Vista aérea de grande galpão branco e azul.

Em Itajubá, Helibras mantém produção e engenharia de helicópteros; mais de 850 entregas no Brasil

A Helibras preserva em Itajubá, Minas Gerais, uma estrutura industrial capaz de produzir, modernizar e sustentar helicópteros a turbina, com atividades que vão além da montagem. Segundo informações divulgadas pela empresa, o polo reúne produção, engenharia, integração de sistemas, manutenção e retrofit.

Entre os modelos fabricados no Brasil estão o H125 e o H225, em operação integrada à cadeia internacional da Airbus. De acordo com dados informados pela Helibras, já foram entregues mais de 850 helicópteros no País, com aproximadamente 700 aeronaves em serviço.

A companhia emprega mais de 500 pessoas e participa de uma cadeia com mais de 50 empresas nacionais, associada a mais de 3 mil empregos indiretos. A Airbus classifica a Helibras como a única fabricante de helicópteros a turbina da América Latina, evidenciando a relevância dessa capacidade instalada.

Produção, engenharia e suporte reunidos em Itajubá

Instalada em Itajubá, a Helibras mantém no Brasil uma estrutura que inclui produção de aeronaves, atividades de engenharia, integração de sistemas, manutenção e modernização. Segundo a empresa, essa combinação de competências sustenta o ciclo de vida das aeronaves no País e vai além da mera presença de uma linha de montagem.

Modelos fabricados e grau de nacionalização

No Brasil, a Helibras produz os modelos H125 e H225. A companhia ressalta que a existência de uma fábrica nacional não significa que os helicópteros sejam integralmente brasileiros. No caso do H225, a empresa informa um índice de aproximadamente 50% de fabricação nacional.

Empregos, fornecedores e frota em serviço

De acordo com dados divulgados pela Helibras, a operação no Brasil soma mais de 850 aeronaves entregues e cerca de 700 em serviço. A empresa emprega mais de 500 profissionais e integra uma cadeia com mais de 50 fornecedores nacionais, relacionada a mais de 3 mil empregos indiretos.

Transferência de tecnologia e capacidade estratégica

Parte da capacidade industrial brasileira foi construída em cooperação tecnológica com a Airbus. Um marco citado é o programa HX-BR, ligado ao H225/H225M, concebido para viabilizar a transferência e a absorção de tecnologia de helicópteros de médio porte no País. Nesse contexto, a produção nacional envolve também a incorporação de conhecimentos industriais, a execução de engenharia, a integração de sistemas e o suporte às aeronaves.

Segundo as informações disponíveis, essa estrutura atende diferentes segmentos da aviação e está relacionada a programas utilizados pelas Forças Armadas brasileiras. O valor industrial está na parcela de produção, engenharia, integração, manutenção e conhecimento tecnológico que foi internalizada no Brasil.

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