Os resultados do MAKS-2019

O XIV Salão Internacional de Aviação e Espaço, realizado de 27 de agosto a 1 de setembro de 2019, se concluiu com grande sucesso. Os valores dos contratos e acordos assinados durante os dias da feira ultrapassou 250 bilhões de rublos, o potencial comercial do evento é estimado em 400 bilhões de rublos. A exposição foi visitada por 578.810 expositores e convidados.

Os salões internacionais de aviação e espaço ocupam merecidamente um lugar de destaque entre as maiores e mais prestigiadas exposições aeroespaciais do mundo. Confirmando esse alto status, a MAKS-2019 reuniu 827 expositores de 33 países, incluindo 184 empresas estrangeiras.
Pela primeira vez na história da MAKS Airshows, a exposição foi realizada em parceria com a República Popular da China. Um pavilhão propositadamente construído com uma área de 3.000 m² hospedou exposições das maiores empresas aeroespaciais da China. Nove pavilhões nacionais também foram montados.
Líderes da aviação russa e das indústrias espaciais, os maiores fabricantes do mundo apresentaram seus produtos na área de 26,5 mil metros quadrados de pavilhões e 45 mil metros quadrados de áreas externas e displays estáticos.

O principal evento do MAKS-2019 foi a estreia mundial do avião de passageiros de médio curso MC-21-300. Duas aeronaves, incluindo o terceiro protótipo de vôo com uma cabine de passageiros, são mostradas na exposição estática e outro protótipo participou do programa de vôo. Um modelo da promissora aeronave de longo curso russo-chinês CR929 é mostrado pela primeira vez na Rússia. O modelo inclui um cockpit, àrea de classe econômica e área de serviço.
Quatro caças Su-57 de quinta geração participaram dos voos de demonstração. Pela primeira vez, a versão de exportação do Su-57E também é mostrada no pàtio estático. A aeronave de reabastecimento conversível IL-78M-90A também está sendo demonstrada pela primeira vez.
A Russian Helicopters Holding Company apresentou uma série de novidades, incluindo o helicóptero multiuso Ka-62 de médio porte exibido em vôo pela primeira vez, bem como o primeiro helicóptero Mi-38 produzido em massa com um salão de alto conforto que participou A exibição. O helicóptero Ansat foi demonstrado com o salão VIP, desenvolvido em parceria com o instituto NAMI – o criador das limusines Aurus.

Os fabricantes estrangeiros de aeronaves apresentaram várias aeronaves, que nunca antes foram demonstradas na Rússia. Entre eles estavam a aeronave de curto alcance Embraer E-195E2 em coloração Tech Lion, o jato executivo Pilatus PC-24 capaz de se basear em aeródromos não pavimentados e a aeronave leve Piter M500. O Airbus A350-900 de corpo inteiro já participou dos salões da MAKS, mas em 2019 foram mostrados os elementos da solução Airbus Connected Experience.

Pela primeira vez, a MAKS organizou exposições e seções especiais sobre aviação de uso geral, que demonstraram cerca de 50 aeronaves leves e ultraleves, em sistemas aéreos não tripulados, com a participação de desenvolvedores e fabricantes de veículos aéreos não tripulados e operadores de sistemas aéreos não tripulados. . Exposições coletivas das regiões da República do Tartaristão, Samara e Ulyanovsk e Perm Krai foram formadas no pavilhão “Regiões da aviação da Rússia”.

Programa de negócios

Participantes nacionais e estrangeiros notaram um aumento na atividade comercial, bem como um aumento na intensidade das negociações e reuniões em comparação com os salões da MAKS anteriores. Nos três primeiros dias de trabalho – os chamados dias do especialista -, a exposição recebeu 143,5 mil especialistas, número muito superior ao dos últimos anos. Membros de 120 delegações oficiais que chegaram através de Rosoboronexport se familiarizaram com os produtos de empresas russas.
Durante a exposição, foram realizadas cerca de 90 conferências, seminários, mesas redondas, sessões estratégicas, com a participação de mais de 2000 especialistas. Vários eventos científicos organizados pelos institutos TsAGI, VIAM e GosNIIAS foram realizados no âmbito do MAKS-2019 em locais externos. Pela terceira vez, foi realizado o Congresso Aeroespacial da Eurásia, organizado pela Parceria de Cluster Aeroespacial da Eurásia e pelo Governo da Região de Samara. O evento reuniu mais de 700 delegados.
Pela primeira vez, a MAKS organizou a seção Future Hub / “Ciência Universitária e Criação Aeronáutica e Técnica da Juventude”. Mais de 40 eventos ocorreram em seu site, com mais de 2500 participantes. Além de conferências e mesas-redondas dedicadas a questões de pessoal, foram realizados treinamentos de pessoal científico e de engenharia, eventos de orientação de carreira, palestras abertas e master classes.

Pela terceira vez, foi realizado um “dia do aluno”. Na sexta-feira, 30 de agosto, cerca de 7 mil estudantes de departamentos de tempo integral das instituições de ensino superior e médio aproveitaram a oportunidade para visitar a exposição gratuitamente.
Tradicionalmente, a MAKS se tornou um local de assinatura de contratos e acordos para o fornecimento de equipamentos de aviação, documentos que fundamentam uma cooperação mutuamente benéfica. Os maiores acordos foram feitos para aeronaves MC-21 e Superjet 100, helicópteros Mi-8AMT e Ansat. Os acordos de cooperação com os principais fabricantes de aeronaves russos foram assinados pelo Novikombank, o parceiro financeiro geral do Airshow. Os acordos assinados são estimados em 248 bilhões de rublos.

Os clientes do serviço de nomeação para reuniões de negócios da MatchMaking, que este ano foi realizado principalmente no interesse de pequenas e médias empresas, trabalharam frutuosamente. Foram 256 reuniões, cujo potencial comercial, de acordo com os resultados da pesquisa dos expositores, totalizou mais de 8 bilhões de rublos. Mais de 3000 reuniões de negócios em formatos especiais foram realizadas no Airshow.
O potencial total de negócios da MAKS-2019 é estimado em 400 bilhões de rublos, sem contar as negociações realizadas no âmbito da cooperação técnico-militar. Estes últimos, segundo o exportador especial Rosoboronexport, são estimados em bilhões de dólares.

Programa de demonstração

O programa de voo distingue tradicionalmente a MAKS entre grandes exposições internacionais. No curso da MAKS-2019, os esquadrões de acrobacias dos Russians Knights, Falcões da Rússia e Swifts das Forças Espaciais Aéreas da Rússia apresentaram suas habilidades. Pela primeira vez, foi apresentado o programa “Combate aéreo com elementos de super manobrabilidade”, realizado por dois caças Su-30SM da Marinha Russa. As equipes acrobáticas Rus, First Flight e Kolibri, bem como convidados dos Estados Bálticos – Baltic Bees Jet Team e ANBO – executaram programas avançados de demosntrações.
Um novo recurso do MAKS-2019 foi a realização de competições de acrobacias em aviões monomotores. Os melhores pilotos russos, selecionados durante a fase de qualificação de julho, competiram pelo prêmio da Copa MAKS-2019. Dmitry Samokhvalov, medalhista de ouro do Campeonato Europeu de 2019, venceu a competição.
Um total de 81 aeronaves participaram das apresentações de vôo, incluindo 39 aeronaves em oito grupos de vôo. Na exposição estática da MAKS-2019, 133 aeronaves foram apresentadas. Levando em conta o fato de que algumas aeronaves e helicópteros foram demonstrados tanto na exibição estática quanto na exibição de voo, o número total de aeronaves apresentadas atingiu 202.
Graças ao trabalho altamente profissional dos membros da Comissão Interdepartamental, especialistas do Gromov LII, Aviaprom JSC e Aviasalon JSC, foi garantido um alto nível de segurança de vôo.

Informação geral

O Airshow em 2019 atraiu um nível recorde de interesse de profissionais e amadores da aviação. O número total de visitantes do evento excedeu os 578.810 presentes.

Para uma transferência confortável dos participantes e convidados do evento, a Empresa Unitária Estadual “Mostransauto” organizou o movimento de ônibus de grande capacidade. Durante os primeiros três dias, o serviço foi prestado por duas rotas especiais e durante os dias da visita em massa – por quatro rotas conectando dois pontos de verificação do complexo de exposições a duas plataformas ferroviárias, interceptando o estacionamento em Bykovo e com uma parada em Zhukovsky. Durante os dias da visita em massa, 84 ônibus percorreram as rotas, incluindo 45 na linha que ligava a plataforma “Otdykh” ao complexo de exposições. A comunicação ferroviária organizada pela Central Passenger Suburban Company operava no modo de pico de carga em dias públicos. Trens elétricos adicionais foram atribuídos.
Pela primeira vez em 2019, o MAKS estava acessível por táxi aéreo de helicóptero. A HeliExpress transportou 150 pessoas de e para o Helipark de Podushkino, no distrito de Odintsovo, para a exposição em seis dias. Os eventos da MAKS-2019 foram apoiados por 300 voluntários selecionados entre os estudantes da região de Moscou.
Para garantir uma estadia confortável dos visitantes no território do complexo de exposições, os organizadores do Airshow implantaram uma rede de restaurantes, que ofereciam um cardápio variado.
A segurança pública e antiterrorista durante o MAKS-2019 no território do distrito urbano de Gromov LII e Zhukovsky foi apoiada por 2550 policiais e militares de Rosgvardia. O território do complexo de exposições foi monitorado do ar por um helicóptero e um dirigível. Durante os dias do salão, não houve acidentes ou violações da lei.
Levando em conta o alto interesse da empresa na aviação, os organizadores do MAKS-2019 realizaram o credenciamento para trabalhar no Airshow para 3100 funcionários de mídia e jornalistas independentes de 594 mídias russas e 238 estrangeiras, incluindo 103 canais de TV russos e estrangeiros. As contas oficiais do MAKS-2019 nas principais redes sociais permitiram aos assinantes acompanhar as notícias e trocar opiniões.

Visita do Presidente russo V. Putin e Presidente da Turquia RT Erdogan à MAKS-2019

O MAKS-2019 iniciou seu trabalho na terça-feira, 27 de agosto. O Presidente da Federação Russa Vladimir Putin e o Presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan cumprimentaram os participantes da cerimônia de abertura, inspecionaram a exposição dos participantes do Airshow e se familiarizaram com o amostras de equipamentos de aviação: o mais novo caça russo Su-57, caça Su-35, helicóptero médio Ka-62, helicóptero pesado Mi-38, aeronave anfíbia Be-200. Os presidentes embarcaram no avião de passageiros de médio curso MС-21 e inspecionaram a cabine e a cabine do avião. Durante a visita ao pavilhão de Roskosmos, eles se familiarizaram com os produtos das empresas de Lavochkin NPO, RSC Energia e Energomash.
Os dois chefes de estado assistiram ao programa de vôo do Airshow, no qual, entre as amostras de aeronaves russas, foi apresentado um protótipo de aeronave de médio curso MС-21-300, o primeiro helicóptero produzido em massa Mi-38 e Su-57 quinto lutadores de geração.

Em seu discurso, Vladimir Putin expressou confiança de que parceiros estrangeiros estariam interessados ​​nas realizações da indústria aeronáutica russa e nas capacidades técnicas das Forças Aéreas Espaciais da Rússia, o que abriria novas oportunidades para cooperação mutuamente benéfica.

“Agradecemos profundamente a atenção internacional ao Russian Airshow, vemos esse reconhecimento do alto potencial intelectual, científico, técnico e de exportação de nosso país, suas tradições únicas de construção de aeronaves, que permitem à Rússia permanecer entre os líderes mundiais no setor aeroespacial “, – declarou o Presidente V. Putin.

Ele acrescentou ainda que “as perspectivas de construção de aeronaves dependem amplamente da ampla cooperação internacional, da estreita integração dos desenvolvimentos de nossos projetistas, cientistas e do uso eficiente das instalações de produção”.

Por sua vez, Erdogan disse que “a cooperação com a Rússia dará um impulso a novos desenvolvimentos nas tecnologias da aviação e do espaço”.

Comentando as negociações bilaterais da MAKS, Vladimir Putin disse que discutiu as possibilidades de desenvolver cooperação militar e técnica com o Presidente da Turquia. “Conversamos sobre a cooperação no Su-35 e até sobre o possível trabalho no novo avião Su-57”, disse Putin em entrevista coletiva sobre os resultados das negociações: “Temos muitas oportunidades, demonstramos novos sistemas de armas e novos sistemas de guerra eletrônica “. “Na minha opinião, nossos parceiros turcos estão interessados ​​em muitas coisas, não apenas do ponto de vista da aquisição, mas também do ponto de vista da produção conjunta”, acrescentou. Também foram discutidas questões de cooperação nas esferas técnico-militar e civil.

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Embaixador dos EUA revela interesse do país no porto de Alexandrópolis, na Grécia

O Embaixador dos EUA na Grécia, Geoffrey R. Pyatt, levantou a possibilidade de seu país usar para fins militares o porto grego da cidade de Alexandrópolis durante um evento local. O diplomata americano enfatizou o interesse dos EUA no porto grego que fica ao norte do país.

“Estou certo de que eu visitei o porto de Alexandrópolis mais do que qualquer outro embaixador americano na Grécia. Isso reflete a importância geoestratégica desta cidade como porta dos Bálcãs e do mar Negro. O local é um elo chave na segurança energética europeia, na estabilidade regional e no crescimento econômico, por isso os EUA e a Grécia estão trabalhando juntos em promover nossos interesses comuns nos campos da segurança regional e economia”, disse Pyatt.

Em 2010, uma draga que havia afundado no local, foi retirada do fundo após os EUA investirem cerca de US$ 2,3 milhões (R$ 9,2 milhões) no resgate da embarcação. O resgate possibilitou um maior tráfego de navios militares e comerciais no porto.

Pyatt também ainda ressaltou que seu governo espera que o porto seja privatizado, o que poderia atrair investidores americanos.

Cooperação militar

Por sua vez, o ministro da Defesa Nacional da Grécia, Nikolaos Panagiatopoulos, falou sobre as vantagens estratégicas da cooperação com os EUA na exploração do porto.

“Graças ao uso do porto pelos Estados Unidos, quando isso é necessário, nossas relações estratégicas se fortalecerão, assim como a cooperação entre nossas forças armadas, contribuindo para a estabilidade e segurança da região”, disse o ministro.

Ponto estratégico

Alexandrópolis fica situada em Evros, no nordeste grego, e próximo à fronteira com a Turquia. O local é estrategicamente importante pela sua proximidade com o estreito de Dardanelos, ponto de entrada ao mar Negro.

  • Com agências internacionais

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Source: DefesaTV Mundo

Vitórias da Força Expedicionária Brasileira na Itália: 1º Tiro da Artilharia – 16 de setembro de 1944

Em 14 agosto de 1944, o 1º escalão da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária passou a integrar o V Exército Norte-americano, que tinha por missão fixar os nazistas na Linha Gótica. Essa fração da Força Expedicionária Brasileira (FEB) entrou em ação na Itália sob o comando do General Euclides Zenóbio da Costa com um efetivo de 5.075 combatentes.

Dentre eles, o 2º Grupo do 1º Regimento de Obuses,  comandado pelo Coronel Geraldo Da Camino, em apoio direto ao Destacamento composto  pelo 6º Regimento de Infantaria (6º RI), um pelotão de carros americanos e um pelotão de reconhecimento brasileiro, que tinham a missão de ocupar ou conquistar a linha Massarosa – Bozzano – Marti -La Certosa – Via del Pretino – Santo Stefano.

Na noite de 15 de setembro de 1944, o Grupo iniciou o deslocamento, em total escuridão, para ocupar posição de tiro nas encostas do Monte Bastione, fora do campo visual dos nazistas, e aguardar a primeira missão de tiro fora do continente sul-americano.

Em 16 de setembro de 1944, a Central de Tiro encaminhou o primeiro comando à Linha de Fogo, para a única artilharia da América Latina, presente em solo europeu, abrir fogo às 14 horas e 22 minutos contra o inimigo nazista, contribuindo para a primeira conquista brasileira na Itália, com a efetiva libertação da cidade de Massarosa.

  • Com informações do Centro de Comunicação Social do Exército

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Source: DefesaTV Mundo

OTAN desenvolve plano para ‘manutenção da superioridade’ sobre potenciais inimigos

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) no âmbito da sua nova estratégia militar, tenciona realizar métodos experimentais de resistência contra ameaças provenientes de várias esferas em simultâneo.

A nova estratégia da OTAN foi aprovada pelo Comitê Militar, principal órgão militar da aliança, e está dirigida para a “adaptação aos desafios de segurança em mudança e também para a determinação de caminhos para uma contenção eficaz”.

O presidente do Comitê Militar, Stuart Peach, afirmou que essa nova estratégia irá permitir manter a superioridade perante potenciais inimigos. A estratégia militar é um documento confidencial.

No sábado (14), o presidente do Comitê Militar da OTAN marechal da Força Aérea, Stuart Peach, revelou alguns pontos da estratégia em seu discurso durante uma reunião na Eslovênia, onde serão discutidas as questões da contenção e defesa na região euro-atlântica e também do conceito de realização de operações militares.

“Neste ano, nós, pela primeira vez desde 1967, assinamos uma nova estratégia militar da OTAN. Baseados nos três objetivos principais da Aliança – a defesa coletiva, a gestão de crise e a segurança coletiva” disse ele.

Ainda segundo Peach, as concepções desenvolvidas permitirão também “definir a prioridade das capacidades, do desenvolvimento das forças e da experimentação para a oposição aos desafios (…) isso permitirá a OTAN manter a superioridade perante os adversários, potencias ou reais, nos permitirá exercer nossas missões principais”, enfatizou ele.

Comitê Militar da OTAN

O Comitê Militar da OTAN é o órgão militar superior da Aliança que é responsável pela consultoria do órgão político principal de decisão – o Conselho do Atlântico Norte, e também do Grupo de Planejamento Nuclear.

  • Com agências internacionais

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Source: DefesaTV Mundo

Disputa entre Índia e Paquistão pela Caxemira deixa dois mortos e seis feridos

Forças indianas e paquistanesas entraram em confronto, neste sábado (14), na altamente militarizada fronteira entre os dois países onde fica a disputada região da Caxemira, deixando dois mortos – sendo um soldado paquistanês – e seis feridos.

Os dois países vem trocando tiros regularmente ao longo da chamada Linha de Controle, que divide a província da Caxemira reivindicada por ambos. O administrador local paquistanês Raja Tariq disse que o bombardeio atingiu aldeias na área de Nakyal e matou uma mulher e feriu outras seis.

A polícia e autoridades locais disseram que incêndios indianos em outros setores da Caxemira administrada pelo Paquistão também destruíram uma casa, danificaram parcialmente uma escola e atingiram um galpão para vacas e cabras, resultando na morte dos animais.

As forças armadas do Paquistão também disseram que as tropas indianas abriram fogo sem serem provocadas no setor de Hajipir, matando um soldado. As tensões entre os dois países com arsenal nuclear aumentaram desde o dia 5 de agosto, quando a Índia rebaixou a autonomia de seu lado da Caxemira e impôs mais controles na área.

  • Com agências internacionais

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Source: DefesaTV Mundo

Drones atacam instalações petrolíferas na Arábia Saudita

Drones atacaram neste sábado (14) a maior instalação de processamento de petróleo do mundo na Arábia Saudita e um grande campo de petróleo operado pela gigante estatal saudita Aramco, anunciou o Ministério do Interior do país.

Os ataques provocaram um grande incêndio.”Às 4h (hora local), equipes de segurança industrial da Aramco começaram a lidar com incêndios em duas de suas instalações em Abqaiq e Khurais, que foram provocados por drones. Os dois incêndios já foram controlados”, afirmou um comunicado do Ministério do Interior saudita.

O comunicado destacou que uma investigação foi aberta após o ataque. O ministério não revelou a origem dos drones e nem informou se houve vítimas e se as operações das instalações foram afetadas.

Rebeldes iemenitas houthis assumiram a autoria dos ataques na refinaria em Abqaiq e no campo de Khurais, no leste do país. O grupo disse que enviou dez drones para promover os bombardeios e prometeu ampliar os ataques contra a Arábia Saudita, que lidera uma coalizão militar contra eles no Iêmen.

A extensão dos danos não está clara. Jornalistas não foram autorizados a se aproximarem das instalações, que tiveram a segurança reforçada. Em vídeos divulgados na internet, aparentemente gravados em Abqaiq, é possível ouvir sons de tiros e ver no horizonte muita fumaça e as chamas na refinaria.

Segundo a Aramco, a refinaria em Abqaiq é a maior planta de estabilização de petróleo do mundo. A unidade processa petróleo bruto que depois é transportado, por oleodutos, para regiões no Golfo Pérsico e no Mar Vermelho. Estima-se que o local processe até 7 milhões de barris de petróleo bruto por dia.

Já o campo de Khurais produziria cerca de 1 milhão de barris de petróleo bruto por dia. Segundo a Aramco, estima-se que possam ser extraídos no local mais de 20 bilhões de barris de petróleo.

Nos últimos meses, rebeldes houthis, que são apoiados pelo Irã, realizaram uma série de bombardeios fronteiriços com mísseis e drones contra bases aéreas sauditas e outras instalações no país. A ONU e países ocidentais acusam Teerã de fornecer armas ao grupo, algo que o governo iraniano nega.

No mês passado, um ataque reivindicado pelos rebeldes provocou um incêndio na refinaria de liquefação de gás natural próxima à fronteira com os Emirados Árabes. O grupo também atacou duas estações de bombeamento de petróleo no oleoduto leste-oeste do país, em maio, paralisando sua operação por vários dias.

Os bombardeiros são uma reação aos ataques aéreos conduzidos pela Arábia Saudita em regiões controladas por rebeldes no Iêmen. Desde março de 2015, os sauditas lideram uma coalizão contra os houthis, que detêm, entre outros, a capital do país, Sanaa. O Iêmen é o país árabe mais pobre e a guerra gerou em seu território a pior catástrofe humanitária do mundo. O conflito já deixou mais 90 mil mortos.

O ataque deste sábado deve aumentar ainda mais as tensões no Golfo Pérsico, em meio ao confronto entre Estados Unidos e Irã sobre o acordo nuclear assinado com o país árabe e as potências mundiais. Uma série de incidentes foram registrados na região nos últimos meses, com Washington e Teerã se responsabilizando mutuamente.

A crise com o Irã começou após o presidente Donald Trump ter retirado os Estados Unidos do acordo nuclear assinado em 2015 pelos dois países, com participação ainda da Rússia, da China, do Reino Unido, da França e da Alemanha.

  • Com agências internacionais

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Forças Especiais dos USA neutralizaram filho e herdeiro de Osama bin Laden

Forças Especiais dos USA neutralizaram filho e herdeiro de Osama bin Laden nesse sábado 14/09/2019. Poucos dias depois do aniversário de 18 anos dos ataques do 11 de setembro de 2001. O serviço de Comunicação da Casa Branca ainda não divulgou maiores detalhes da operação, e, possivelmente esses detalhes serão revelados na segunda dia 16.

A confirmação da Casa Branca , neste sábado, sobre a morte do filho de Osama Bin Laden, Hamza Bin Laden, apontado como sucessor de seu pai na rede terrorista al-Qaeda, se deu por meio de declaração oficial presidencial em seu site.

“Ele foi abatido em uma operação de contraterrorismo realizada por militares de Forças Especiais dos Estados Unidos na região do Afeganistão/Paquistão”, declarou o presidente americano, Donald Trump, nesse comunicado oficial.

Fonte: https://www.whitehouse.gov/briefings-statements/statement-from-the-president-10/

“A perda de Hamza bin Ladin não apenas priva a Al-Qa’ida de importantes habilidades de liderança e a conexão simbólica com seu pai, mas prejudica importantes atividades operacionais do grupo”, diz o comunicado.

Existem diversos documentos, entre eles as cartas reveladas pela agência France Presse em 2015, que mostram que Osama Bin Laden pretendia que Hamza tivesse êxito à frente da Jihad global antiocidental. Por isso, ele costuma ser chamado de “príncipe-herdeiro da Jihad”.

Hamza, que se acredita ter cerca de 30 anos, estava ao lado de seu pai no Afeganistão antes dos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Ele também passou um tempo com seu pai no Paquistão após a invasão do Afeganistão liderada pelos EUA levar grande parte da liderança sênior da Al Qaeda para lá, de acordo com a Brookings Institution e outros serviços de informação do ocidente.
O Departamento de Estado dos EUA designou Hamza um terrorista global em 2017, depois que ele pediu atos de terrorismo nas capitais ocidentais e ameaçou se vingar dos Estados Unidos por matar seu pai.

Hamza Bin Laden ao lado direito, e Bin Laden pai. Imagem via Reuters.

Em julho, a imprensa nos Estados Unidos cometeu um grande equìvoco e chegou a anunciar a morte de Hamza , citando fontes anônimas. Meses antes, em fevereiro, os EUA anunciaram uma recompensa de US$ 1 milhão por informações sobre o paradeiro dele, o classificando como “dirigente em ascensão no grupo extremista”.

Com informações Reuters e The United States Goverment White House via redação Orbis Defense Europe.

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Navy SEAL que matou Bin Laden afirma; “ele morreu assustado, se escondendo atrás de sua esposa”…

Aproveitando do 18º aniversário dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, um dos Navy SEAL que fez parte da equipe de caça ao mentor dos ataques do 11 de setembro, compartilhou uma memória diferente.

Em um tweet na noite da última quarta-feira (11) o Navy Seal na reserva, Rob O’Neill, ao qual é creditado o tiro que matou Bin Laden, descreveu os momentos finais da vida de Osama bin Laden durante a invasão do “SEAL Team Six” no complexo do terrorista, no Paquistão.

Em 2 de maio de 2011, O’Neill e outros membros da equipe “SEAL Team Six” efetuaram a incursão sobre o complexo residencial e de comando de Bin Laden em Abbottabad, no Paquistão, vizinho Afeganistão.

Depois de uma longa investigação da Centra de Inteligências dos EUA (CIA), os SEALs invadiram o complexo e mataram o líder terrorista em uma missão chamada “Operação Netuno Spear” (Tridente/Lança de Netuno).

O’Neill decidiu falar sobre a missão, desde que os eventos da Operação Netuno Spear começaram a aparecer ao público com detalhes controversos, e depois de ser alvo muitas provocações e ofensas da comunidade islâmica nos EUA e de ativista políticos democratas simpatizantes do islã.

“Osama bin Laden morreu assustado. Se escondendo atrás da esposa” – declarou O’Neill. “Foi uma noite incrível”, continuou ele. “Foi uma honra (…) fazer parte dessa equipe incrível.”

“Nunca seria eu, nunca faria parte dessa missão. Ele era apenas um fantasma e eu o acaso – disse O’Neill. “Apenas para chegar a esse ponto, entregue pelos pilotos (…) e entrar nessa posição na última sala por causa de colegas de equipe na minha frente jà vasculhando outros cômodos do edifício.”

Na conta pessoal do Twitter de Robert J. O’Neill podem ser encontrados muitos outros comentàrios interessantes. Imagem via redação OD Europe. Link do tweet: https://twitter.com/mchooyah/status/1171961746422022144

O’Neill também creditou o trabalho das tripulações aéreas e também aos Rangers do Exército, que ajudaram na missão geral de encontrar e neutralizar Bin Laden.

Em uma entrevista à Fox News de 2018, O’Neill disse que ficou surpreso ao ver as notícias da missão de sua equipe sendo divulgadas mundialmente, enquanto eles ainda estavam de pé sobre o corpo de Bin Laden e as autoridades realizavam os testes de DNA para verificar os restos mortais do terrorista.

Em fevereiro deste ano, O’Neill assinou um acordo pelos direitos do filme sobre seu lado pessoal da história, com base em seus livros de 2017 “O Operador: Disparando os tiros que Mataram Osama Bin Laden” e “Meus Anos como Guerreiro da Equipe SEAL. “

Em vez da história do SEAL Team Six e da invasão como um todo, que é retratada no filme de 2012 “Zero Dark Thirty”, o novo filme aparentemente seguirá a vida pregressa de O’Neill em Montana, quando este incorporou-se aos SEALs e seus momentos pessoais que antecederam ao ataque a Bin Laden.

Sob a liderança de Bin Laden, a Al Qaeda declarou guerra aos EUA em agosto de 1996, citando a presença militar dos EUA na Arábia Saudita.

Embora Bin Laden e a Al Qaeda tenham declarado guerra e efetuado ataques anteriores contra embaixadas dos EUA, a ameaça de Bin Laden e sua organização terrorista só foi totalmente concretizada após os ataques de 11 de setembro, nos quais os ataques contra as torres gêmeas do World Trade Center em Nova York e o Pentágono em Washington DC.

Após os ataques, os EUA entraram em guerra no Afeganistão, tentando derrubar o controle político do país pelo Taliban e desmembrar os membros da Al Qaeda que viviam no país.

  • Com informações do Americam Military News, Twitter oficial de Rob O’Neill via redação Orbis Defense Europe.

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Governo de Israel nega acusações de espionagem aos Estados Unidos

Na última quinta-feira (12), o governo de Israel negou a notícia veiculada pelo site de notícias Politico, com sede em Washington, de que o país havia colocado dispositivos de vigilância de celulares em locais estratégicos em Washington, inclusive perto da Casa Branca.

De acordo com a reportagem, que citou três ex-autoridades americanas de alto escalão “com conhecimento do assunto”, que não foram identificadas, o equipamento – dispositivos que imitam torres de celular, fazendo com que os celulares forneçam sua localização e informações de identidade – foi descoberto há algum tempo.

No entanto, Israel não sofreu repreensão ou consequências pela suposta ação, e a reportagem apontou que a violação foi minimizada devido aos laços excepcionalmente fortes entre o presidente Donald Trump e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.

A reportagem chega em um momento delicado. Os israelenses voltarão às urnas na próxima semana para uma segunda eleição geral este ano, e Netanyahu luta para manter seu cargo. Também nesta semana Trump parece estar rompendo com a narrativa firme do líder israelense sobre o Irã, indicando a possibilidade de se encontrar com o presidente iraniano Hassan Rouhani.

Netanyahu tem sido agressivo em seu lobby com Trump, pedindo que ele saísse do polêmico pacto nuclear de 2015 com o Irã e constantemente pressionando os Estados Unidos para que aumentem as sanções econômicas contra seu arqui-inimigo regional.

Na semana passada, Netanyahu passou um dia em Londres, onde se reuniu com o primeiro-ministro britânico Boris Johnson.

Ele também visitou o secretário de Defesa dos EUA, Mark Esper, para discutir, segundo ele, a presença iraniana no Oriente Médio, particularmente na fronteira norte de Israel. Na quinta-feira, Netanyahu foi a Sochi, na Rússia, para se encontrar com o presidente Vladimir Putin.

“Estamos operando em várias frentes a fim de garantir a segurança de Israel diante das tentativas do Irã e de seus aliados de nos atacar, e estamos trabalhando contra eles”, disse o líder israelense em sua partida.

Após a publicação da reportagem do Politico, Netanyahu disse que as alegações eram “uma mentira absoluta”. “Há um compromisso de longa data e uma diretiva do governo israelense de não se envolver em nenhuma operação de inteligência nos EUA. Esta diretiva é rigorosamente aplicada sem exceção”, disse um comunicado do gabinete de Netanyahu.

O ministro de Relações Exteriores e Inteligência de Israel, Israel Katz, também negou que Israel tivesse instalado dispositivos de escuta nos Estados Unidos. “Israel não realiza operações de espionagem nos Estados Unidos”, disse ele em comunicado.

“Os EUA e Israel compartilham muitas informações de inteligência e trabalham juntos para evitar ameaças e fortalecer a segurança de ambos os países”.

Amos Yadlin, ex-chefe da inteligência militar israelense, escreveu no Twitter que a reportagem era “uma notícia falsa com uma pitada de anti-semitismo”. “A política de Israel há décadas proíbe inequivocamente a espionagem nos Estados Unidos. Acho muito difícil acreditar que essa política tenha mudado”, escreveu ele.

Charles Freilich, ex-consultor de segurança nacional em Israel e analista de relações EUA-Israel também disse que o relato é provavelmente falso.

“Relatos ‘dramáticos’ de espionagem israelense nos EUA surgem de vez em quando, quando alguém do governo não gosta de Israel ou de uma política israelense e tenta se aproveitar de suspeitas nos Estados Unidos, desde Jonathan Pollard, para sabotar o relacionamento”, disse ele.

“Isso é pura bobagem, Israel aprendeu uma dura lição com Pollard e tomou uma decisão clara de nunca arriscar o relacionamento tão severamente novamente.”

Pollard era um ex-analista da Marinha dos EUA que foi considerado culpado de espionar para Israel nos anos 1980 e passou três décadas na prisão. Ele foi libertado em 2015 pelo presidente Barack Obama, mas seu destino continua sendo uma fonte de constrangimento para os israelenses.

Os Estados Unidos continuam a recusar o pedido dele de imigração para Israel. O escopo completo das atividades de Pollard nunca foi totalmente divulgado, mas, de acordo com uma carta escrita pelo então secretário de Defesa Caspar Weinberger ao juiz que presidiu o caso, Pollard foi descrito como um dos espiões mais prejudiciais que já operaram nos Estados Unidos.

No entanto, relatos não confirmadas ao longo dos anos indicam que Pollard nunca foi recrutado como espião, mas se voluntariou para o trabalho depois de ser apresentado a um oficial militar israelense em Nova York em 1984. Mais tarde, ele disse aos colegas que havia sido “cultivado” pelo Mossad, a agência de inteligência de Israel, para espionar os Estados Unidos.

Acredita-se que, enquanto trabalhava no Centro de Inteligência Naval para Contraterrorismo em Maryland, Pollard entregou arquivos aos israelenses, incluindo documentos relacionados a tropas árabes, a Organização de Libertação da Palestina e programas de guerra química e biológica realizados por Iraque, Líbia e Síria.”

  • The Washington Post, Via Gazeta do Povo

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Source: DefesaTV Mundo

Aeronautica Militare celebra 30 anos de operação com os caças AMX Ghibli

A Aeronautica Militare (Força Aérea da Itália) celebrou nesta sexta feira (13) 30 anos de operação dos seus caças de ataque AMX Ghibli. Mesmo sem ter sido um caça da primeira linha, os AMX Italianos voaram mais 18 mil horas em operações reais, sendo atualmente a aeronave mais utilizada em missões no Exterior, por mais de dois terços de sua vida operacional.

Foram apresentadas aeronaves em esquemas de cores comemorativos. Também houve um sobrevoo de uma esquadrilha de AMX com a Frecce Tricolori. A cerimônia de comemoração realizada em Istrana, contou com a presença do Chefe do Estado Maior da Aeronautica Militare (AMI), general Alberto Rosso.

“Nesses 30 anos o AMX contribuiu para a construção de páginas muito importantes na vida aeronáutica, permitindo que a Itália se saísse bem no exterior e em todas as operações de manutenção de paz, no Afeganistão e no Iraque, e é a máquina que mais voou operacionalmente do que as outras”, enfatizou o general.

A cerimônia marcou ainda os 80 anos da 51ª Stormo da AMI. Só no Afeganistão, entre 2009 e 2015 os Ghibli voaram mais de 9 mil horas em 3.100 missões. Equipadas com pods Reccelite e Litening as aeronaves identificaram mais de 800 alvos, além de terem atuado no ataque a alvos no solo em apoio às tropas.

Atualmente, as aeronaves já estão em fase de desativação. A Força Aérea Brasileira (FAB) fora representada no evento pelo chefe do Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER), tenente brigadeiro do ar Carlos Augusto Amaral Oliveira.

Clique para exibir o slide.

  • Com informações Revista Asas, Fotos: Aeronautica Militare

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Source: DefesaTV Mundo