A base militar secreta dos EUA que está ‘vindo à tona’ com derretimento do gelo na Groenlândia

Uma base militar secreta norte-americana abandonada no auge da Guerra Fria e que foi totalmente coberta por camadas de gelo na Groenlândia está lentamente retornando à superfície e eventualmente pode cair no mar, segundo revelou um relatório publicado por cientistas dinamarqueses.

Pesquisas feitas com radares, entretanto, indicaram que a base, conhecida como Camp Century, ainda está a 100 km da borda (da calota polar), e que “levará muitos, muitos anos antes de chegar a um ponto crítico”, segundo a glaciologista dinamarquês Nanna Karlsson.

O campo foi erguido no extremo norte da Groenlândia nos anos 50 oficialmente como uma estação de pesquisa. Mas décadas mais tarde foi revelado que se tratou de uma base militar secreta, abastecida pelo primeiro reator nuclear móvel do mundo, com o objetivo de eventualmente servir de base de lançamento de mísseis nucleares contra a União Soviética em caso de guerra.

Os mísseis seriam armazenados em uma rede de túneis e laboratórios, mas problemas de engenharia e objeções da Dinamarca – que governava a Groenlândia na época e à qual a ilha ainda é vinculada, mesmo que com um grau considerável de autonomia – sobre o objetivo real da base levaram os militares americanos a fechá-la em 1966, confiantes de que a instalação gradualmente seria enterrada naturalmente no gelo.

Mas, como relata o canal dinamarquês TV2, “as mudanças climáticas colocaram em dúvida este plano”, porque o gelo da Groenlândia está derretendo.

Risco ambiental de ‘esqueleto’ que ficou para trás

Ruth Mottram, do Instituto Meteorológico Dinamarquês, diz que a camada de gelo da Groenlândia parece ter encolhido mais no último mês do que a média de um ano inteiro desde 2002, segundo dados provisórios de satélite.

Os governos da Dinamarca e da Groenlândia montaram um programa de monitoramento climático em 2017 para rastrear os restos do Camp Century. O mais recente relatório de Karlsson e seus colegas do Serviço Geológico da Dinamarca e Groenlândia (GEUS) usa dados de radar para detalhar o quanto a base se moveu desde 1959.

Os cientistas percorreram a calota de gelo há dois anos, arrastando consigo dispositivos de radar. Karlsson diz que foram localizadas as formas cônicas dos tetos dos túneis a uma profundidade de 50 metros.

A expedição também descobriu que a base e suas estimadas 9,2 mil toneladas de sucata e resíduos de óleos, que representam um risco ambiental, além da preocupação gerada pelos resíduos radioativos do reator nuclear, estão afundando.

Os cientistas do GEUS dizem que o afundamento da base “pode ​​ter um impacto no tempo que a instalação vai levar para emergir do gelo”, relata a TV2.

‘Forma nova de disputa política’

E a fica a questão sobre quem vai limpar a “sujeira”, dado que a base foi construída sob um acordo EUA-Dinamarca – portanto, sem que o povo da Groenlândia tivesse voz na época.

O acordo “permitiu ao Camp Century afundar no gelo com tudo o que continha, incluindo poluentes”, reclamou o ministro das Finanças da Groenlândia, Vittus Qujaukitsoq, ao site de notícias dinamarquês Altinget no ano passado, indicando que o governo da ilha espera que a Dinamarca e os EUA estejam prontos para assumir a responsabilidade quando a base emergir.

Teme-se que a base possa lançar ao mar resíduos químicos e nucleares – e causar problemas ao ecossistema da região.

William Colgan, cientista especializado em clima e geleiras, afirma que a incerteza sobre quem assumirá a função de dar conta deste esqueleto da Guerra Fria poderia criar “uma forma totalmente nova de disputa política, resultante das mudanças climáticas”.

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  • Com informações da BBC Brasil

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Source: DefesaTV Mundo

Colecionadores de munições morrem manuseando bomba da II Guerra

Pelo menos duas pessoas morreram este domingo, na Polónia, depois de uma bomba, que se crê ser da II Guerra Mundial, ter explodido. As vítimas são dois homens, de 29 e 35 anos, que transportavam o artefacto para uma garagem, onde se encontrava uma coleção de munições.Como seus corpos foram encontrados semi-inteiros, deduz-se que foi alguma bomba de pequenho porte do padrão de um morteiro.

Após o alerta, deslocaram-se ao local da explosão especialistas em desativação de bombas da Polícia e do Exército que perceberam que na garagem se encontravam munições que poderiam ser ainda mais perigosas.

Diante do perigo de nova explosão, um perímetro de segurança foi montado no local pelos bombeiros e policiais.

A comunidade local confirmou que uma das vítimas seria um colecionador de munições da II Guerra Mundial, pelo que não é de estranhar que estivesse a tentar levar aquela bomba para juntar ao seu espólio em casa. Não tomou, contudo, as precauções necessárias nem avisou ninguém de que iria transportar um artefacto perigoso.

Nos últimos meses, a descoberta de bombas de guerra tem sido frequente e conduzido à evacuação de várias populações para garantir que sua desativação e desmantelamento ocorra com segurança.

Com informações AFP e Reuters via redação Orbis Defense Europe.

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Source: DefesaTV Mundo

Exército Árabe Sírio (SAA) encontra grande depósito de armas e munições de rebeldes

O Exército Árabe Sírio (SAA)* descobriu um grande depósito de armas e munições durante uma operação nesse final de semana na região sul do país, informou a Agência de Notícias Árabe Síria (SANA) nesse domingo 4 de agosto.

O SAA declarou que em uma operação de busca por rebeldes enclausurados na região, vasculharam as aldeias libertadas na região sul, a fim de protegê-las e assegurar o retorno seguro dos moradores locais a suas casas, e durante essas buscas, um depósito de munição dos combatentes remanescentes dos grupos terroristas foi descoberto”…

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ONU alerta que Estado Islâmico pode atacar Europa ainda este ano

“A força pode não ser mais a mesma; sobretudo depois de as forças armadas do califado terem sido derrotadas na Síria, há cerca de quatro meses, mas o autoproclamado Estado Islâmico (EI), apesar de aparentemente estar algo adormecido, continua ativo e a ser uma ameaça também para a Europa”.

O aviso está descrito em um relatório do comité de contra-terrorismo do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), que garante que as células do EI estão “se adaptando, consolidando e criando condições para um possível ressurgimento” na Europa.

O relatório, recém-publicado e citado pelo jornal The New York Times, alerta que não se pode descartar a possibilidade de eventuais ataques de integrante ligados ao EI em países europeus ainda este ano. A ideia poderá passar por tentar “exacerbar” sentimentos de “dissidência e revolta” na Europa.

Em maio, o presidente do comité do Conselho de Segurança das Nações Unidas que vigia as sanções impostas ao autoproclamado EI, Dian Triansyah Djani; que é também embaixador da Indonésia na ONU, já tinha avisado que o EI começou a reorganizar as suas células no Iraque e permanece um perigo a nível global.

Apesar de ter perdido praticamente todo o território que controlava nos seus bastiões no Médio Oriente, o EI continua a ser “a maior ameaça terrorista internacional” e a organização que garante mais recursos, avisou Dian Djani há dois meses.

A ONU tem insistido reiteradamente nos últimos meses na recusa da ideia de que o EI, por ter perdido força na Síria, deixou de ser uma ameaça global.

Em janeiro, em um relatório anterior ao do comité de contra-terrorismo do seu Conselho de Segurança, a ONU notava o regresso em força de “um método de comunicação entre os centros de comando e controlo do ISIL e indivíduos em diferentes países europeus”.

E avisava para os perigos quer do regresso de combatentes terroristas estrangeiros à Europa quer da saída em liberdade de cidadãos europeus que se radicalizaram e que se encontram detidos, a cumprir uma pena de prisão que terminará nos próximos anos.

Nesse relatório de janeiro, a ONU notava que “um Estado-Membro [da União Européia] reportou que a propaganda inspirada pelo EI andava a ser agora desenvolvida localmente”, em vez de ser importada diretamente da Síria.

  • Com informações do site Observador (PT)

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Source: DefesaTV Mundo

Secretário de Defesa dos EUA diz que “China está desestabilizando o Indo-Pacífico”

A China está desestabilizando o Indo-Pacífico, disse nesse domingo (04) o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Mark Esper, acusando Pequim de praticar economia predatória, roubo de propriedade intelectual e “armamento do patrimônio global”.

Os comentários de Esper em sua primeira viagem ao exterior como secretário da Defesa dos EUA ameaçam inflamar as já tensas relações entre Washington e Pequim, que vivem uma crescente guerra comercial.

A assertividade cada vez maior da China, especialmente no Mar da China Meridional, está suscitando preocupações na região, e os Estados Unidos estão desafiando a hegemonia marítima chinesa e buscando laços mais fortes com nações que desafiam Pequim.

“Acreditamos firmemente que nenhuma nação pode ou deve dominar o Indo-Pacífico e estamos trabalhando ao lado de nossos aliados e parceiros para atender às urgentes necessidades de segurança da região”, disse Esper a repórteres em Sydney.

A China tem aumentado as tensões na região e enfurecido os Estados Unidos ao construir equipamentos militares e outras instalações em ilhas artificiais.

A China reivindica grandes partes do Mar da China Meridional, por onde passam mercadorias em embarcações avaliadas em cerca de 3,4 trilhões de dólares a cada ano. Países como Malásia, Filipinas, Taiwan e Vietnã contestam as reivindicações territoriais.

  • Com informações da agência Reuters

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Source: DefesaTV Mundo

Tensão no golfo Pérsico: Irã retém outro navio estrangeiro por contrabando de combustível

A Força Naval da Guarda Revolucionária do Irã anunciou neste domingo que reteve outro navio-tanque “estrangeiro” que realizava atividades de contrabando de combustível perto da ilha de Farsi, no golfo Pérsico.

O navio transportava 700 mil litros de combustível de contrabando, segundo um comunicado da corporação militar de elite iraniana, que não detalhou a bandeira do cargueiro nem a nacionalidade da tripulação.

Um comandante da Guarda Revolucionária, Ramezan Zirahi, explicou à agência “Fars” que a detenção aconteceu na quarta-feira passada durante a noite, quando o cargueiro estava recebendo combustível de outros navios para depois transportá-lo a “países árabes do golfo Pérsico”.

Zirahi declarou ainda que a tripulação está formada por sete pessoas “de diferentes nacionalidades”, que também permanecem detidos. Após sua captura, efetuada depois de receber a autorização judicial pertinente, a embarcação foi transferida ao porto iraniano de Bushehr, enquanto sua carga foi entregue à Companhia Nacional de Distribuição de Petróleo.

No comunicado, a Guarda Revolucionária ressalta ainda que “sempre está preparada para defender os interesses do Irã” e que não poupará esforços nesta missão. Por sua parte, a emissora de televisão estatal iraniana afirmou que o navio tentava levar combustível de contrabando a alguns países árabes.

Este é o segundo cargueiro estrangeiro detido no golfo Pérsico no último mês, depois que a Guarda Revolucionária reteve no dia 14 de julho outra embarcação que transportava um milhão de litros de combustível de contrabando no sul da ilha de Larak.

Esse navio tinha bandeira do Panamá e tinha pertencido a uma companhia dos Emirados Árabes Unidos, mas não ficou claro a que país e empresa está vinculado atualmente.

Também no golfo Pérsico, a Guarda Revolucionária capturou no último dia 19 de julho o petroleiro de bandeira britânica Stena Impero por descumprir as normas de navegação, algo que Londres e a companhia barqueira negam.

A Marinha britânica tinha interceptado duas semanas antes em Gibraltar o petroleiro iraniano Grace 1, que segue retido, por suspeitas de que transportava petróleo à Síria, país sujeito a sanções da União Europeia.

A captura do Stena Impero agravou a crise no golfo Pérsico e, em particular, no estreito de Ormuz, para onde tanto os Estados Unidos como o Reino Unido propuseram enviar uma coalizão naval para escoltar as embarcações.

As autoridades iranianas advertiram, por sua parte, que uma maior presença militar estrangeira aumentará a tensão na região, onde ocorrem desde maio ataques a petroleiros e navios-cisterna e destruições de drones.

  • Com informações da agência EFE

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Source: DefesaTV Mundo

GNA da Líbia derruba drone militar de fabricação chinesa

Forças leais ao Government of National Accord (GNA) anunciaram nesse sàbado dia 3 de agosto que derrubaram um veículo aéreo de combate não tripulado Wing Loong II (UCAV – Unmanned combat aerial vehicle) de fabricação chinesa perto da cidade de Misrata, no norte da Líbia. Não foi divulgado que tipo de armamento ou procedimento foi utilizado para o abate do referido drone.

A sala de operações das forças pró-GNA divulgou um curto comunicado à imprensa, onde declararam; “que o abate ocorreu no eixo sul da região central controlada pelos militares legalistas do GNA O drone seria um “Wing Loong UCAV”, carregado com mísseis ar-terra, e estavam apoiando operações de ataques do considerado criminoso de guerra general Hafar…
O abate do drone se deu devido às tentativas de ataques contra alvos civis nas proximidades da cidade de Misrata”.

O drone Wing Loong II tem autonomia de cerca de 20 horas e alcance operacional de até 4.000 km. Os Emirados Árabes Unidos foi o cliente de lançamento do UCAV chinês em 2017 e é o principal suspeito de ter fornecido o equipamento para os rebeldes do general Hafar, que ainda controlam boa parte do territorio libio desde o inicio da guerra civil.

Fotos dos destroços do UCAV revelam que ele foi carregado com vários mísseis guiados J-7. O J-7 é uma versão de exportação do míssil semi-ativo guiado por laser HJ-10. O míssil tem um alcance de até 7 km e uma ogiva capaz de penetrar blindagens de até 1.400 mm.

O analista de defesa Arnaud Delalande (França) publicou uma investigação à alguns meses provando que mísseis LJ-7 foram usados ​​contra forças pró-GNA nos ùltimos anos. Na época, vários observadores especularam que os Emirados Árabes Unidos estavam por trás dos ataques aéreos, operando em conjunto com provàveis forças mercenàrias multinacionais e/ou chinesas.

Existem sérias suspeitas que pelo menos dois Wing Loong I II UCAVs da Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos (UAEAF) estão implantados na base aérea de al-Khadim, no oeste da Líbia, como revelou uma imagem de satélite divulgada pela IHS Jane’s em 2016. Apesar disso, ainda não está claro se o drone abatido estava sendo operado pelos Emirados Árabes Unidos ou forças mercenàrias chinesas.

 

Sobre o GNA

GNA é o Governo do Acordo Nacional ou Governo de União Nacional; é um governo provisório proposto para a Líbia formado sob os termos do Acordo Político Líbio, que foi assinado em 17 de dezembro de 2015. O acordo foi endossado unanimemente pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas e foi recebido com a formação de um Conselho Presidencial para a Líbia e que reconheceu que o Governo do Acordo Nacional será o único governo legítimo da Líbia.[2] Foi um governo no exílio baseado em Túnis de 12 de março de 2016 até 30 de março (data em que foi instalado em Trípoli), formado sob a égide das Nações Unidas a fim de solucionar a Segunda Guerra Civil Líbia.

Com informações via AFP e Reuters via redação Orbis Defense Europe.

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Source: DefesaTV Mundo

Estados Unidos impõem sanções contra agência venezuelana de contra-inteligência

Os Estados Unidos impuseram sanções contra a agência militar de contra-inteligência da Venezuela no dia 11 de julho de 2019, acusando-a de torturar e matar os presos. As novas sanções, anunciadas pelo Departamento do Tesouro dos EUA, congelam todos os bens nos EUA da Direção Geral de Contra-Inteligência Militar.

Isso ocorre menos de uma semana depois que os EUA impuseram sanções contra o filho de Nicolás Maduro, como parte da tentativa de Washington de derrubar o líder venezuelano do poder.

O secretário do Tesouro dos EUA Steven Mnuchin declarou em um comunicado que a ação foi deflagrada após a morte de um capitão de corveta da Marinha que estava sob custódia e que supostamente foi torturado.

“A detenção por motivos políticos e a trágica morte do Capitão de Corveta Rafael Acosta [Arévalo] é injustificável e inaceitável”, disse Mnuchin.

O oficial foi preso em junho sob acusações de conspiração para assassinar Maduro. Ele morreu na prisão oito dias depois e o procurador-geral da Venezuela declarou que dois funcionários da agência de contra-inteligência foram acusados de homicídio.

Funcionários do Departamento do Tesouro disseram que quando o Cmte Acosta compareceu ao tribunal, após sua prisão, “mostrava sinais de agressões físicas; inclusive estava em uma cadeira de rodas e não conseguia falar”.

Acrescentaram que, apesar da prisão de dois dos funcionários da agência que estariam envolvidos nessa morte, “essa é apenas a mais recente demonstração da brutalidade praticada por uma agência que é famosa por seus métodos violentos”.

A alta comissária das Nações Unidas para os direitos humanos Michelle Bachelet disse que “estava abalada com a suposta tortura do Capitão de Corveta [Rafael] Acosta Arévalo e que o tratamento recebido na prisão pode ter sido a causa da sua morte”.

A mais recente ação dos EUA surge quando Maduro tenta se consolidar no poder depois do que Caracas considerou uma tentativa fracassada de golpe de Estado do líder oposicionista Juan Guaidó, que foi reconhecido por Washington e cerca de 50 outros países como presidente legítimo da Venezuela.

  • Com informações da agência AFP

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Source: DefesaTV Mundo

Conquista da primeira medalha de ouro olímpica brasileira completa 99 anos

O Tenente do Exército Guilherme Paraense entrou para a história do esporte brasileiro, há 99 anos, em 03 de agosto de 1920, ao conquistar a primeira medalha de ouro para o Brasil em Jogos Olímpicos. O militar foi o campeão da prova de pistola de tiro rápido na Antuérpia, Bélgica.

Era a estreia do Brasil em Jogos Olímpicos. O País participou com delegação constituída por 22 atletas de diversas modalidades. Sete deles integravam a equipe de tiro esportivo, que trouxe três medalhas para casa, uma de ouro, uma de prata e uma de bronze.

Formada pelos Tenentes Guilherme Paraense e Demerval Peixoto, Dário Barbosa, Fernando Soledade, Mário Machado, Sebastião Wolf, e Afrânio Costa como chefe, a equipe iniciou a viagem para a Antuérpia a bordo do Navio Curvello, cedido pela Marinha Mercante.

Depois de quase um mês no navio, mal acomodados e tendo que treinar em alto mar, os atiradores, receosos de não chegar a tempo das provas, decidiram parar em Portugal e, de lá, seguir de trem para a Bélgica.

A saga da equipe brasileira de tiro não terminou ali. Depois de seguir viagem num vagão de trem aberto, de passar por problemas alfandegários com as armas e ainda ter parte da munição furtada, foi preciso fazer uma caminhada de 18 km até Baverloo, local onde seriam realizadas as provas.

Sensibilizados com a situação pela qual os brasileiros passaram, membros da equipe de tiro americana cederam uma parte de seu material (munição, alvos, pistola) para que os atiradores da equipe brasileira pudessem competir.

Assim, em 2 de agosto de 1920, Afrânio Antônio da Costa sagrou-se o primeiro esportista a ganhar uma medalha olímpica para o Brasil, ao conquistar o segundo lugar (prata) na prova individual dos 50m de pistola livre.

Nesse mesmo dia, como uma ironia do destino, Sebastião Wolf, Dario Barbosa, Guilherme Paraense e Afrânio Costa garantiram o bronze na prova por equipes, superando os Estados Unidos, justamente o país cuja delegação emprestou armas e munição a eles.

Mas foi no dia seguinte, em 3 de agosto que veio o primeiro ouro olímpico brasileiro: Guilherme Paraense levou o País ao lugar mais alto do pódio, marcando 274 pontos de 300 possíveis, dois pontos à frente do americano Raymond Bracken.

Paraense venceu a prova de pistola rápida de 25 metros acertando um tiro na mosca na prova de desempate individual.

A primeira participação brasileira numa olimpíada terminou com o saldo de três medalhas conquistadas na modalidade tiro esportivo, sendo uma delas, o primeiro ouro olímpico de Guilherme Paraense, que, também carrega o feito de ter sido o primeiro Porta-Bandeira do Brasil em Jogos Olímpicos.

Somente 32 anos depois, o País conseguiria uma nova medalha de ouro, com Adhemar Ferreira da Silva, em Helsinque, na Finlândia.

Mão firme e excelente mira

Guilherme Paraense nasceu em 25 de junho de 1884, em Belém, no Pará, mas foi ainda criança para o Rio de Janeiro, onde frequentou a Escola Militar de Realengo. Foi ali que descobriu e desenvolveu seu pendor para a modalidade esportiva.

Era conhecido por sua tranquilidade, mão firme e excelente mira, que o faziam sempre acertar o alvo, independentemente do formato que tivesse.

No final da década de 1910, sagrou-se campeão brasileiro e também sul-americano na modalidade tiro com revólver. E, em 1914, no Rio de Janeiro, juntamente com um grupo de atiradores, fundou o Revólver Clube, contribuindo para o crescimento deste esporte no País.

Paraense continuou a carreira esportiva como atleta do Fluminense e seguiu, também, a carreira militar, até deixar o Exército em 1941 como tenente-coronel reformado. Faleceu no Rio de Janeiro, em 1968, aos 83 anos de idade.

Em 1989, o pioneiro do ouro olímpico foi homenageado pelo Exército Brasileiro, que batizou com o nome “Polígono de Tiro Tenente Guilherme Paraense” o conjunto de estandes de tiro da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), sediada em Resende (RJ).

Além disso, no local é realizado, anualmente, um torneio que também leva seu nome, válido para o calendário brasileiro de competições de tiro esportivo.

No próximo ano, será comemorado o aniversário de 100 anos da conquista da primeira medalha olímpica de ouro do Brasil, um legado deixado por esse militar atleta que fez história no esporte brasileiro.

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  • Com informações do livro Heróis Olímpicos Brasileiros, da autora Katia Rubio (Editora Zouk, 2004), via Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Defesa, Por Maristella De Luca Marszalek, Fotos: Divulgação

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Source: DefesaTV Mundo

EUA e Rússia encerraram tratado de Armas Nucleares de Alcance Intermediário

Os Estados Unidos e a Rússia encerraram nessa sexta-feira (02) o tratado de desarmamento nuclear INF, assinado no final da Guerra Fria, em uma decisão que reacende o medo de uma corrida armamentista entre as potências mundiais.

O Tratado de Armas Nucleares de Alcance Intermediário (INF, sigla em inglês) de 1987 limitava o uso de mísseis de alcance intermediário (500 a 5.500 km), tanto convencionais quanto nucleares.

O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, anunciou a retirada formal de Washington em um comunicado em um fórum regional em Bangcoc, minutos após a Rússia ter declarado o fim do tratado. Após o anúncio, o Pentágono informou que os Estados Unidos vão acelerar o desenvolvimento de novos mísseis terra-ar.

“Agora que nos retiramos, o Departamento da Defesa continuará plenamente com o desenvolvimento destes mísseis convencionais para lançamento terra-ar, como uma resposta prudente às ações da Rússia”, declarou o secretário da Defesa, Mark Esper.

O funcionário destacou que como os Estados Unidos cumpriram “escrupulosamente” suas obrigações com o tratado de 1987 até sua saída formal, “estes programas estão nas etapas iniciais”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avaliou que qualquer novo tratado para deter o desenvolvimento de mísseis nucleares deverá incluir a China, além da Rússia. “Realmente queremos incluir a China em algum momento”, disse Trump a jornalistas.

“Isto seria algo grandioso para o mundo”. “A Rússia é a única responsável pelo fim do tratado”, disse Pompeo em um comunicado ao final de uma reunião de ministros das Relações Exteriores da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).

Pouco antes do anúncio de Pompeo, o ministro russo das Relações Exteriores disse em Moscou que o tratado havia terminado “por iniciativa dos Estados Unidos”. O vice-ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Riabkov, também pediu aos Estados Unidos que implementem uma moratória sobre a implantação de mísseis nucleares de alcance intermediário depois de deixar o INF.

Washington acusou a Rússia por anos de desenvolvimento de um novo tipo de míssil, o 9M729, alegando que violava o tratado, uma posição apoiada pela Otan. O míssil em questão tem um alcance de cerca de 1.500 km, segundo a Otan. Mas Moscou garante que só pode percorrer 480 km. Em reação ao fim do tratado, a Aliança Atlântica rejeitou nesta sexta-feira uma nova “corrida armamentista”.

“Nós não queremos uma nova corrida armamentista, mas vamos garantir que a nossa dissuasão seja credível” em face da implantação do novo sistema de mísseis russo, anunciou seu secretário-geral, Jens Stoltenberg.

“A Rússia não voltou a cumprir suas obrigações de forma total e verificável através da destruição de seu sistema de mísseis”, disse Pompeo, referindo-se ao míssil de cruzeiro 9M729.

No início do ano, a Casa Branca abriu um período de transição de seis meses para suspender sua participação no INF, que terminou nesta sexta. Pouco depois, Moscou começou seu processo de retirada, e no mês passado o presidente russo, Vladimir Putin, suspendeu formalmente sua participação.

“Nova era”

Assinado em 1987 pelo então presidente americano Ronald Reagan e pelo líder soviético Mikhail Gorbachev, o tratado INF foi considerado a pedra angular da arquitetura global do controle de armas.

Para os Estados Unidos, o pacto deu a outros países – principalmente à China – uma carta branca para desenvolver seus próprios mísseis de longo alcance e acusou a Rússia de repetidas violações.

As tensões entre Pequim e Washington – especialmente ligadas a disputas comerciais e marítimas – concentraram as atenções da ASEAN esta semana em Bangcoc, onde Pompeo acelerou a estratégia “Indo-Pacífico” dos Estados Unidos para neutralizar a influência econômica e militar chinesa na Ásia.

Pompeo assegurou nesta sexta-feira que os Estados Unidos “estão em busca de uma nova era de controle de armas que vá além dos tratados bilaterais do passado” e pediu que Pequim participe das discussões.

“Os Estados Unidos conclamam a Rússia e a China a se unirem a nós nesta oportunidade para oferecer resultados reais de segurança a nossas nações e ao mundo inteiro”, disse ele. O INF era visto como um dos dois principais acordos de armas entre Moscou e Washington.

O outro é o novo tratado START, que mantém os arsenais nucleares dos dois países bem abaixo do pico da Guerra Fria. Este pacto expira em 2021 e parece haver pouca vontade política por parte dos dois países em renová-lo. A China rejeitou pedidos dos Estados Unidos para se juntar ao novo START no futuro.

  • Com informações da agência AFP

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Source: DefesaTV Mundo