrâneo. Depois de centenas de mortes no mar e incontáveis histórias de sofrimento, chegou a hora de os líderes europeus reconhecerem esse desastre humanitário e, finalmente, avançar com soluções humanas – começando com a criação de um mecanismo que permita um rápido desembarque”, disse Berger.

MSF está pedindo aos Estados europeus que:

– Coloquem em prática um sistema de desembarque sustentável e previsível que proteja os direitos dos sobreviventes.
– Acabem com seu apoio político e material ao sistema de retornos forçados à Líbia, onde refugiados e migrantes são colocados em detenção de maneira arbitrária e em condições  desumanas. Pessoas que fogem da Líbia simplesmente não podem ser devolvidas para lá.
– Respondam à necessidade urgente do estabelecimento de uma capacidade de busca e salvamento europeia proativa e suficiente.
– Parem com ações punitivas contra ONGs que tentam fornecer assistência que salva vidas em vez de promover uma resposta liderada pelas autoridades a essa crise.

“Após o desembarque, teremos uma escala para reabastecer e mudar a tripulação. Enquanto as pessoas estão se afogando e continuam a fugir da Líbia, continuamos empenhados em salvar vidas no mar”, acrescentou Berger.

Observações

Após 10 horas de patrulhamento da região de resgate da Líbia, o Ocean Viking foi alertado para o primeiro barco em perigo em 9 de agosto. O que se seguiu foram quatro dias de operações consecutivas de resgate com 356 homens, mulheres e crianças – os mais jovens com apenas um ano de idade – trazidos para bordo em quatro resgates separados. Durante esse tempo, a embarcação de resgate Open Arms ficou retida, esperando o desembarque, com 147 pessoas a bordo. Enquanto o Ocean Viking e o Open Arms permaneceram presos no mar nesta semana, sem nenhuma outra embarcação de busca e salvamento europeia, houve novos relatos de naufrágios mais trágicos e mortes evitáveis.

As circunstâncias que cercam os resgates e a resposta inadequada das autoridades, sejam elas líbias, maltesas, italianas ou europeias, mostram como a situação no mar continua confusa, enquanto os Estados não estão colocando em primeiro lugar seu dever de salvar vidas.  Apesar de consistentemente tentar entrar em contato com o Centro de Coordenação de Resgate da Líbia desde que recebemos o primeiro alerta de socorro, nós não recebemos uma resposta até bem depois do resgate – nos oferecendo para ir à Líbia, contrariando a lei internacional. Dada a falta de um local de segurança por parte das autoridades líbias, solicitamos que as autoridades marítimas maltesas e italianas assumissem a coordenação e apoiassem a busca por um local de segurança, dado que eram os centros de coordenação mais próximos aptos a ajudar. Duas semanas mais tarde, e após a primeira recusa de coordenação, o primeiro-ministro maltês anunciou em 23 de agosto que transferiria todos os 356 resgatados pelo Ocean Viking de fora das águas territoriais maltesas para as embarcações das Forças Armadas de Malta e os desembarcaria em Malta. Entendemos que todas as pessoas resgatadas serão transferidas para outros Estados-Membros da UE: França, Alemanha, Irlanda, Luxemburgo, Portugal e Romênia.

Fonte: MSF

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Satélite da NASA captura imagens de quatro ciclones tropicais

Em 4 de setembro de 2019, uma sequência de ciclones tropicais se alinhou pelo Hemisfério Ocidental. No dia da captura desta imagem (13:10 EDT), o furacão Juliette no Pacífico Leste e o furacão Dorian no Atlântico eram duas tempestades de categoria 2.

Enquanto isso, a tempestade tropical Fernand se embalava com ventos constantes de 80 km / h e acabara de chegar ao nordeste do México. A tempestade Gabrielle se fortaleceu em uma tempestade tropical em 4 de setembro sobre o Atlântico leste e manteve ventos de 80 km / h no dia da captura desta imagem.

Os dados para a imagem em cores naturais simuladas foram adquiridos com o Advanced Baseline Imager no Satélite Ambiental Operacional Geoestacionário (GOES) 16. O GOES-16 é operado pela NOAA; A NASA ajuda a desenvolver e lançar a série de satélites GOES.

Crédito da imagem: NASA Earth Observatory / Joshua Stevens; Serviço Nacional de Satélite, Dados e Informação Ambiental da NOAA. Legenda: Kathryn Hansen.

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Arqueólogos marinhos descobrem submarino dos EUA da 1ª Guerra Mundial no litoral do México

Arqueólogos marinhos descobriram no litoral do México um submarino americano esquecido por quase um século após seu naufrágio. A embarcação, o USS H-1 Seawolf (SS-28), foi encontrada próximo a uma praia da ilha de Santa Margarita no estado mexicano de Baixa Califórnia Sul. Este é o primeiro submarino histórico encontrado em águas mexicanas.

O USS H-1 Seawolf foi construído em 1909 em São Francisco, Estados Unidos. A embarcação inicialmente foi chamada de Seawolf, mas em 1911 passou a ser chamado de H-1. Durante a Primeira Guerra Mundial, o submarino realizou patrulhas no litoral leste americano. Em seguida, ele foi enviado para a Califórnia.

Durante este traslado, o submersível foi atingido por uma forte tormenta, resultando em seu naufrágio. Tanto o capitão como outros três tripulantes morreram na tentativa de abandonar o submarino. Embora a maior parte da tripulação se tivesse salvado, a localização exata do USS H-1 foi uma incógnita por muitos anos.

Arqueólogos do Instituto Nacional de Antropologia e História do México (INAH), tinham o registro de um submarino da Primeira Guerra Mundial afundado em águas mexicanas. Trata-se do USS H-1 Seawolf, modelo do início do século XX que patrulhou o litoral atlântico americano durante a confrontação bélica.

O USS H-1 Seawolf foi encontrado a 15 metros de profundidade; e possui um comprimento de 44,3 metros, publicou o INAH. Para encontrar o submarino, mergulhadores utilizaram técnicas de fotogrametria, que consiste em fazer muitas fotos de um sítio e com a ajuda de um computador as agrupar, formando uma ilustração digital tridimensional do objeto.

  • Com agências internacionais

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