Qual a origem do termo “operador”?

Se você frequentar casernas, ambiêntes profissionais militares ou similares por mais de um par de minutos, provavelmente ouvirá o termo “ operador ” ao redor. Em geral, é usado para se referir a um membro das Forças de Operações Especiais (Special Operations Forces – SOF) – particularmente um atirador treinado, mas que pode ser também um médico, observador avançado ou outra posição de armas em um “time/grupo” de combate. É mais um termo coloquial do que técnico, mas a maioria das unidades de operações especiais “de primeiro nível” dirão que você precisa dar uma longa caminhada antes de ganhar esse título, muito diferente de muitas unidades militares de nìvel bàsico ou de empresas de PMC’s que fornecem o “titulo” depois de vender algum curso de atirador de armas curtas, longas ou um pacote destes…

Muitos membros atuais do meio militar remontam o termo nas origens da Força Delta do Exército dos EUA . E o termo em questão vem de seu famoso “Operator Training Course”, um regime de treinamento brutal que prepara os membros da Força Delta para sua integração na unidade, que se segue imediatamente apòs a seleção. É neste curso intensivo onde se ganha o título de Operador – separando-os do pessoal de apoio que, apesar de serem os mais treinados em suas respectivas posições no mundo, não compartilham o título, é então na pràtica, a peneira da peneira…
No entanto, este não é o lugar onde o termo se originou.

As unidades SOF podem traçar suas raízes para todos os tipos de mestres da guerra não convencional – os Rangers do Exército na guerra pré-revolucionária da floresta, ou os predecessores dos SEALs da Marinha dos EUA, limpando obstruções nas praias durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, das modernas unidades SOF que conhecemos hoje, a mais antiga são as Forças Especiais, também conhecidas como Boinas Verdes (U.S. Army). Entre esses soldados das Forças Especiais estavam os primeiros exemplos conhecidos da palavra “operador” sendo usada na forma como o pessoal militar a usa hoje.

Na foto, provavelmente SEALS da U.S. Navy, umas das primeiras a popularizar o termo “Operador”. Imagem de autor desconhecido via U.S. Navy archives service.

Charles H. Briscoe explica em edição da revista Veritas: Revista de História de Operações Especiais do Exército : As “Special Forces” não fez o uso indevido da denominação. Sem o conhecimento da maioria dos membros da comunidade ARSOF (Forças Especiais de Operações do Exército), esse “apelido” foi adotado pelas Forças Especiais em meados da década de 1950. Oficiais qualificados do FS e soldados alistados voluntariamente assinaram as premissas do “Código do Operador das Forças Especiais” e se comprometeram com seus princípios por assinatura testemunhada. ”

Image courtesy of the United States Army Special Operations Command.

Algumas dessas diretrizes podem parecer semelhantes àquelas que conhecem o Ranger Creed. Pode ser que o Sargento Principal Neal R. Gentry tenha tirado este documento quando escreveu o Ranger Creed em 1974, ou pode ser que os trabalhos das Forças de Operações Especiais sejam tão semelhantes em natureza que qualquer credo ou descrição de deveres vá sobreposição em palavreado.

É por causa dessas semelhanças que a palavra “ operador ” agora é usada em conversação para se aplicar a qualquer membro da SOF em uma posição de armas de combate. Não é incomum que os membros das Forças Especiais, SEALs, Rangers ou Pararescuemen da Força Aérea dos EUA se relacionem mais uns com os outros do que com as forças convencionais de suas próprias filiais. À medida que o peso da guerra moderna continua a se tornar mais pesado sobre os ombros dos membros da comunidade SOF , faz sentido que eles adotem um termo que se aplique a todos eles.

Artigo original de Luke Ryan publicado em 11 de agosto de 2019 na “Black Rifle Coffe Company”.
Tradução e adaptação por Yam Wanders para Defesa TV.

Link do artigo original:

https://coffeeordie.com/origin-of-operator/

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Source: DefesaTV Mundo

AL-Qaeda envia reforços para forças anti-Assad na Síria

A inteligência russa divulgou informações que a al-Qaeda, enviou nesse dia 11 de agosto grandes reforços em homens e material para a zona rural de Idlib, no sudeste do país, para tentar repelir o ataque do Exército Árabe Sírio (SAA) na região, em uma ofensiva que ja dura toda a semana e tem obtido grandes ganhos de terreno e neutralizado um também grande nùmero de combatentes rebeldes das forças anti-Assad. As informações foram obtidas depois que as forças russas neutralizaram vàrios postos de comunicações tàticos de grupos rebeldes e do ISIS na região, obrigando os mesmos a utilizarem meios convencionais de comunicação que são amplamente rastreados pelos sistemas russos.

Observação importante: A Al-Quaeda na região não deve ser confundida com o ISIS/Daesh, que são grupos distintos com estutura e hierarquias diferentes atuando por motivações e objetivos distintos no conflito sìrio.

Mapa com a descrição atual dos combates na região. Imagem via ISWNews.

Um dia antes, a SAA avançou na região e tomou o controle da colina Sukayk. O grupo “Hayat Tahrir al-Sham” (HTS) e seus aliados apoiados pelos turcos não conseguiram recapturar a colina, nem mesmo impedir o avanço do exército.
A mobilização de reforços de terroristas da al-Qaeda indica que outra tentativa de recapturar o monte Sukayk poderia estar em formação. Confrontos pesados ​​já estão sendo relatados na região. No início deste mês, a coalizão terrorista rejeitou negociações oferecidas pelo governo Sirio no acordo de Sochi ou qualquer solução política no conflito em Idlib.

O envolvimento desses grupos terroristas nas batalhas do sul de Idlib é um exemplo da coordenação pública entre a Al-Qaeda e os militantes anto-Assad apoiados pelos turcos, que está sendo ignorada pela grande mídia.

Image via Southfront.

No final desse domingo 11 de agosto (horario da Sìria), o Exército Árabe Sírio (SAA) e as Forças Tigres libertaram a aldeia de Sukayk após vários dias de confrontos com o grupo Hayat Tahrir al-Sham e seus aliados. Seguindo esse movimento, as unidades da SAA e da Tiger Force foram para Tamanah. Os confrontos estão acontecendo agora em sua vizinhança.
E nesse final de semana, as forças governamentais liberaram as áreas libertadas de al-Hobait, Maghar al-Hamam, Maghar al-Hantah e Tell Sukayk.

Com informações da agência SANA Syria via redação Orbis Defense Europe.

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Crise de recrutamento faz Exército Britânico operar com 60% de sua capacidade

Segundo dados do Ministério da Defesa do Reino Unido (MoD), os regimentos de infantaria do Exército Britânico (British Army) diminuíram consideravelmente nos últimos cinco anos, a informação e do jornal The Sunday Times.

Este número abaixo se dá em função da crise de recrutamento no Exército do Reino Unido as unidades de combate estão operando com até 40% de soldados a menos. Atualmente, há cerca de 2 mil e 500 soldados a menos nos regimentos de primeira linha em comparação com 2015.

Além disso, os 16 regimentos regulares do país também apresentam um déficit de pessoal. Nove deles operam com 1/5 dos soldados abaixo do recomendado, enquanto outras quatro unidades têm apenas 75% de militares necessários.

O regimento mais afetado é a prestigiada Guarda Escocesa, cujas tropas combateram em quase todos os grandes conflitos do Reino Unido desde o reinado de Carlos I, no século XVII. “Os números mostram que há 257 soldados a menos que a meta de 697, um déficit de 37%”, escreveu o The Guardian sobre a situação do regimento.

No total, a infantaria britânica opera atualmente com 17% de militares a menos do que o recomendado. O MoD, no entanto, respondendo as críticas, insistiu que o Exército “continua a cumprir todos os seus compromissos operacionais para manter o Reino Unido seguro”.

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Coreia do Norte lança dois projéteis, diz agência Yonhap

A Coreia do Norte lançou, na última sexta-feira (9), dois projéteis não identificados no Mar do Japão, informou a agência de notícias sul-coreana Yonhap, com informações das forças armadas da Coreia do Sul.

Os projéteis foram disparados perto da cidade de Hamhung, no nordeste da Coreia do Norte, e os militares estão monitorando a situação em caso de lançamentos adicionais, mantendo uma postura de prontidão, declarou o comando das forças armadas sul-coreanas (JCS, na sigla em inglês).

O governo dos EUA afirma estarem “cientes” dos lançamentos e que estão monitorando a situação, em conjunto “com aliados japoneses e sul-coreanos”. Pelo menos um dos projéteis parece ser de curto alcance (como os que foram lançados anteriormente), dizem os EUA.

A notícia do lançamento foi divulgada por volta das 6h22 de sábado (10), no fuso horário de Pyongyang e Seul. O incidente ocorreu no mesmo dia em que o presidente americano, Donald Trump, afirmou ter recebido uma “ótima carta” do líder norte-coreano, Kim Jong-un.

Trump minimizou os recentes lançamentos norte-coreanos quando falou aos repórteres na sexta-feira (9): “Eu repito: não houve testes nucleares. Os testes com mísseis foram todos de curto alcance. Nenhum teste de mísseis balísticos, nenhum míssil de longo alcance”, declarou.

Série de lançamentos

Este é o quinto feito pelos norte-coreanos nos últimos dias. Eles também lançaram mísseis balísticos de curto alcance em nos dias 2 e 5 de agosto e nos dias 25 e 31 de julho. Todos os lançamentos anteriores foram realizados de madrugada e caíram no Mar do Japão.

  • Com agências internacionais

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Agência nuclear russa confirma explosão durante testes de foguete

A agência de energia nuclear da Rússia declarou que uma explosão que causou o aumento dos níveis de radiação na região de Arkhangelsk foi causada por um acidente durante um teste de uma “fonte de energia isotópica para um motor de foguete movido a líquido”.

Em um comunicado divulgado na noite de sexta-feira, a agência russa ROSATOM afirmou que cinco de seus funcionários morreram em decorrência do acidente e que outros três estavam sendo tratados por queimaduras.

A declaração foi a primeira confirmação de que a agência estava envolvida no incidente, que rapidamente levou a níveis de radiação até 20 vezes mais altos que os da cidade vizinha de Severodvinsk.

Até o presente momento da publicação dessa matéria, a Agência Russa ROSATOM não publicou mais nada além da confirmação do acidente e das condolências para as vìtimas. Declarações esparasa ocorreram através de midias sociais e da imprensa local. Print via redação OD Europe.

A descrição superficial do ROSATOM sobre o incidente dei indìcios que estava ocorrendo o teste do míssil de cruzeiro nuclear Burevestnik, mencionado durante um discurso de Vladimir Putin no ano passado. O 9M730 Burevestnik é um míssil experimental de cruzeiro nuclear, movido a energia nuclear, com capacidade de alcance ilimitado. O Burevestnik é uma das seis novas armas estratégicas russas reveladas pelo presidente russo Vladimir Putin em 1º de março de 2018.

Concepção artistica do mìssil Burevestnik, Nuclear Powered Cruise Missile. Imagem via Interfax.

O Ministério da Defesa da Rússia confirmou pela primeira vez a explosão na quinta-feira , dizendo que duas pessoas morreram e seis ficaram feridas em um teste fracassado de um motor de foguete movido a combustìvel líquido. Os feridos incluíam funcionários do ministério e contratados civis. Porém o informe foi apagado 24h depois.

A declaração pode indicar que três dos primeiros relatados como feridos morreram desde então. Apesar dos relatos de que os feridos foram transportados para Moscou para atendimento médico, nem seus nomes nem locais ou maiores detalhes foram confirmados.

A explosão causou o aumento dos níveis de radiação por cerca de meia hora na cidade de Severodvinsk, contradizendo o Ministério da Defesa alegando que não houve aumento nos níveis de radiação. As autoridades civis de Severodvinsk removeram uma declaração confirmando o aumento dos níveis de radiação em seu site, dizendo que o ministério estava administrando a resposta ao incidente.

Enquanto as autoridades locais pediam calma, os residentes em várias cidades estocavam iodo, que é freqüentemente usado para limitar os efeitos da exposição à radiação.

Explosão ocorreu na quinta dia 8 de agosto

A explosão ocorreu na quinta, dia 8 de agosto quando foi noticiado apenas que duas pessoas morreram e os níveis de radiação aumentaram depois que um motor de foguete explodiu durante um teste no norte da Rússia , levando as autoridades a fechar uma parte do Mar Branco em navios civis por um mês.

Os relatos de um aumento repentino nos níveis de radiação na cidade vizinha de Severodvinsk após a explosão contradizem declarações oficiais do Ministério da Defesa da Rússia de que todos os níveis de radiação na área permaneceram estáveis. O aumento nos níveis de radiação durou menos de uma hora, disseram autoridades locais.

Imagem via Google Maps via redação OD Europe.

A explosão ocorreu em uma área de testes militares na região de Arkhangelsk, onde especialistas estavam trabalhando em um motor a jato de combustível líquido, disse o Ministério da Defesa. Os feridos incluíam especialistas militares e engenheiros civis para o desenvolvedor do motor-foguete.

Alguns relatos da mídia estatal sugeriram que o incêndio ocorreu a bordo de um navio, enquanto o relato dos militares indicava que ocorria em terra. A Rússia mantém um véu de sigilo em torno de suas instalações militares na região, perto de onde sua frota do norte, incluindo submarinos nucleares, está estacionada. Severodvinsk abriga o principal estaleiro do país para construir e consertar submarinos nucleares.

O vice-chefe do porto de Arkhangelsk disse à agência de notícias Interfax que a Rússia fechou a área perto da explosão para navios civis por um mês. O fechamento pode indicar que há preocupações com contaminação ou que os militares da Rússia podem estar conduzindo missões na área como resultado do incidente. Um porta-voz do Ministério da Defesa não retornou imediatamente vários telefonemas em busca de comentários.

A Associated Press citou autoridades de emergência dizendo que os moradores da cidade nunca correram nenhum perigo, apesar de alertar todos os trabalhadores a permanecerem em ambientes fechados.

Os primeiros relatórios sugeriam que havia níveis elevados de radiação perto da cidade de Nyonoksa, onde há um local para testar mísseis balísticos transportados por submarinos nucleares da Rússia.

O Ministério da Defesa negou relatos de um aumento nos níveis de radiação, dizendo que os níveis estavam normais e que não havia “descargas nocivas na atmosfera”.

Imagem divugada via redes sociais de um HAZMAT team chegando ao local. Imagem via Interfax.

Esta semana, um incêndio em um depósito de munição militar na Sibéria forçou mais de 16.500 pessoas a evacuarem suas casas, enquanto os explosivos lançavam estilhaços mortais voando por quilômetros. O incêndio deixou uma pessoa morta e mais 13 feridos, e levou mais de 16 horas aos bombeiros para ser extinguido.

Com informações via INTERFAX, Agence France Press, Associated Press via recação Orbis Defense Europe.

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IDF frustra ataque em Gaza e neutraliza combatentes palestinos

Forças de fronteira israelenses do exército neutralizaram no início dessa manhã10 de agosto, quatortze combatentes palestinos, que tentaram atacar com RPG’s uma de suas posições na periferia da Faixa de Gaza.

Em um breve comunicado de imprensa, os militares da IDF declararam que os palestinos em trajes civis estavam armados com fuzis de assalto AK-47, lançadores de granadas RPG e granadas de mão.

“Os elementos estavam jà a algumas horas sendo monitorados por equipamentos de observação de longa distância. Uma vez que os terroristas adentraram o territòrio de Israel, nossas tropas abriram fogo e assim neutralizando todos. Pelo tipo de equipamento dos terroristas, a intenção provàvel seria a penetração clandestina da fronteira para realizar algum ataque contra algum alvo de certa importância no interior do territòrio israelense”, diz o comunicado de imprensa.

O coronel Avichay Adraee, porta-voz do Exército israelense, disse que os combatentes faziam parte de uma célula terrorista organizada, responsabilizando o Movimento Hamas pelo ataque fracassado.

“Independentemente da afiliação faccional dos combatentes, o Hamas assume total responsabilidade pelo que está acontecendo em Gaza, especialmente quando se trata de células organizadas que se preparam para realizar tais ataques”, disse o porta-voz no Twitter.

Na semana passada, um atirador palestino feriu três militares israelense na periferia de Gaza, no que foi descrito como um ” ataque de lobo solitário “.

O Movimento Hamas ainda não comentou o novo ataque. No entanto, as informações iniciais indicam que foram planejadas e realizadas pelos próprios elementos, sem o conhecimento do comando do grupo.

Com informações da IDF, Agence France Press via redação Orbis Defense Europe.

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Secretário de Defesa dos EUA realiza visita a Coreia do Sul em meio a tensões com Japão

O secretário de Defesa americano, Mark Esper , se encontrou nessa sexta-feira (09) com líderes sul-coreanos em Seul em meio a várias questões desafiadoras, que vão das tensões bilaterais entre Coreia do Sul e Japão, ambos aliados dos EUA, a discussões sobre o custo da manutenção das tropas americanas na região.

Esper faz sua primeira viagem internacional desde que foi confirmado como chefe do Pentágono no mês passado.

E embora a disputa comercial de Seul com Tóquio, que ameaça atrapalhar o compartilhamento de inteligência na região, tenha sido levantada durante o encontro, o secretário de Defesa americano reiterou a importância da aliança dos EUA com a Coreia do Sul , e afirmou que os três aliados continuarão a agir de forma coordenada em relação à Coreia do Norte.

Em seu discurso de abertura do encontro, no entanto, o ministro da Defesa da Coreia do Sul, Jeong Kyeong-doo, disse que a restrição das exportações de alguns produtos japoneses para a Coreia do Sul está “tendo efeitos adversos nas relações entre a Coreia do Sul e o Japão e na cooperação em segurança entre Coreia do Sul, EUA e Japão”.

A Coreia do Sul tem alertado que avalia diversas opções na disputa comercial com os japoneses, incluindo o cancelamento de um pacto de compartilhamento de inteligência entre os dois países e os EUA.

O acerto, intitulado Acordo Geral de Segurança da Informação Militar (GSOMIA, na sigla em inglês), facilita a obtenção e compartilhamento de inteligência fundamental no monitoramento das capacidades nuclear e de mísseis da Coreia do Norte. O acordo é renovado automaticamente todos os anos em 24 de agosto.

As relações entre Coreia do Sul e Japão, no entanto, estão em seu pior nível em décadas devido a um conflito comercial com base em uma antiga disputa relativa a indenizações e compensações aos sul-coreanos por trabalhos forçados a empresas japonesas durante a Segunda Guerra Mundial.

Esper também chegou em Seul apenas um dia depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que a Coreia do Sul concordou em “pagar muito mais” dos custos pela manutenção de cerca de 28,5 mil militares americanos em seu território, e que as negociações para tanto estavam em andamento.

Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores sul-coreano, no entanto, disse a jornalistas na quinta-feira que as conversas nem começaram ainda.

Nesta sexta, a questão dos custos das tropas não foi mencionada em reunião de Esper com o chanceler sul-coreano, Kang Kyung-wha, informou a Yonhap. A agência de notícias também informou que Esper solicitou à Coreia do Sul o envio de tropas para a força naval internacional que patrulha o Estreito de Ormuz, na costa do Irã.

O Ministério da Defesa sul-coreano, no entanto, negou a informação, esclarecendo que Esper disse apenas esperar mais cooperação da comunidade internacional para assegurar a liberdade de navegação no estreito.

A viagem de Esper acontece também apenas dias depois de a Coreia do Norte realizar uma série de testes de mísseis e com as negociações para a desnuclearização do país com os EUA paralisadas.

“Neste momento em que o ambiente de segurança é tão severo, é significativo discutir a situação na Península Coreana e a aliança Coreia do Sul-EUA”, considerou o ministro Jeong, que elogiou a “imaginação incrível que transcende o convencional” do presidente Trump em se encontrar com o ditador norte-coreano Kim Jong-un na fronteira entre os dois países em junho.

  • Com agências internacionais

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Ministro das Relações Exteriores diz que Israel está dando suporte a missão dos EUA no Estreito de Ormuz

O ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, falou no dia 6 de agosto a um comitê do Knesset, que Israel está participando da missão naval americana no Estreito de Ormuz, fornecendo suporte de inteligência, e que essa participação, além de ajudar a conter o Irã, reforça os laços com os Estados do Golfo Pérsico.

O ministro explicou que o objetivo de Israel é garantir a segurança marítima no Estreito de Ormuz, onde o Irã deteve embarcações recentemente. Falando em sessão fechada do Comitê de Relações Exteriores e Defesa do Knesset, Katz disse que a missão faz parte do interesse estratégico de Israel.

Katz disse ao comitê que foi aconselhado a incluir Israel na missão depois de uma recente visita a Abu Dhabi. Na ocasião, o ministro foi homenageado com o título de “emirati oficial sênior”, e discutiu com líderes do país a “ameaça iraniana”. Katz também elogiou o anúncio da Grã-Bretanha na segunda-feira (5) de que se juntaria à missão, tornando-se o único país até agora a aderir à iniciativa.

O ministro não explicou, porém, se Israel enviará embarcações navais para participar da missão liderada pelos EUA. Um comunicado da emissora pública divulgado no mês passado afirmou que Israel não deveria enviar navios, mas forneceria informações.

Até agora, os EUA têm lutado para formar uma coalizão internacional para proteger os navios de carga do Estreito de Ormuz, mas os aliados europeus relutam em aderir à iniciativa por receio de serem arrastados para o conflito com o Irã.

As tensões aumentaram no Golfo desde que os EUA decidiram em maio de 2018 se retirar de um acordo histórico para limitar o programa nuclear iraniano e retomaram as sanções ao país.

Anunciando sua participação na missão liderada pelos Estados Unidos, o Ministério da Defesa da Grã-Bretanha afirmou que seria muito importante manter uma presença na região e que a Marinha Real Britânica trabalhará ao lado da Marinha dos EUA para escoltar embarcações pelo Estreito de Ormuz, um canal de navegação por onde passa um quinto de todas as exportações globais de petróleo.

Dois navios de guerra da Marinha Real estão atualmente na região, a fragata HMS Montrose e o destróier HMS Duncan.

  • Com informações do jornal The Times of Israel

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Modernização do sistema de defesa antimíssil na Europa é completado pela OTAN

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), completou a modernização programada do sistema de defesa antimíssil Aegis Ashore, que estão instalados na Romênia e possuem fins defensivos, segundo informou à aliança pro meio de um comunicado a imprensa.

“Esta modernização, que tem sido realizada em todos sistema de Defesa de Mísseis Balísticos Aegis, não forneceu quaisquer capacidades ofensiva ao sistema terrestre de defesa antimíssil Aegis”, refere o comunicado.

O sistema de mísseis antibalísticos THAAD dos EUA foi deslocado para a base militar de Deveselu, localizada na Romênia, durante o tempo da modernização e será agora reposicionado tal como tinha sido planejado.

A OTAN salientou que a referida modernização fazia parte do programa de Defesa de Mísseis Balísticos na Europa dos EUA, anunciado em 2009. A estação terrestre do Aegis Ashore irá rastrear potenciais ameaças vindas de fora do bloco militar.

O plano de colocar novos mísseis dos EUA na Europa foi anunciado por Washington na sequência do anúncio em fevereiro de 2019 de que o país se retiraria do Tratado INF, que limitava o desenvolvimento e a produção de mísseis terrestres com alcance entre 500 e 5.500 Km.

Washington justificou a decisão, que entrou em vigor em 2 de agosto, alegando que a Rússia violou o acordo ao desenvolver o míssil 9M729. Moscou negou repetidamente as acusações e forneceu aos EUA e a outros países informações comprovativas do não descumprimento do tratado.

  • Com agências internacionais

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Venezuela realiza exercícios militares na fronteira com a Colômbia

Cerca de 3.500 militares e policiais venezuelanos foram mobilizados nessa quinta-feira (8) na fronteira com a Colômbia para combater o narcotráfico e o contrabando de combustível, informou uma fonte do governo venezuelano.

Essa mobilização no estado de Táchira, faz parte de exercícios militares iniciados em 24 julho em várias regiões do país, disse a jornalistas Remigio Ceballos, chefe de operações das Forças Armadas.

Participaram militares, policiais e integrantes da Milícia, um corpo civil incluso às Forças Armadas, acrescentou o almirante na ponte binacional de Tienditas (município de Ureña), que permanece bloqueado pelas autoridades venezuelanas desde fevereiro passado.

“Vamos continuar com distintas operações (…) para continuar lutando contra o contrabando de combustível, contra o narcotráfico”, acrescentou o oficial, indicando que no contexto dos exercícios foram apreendidas 20 toneladas de drogas em todo o país.

Mais cedo foram chegaram veículos militares e homens que realizaram práticas de tiro. Ceballos reiterou o pedido do governo de Nicolás Maduro às autoridades colombianas para que reforcem os controles ao tráfico de cocaína e gasolina venezuelana, altamente subsidiada.

Maduro ordenou os exercícios depois que em 22 de julho, o país sofreu um novo apagão que o governo atribuiu a um ataque eletromagnético dos Estados Unidos.

A Venezuela rompeu relações com a Colômbia – país com o qual compartilha 2.200 quilômetros de fronteira – em fevereiro, depois que seu vizinho apoiou a tentativa frustrada do líder opositor Juan Guaidó para entrada de ajuda americana à nação petroleira.

Maduro denunciou que essa operação esconde uma intervenção militar norte-americana, com apoio da Colômbia.

  • Com agências internacionais

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