A Olimpíada Instituto Embraer de Meninas na Ciência está com inscrições abertas até 22 de setembro de 2026 para estudantes do 7º e 8º anos do ensino fundamental da rede pública. As inscrições devem ser realizadas pelas próprias escolas interessadas em representar suas alunas, segundo informações divulgadas pelo Instituto Embraer.
De acordo com a iniciativa, a competição propõe uma aproximação prática e gradual com a ciência ainda na educação básica. As provas envolvem Biologia, Física, Química e Matemática e as melhores classificadas seguirão para uma etapa experimental em equipe. A ação conta com apoio da EDP.
O Instituto Embraer informa que o objetivo é incentivar meninas a considerarem ciência e tecnologia como caminhos de formação e carreira, ampliando o interesse e superando barreiras que surgem cedo na trajetória escolar. Esta edição também valoriza responsabilidade socioambiental, inovação e desenvolvimento sustentável.
Quem pode participar e como se inscrever
Podem participar estudantes da rede pública de Taubaté, Caçapava, Jacareí, Gavião Peixoto, Areiópolis, Pardinho, Itatinga, Anhembi, Bofete e Pratânia, além de Botucatu e São José dos Campos. As escolas dessas cidades são responsáveis por efetivar as inscrições das alunas interessadas até 22 de setembro de 2026.
Provas e cronograma da Olimpíada
A competição será realizada em duas fases. Na primeira, as participantes farão provas escritas em Biologia, Física, Química e Matemática. As alunas com melhor desempenho avançam para a fase final, prevista para novembro, quando participarão de atividades experimentais em equipe.
Laboratórios e parceria com a EDP
As atividades finais ocorrerão no Laboratório de Energias Renováveis dos Colégios Embraer, em São José dos Campos e Botucatu. Segundo o Instituto Embraer, esses ambientes foram otimizados em parceria com a EDP para aproximar as estudantes da aplicação prática dos conteúdos trabalhados durante a Olimpíada.
Formação e equidade na ciência
De acordo com o Instituto Embraer, a Olimpíada busca ampliar o interesse feminino por ciência e tecnologia desde os primeiros anos do ensino fundamental, considerando a sub-representação de mulheres nessas áreas. A iniciativa também reforça temas de responsabilidade socioambiental e incentiva o uso do conhecimento científico para pensar soluções a problemas reais. A apoiadora EDP relaciona a ação ao desenvolvimento de competências e ao avanço da equidade e inclusão no campo científico e tecnológico.




