Mais de 775 mil soldados americanos já lutaram no Afeganistão em 18 anos de guerra contra o terrorismo

Nesta quarta-feira (11) que marcou o 18º aniversário dos ataques terroristas de 11 de setembro e levaram os EUA a um longo período de guerra contra o terrosirmo. Segundo dados do Pentágono mostram que mais de 775.000 militares das forças armadas dos EUA foram enviados ao Afeganistão pelo menos uma vez.

Durante a semana o assunto ficou ainda mais evidente quando o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que estava cancelando meses de negociações com o Talibã, no Afeganistão, o que poderá atrapalhar o cumprimento de sua promessa de acabar com as “guerras sem fim” dos EUA.

A guerra no Afeganistão já custou a vida de cerca de 2.400 militares americanos, incluindo 16 em combate este ano. Cerca de 20.000 ficaram feridos, muitos gravemente. Mas há outro conjunto de números reveladores sobre a guerra que expõe sua natureza extensa. Os números detalham a história de uma guerra que persiste por uma geração inteira.

Entre os principais detalhes:

  • Cerca de metade de todos os veteranos dos EUA no Afeganistão serviu pelo menos uma vez lá, mas muitos serviram mais. Pelo menos 28.267 soldados dos EUA foram enviados para lá cinco ou mais vezes.
  • O Exército, o maior braço do Pentágono, enviou mais tropas para o Afeganistão. Mais de 491.500 soldados serviram lá, incluindo forças de serviço ativo, reservistas do Exército e guardas nacionais.
  • A Força Aérea, cuja presença no Afeganistão persiste mesmo quando o número total de tropas encolheu, foi a segunda mais destacada, com cerca de 123.000 aviadores envolvidos.
  • O Corpo de Fuzileiros Navais enviou cerca de 20.000 militares de cada vez durante o auge da guerra em 2010 e 2011. No geral, mais de 114.000 fuzileiros navais foram enviados.
  • Cada serviço militar tem um legado lá, incluindo a Guarda Costeira, que já enviou mais de 100 de seus homens para o conflito.
  • Com agências internacionais

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Source: DefesaTV Mundo

OEA inicia ativação de tratado militar diante de “ameaça” na Venezuela

Com o aval do Brasil e de outros 11 países, a Organização dos Estados Americanos (OEA) deu nesta quarta-feira (11) o primeiro passo para a ativação do Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (Tiar), que prevê a defesa mútua entre os integrantes em caso de ataques de forças estrangeiras.

Uma resolução em prol da convocação do órgão de consulta do acordo, apresentada pelas missões permanentes de Brasil, Colômbia, Estados Unidos e Venezuela (esta última representada por delegados do líder opositor e autoproclamado presidente Juan Guaidó), foi aprovada por 12 votos entre os 18 possíveis.

Segundo o documento, a crise na Venezuela representa “uma clara ameaça à paz e a segurança” na região. Cinco países se abstiveram, e as Bahamas não participaram da votação.

Além do Brasil, também votaram a favor da resolução Argentina, Chile, Colômbia, El Salvador, Estados Unidos, Guatemala, Haiti, Honduras, Paraguai, República Dominicana e Venezuela.

O que pode ser decidido?

As delegações desses países decidirão como pressionar o regime do ditador Nicolás Maduro com o objetivo de chegar ao restabelecimento da democracia na Venezuela. Entre as opções estão o rompimento de relações diplomáticas e econômicas e até mesmo o bloqueio ao transporte naval e aéreo.

A opção mais agressiva incluída no tratado é a possibilidade de emprego da força armada. Mas até o momento alguns países, como Brasil e EUA, descartam essa opção. Se um bloqueio aéreo for aprovado pelo conselho, por exemplo, nenhum avião que tenha destino ou origem na Venezuela poderia passar pelo espaço aéreo de países do Tiar.

Segundo a agência de notícias Efe, a Costa Rica, que aboliu o seu exército há mais de 70 anos, pediu aos países a inclusão de uma condição no texto aprovado: que apenas se adotem medidas que “contribuam com a restauração pacífica na Venezuela, excluindo aquelas que impliquem o emprego da força armada”.

No entanto, a proposta da Costa Rica não avançou, e portanto a opção militar continua sendo factível, embora não conte com o apoio dos países do Tiar.

O Brasil votou contra a proposta da Costa Rica de restauração pacífica, apesar de o setor militar do governo brasileiro já ter se posicionado contra uma intervenção militar para resolver a crise no país vizinho.

O Tiar

A Venezuela se retirou do Tiar em 2012, durante o governo de Hugo Chávez. Mas em junho deste ano, a Assembleia Nacional, o parlamento dirigido por Guaidó, aprovou a volta do país a esse tratado de defesa – uma decisão não reconhecida pelo regime chavista.

O Tiar estabelece que “um ataque armado de qualquer Estado contra um país americano será considerado um ataque contra todos os países americanos” e que, por isso, os países signatários se comprometem a ajudar a fazer frente ao ataque, “em exercício do direito de legítima defesa individual ou coletiva, reconhecido pelo artigo 51 da Carta das Nações Unidas”.

O texto, segundo o governo interino de Guaidó, serve de base para que o Tiar seja acionado diante de um ataque do regime chavista contra a sua autoridade. Mas alguns diplomatas entendem que o tratado se refira apenas a ataques por estrangeiros, ou seja, que não se aplica à crise venezuelana.

O propósito do tratado é “prevenir e reprimir as ameaças e os atos de agressão contra qualquer dos países da América” que assinam o pacto de defesa.

O Conselho Permanente da OEA, que é o órgão de consulta do Tiar, tem o poder de avaliar as ações que devem ser tomadas para garantir a paz. Mas o uso da força depende, em última instância, da aprovação do conselho de segurança da ONU, no qual China e Rússia, aliados de Maduro, têm poder de veto.

O órgão de consulta do Tiar já foi convocado 20 vezes desde a criação do tratado, porém, sem ativação desde o fim da Guerra Fria.

Em 1982, por exemplo, a Argentina invocou o Tiar durante a Guerra das Malvinas, solicitando assistência na defesa contro o Reino Unido. Os Estados Unidos, no entanto, decidiram honrar o tratado com a Otan, que obrigava o país a ajudar o seu aliado britânico.”

  • Com agências internacionais

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Airbus Foundation combate fogo na Amazônia boliviana

A Fundação Airbus, em parceria com o Centro francês de apoio a crises, está apoiando os esforços na Bolívia contra os graves incêndios que afetam o país atualmente.

No último fim de semana, um avião de testes Airbus A330 transportou 38 bombeiros franceses com uma série de equipamentos saindo de Vatry, na França, para a Bolívia, onde participaram do combate aos incêndios que já devastaram mais de dois milhões de hectáres da Amazônia boliviana.

Em parceria com a HeliAmerica – uma operadora de helicópteros boliviana com sede no departamento de St. Cruz -, a Airbus Foundation ofereceu 45 horas de voos de helicóptero para avaliar as áreas afetadas. As aeronaves também combateram ativamente os incêndios com a ajuda do equipamento “bambi bucket”, capaz de despejar até 800 litros de água por viagem.

Durante os días 3, 4 e 5 de setembro, dois helicópteros monomotores H125 operaram na área de Concepción, ao leste do país, despejando mais de 500 toneladas de água. A operação contribuiu para delimitar os incêndios e evitar que afetem as comunidades da região. Mais voos serão realizados nos próximos días.

Sobre a Airbus Foundation

A Airbus Foundation, criada por Guillaume Faury, CEO da Airbus, conta com Airbus, Airbus Helicopters e Airbus Defence and Space como contribuintes e membros fundadores. A fundação é a divisão da Airbus para filantropia corporativa, usando os recursos, produtos aeronáuticos e espaciais, competências, força de trabalho diversificada e cultura de inovação do grupo para tratar de problemas sociais.

A fundação apoia, particularmente, a comunidade humanitária global e inspira e prepara os jovens para os desafios de amanhã. Desde seu lançamento em maio de 2008, a Airbus Foundation facilitou mais de 70 voos de caridade para inúmeros destinos ao redor do mundo. Mais informações podem ser encontradas em: https://www.airbus.com/company/airbus-foundation.html

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11 de Setembro: O sacrifício de vida para que outros possam viver…

Com o chegar do 18º aniversário do 11 de setembro, todos lembram daquele fatídico dia, com reverência ao serviço e a bravura dos que arriscaram tudo para salvar vidas. Por todo o mundo, ainda se lamentam vidas inocentes perdidas ao lembra daqueles que fizeram o sacrifício de vida durante o insano ataque do terrorismo islâmico.

Não se pode esquecer as imagens de Bombeiros, Policiais e Profissionais de Resgate Médico, todos exaustos e mesmo “feridos na alma”, procurando incansavelmente resgatar vítimas ainda vivas sobre os escombros dos prédios.

O trabalho do Corpo de Bombeiro de Nova York (New York Fire Department-FDNY) continua, assim como a responsabilidade de apoiar as muitas famílias de membros que sucumbem a doenças atribuídas ao ambiente da poeira tóxica do World Trade Center (WCT).

Além dos 343 membros do Departamento que morreram naquele dia terrível durante a intervenção direta no interior do WTC, desde 11 de setembro de 2001, mais de 200 membros do FDNY perderam a vida e milhares mais estão lutando contra doenças relacionadas ao 11 de setembro nos anos seguintes aos ataques.

Os membros do FDNY e suas famílias ainda convivem todos os dias com a dor causada pela tragédia. Para se ter uma ideia o quanto ainda o atentado de 11 de setembro fazem vítimas fatais, em 2018 o departamento adicionou o nome de mais 18 Bombeiros que faleceram naquele ano devido à sequelas das doenças respiratórias e/ou cancerígenas decorrentes da exposição à poeira toxica do desmoronamento dos prédios do WTC.

Os nomes que foram adicionados à parede do memorial em 2018 são:

– Engenheiro Marítimo John L. Buhler, Marine 6
– Bombeiro Michael L. Duffy, Ladder Company 174
– Vice-Chefe Joeddy Friszell, Divisão 3
– Bombeiro George F. Froehlich, Ladder Company 87
– Bombeiro Robert J. Lembo, Ladder Company 144
– Tenente Edward J. McDonagh, Motor Empresa 37
– Chefe do Batalhão Joseph D. McKeon, Batalhão 46
– Tenente Edward T. Meehan, Ladder Company 22
– Tenente Walter J. Nelson Jr. Estação 31
– Bombeiro Michael R. O’Hanlon, companhia de motores 68
– Piloto marítimo Thomas J. Phelan, Marine 9
– Bombeiro Raymond R. Phillips, Jr., Companhia de Resgate 3
– Assist Chefe Ronald R. Spadafora, Depto de Prevenção de Incêndios
– Tenente Joseph R. Stach, Jr., companhia de – Escadas 6
– Bombeiro Ronald P. Svec, Empresa de Escadas 82
– Bombeiro Robert M. Tilearcio, companhia de Motores 266
– Bombeiro Paul R. Tokarski, companhia de Escadas 164
– Bombeiro Keith R. Young, companhia de Escadas 158

Como pode ter ocorrido uma quantidade tão grande de vítimas entre os Bombeiros e demais forças?

Quando foi acionando o FDNY  enviou de imediato 200 unidades (metade do departamento) para o local dos ataques, cujos esforços foram completados por vários bombeiros de folga e paramédicos.

O Departamento de Polícia da Cidade de Nova Iorque (NYPD) enviou Unidades de Serviço de Emergência (ESU) e outros policiais, juntamente com a sua recém-implantada  unidade de aviação.

Uma vez em cena, o FDNY, NYPD e policiais da Autoridade Portuária não coordenaram os esforços e realizaram buscas redundantes por vítimas civis.

Com as condições da situação muito deterioradas, a unidade de aviação da NYPD retransmitia informações aos comandantes dos bombeiros, que emitiam ordens para o seu pessoal evacuar as torres, de modo que a maioria dos oficiais estava em condições de segurança antes de evacuar os edifícios que desmoronaram.

Com postos de comando criados separadamente e comunicações de rádio incompatíveis entre os organismos, os avisos não foram repassados aos comandantes do FDNY.

Após a primeira torre desabar, os comandantes dos bombeiros enviaram os avisos de evacuação, no entanto, devido a dificuldades técnicas com o mau funcionamento do sistema repetidor de rádio, os bombeiros não ouviram muitas das ordens de evacuação.

Os atendentes do número de emergência também receberam informações de chamadas que não foram repassadas aos comandantes no local. Poucas horas depois do ataque uma importante operação de busca e resgate foi lançada. Depois de meses de operações, o local do WTC foi declarado “limpo de vítimas” no final de maio de 2002.

Vítimas totais em números

Houve um total de 2 996 mortes, incluindo os 19 terroristas e as 2 977 vítimas. As vítimas foram distribuídas da seguinte forma: 246 nos quatro aviões (onde não houve sobreviventes), 2606 na cidade de Nova Iorque e 125 no Pentágono. Todas as mortes ocorridas foram de civis, exceto por 55 militares atingidos no Pentágono.

Em 2007, o escritório examinador médico da cidade de Nova Iorque divulgou o número oficial de mortos do 11 de setembro, adicionando a morte de Felicia Dunn-Jones.

Dunn-Jones faleceu cinco meses após o ataque devido a uma doença pulmonar que foi associada à exposição à poeira durante o colapso do WTC. Heyward Leon, que morreu de linfoma em 2008, foi adicionado ao número oficial de mortes em 2009.

O Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) estimou que cerca de 17 400 civis estavam no complexo do World Trade Center no momento dos ataques, enquanto as contas da Autoridade Portuária de Nova Iorque sugerem que 14.154 pessoas estavam nas Torres Gêmeas às 08h45min.

A maioria das pessoas abaixo da zona de impacto evacuaram os edifícios com segurança, junto com dezoito pessoas que estavam na zona de impacto na torre sul, e um número de pessoas que estava acima da zona de impacto que, evidentemente, usaram a escadaria intacta na Torre Sul.

Pelo menos 1.366 pessoas morreram, pois estavam no andar do impacto da Torre Norte ou em andares superiores, e pelo menos 618 na Torre Sul, onde a evacuação tinha começado antes do segundo impacto. Assim, dos 2 753 mortos no WTC, 1 950 estavam nos andares atingidos pelas aeronaves ou acima deles.

De acordo com o relatório da comissão centenas foram mortos instantaneamente com o impacto, enquanto os demais ficaram presos e morreram após o colapso da torre.

Pelo menos 200 pessoas pularam dos edifícios para a morte (como mostrado na foto “The Falling Man”), caindo nas ruas e telhados de edifícios adjacentes, centenas de metros abaixo. Alguns dos ocupantes de cada torre, e que estavam acima do ponto de impacto, subiram em direção ao teto, na esperança de um resgate por helicóptero, mas as portas de acesso ao telhado estavam bloqueadas.

Não existia qualquer plano de resgate de helicóptero e, em 11 de setembro, a fumaça e calor intenso teria impedido tais aeronaves de realizarem salvamentos.

Um total de 411 profissionais de emergência que responderam aos chamados de socorro morreram quando tentavam resgatar as pessoas e apagar os incêndios. O Corpo de Bombeiros da Cidade de Nova Iorque (FDNY) perdeu 343 bombeiros.

O Departamento de Polícia da Cidade de Nova Iorque (NYPD) perdeu 23 policiais. O Departamento de Polícia da Autoridade Portuária perdeu 37 oficiais, e 8 paramédicos de unidades privadas de serviços de emergência foram mortos.

Depois de Nova Iorque, Nova Jersey foi o estado mais atingido, com a cidade de Hoboken ostentando a maioria das mortes. Mais de noventa países perderam cidadãos nos ataques ao World Trade Center (três brasileiros e cinco portugueses)

Semanas após o ataque, o número de vidas perdidas foi estimado em mais de seis mil. A cidade de Nova Iorque só foi capaz de identificar os restos de cerca de 1.600 das vítimas no WTC, ficando sem identificação mais de 1.100.

O escritório legista também recolheu cerca de dez mil ossos não identificados e fragmentos de tecidos humanos que não puderam ser combinados para a lista de mortos.

Em 23 de fevereiro de 2005, as autoridades legistas reconheceram a limitação tecnológica na época, para avançar nos trabalhos de identificação. Nos últimos cinco meses apenas oito vítimas haviam sido identificadas.

Fragmentos ósseos ainda estavam sendo encontrados em 2006, quando os trabalhadores estavam se preparando para demolir Deutsche Bank Building, também danificado. Essa operação foi concluída em 2007.

Em 2 de abril de 2010 uma equipe de especialistas em antropologia forense e arqueologia começou a procurar por restos humanos, artefatos humanos e objetos pessoais no aterro sanitário de Fresh Kills, em Staten Island.

A operação foi concluída em junho de 2010, com 72 restos humanos encontrados, elevando o total de restos humanos encontrados para 1845. As identidades de 1629 das 2753 vítimas foram identificadas. Os perfis de DNA, na tentativa de identificar as vítimas adicionais, são permanentes.

Em agosto de 2011, 1 631 vítimas foram identificadas, enquanto que 1 122 (41%) das vítimas permaneceram não identificadas. Em julho de 2011, uma equipe de cientistas do instituto médico da cidade tentaram novamente identificar os restos mortais, na esperança de que a tecnologia melhor desenvolvida lhes permitisse identificar outras vítimas.

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Venezuela enviará 150 mil militares para fronteira com Colômbia

A Venezuela mobilizará cerca de 150 mil homens para as manobras militares iniciadas nesta terça-feira (10) na fronteira com a Colômbia, em meio à crescente tensão entre Caracas e Bogotá, informou o comando da Força Armada.

Carros de Combate, blindados com mísseis e dezenas de soldados já passaram pelo aeroporto de La Fría, no estado de Táchira (oeste). As manobras na fronteira de 2.200 km com a Colômbia, ordenadas pelo presidente Nicolás Maduro após denunciar um complô colombiano visando um “conflito militar”, prosseguirão até o dia 28 de setembro.

“A Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) é uma força de paz (…). Respeitamos as forças armadas de todo o mundo, mas não temos medo de ninguém”, disse o chefe do Comando Estratégico Operacional, almirante Remigio Ceballos, na pista do aeroporto de La Fría.

Colômbia e Venezuela, com relações cortadas desde fevereiro, estão envolvidas em uma nova tensão bilateral após o presidente colombiano, Iván Duque, acusar Caracas de abrigar dissidentes da guerrilha das Farc.

Na véspera, Maduro denunciou que “nos últimos três meses tentaram, a partir da Inteligência do governo colombiano, cooptar suboficiais e oficiais venezuelanos para afetar nosso sistema de radares, sistema de defesa aérea e seus aviões, sistema de defesa antiaérea e o sistema de mísseis”.

  • Com informações da agência AFP

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Source: DefesaTV Mundo

Portugal sedia exercício conjunto com EUA, Marrocos e países do Leste Europeu

A base aérea de Monte Real (Leiria) da Força Aérea de Portugal (FAP) recebe desde domingo (08) e se estenderá ao longo desta semana como base para exercícios conjuntos com Marrocos, Polônia, Bulgária, Croácia, Eslováquia e Romênia.

Em nota à assessoria de comunicação social da FAP, explicou que esta iniciativa conjunta com os EUA visa aumentar a cooperação e a interoperabilidade entre os países envolvidos e que já operam – ou vão adquirir – caças F-16.

Este evento antecede a realização do Real Thaw 2019, um exercício conjunto (com outros ramos das Forças Armadas) de vários países que irá mobilizar cerda de 500 a 600 militares entre os dias 22 de setembro e 04 de outubro, falou um porta-voz da a Força Aérea.

O exercício vai contar com a presença de aeronaves de alerta antecipado da OTAN, E-3 Sentry e de países aliados como EUA, França, Espanha, Dinamarca e Holanda; assim como forças especiais e de operações especiais ou controladores aéreos táticos, entre outros especialistas.

Testar e validar o grau de prontidão e preparação dos meios da Força Aérea, as competências dos seus efetivos e a sua interoperabilidade com as outras forças nacionais e aliadas é o objetivo central deste grande exercício.

Formação nos F-16

O encontro dedicado aos F-16 em Monte Real serve como local de treino e troca de experiências sobre a atividade operacional daqueles caças de defesa aérea, cabendo aos portugueses dar a maioria das aulas relacionadas com a manutenção e sustentação dos aparelhos, o apoio logístico ou o planeamento de voo.

Entre os países do leste europeu, só a Polônia e a Romênia já iniciaram a substituição das suas frotas de MIG soviéticos por caças F-16 – tendo as aeronaves romenas sido vendidas por Portugal.

Quanto à Bulgária, Croácia e Eslováquia, onde a modernização das respectivas Forças Aéreas tem envolvido uma competição comercial entre os F-16 dos EUA e os Gripen da Suécia (já em serviço na Hungria e na República Checa), os três países já anunciaram a opção pelos F-16.

Note-se que Portugal é visto pelos EUA como um parceiro na sua relação com os países do leste europeu em matéria de operação e manutenção dos caças F-16, face ao grau de profissionalismo e de especialização demonstrados pelos portugueses.

Exemplo disso foi o processo de modernização e venda de 12 caças F-16 portugueses à Romênia, a que agora se juntam mais cinco – dois dos quais comprados por Lisboa a Washington antes de seguirem para Bucareste.

Um país operador de caças F-16 só os pode vender a países terceiros após autorização prévia dos EUA, o que pode não abranger alguns dos equipamentos existentes a bordo. Este último direito de veto norte-americano, por exemplo, bloqueou este ano o negócio da venda de F-16 israelenses à Croácia – que optou por negociar diretamente com Washington.

  • Com informações do site Diário de Notícias (PT)
  • Adaptação: DefesaTV

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Em vídeo: F-15E e F-35C da USAF bombardeiam posições do ISIS com 36 ton de bombas

Jatos de ataque F-15 Strike Eagle e F-35C da USAF efetuaram um ataque de precisão contra posições estratégicas do ISIS na ilha Qanus, na província iraquiana de Salah ad Din, no âmbito da campanha de coalizão liderada pelos USA.

O ataque ocorreu pela manhã e somente divulgado oficialmente essa tarde na Europa.

Foram largadas 36.000 kg de bombas sobre o alvo, com o excelente ìndice de quase 100% de aproveitamento e acerto na precisão do ataque. As imagens foram divulgadas oficialmente pelo US Air Forces Central Command Official e pelo OIR Spokesman Col. Myles B. Caggins III (The non-anonymous, official military Spokesperson for Operation Inherent Resolve – OIR).

A operação foi conduzida com exclusividade pela USAF, sem a participação de qualquer meio operacional ou de supervisão da atual Força Aérea Iraquiana.

Com informações do USAFCENT – US Air Forces Central Command Official via redação Orbis Defense Europe.

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Militares chineses chegam a Rússia para participarem do exercício conjunto Tsentr-2019

A China enviou, no último sábado (06), mais de 1.600 militares do Comando do Teatro Ocidental e algumas outras unidades do Exército Popular de Libertação (PLA), a Rússia para participação destes nos exercícios estratégicos Tsentr-2019 (Centro-2019).

Além dos militares alguns de seus principais equipamentos, também foram enviados. Carros de Combate (CC) Type 96A, bombardeiros de longo alcance H-6K e JH-7A, além de caças J-11, de transporte Il-76 e Y-9; e helicópteros de ataque Z-10, são alguns dos enviados, conforme informou a TV estatal chinesa China Central Television (CCTV).

“Os exercícios aumentarão e aprofundarão ainda mais a ampla parceria estratégica de coordenação para uma nova era entre a China e a Rússia. Também amplia nossa capacidade de lidar com todos os tipos de ameaças, juntamente com as forças armadas de outros países”, afirmou Ma. Qixian, comandante das forças chinesas a CCTV.

Os exercícios serão realizados de 16 a 21 de setembro na região de Orenburg, na Rússia. Além da China, Paquistão, Índia, Quirguistão, Cazaquistão, Tajiquistão e Uzbequistão participarão do Tsentr-2019, noticiou a agência de notícias russa TASS citando declaração divulgada pelo Ministério da Defesa da Rússia.

“Essa prática não é direcionada a terceiros e não tem nada a ver com as situações regionais”, disse Ren Guoqiang, porta-voz da Ministério da Defesa Nacional, durante coletiva de imprensa no dia 29 de agosto.

Ocorrido em agosto de 2018 o exercício estratégico Vostok-2018 (Leste-2018) contou com a presença de 3.200 militares chineses, marcando assim a primeira vez que um exército estrangeiro participou de exercícios conjunto com as forças armadas russas, em solo russo.

Em julho deste ano, China e Rússia realizaram sua primeira patrulha estratégica conjunta no nordeste da Ásia, com o envio pela China de dois bombardeiros H-6K e a Rússia dois bombardeiros Tu-95, disse Wu Qian, porta-voz do Ministério da Defesa Nacional da China.

  • Com informações do site Global Times;
  • Tradução e Adaptação: DefesaTV

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Governo Federal deseja mudar modelo de atuação das Forças Armadas no exterior

O governo Federal apresentou um novo projeto de lei (4912/19) para regulamentar a atuação de tropas das Forças Armadas no exterior.

O projeto, que revoga a lei 2.953/56, determina que o emprego de militares brasileiros em missões de paz será autorizado pelo Congresso, mas não dependerá de autorização do legislativo em alguns casos, informou a Agência Câmara.

Pelo novo projeto, será dispensada a prévia aprovação do Congresso para emprego das Forças Armadas no exterior tais como:

  • Missões de regate e evacuação de brasileiros em conflitos armados (respeitando o princípio constitucional da não intervenção);
  • Operações de assistência humanitária;
  • Segurança de representações diplomáticas; e
  • Movimentação na zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas em região marítima.

O projeto foi apresentado em regime de urgência e inicia tramitação na Câmara dos Deputados.

  • Com agências nacionais

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Chefe do CENTCOM declara que os EUA intensificarão operações contra o Taliban

As forças armadas dos EUA devem acelerar o ritmo de suas operações no Afeganistão para combater o aumento dos ataques do Taliban, disse um general dos EUA nesta segunda-feira após a suspensão das negociações de paz de Washington com os insurgentes.
O general do U.S. Marine Corps, Kenneth McKenzie, chefe do Comando Central dos EUA, disse durante uma visita ao Afeganistão que o Taliban exagerou nas negociações de paz, realizando uma série de ataques de alto nível, incluindo um que matou um soldado americano na semana passada.

General do U.S. Marine Corps, Kenneth McKenzie, chefe do Comando Central dos EUA

O Talibã fez uma declaração afirmando que hoje controla mais território do que em qualquer momento desde 2001, quando governou o país, declarou ainda no domingo que mais vidas americanas seriam perdidas.
McKenzie se recusou a comentar a declaração do Taliban. Mas ele observou que as tropas americanas no Afeganistão não estão “indefesas”.

“Certamente não vamos ficar quietos e deixá-los realizar uma pseudo corrida para a vitória. Isso não vai acontecer”, disse McKenzie a um grupo de repórteres que viajavam com ele durante uma parada no aeródromo de Bagram, no nordeste do Afeganistão.

Questionado se o aumento das operações contra o Taleban poderia incluir ataques aéreos e ataques de comandos dos EUA e do Afeganistão, McKenzie respondeu: “Acho que estamos falando de um espectro total”.

“E, novamente, quaisquer que sejam as metas disponíveis, quaisquer que sejam metas legais e eticamente atingidas, vamos persegui-las”, disse ele.

Imagem de um ataque recente contra uma patrulha das forças dos USA no Afeganistão. Imagem via U.S. DoD.

A determinação dos insurgentes de intensificar os ataques a centros provinciais e os atentados suicidas, mesmo quando as negociações de paz estavam sendo realizadas, foi um fator importante para pressionar o presidente dos EUA, Donald Trump, a anunciar no sábado que estava cancelando as negociações destinadas a encerrar a guerra mais longa dos Estados Unidos à anos.
A interrupção das negociações alimentou temores de ainda mais violência no Afeganistão, com alertas de segurança aumentados na capital Cabul e outros centros antes das eleições presidenciais agendadas para 28 de setembro.

Erro de cálculo do Talibã

Trump, um crítico de longa data da guerra do Afeganistão e os bilhões de dólares que custa, estava preparando uma reunião sem precedentes com os líderes da insurgência no complexo presidencial em Camp David, Maryland, mas ele cancelou o evento após o ocorrido do ùltimo ataque no afeganistão.
A Reuters informou sobre crescentes receios que estavam sendo construídos dentro do governo Trump sobre o acordo de paz negociado por um enviado especial dos EUA, Zalmay Khalilzad.
McKenzie disse acreditar que o Taleban subestimou a natureza delicada das negociações com Washington, mesmo em seus estágios posteriores.

“Acho que eles exageraram”, disse McKenzie. “Eles julgaram mal, subestimando o caráter do povo americano e julgaram errado o caráter do presidente dos Estados Unidos”.

A crescente tensão no terreno no Afeganistão aumenta a incerteza sobre o rumo futuro das forças americanas, muitas das quais devem agora se preparar simultaneamente para um aumento nos combates, enquanto aguardam possíveis ordens de retirada. Os Estados Unidos têm cerca de 14.000 soldados no Afeganistão, número que Trump disse que gostaria de reduzir para 8.600.
McKenzie se recusou a especular sobre os próximos passos, enquanto visitava tropas americanas em bases no Afeganistão, voando do vizinho Paquistão em terrenos acidentados e montanhosos.
Questionado sobre qual era sua mensagem em suas conversas na segunda-feira com as forças de operações especiais dos EUA, equipes médicas e outros funcionários, McKenzie disse a repórteres que eles precisariam continuar lutando a “luta dura” por enquanto.

“Acho que tomaremos algumas decisões na capital do país nos próximos dias e isso nos dará uma orientação maior no futuro”, acrescentou, sem dar detalhes.
“Nós apenas temos que manter a linha agora”, disse McKenzie.

Matéria traduzida e adaptada do original de Phil Stewart para a Reuters em 09 de setembro de 2019 às 03:40, via redação Orbis Defense Europe.

Link da materia original:
https://taskandpurpose.com/centcom-chief-says-the-us-will-ramp-up-operations-against-the-taliban-as-afghan-peace-talks-collapse

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Source: DefesaTV Mundo